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20/jul

Eu senti que esse foi um dos episódios mais sinistros até então. As liars resolveram abusar das trevas para criar uma emboscada para A. O mais exclusivo, é que o plano é mediado por Hanna, que está furiosa por conta do término do relacionamento com Caleb. A loira resolveu deixar as pantufas e o pijama de lado para tentar descontar toda a perplexidade e a bagunça que a vilã/vilão trouxe para sua vida mais uma vez. Ao lado de Spencer, que está no mesmo nível de desespero para saber quem é April Rose, Hanna embarca na onda de desespero para descobrir alguma coisa, mesmo tendo a probabilidade de encontrar um defunto no meio do caminho.

 

Spencer se alia a Jason por causa da relação Veronica e Garrett. E, claro, para descobrir quem é April Rose. Como era de se esperar, os mistérios que envolvem Alison sempre serão em forma de ruas e não de pessoas. Ao chegar no endereço, somos levados a uma mini casa de cera que causaram arrepios com aqueles bonecos velhos e enrugados. Tudo o que Garrett queria, Spencer fez a favor dele, sem perceber. O bilhete deixado na mão da sra. Reynolds dizia claramente que a inocência dele pertencia aquele lugar. E, pela primeira vez, Spencer agiu como burra e encaminhou para à perícia a tornozeleira de Alison, que ela nunca tirou, mas que tinha traços de sangue do assassino.

 

Esse encontro entre Jason e Spencer foi muito importante porque soubemos as verdadeiras origens e causas do N.A.T.. Pelo menos, é o que aparenta ser a verdade. Não confio muito nesse lado prestativo do irmão de Ali. Jason era o líder do grupo e Ian e Garrett eram responsáveis em encontrar garotas fúteis para filmá-las. Fiquei chocada quando ele afirma que algumas delas não pertenciam a uma boa família (se é que me entendem). Adorei a abordagem do meio-irmão de Spencer contra Peter também. Quando o pai dele pergunta com qual irmã deve se preocupar, aplaudi. A sacada foi brilhante!

 

Emily tentou, tentou e tentou, mas não conseguiu recuperar a memória da noite que não aconteceu. Ela só tem flashes do momento do qual não consegue recordar. Mais uma vez, uma liar é guiada para um determinado endereço e relembra que esteve em um café por motivos que ninguém sabe. Fui surpreendida pelo retorno de Holden, algo que não esperava, mas que deveria imaginar por se tratar de PLL. A tatuagem que Emily relembrou do seu suposto salvador levanta outro mistério que nos guia até Maya. O amigo de infância de Aria afirma que vai a festas secretas e que precisa da tatuagem para entrar. Tatuagem que mais parece um carimbo. Me pergunto o que a amada da liar fazia lá e se tinha Holden como companhia. É bizarro de se pensar, mas não duvido de mais nada.

 

O mais estranho foi olhar para Holden e achá-lo muito esquisito. Senti que ele não parecia o mesmo. Sabemos que ele praticava luta clandestina, mesmo com um problema sério no coração, mas e essas festas? Eu não gosto muito quando PLL insere muitos personagens na trama ou quando trazem eles de volta, pois dar conta de tanto suspense não é a melhor artimanha dos produtores da série. Sempre alguém fica perdido ou é usado para nada. Veja o que aconteceu com Paige, por exemplo. Ainda não me conformo com sua aparição apenas para dedurar o cantil de bebida de Emily como dona da droga que fez a liar capotar.

 

Outro que me deixou com a pulga atrás da orelha é Ezra. Quem acompanha os spoilers dos fãs da série pelos sites da vida, verá muitas teorias mirabolantes com relação ao professor. Ele anda frustrado pela falta de emprego, mas pelo menos isso não afeta o relacionamento com Aria. Nesse ponto, tudo corre bem e eu gosto das coisas como estão. Vê-los brigar ou discutir a relação é muito chato, confesso. Se você der uma pesquisadinha na web, verá muitas defesas dos motivos que fariam de Ezra o mandante do A-Team. Será?

 

Claro que a meta de série é chutar para todos os lados. Agora que Garrett saiu da cadeia é provável que voltem à focar a atenção em Mona, pois só falta ela ficar em liberdade. Além disso, o roteiro está com uns deslizes que ficam um pouco a desejar. De tanto que querem espremer o suspense e correr com a história, certas coisas não são explicadas e precisamos deduzir magicamente o que aconteceu. Spencer e Hanna é um exemplo. Elas passam um episódio inteiro separadas e, do nada, confabulam para desmascarar A. E, o mais bizarro, é que tudo já está muito combinado com as outras amigas.

 

Achei muito fofo Ashley com Ted. Eu não comentei a relação deles na review anterior, pois achei que não daria em nada. Me surpreendi como a mãe de Hanna conseguiu se portar diante de um homem que não faz nem um pouco seu tipo. Ainda mais por ser o pastor associado da igreja da qual ela e a filha fazem caridade. Estranho né? O mesmo deve pensar Wilden, que já circundou o quadrado da ex e, com certeza, prepara um novo bote com o intuito de fazer Hanna abrir a boca sobre Garrett.

 

Estou em meio a um impasse: Wilden quer Garrett na cadeia e algo me diz que Jason não foi tão inocente em ajudar Spencer. O detetive acha que as liars querem proteger o ex-policial, mas até agora isso é uma lacuna que precisa ser preenchida. Wilden parece desesperado, como se sua vida dependesse disso. Essa atitude é muito contrária ao comportamento dele quando teve auxílio de Garrett para enquadrar Caleb por algo que ele não fez. Esse grupo de policias adicionados a Jason vão dar muito que falar.

 

Eu achei essencial a pressão psicológica de Spencer para saber quem é A cair por terra. Isso desvirtua um pouco a fortaleza da personagem que sempre pensa em tudo. Ela simplesmente desabou por não ter conseguido controlar o assunto Garrett e ter sido responsável pela liberdade dele. A deixou isso bem claro com uma sms que a desequilibrou ainda mais. Foi realmente de partir o coração, mas é bom para a trama mostrar a liar fragilizada, pois ninguém é feito de ferro. E, saber que ela se importa com Ali tanto assim, é um tiro no pé, pois ela sempre aparentou ser a “amiga” que gostava menos dela. Falando na falecida, quem é a pessoa especial que lhe deu a tornozeleira? Pela expressão de Ali era alguém realmente querido.

 

Mas o problema ainda é Ezra. Será que ele recebeu o dinheiro da fiança que Jason pagou por pistas de Ali? Ele está muito estranho e a olhadinha dele para o armário não ajudou em nada. Toda aquela grana é mais que um carro do avô vendido, não há sombra de dúvidas. E o que A planeja? Ela quer uma casinha nova para vigiar Garrett de perto? Eu me sinto no programa “Você, decide!”, pois as coisas em Pretty Little Liars andam mais sinistras do que nunca.

 

Stefs
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