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22/nov

Eu achei que seria impossível, mas consegui. Depois do primeiro relato, hoje corto a tirinha que me separava das 50.000 palavras do NaNoWriMo.

 

Era para eu ter feito este post na terça-feira, mas esqueci completamente. Como faltava pouco para terminar e atingir a meta, resolvi deixar para o dia em que alcançaria as palavras aparentemente impossíveis.

 

A temática desta semana foi de finalizações e vocês entenderão melhor no post de amanhã. Tudo bem que o romance que saiu para o NaNoWriMo não está terminado, mas a meta do projeto é 50.000 palavras e eu consegui conquistá-las. No total, isso me dá duas histórias, uma que perdurou por 5 anos e outra que nasceu em 18 dias. Sim, 18 dias, mas não está finalizada. O meu medo agora é não dar um fim para ela, já que meu foco está em outra história.

 

Em um balanço geral, eu dei início a três histórias originais. Sendo que uma nasceu em 2007 e terminei. A outra no dia 5 de novembro para o NaNoWriMo e outra no dia 27 de setembro por motivos pessoais. Deveria me orgulhar?

 

A sensação de atualizar o contador de palavras foi muito boa. Quando o gráfico subiu, eu seria capaz de dar saltinhos. A tarefa em fazer o NaNoWriMo me fez ver que, pelo menos, quando se trata de escrever, eu sou capaz de cumprir a meta. Eu fiquei feliz e nem era hora do almoço ainda. Hoje de manhã, cheguei ao trabalho e digitei as mil palavras finais, em um limite de uma hora para fazer isso. E eu fiz mil palavras em uma hora, atualizei o contador, fiz a dancinha da vitória mentalmente e corri para tomar café.

 

Só depois eu voltei ao mode trabalho, um pouco feliz, um pouco mais confiante. Eu fiz meu dia melhor sabem?

 

Como gosto de falar em siglas:

 

AYS – check

 

We Project – fase de construção do livro 2 (já com 5 capítulos)

 

Para quem não tinha perspectiva de nada, criar histórias tem sido minha terapia e minha válvula de escape para a chatice da vida real. A única coisa que eu quero é finalizar a segunda parte do We Project antes do Natal. Será que consigo? A contar por dezoito dias no NaNoWriMo e ter mais de 100 páginas escritas de IL, acho que chego lá ou bato na tangente.

 

Eu entrei no NaNoWriMo porque encontrei o link do site por acaso. Eu não sabia ao certo o que era, mas eu precisava participar. Eu senti que aquilo era o que eu precisava fazer para testar meu compromisso com a escrita. Precisava testar se escrever histórias é o que eu preciso fazer da vida. Pois bem, o resultado me fez ver o que eu tampava com a peneira há anos.

 

A história criada para o NaNoWriMo ficará em hiatus, quem sabe eu a coloque no round ano que vem para alcançar mais 50.000 palavras, pois o período de revisão sempre é mais intenso. Um print dos resultados, porque merece (cliquem na imagem para verem melhor):

 

 

Bem, eu não aprendi a ser disciplinada ou esforçada, pois acabei de reconhecer que, quando sou desafiada, eu tento ir até o fim, por mais que o resultado não seja dos melhores. Ou seja, eu já sou esforçada e disciplinada mesmo que eu jure ser preguiçosa (na verdade, eu me desencorajo fácil). O que eu aprendi e descobri é que tenho facilidade em pensar em algo para dissolver para o papel, nada 5 estrelas, mas que me dá oportunidade em viajar na maionese e eu gosto muito de patinar sobre ela.

 

O nome da história para o NaNoWriMo continua a mesma e os personagens também. Para fechar minha sequência no campeonato de escrever um romance em 30 dias, um dos trechos que mais gostei durante esta última rodada:

 

“Daniel nunca a havia tocado. Eles costumavam trocar abraços, mas nada com certa intimidade. Ele nunca a viu nua ou com roupas de baixo, por exemplo, embora tenha cansado de vê-lo sem camisa perambulando por Posey. Ela se sentia ridícula e com vontade de puxar a perna por se sentir invadida por um toque tão pequeno que não ia contra ela. Mas era algo muito bom, uma queimação boa que percorreu da ferida na perna até sua nuca, fazendo-a suar frio por causa do calor que Daniel trazia para o corpo dela.”

 

Foi difícil escolher, hein? Calma gente, não é nenhum 50 tons de pornografia. Infelizmente, Daniel e Haley terão a continuação das suas histórias em um futuro que eu não sei quão distante está.

 

Não tenho do que reclamar sobre a temporada dedicada ao NaNoWriMo. Não é um bicho de sete cabeças como achei que era. Precisa sim de disciplina, mas eu diria que é preciso ter uma história na cabeça. A sinopse daquilo que você quer escrever, independente de onde a criatividade te guie. Eu acho legal escrever só com a sinopse em mente, pois sempre surge uma ideia melhor do que a planejada, e encaro isso como um sinal para o melhor direcionamento da trama. É algo intuitivo. Isso é bom.

 

That’s all, Randoms! Tentarei fazer postagens mais frequentes, mas digamos que estou no tapetinho da disciplina e não ando muito animada para brincar de blog.

Stefs
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