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15/fev

OMG! Que episódio foi este minha gente? Sinto meu coração batendo na garganta de aflição. Sério! Estou sem palavras, ainda mais quando vi uma das minhas maiores necessidades ganhar vida: A quase dando cabo em Jason. Sim, ele é o único integrante do N.A.T Club que restava para tomar um sustinho básico e me perguntava quando a chefia do “A” Team colocaria as garras a solta para derrubar o irmão de Ali. Ele não teria voltado ao foco da série só para ter uma conversinha com Wilden e a bela queda engatou um novo suspense com relação ao seu sumiço, atitude que me fez confiar menos ainda nele.

 

Sim, é verdade que Pretty Little Liars só melhora na reta final, mas voltei a me empolgar e ficar ansiosa com os acontecimentos dos últimos episódios para cá, algo que só ocorreu na virada da primeira para a segunda temporada. Eu preciso muito desse season finale! O seriado é famoso pelas encheções de linguiça inconvenientes e, finalmente, atingiu-se o nível de ou vai ou racha. Toby e Mona foram revelados e agora só falta a chapeuzinho vermelho, pessoa que nem boto fé que saia das sombras agora, mesmo com todas as promessas, pois PLL foi renovada e precisa de uma história para dar continuidade ao terrorismo contra as liars. Para minha felicidade, a bagunça em Rosewood esquentará e, pelo visto, provocará um incêndio.

 

Dentre tantas partes ótimas deste episódio, eu dou uma salva de palmas para o comportamento da Emily. Ela não é minha liar favorita, mas realmente aprecio quando a garota arregaça as mangas e resolve investigar sozinha algum assunto que pairou na sua responsabilidade. Gosto quando a jovem toma partido da situação sem depender de Spencer. Por mais que ela pareça boba, a personagem consegue agir de maneira independente quando é preciso. Ems soube ser uma pseudo-Spencer e representou muito bem este posto ao caçar mais mistérios de Ali com Jason. O que foi a cena do elevador? Juro, eu temi tanto pelas pernas dela. Imaginei as portas se fechando, que nem em filme de terror. Pura agonia!

 

O que me deixou ainda mais feliz com a atuação de Emily na trama foi o sermão lindíssimo dado em Spencer. Alguém tinha que se rebelar contra o comportamento, digamos, inusitado da liar e achei interessante desde o começo Ems ter sido a escolhida para isso. Como Emily disse, ninguém monopoliza a dor. Spencer está doida e precisa de um chacoalhão urgente, mas, antes, precisa vencer essa agonia que, definitivamente, a transformou. Spencer nunca demonstrou ser uma pessoa amorosa e é um sentimento que ela nunca compreendeu.

 

Toda a mágoa e a raiva acarretaram um curto circuito cerebral que a deixou totalmente fora do controle. Por mais que tenha sido divertido, ela não chegaria ao ponto de se “vender” para reconquistar sua vaga no decatlo acadêmico, mesmo que sua inteligência fosse contestada. Spencer é competitiva e não liberaria o sutiã porque é bacana. Sei que ela não quer se ver como coitadinha diante das amigas ao abrir o jogo sobre Toby, mas a jovem vai acabar abraçada pela camisa de força se continuar assim.

 

Não é novidade que eu respeito bastante Spencer e que estou admirada com a força dela. Mas ela precisa desabafar ou vai terminar como Mona em uma versão mais bem vestida de Norman Bates. Depois da fase de luto e da negação, a liar enfrentou a parte da revolta, onde o único desejo que a jovem tem é machucar os outros para amenizar o que sente. Mona agiu como uma perfeita sanguessuga na vida de Spencer e a retirou do decatlo, zombou dos sentimentos de Toby por ela e, claro, aproveitou para cutucá-la no que condiz às amigas por ela estar sozinha. Por mais que Mona seja uma little bitch, a pentelha fez certo em amedrontá-la. Quem diria que fosse a maníaca a sacudir a imbatível das liars.

 

Wren se envolveu nos assuntos de Spencer a mando de Mona. Minha confiança nele oscila com frequência, confesso. Nunca shippei os dois juntos, até porque Spoby fez todo o sentido quando começou a namorar e Toby fez a liar sair do vício de roubar os namorados de Melissa, o que achei excelente na época. A presença de Wren me fez crer que Spencer daria uma de doida e repetiria o comportamento vergonha alheia como aconteceu com Andrew, mas foi algo bem mais humilhante. Sim, ela surtou. Sim, ela está desequilibrada. Isso está presente não só no cabelo embaraçado, mas em cada expressão, cada palavra. Ela voar para cima de Mona foi o estopim de todos os sentimentos que precisam se desprender dela com urgência. Por mais que o grito tenha sido sensacional na cena da briga entre Spencer a maníaca de Rosewood, faltaram uns tapas bem dados, daqueles que deixam o olho roxo para contar história.

 

Melissa deu as caras para me deixar feliz e, claro, que a culpa dela com relação à morte de Ali só aumenta. Bom, eu não acho que a irmã de Spencer ajudou a matá-la, pois se todos os motivos para dar cabo em Ali forem mágoa e ódio, podem colocar todos de Rosewood na cadeia. Por ter se envolvido com dois membros do N.A.T e conhecer Jason, pode ser que Melissa esteja protegendo o que é seu, até porque ela conhece CeCe, então, teoricamente, ela não estaria tão inclinada a assassinar a garota insolente. Porém, ambas estão cheias de canalhices. Alguém percebeu que Ali e CeCe estavam com o mesmo modelo de blusa amarela e o mesmo estilo de cabelo na noite da tão fatídica morte?

 

Fora da ação, Aria se encontra no dilema de ter sido beijada por Wes. Eu gosto muito do Ezra, mas fiquei com dó do mini-Fitz, porque ele é gente boa e está todo perdido na noite. Tudo bem que ele não tem direito de dar em cima da liar por ela ser comprometida com o professor e tudo mais, mas, às vezes, acho que Aria precisa se envolver com alguém da idade dela. Gosto de Ezria, eles me tiraram muito do sério, mas com esse papo de Malcom e Maggie, tenho meus receios quanto ao retorno de Ezra.

 

Enquanto o casal perfeito está em hiatus, Hanna e Caleb arrancaram suspiros pela força que um sempre dá ao outro quando as coisas estão ruins. O que foi o discurso dele em defender a ideia de atiçar A por amor e proteção? Ah! Meu Deus! Ele sempre foi meu garoto favorito e, a cada dia que passa, fico mais apaixonada. Mas, como nem tudo é alegria, Jamie furtou a grana da igreja. Sabia que o “pai” do Caleb não tinha mudado nada, fato.

 

Sobre Jason, não confio nele e achei absurdamente surreal a sua sobrevivência. A altura da qual o elevador caiu, ou o mataria ou o deixaria com sequelas muito graves. Jamais, em hipótese alguma, ele conseguiria fugir do hospital sem ser percebido, ainda mais por estar com o pescoço fraturado e essa região é a primeira a ser imobilizada por causa da coluna. Ou seja, esse saltinho do Homem-Aranha foi a maior furada da trama, até porque Hanna e Aria estavam paradas de frente para a porta do quarto dele.

 

Jason pode ter se escondido embaixo da cama, mas logo o achariam. Mas para onde ele foi? Grudou no teto? Mesmo que o atentado contra ele tenha sido por causa da foto de Ali, ainda me vem à mente o papo de Mona ser uma ligação e acho que este elo o manteve vivo. É a única justificativa para ele sair do hospital com absurda facilidade.

 

Eu quero muito, muito, muito o próximo episódio. Ainda mais depois do brinde do “A” Team na garrafa com a foto de Spencer. Ela foi a primeira a cair, então, supõe-se que será fácil derrubar todo o resto, mas acho que as meninas estão mais fortes e firmes em comparação às duas temporadas passadas. E o que foi Jason dando uma de bruxinho ao dizer que a “brincadeira” das garrafas na porta da casa dos DiLaurentis era típica de Ali? Ela está viva, gente, não é possível. É muita coincidência para pouca morte.

Stefs
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