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21/fev

O episódio desta semana de Pretty Little Liars foi bem mais suave, por assim dizer, em comparação aos dois últimos, que pareciam uma série de tapas na cara, seguido de rasteira e soco no estômago. A maré fria se tornou quente e trouxe mais revelações e debates que confrontaram nossas liars. O quarteto ainda teve tempo de aproveitar o climão para resolver mais uma vez os conflitos amorosos, ao mesmo tempo em que trilhou alguns passos rumo à capitã do “A” Team, com direito a um Wilden psicótico e uma CeCe em pânico pronta para sair de Rosewood.

 

Emily e Paige tiveram seu momento na loja de fantasias, sendo que ambos os lados têm seus segredos com relação à perseguição de A. Ems queria dados da fatídica fantasia com adoráveis corações nada simpáticos usada por alguém no Dia das Bruxas e a namorada dela queria a mesma informação, mas do seu jeito, devido aos trâmites combinados com Caleb. Em meio ao impasse com Shana, rolou declaração, uma briga de quem protege quem e a promessa de que não rolou traição. Mas quem garante? Não confio na Paige desde seus surtos violentos e achei a melhoria dela muito rápida. Ela continua a não me cheirar bem, mas essa aliança com o namorado da Hanna pode provar justamente o contrário. Chega da Emily sofrer, né?

 

Aria está perdida na noite por não saber como lidar com a nova condição de Ezra que influenciou o relacionamento deles. Eles tinham tudo para dar errado, mas o retorno do professor deu uma fortalecida nas coisas, especialmente quando o homem confrontou a mãe e afirmou que não vai deixar de amar a liar. Onde encontro um desse? O dilema do beijo de Wes ficou em stand by e tenho certeza que voltará à tona quando Maggie e Malcolm firmarem estadia em Rosewood, graças à malévola da Sra. Fitz. Fiquei realmente feliz por Ezra ter voltado, pois essa temporada me fez ter um carisma real por Ezria, pois ambos amadureceram muito. Mas a tempestade de Aria está prestes a começar com direito a surtos e dúvidas sobre se deve ou não ser “madrasta” e aguentar a ex do seu namorado. Crise de idade vindo aí!

 

Isso me fez voltar a pensar que Aria tem um pezinho no “A” Team. Eu defendo a ideia da necessidade de uma das liars estar do lado das trevas, pois nem sempre um quarteto de amigas se dá tão bem, ainda mais tendo convivido com uma “líder” do tipo de Ali. Reafirmo que essa atitude enriqueceria a trama, como aconteceu com Toby. Aria nunca está em grandes apuros, o máximo do drama dela foi compartilhar a tumba de Garrett, mas seus problemas amorosos foram causados pelas circunstâncias do namoro proibido e tudo mais, não porque A impôs o professor na vida dela. O mesmo se repetiu neste episódio, pois A não criou a nova forca da liar, simplesmente era óbvio que o filho de Ezra entraria como prioridade e que Maggie viria de brinde. Aria é a menos sofredora de todas as amigas e eu não acho isso normal, sabem?

 

Hanna ficou na miúda com suas suspeitas com relação ao pai de Caleb e não ofereceu nada de interessante, pois quem roubou a cena foi sua mãe ao duelar com a ira de Wilden. Nossa! Esse cara me tirou do sério por ser tão inconveniente. Pior que ele age de uma maneira natural, cheio das artimanhas, como se ele fosse o gostosão todo poderoso de Rosewood (esse cara sou eu!). Olha só o que Ali fez com a personalidade do cara. Deixou-o completamente paranoico. Eu achei bem feito ele ter sido atropelado, Ashley devia ter passado por cima dele mais vezes só para garantir, mas tinha que acontecer um momento Jason-que-nunca-morre (aka o psicopata de Sexta-feira 13), onde a vítima vai checar o canto que o assassino caiu e ele sumiu. Sacanagem! Esse idiota tinha que morrer!

 

Nessa reta final, Wilden virou peça crucial para PLL e dificilmente ele será descartado. As pessoas começam a sair de cena uma a uma enquanto outras ganham um pouco mais de destaque. Nesse caso, foi o próprio Wilden que tem muitas perguntas para responder, principalmente sobre esse pânico de ser associado ao assassinato de Ali e querer calar Hanna por meio de uma justiça insana para manter sua reputação. Quando ele abordou Ashley no restaurante quis arrancar meus olhos. Ela deveria ter jogado o vinho branco na cara dele.

 

Mesmo com toda a ação entre Wilden e Ashley, a suspeita fica por conta do computador no carro do policial que filmou tudinho. Pelo menos, foi o que pareceu. Supondo que, teoricamente, Wilden era dono da máquina, ele não iria embora sem levá-la. Ou foi implantada ou o cara se denunciou “sem querer” como membro do “A” Team, o que seria surreal demais e não faria o menor sentido. Ou então, A recolheu o corpo dele, mas Toby e Mona não deixariam passar um detalhe tão importante como esse. Se for uma armação, acho melhor as Marin correrem para as colinas.

 

Além de Wilden ser o foco, Spencer continua com destaque em seu estado depressivo e resolveu ficar em silêncio e amargurar sua própria dor depois do ocorrido com Mona. Ainda estou triste por ela e anseio o reaparecimento de Toby todos os dias. Porém, o mundo sorriu para a liar quando Wren lhe deu uma bitoca. Eu não confio nele tanto assim e este sentimento só aumentou depois do comentário infeliz de Melissa, que sempre tem que cortar o barato dos outros. Contudo, fiquei satisfeita com o fato dele se importar com a situação de Spencer na tentativa de amenizar os sentimentos dela. Admito que Wrencer tem aquele brilho lindo, ainda mais por parte dele, que fica mais irresistível com aquele sotaque perfeito e carinha de cachorro abandonado por amar (ou não) a garota. Quando ele menciona a possibilidade de ter uma chance com Spencer, quase tive um AVC porque foi muito lindinho. Mas ainda tenho fé em Toby.

 

Meu medo quanto ao Wren é que ele quebre o coração de Spencer, mesmo que isso seja em um futuro muito distante. Sei lá. Depois de tantas trollagens que fizeram com a Emily, não duvido que a minha liar favorita seja torturada por A aka Toby com relação aos seus ficantes de curta temporada. Não é à toa que o buraco de Spencer ficou mais profundo, porque a capitã do “A” Team fez um gracejo para a garota em uma breve aparição. Mesmo ouvindo sininhos de felicidade por causa de Wren, ela não teve folga. A cena da sauna foi desesperadora e o aviso no espelho revelou um recalque de cabocla. O ponto positivo é que o susto fará ou fez Spencer desabafar com as amigas, isso será afirmado no próximo episódio, e mal posso esperar para ver a cara das outras liars. Espero que não cortem isso, de boa.

 

Um recado: eu amo a amizade entre Aria e Spencer. E, por suspeitar que Aria é do “A” Team (podem me julgar!), ficaria transtornada se isso, de fato, acontecesse. Adoro Team Sparia e foi lindo quando Aria disse isso. A cena tendência do banheiro foi tudo nessa vida, especialmente quando a pequena liar fala que só porque a amiga não as quer por perto, não quer dizer que elas não precisem dela. Gosto muito da interação das duas.

 

Com direito a uma coroa de flores destinadas ao velório de alguém e algumas prováveis hortênsias (sou péssima em botânica, mas acho que são as flores roxas), A se prepara para dar seu bote final, pelo menos no que condiz a esta temporada. Fiquei passada com a reação de CeCe depois da abordagem de Wilden e, se ela estiver sendo sincera, só comprovou que o policial e Melissa têm problemas mentais. Ambos são muito psicopatas, fala sério. Incrível como o caso de Ali se interliga com esses figurantes que ainda atuam na poker face. Socorro! Não aguento mais esse mistério. Alguém poderia trazer o episódio final, por favor?

 

Sobre Jason: ainda acho que ele mente.
Sobre CeCe: olhem a mala dela, porque tinha uma roupa vermelha lá.
– A
Stefs
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