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18/jul

Para quem não sabe, a Comic-Con começou e todos os estúdios dispararam material promocional dos filmes baseados em livros. O tenso é que ninguém me respeita quando isso acontece, pois as coisas sempre bombam quando estou em horário de trabalho. Quando digo que largaria tudo só para cuidar do blog, tem gente que ainda ri da minha face. De fato, chega alguns momentos que não dá para conciliar o que se quer fazer daquilo que você é obrigado a fazer, mas não estou aqui para reclamar. Posso deixar isso para outro post.

 

Na terça-feira (16), o fandom de Jogos Vorazes veio abaixo, pois os pôsteres dos tributos uniformizados e posando para o Massacre Quaternário veio à tona. E não foi daquele jeito sutil, uma tortura de hora em hora, como aconteceu com as stills do filme, uma ideia que virou modinha entre os estúdios concorrentes. Todos pipocaram na web de uma vez só. Daí, me pergunto, como viver assim? Eu criei o hábito de fazer tudo pelo celular e, como mudei de andar na agência, meus surtos fangirling, infelizmente, são um pouco mais contidos, mas isso não quer dizer que eu não vá ao banheiro para dar os famosos saltinhos em círculos.

 

Lá estava eu, em meio à espera de uma reunião, quando vejo a galera alucinada por Jogos Vorazes dar RT em vários tweets. Quando li a palavra pôster, larguei o celular e abri tudo na tela do computador, para todo mundo ver e dane-se. Como era de se esperar, meu dia foi totalmente comprometido, pois meu corpo começou a tremer, como se tivesse dentro de um liquidificador. Nessas horas, sinto falta das pessoas que me entendem, pois, se eu gritasse, não seria chamada de louca. Afinal, ninguém do meu job entende como uma criança de 27 anos ainda surta com essas coisas.

 

Sobre os pôsteres, eu os achei lindos! Adorei o uniforme que fugiu do que é descrito no livro, mas isso nem merece uma reclamação, pois ficou muito melhor. De vez em quando, minha mente é meio distorcida e sempre imaginei a roupa do Massacre em um tom de azul como do vestido da Alice e um avental. Não me perguntem o porquê disso, pois nem eu sei explicar. Deve ser por conta do mar! Isso me fez não criar expectativa, pois moldei algo muito feio e os responsáveis pelo figurino fizeram um ótimo trabalho com esse macacão coladíssimo que ficou superbem na foto.

 

O que posso dizer das poses dessa galera? Gente, a Enobaria parece uma moleca piranha com esses dentes, o Brutus parece o Vin Diesel e a Cashmere parece uma boneca. Go, go, Carreiristas! A Mags humilhou o professor Dumbledore, toda cheia de pose, enxuta e com os cabelos ao vento.

 

Todo mundo quase morreu para ter um pedacinho do Finnick e da Johanna e, finalmente, eles apareceram caracterizados como tributos no campo de batalha. Eu gosto do Sam, mas ele não é meu Finnick, porque meu Finnick não existe. Porém, a Johanna na pele da Jena Malone foi a investida do século. Adorei o corte e as mechas do cabelo dela. Tudo bem que esperava madeixas longas, mas ela ficou maravilhosa, por favor.

 

No meio de todos, quem me seduziu pela milésima vez foi o Peeta. Eu vou dizer, minha gente, que o novo tom de loiro que colocaram no Josh se superou em comparação à gema de ovo que jogaram no cabelo dele no primeiro filme. Ficou muito mais natural e o novo corte ajudou muito. Ainda não entendi os motivos dos quais a Katniss apareceu de cabelo preto, sendo que a Jen estava com o tom correto dos fios. Ela estava perfeita e intocável. Não tinham que mexer, argh!

 

O casal Peeniss fez meu coração bater forte, como sempre acontece, e achei demais as posturas, não só deles, como dos outros tributos. Vale mencionar que, dessa vez, o Photoshop deu certo, porque o pôster da Katniss em cima da rocha ficou tão distorcido que nem parecia a Jen. Quando vi a imagem, parecia um show de horror banhado a sharpen.

 

Cadê você novembro para eu te amar?

 

Agora, o foco muda para o fandom de Divergente. A primeira foto da Kate Winslet como Jeanine Matthews foi um tapa na minha cara. Confesso que não estou empolgada com essa adaptação, não gostei do elenco teen escalado e não suporto mais ver as interações da Veronica com o John Green no Twitter, pois acho a maior forçada de barra para gerar publicidade, sendo que não há necessidade disso. Ambos não precisam se “alisar” online para chamar a atenção. Me julguem!

 

Voltando à diva Winslet, achei que nada da adaptação de Divergente afetaria meu pobre coração, mas, quando o assunto é a Kate, não tem como controlar meu lado obsessivo por ela desde 1998. Eu fiquei muito feliz pela escalação dela e acho que a atriz deu uma reforçada no elenco. Infelizmente, Kate não aparecerá tanto no começo e, provavelmente, nem tanto no final da história, pois a influência de Jeanine pesa mais a partir de Insurgente. Quero muito vê-la na missão de incorporar outra vilã que conquistou meu coração. Só faltaram os óclinhos da líder da Erudição para fazer meus olhinhos brilharem.

 

Esse foi o momento fangirling da semana, mas, com a Comic-Con à espreita, podem ter certeza que muitos surtos acontecerão até domingo.

Stefs
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