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16/jul

Posso dizer que me diverti demais com este episódio? Posso sim, porque é a mais pura verdade. Desde que a foto da Ashley quase careca bombou no Facebook, eu queria muito ver como se daria essa cena. Claro que estava bem tranquila, pois sabia que se tratava de um pesadelo, mas foi muito engraçado. Achei que o motivo para um momento tão trash seria provocado por algo mais tenso, mas já me peguei rindo antes da Ashley tirar o edredom da cabeça. O sonho de Hanna com a perda dos cabelos da mãe é sinal de que ela está muito preocupada com as tramoias de A. É basicamente como sonhar noites seguidas com a queda dos dentes, algo que já me atormentou, mas sem a fatia chamada Wilden para ficar pior.

 

As coisas se desenrolaram de maneira bem tranquila em Rosewood. Vocês não acham que está tudo sossegado demais? Senti ainda mais saudades da perturbação que sempre vem por parte da Mona, que simplesmente foi engolida, até mesmo da escola. É esse tipo de coisa que não gosto em PLL. Tudo bem que, depois da perda do covil, as coisas para ela ficariam mais gélidas, mas ela estuda também né, gente? Enquanto a jovem fica escondida, Mike voltou à tona para encher o saco. Não entendi o propósito do retorno, sendo que nem storyline o personagem possui. Ele furtava. Ok. E agora? Vai infernizar a situação amorosa da mãe, sendo que ele não tem direito em meter bedelho, sendo que estava “desaparecido”? Por favor!

 

Eu espero que Mike tenha alguma função, além de ser o novo interesse amoroso de Hanna. Vou te contar, ele só não ganha em chatice do Jeremy Gilbert.

 

Ainda nos Montgomery, Ella foi atormentada por uma colmeia de lindas abelhinhas e achei a investida de A válida. Pelo menos, desvirtua o fato que todo mundo comenta, até mesmo eu, de que Aria não sofre de nenhum efeito colateral causado pelo “A” Team. Tudo bem que foi uma picadinha de nada, mas, ao menos, dá para dizer que A se lembrou da liar. Por causa disso, apoio ainda mais a decisão de Aria em tirar a mãe de Rosewood. Não tá fácil para Ashley e nem para Pam, quem dirá para Ella que sofreu apenas um sustinho. Desde o início da temporada, o ataque às mães tem sido o ponto-chave e até que gosto desta abordagem, pois as meninas não estão mais ligadas aos problemas amorosos. E meio que perdeu a graça trollar o relacionamento delas toda hora.

 

O suspense em torno de Ashley começou a me cansar e posso dizer que já virou enrolação. Pelo que me lembro, além do típico suspense em torno de A, o dilema da vez seria saber se Ali está viva ou não. Ponto final! Achei o fim da picada Hanna encontrar o revólver dentro do guarda-roupa da mãe e colocar todas as digitais no objeto. Bem feito para a prisão dela! Gosto da Hanna em ação, pois ela tende a ter sacadas muito boas, mas a personagem realmente abraçou a burrice. Para uma liar que sabe que A está em todos os lugares, ela agiu como se esse fato não existisse, uma veterana, como se a morte do Wilden fosse apenas uma fatalidade que tem o nome da mãe envolvido. Please!

 

Eu só queria que a diva Veronica resolvesse esse dilema logo. Esse caso do Wilden só serve para mascarar o mais importante, se é que há algum foco para esta temporada, pois seria muita sacanagem concentrar tudo no Dia das Bruxas e perto do final da temporada. Algo típico de Pretty Little Liars. Ashley agora tem dois problemas: explicar o revólver e o por quê da filha estar com ele. Gabriel e Tanner vão amar olhar para a menina com aqueles sorrisinhos cretinos. Já vejo o risco nas fotos do painel da delegacia, algo Emily Thorne.

 

Um comentário: posso apertar o pai da Emily? Meu Deus! A cena em que ele dá dinheiro para a liar partiu meu coração. E ela continua a fazer poker face, né? Acho isso uma sacanagem tremenda. Não aguento vê-la toda ansiosa por causa dos assuntos da faculdade, sendo que a família dela, aos poucos, desmorona. É muita Lady Gaga para pouca Emily.

 

Falando em faculdade, quem roubou a cena foi Spencer com os olhos vidrados e malucos para descobrir de onde vem o telefone que Tippi cantou para ela. Amo/sou o lado nerd que aflora na liar. A citação a Game of Thrones foi incrível e precisava rolar o discurso Targaryen na íntegra, tenho dito. Gostei bastante de vê-la surtar depois de externar o problema de ter sido recusada na universidade dos sonhos, mas ainda não engoli o fato dela unir o útil ao agradável por comodidade. Sei lá, a Spencer anda meio na nuvem. Sinto falta do lado obcecado dela, pois era o que fazia a trama andar. Ela está divertida, eu amo a liar assim, mas cadê o foco?

 

Adorei a abordagem no campus, como também a pequena discussão que Emily teve com Spencer. Era fato que Veronica mexeria alguns pontinhos para atrair a atenção de recrutadores para que a filha conseguisse entrar em uma universidade. Ems jogou na face da amiga o quanto a vida dela é fácil, mas a liar não se lembrou de que se deu mal pela própria burrice em tentar consertar as coisas sozinha. A discussão foi pertinente, pois serviu para colocar os pés de Spencer no chão. Emily estava bem sutil nessa parte do episódio e até compreendo que ela quer entrar em uma faculdade para sair de Rosewood, mas a jovem deveria parar de frescura e falar logo sobre as ~dorgas~ que ingeriu.

 

O quarto do pânico foi o ponto alto da trama e eu bem podia visualizar Ali enfiada no local. Contudo, parece que a liderança da fraternidade, Carla, era a moradora daquele buraco. O que A planeja quanto a isso teremos que aguardar. Só sei que o mistério de PLL começa a esfriar e está na hora de focar de novo nas lacunas que ficaram abertas na temporada passada.

Stefs
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