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15/jul

Muito bem! Eu tinha prometido que colocaria as reviews de Pretty Little Liars em dia na quinta-feira, mas a preguiça bateu forte e eu dispensei o esforço. Antes tarde do que nunca, aqui estou com este deselegante resumão, onde apontarei aquilo que gostei nos últimos três episódios. Para meu próprio espanto, digo até que está tudo lindo em Rosewood, o suspense está bem distribuído, sem tantas chorumelas. Está certo que há muita coisa que dá para dispensar, como personagens que somem e voltam do nada. Se PLL nem dá conta de quem já está no seriado, imaginem o que será dos novos? Já disse e não canso de repetir: muita gente para pouca trama. Deveriam ter aprendido isso, mas não.

 

Depois do episódio de estreia da quarta temporada, PLL trouxe mais novidades. A começar pelo papagaio do mal, Tippi. Onde compra um desse, gente? Preciso destilar veneno e esse bichinho seria ideal. Claro que surtaria, pois o mandaria calar a boca toda hora, mas o achei uma gracinha. Ali comprovou que é muito mais demoníaca do que imaginávamos ao adestrar o animalzinho de maneira que ele soubesse os segredos dela, além de falar com o mesmo timbre de voz que a dona. É um prodígio esse papagaio! Quando o assovio deu um número de telefone para Spencer, fiquei estarrecida, pois até Tippi teve função, algo que muitos personagens não têm.

 

Rosewood é um lugar muito bom de viver por causa da variedade de pessoas que ganha atenção. Depois de Tippi, Jake me deixou com vontade de aprender artes marciais. Adorei ele, de verdade, muito fofinho! Só torci o nariz para o fato de Aria se envolver com um professor de novo, um carma, que só é mais suave porque a liar e ele não estão em ambiente escolar. Gostei mesmo da interação deles e isso me fez ver que Ezria nunca foi um casal tão poderoso assim. Aria combina com garotos da idade dela, fim. Ezra é um lindo, também dá vontade de apertar, mas ele tem outras prioridades. Ficou claro que ele retomou (ao menos tenta) a vida de gente grande tendo Maggie nos calcanhares e Malcolm, que reapareceu e provou que crianças tem superpoderes para crescerem rápido.

 

Para esquentar a vida das liars, a policial Tanner entrou em cena, tão insuportável quanto Gabriel que quer ser o novo Wilden de qualquer jeito. Parece que os detetives de Rosewood bebem do mesmo veneno de falta de profissionalismo, sendo invasivos demais na vida alheia. Totalmente desnecessária as expressões de afronta, as reticências no ar, os olhares de julgamento. Já vimos isso antes e tenho certeza que nada disso precisava se repetir. Policiais de verdade, por favor!

 

Quem assustou foi Hector que deveria fazer uma pontinha em A Casa de Cera. A casa dele foi realmente um show de horror. O artista, se é que podemos chamá-lo assim, trouxe de volta o suspense com cara de terror de Pretty Little Liars: as máscaras. Ali mais uma vez é mencionada, assim como o desejo insano dela por imortalidade. Se não bastasse o diário, a menina deixou na cidade um monte de rostos dela engessados. O passeio macabro rendeu uma máscara com o rosto de Melissa, que serviu de ponte para uma cena de embate entre Spencer e ela. Eu fiquei muito ansiosa para ver esse confronto. É uma loucura fugir do Tumblr em momentos como esse, tenho dito.

 

Melissa merece respeito, ainda mais porque eu sei que a Torrey é uma linda. Posso confiar nela, gente? Posso sim! Eu sei que tudo o que acontece em torno da lenda urbana chamada Ali aponta para Jenna e Mel, mas eu sempre tenho minhas dúvidas quanto a isso. Não acho que elas teriam argumentos suficientes para odiarem as liars tanto assim. Melissa me deixou chocada ao afirmar que fez tudo o que tem feito até agora para proteger a irmã, mas nada venceu o fato dela dizer que tinha medo do Wilden. Quem é que não tinha, né? Até Ali demonstrou ter medo dele.

 

O cara deveria ser um lunático, tarado e psicopata para infernizar a vida só da ala feminina de Rosewood. Coincidência, não? Se foi Melissa quem o matou, merece um abraço e um aperto de mão. Que ela mate o Gabriel também, por favor!

 

As Hastings compartilham uma relação de amor e ódio eternos. Melissa e Spencer sempre querem estar no topo, o que torna as mulheres dessa família extremamente competitivas. Quando rola questões de afeto, soa tudo como falsidade. Enquanto a mais velha mostra indícios de que se deu bem na vida, com todo aquele discurso de como é maravilhoso sair de Rosewood, aconselhando a irmã a fazer o mesmo, Spencer enfrentou o primeiro peso negativo após as férias no sanatório: a recusa na universidade. Posso dizer que acho que ela está muito tranquila sobre esse assunto?

 

Sei que a liar está empenhada em ajudar Toby, o que é bem justo, mas a Spencer que eu conheço surtaria, não tiraria a cara dos livros e dividiria a rotina para correr atrás do tempo perdido. Ainda mais por ser a única Hastings que não entrou na faculdade de primeira. Duvido que ela aceitaria de boa esse vexame.

 

Digo isso porque Spencer está muito tranquila desde que a temporada começou. Quem anda ofuscando a liar é Hanna que saiu da bolha da chatice e resolveu ir para a ação. Eu sempre gostei do trabalho da dupla Spencer e Hanna, pois, além de ser divertido, os insights entre elas tendem a funcionar muito bem. Claro que a loira está mais a frente por causa do rolo de Ashley com relação ao assassinato de Wilden, mas a liar demonstrou forte interesse em querer resolver os problemas, com direito a pressionar até mesmo a própria Spencer quanto à máscara de Melissa, e isso está ótimo. Gosto dela assim! Hanna e os surtos tem dado uma animada na trama de PLL, mas acho que o suspense da Ashley deve ser desvendado logo antes que fique chato.

 

Por falar em chata, alguém dá um kick na Emily? Nem sei porque gasto este parágrafo com ela, mas notei que a chatice se reveza entre Hanna e ela. Na temporada passada, quem estava toda engajada era Ems, especialmente no final, quando ela correu atrás para provar à Spencer que Toby era inocente enquanto Hanna ficou presa ao drama do Caleb e ficou insuportável. Agora, o jogo deu um revés. A diferença é que eu tolero a Hanna chata, mas a Emily não dá.

 

Não gosto da maneira como ela externa as coisas e deixa os pais pagarem o papelão por conta do serviço social. Ela não percebe que não adianta esconder o óbvio, pois até a mãe dela jogou um verde, mas sem dizer a letra A em voz alta. Nossa, fiquei com muita raiva do comportamento dela, toda histérica por acreditar na fantasia de uma vida longe de Rosewood, com Paige e sua bolsa de estudos na faculdade adquirida por causa do bom desempenho no time de natação. Que o ombro dela caia! Peguei birrinha!

 

Quem me deixou com o coração partido foi Toby. Eu acho que sou a única que realmente estranhou o retorno do lado sensível dele, algo que morreu lá na primeira temporada, pois ele virou o escudo de Spencer e o cara marrudo da história. É muito bom ver Spoby com uma interação excelente, um dando apoio ao outro. Toby é um personagem de dois lados e Keegan consegue transmitir isso com muita perfeição. O lado bad ass sempre será meu favorito, mas o sensível me dá vontade de apertar a televisão toda vez que ele faz aquela carinha de choro. Agora, acho que ele deu uma acordada, pois o tal Dr. Palmer avisou sobre a presença de uma garota loira como um urubu perto da mãe dele. Quem será né, gente?

 

Os flashbacks podem continuar, pois amei todos que apareceram até aqui. Ali com a mãe foi um pouco esclarecedor. Falou-se da blusa amarela e da viagem à Cape May. A ceninha dela segurando a respiração pedia uma surra no meio da rua, com certeza.

 

Sei que há muitas coisas para comentar, mas, como estou bem atrasada, só levantei os pontos que chamaram minha atenção. Claro que tem o fato da máscara colada pela A, que me deixou com algumas dúvidas sobre de quem seria o rosto. Para mim era masculino, mas vai saber. Também há o dilema de Ashley com a morte de Wilden, pois ela está envolvida nisso da cabeça aos sapatos. Pelo visto A passou a mão no revólver 38 e eu temo onde é que ele pode aparecer.

 

Percebe-se que A está mais esperta e um pouco mais perversa. Ela quer dar cabo nas mães primeiro e já encurralou duas. Ella vai embora, outra que deveria sumir de vez, e o que resta para Veronica Hastings, hein? Um agito no mundo dela viria a calhar, com certeza.

 

Aguardem que eu volto com a review na íntegra do quinto episódio de Pretty Little Liars.

Stefs
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