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20/jul

Este novo episódio de Pretty Little Liars foi seguido de vários socos no estômago. Finalmente, o caso Ashley com a arma usada para assassinar Wilden foi mais ou menos dissolvido. Claro que o assunto ainda vai dar pano para a manga, mas isso quer dizer que esse plot dormirá um pouquinho. Uma coisa que noto muito mais presente nesta temporada da série é o vício de Marlene por Alfred Hitchcock. Muita coisa na trama tem um pouco de inspiração no trabalho do meu diretor favorito e isso não é uma novidade para quem o conhece e acompanha PLL. O season finale da segunda temporada teve o estilo de Psicose e eu não curti. Falo isso porque me senti ofendida. Afinal, não deixou de ser uma cópia, só que bem suave.

 

Para quem ainda não entendeu onde quero chegar, explicarei. A menção ao Hitchcock ficou clara no nome do papagaio de Ali e em Ravenswood. Tippi é o nome da atriz que fez o papel principal em Os Pássaros e a personagem é atacada por um bando deles. No caso da cidade que dará origem ao spin-off de Pretty Little Liars, Hitch sempre posou ao lado de corvos, o que remete à Ravenswood. Marlene parece que se inspirou nesse longa do diretor, pois as tomadas aéreas da cidade que conhecemos neste episódio ficaram muito parecidas. Mera coincidência? Não acho que seja!

 

Bora falar do episódio! Os Marin se uniram como uma família de verdade. Hanna foi absolvida, mas Ashley não conseguiu fugir pela tangente e terminou presa. A surpresa vai para Tom que teve que abraçar mãe e filha e assumiu o papel de paizão. Eu sempre quis que ele voltasse com a Ash. Lembro-me que fiquei esperançosa com os dois na segunda temporada e não acharia ruim se ambos retomassem o casório. Hanna e eu ficaríamos muito satisfeitas. A liar realmente vai precisar da companhia de um responsável, ainda mais quando Caleb (ele se tornou um secundário para valer, né?) for embora. Tom é a figura ideal, sem sombra de dúvidas, e espero que ele ganhe um espaço maior na trama.

 

Connor é mais-um-personagem-novo-sem-propósito-algum. Odeio-quando-PLL-faz-isso! Já disse né? A invenção do personagem foi só para irritar Aria que caiu no rostinho de bobo do menino e terminou o dia como a slut da escola. Ezra estava sumido e apareceu para ser fofo, como sempre. Mesmo assim, a liar desprezou o professor com certa classe (e ignorância). O que valeu, foi o comportamento de Mike, que apresentou um pouco mais de maturidade ao defender a irmã. Vamos fingir que não foi ele quem destruiu o carro do Connor, ok?

 

Emily teve um momento de tensão sexual com Shana (mensagem subliminar com teor de sedução). A sacana ocupou o lugar dela no time de natação e mostrou que é muito entendida dos acordes de violino. Vamos lembrar que a garota, junto com Jenna, formou um suposto casal na terceira temporada e ambas têm medo de Melissa. Isso até gera uma contradição do pavor que a irmã de Spencer disse que sentia por Wilden, uma teia de horror que não tem previsão para chegar a algum tipo de conclusão. Se Mel dá medo, porque ela tinha receio do falecido policial? Não faz sentido!

 

A parte boa no plot da Emily é que o serviço social se calou, como era de se esperar, mas a liar não perdeu tempo para mostrar as garras quando o assunto foi Spencer.

 

Estava com saudades de Mona e tinha que vir dela um kick direto na cara de Spencer. Compreendo que a liar quer defender Toby e quer descobrir o que aconteceu com a mãe dele, mas, como o garoto disse, Spencer tem que aprender a abrir mão das coisas e deixá-las ir. É em momentos bitolados como esse que a liar separa as amigas. Ao contrário de antes, ela está manchada no cartório por conta do período no Radley e por ter participado do “A” Team, mesmo que por pouco tempo. Isso faz os erros dela pesarem muito mais. Mona foi bem digna em abalar Spencer, pois é bem cômodo as meninas caírem em cima dela e ficarem cegas aos erros dentro do próprio quarteto.

 

Só sei que o covil ainda vai dar muito que falar e, mesmo na poker face, Mona ainda se mostrará muito útil. Feliz ou infelizmente, as liars terão que confiar nela.

 

Spencer tentou consertar a burrada ao tentar convencer Toby de que seria bom contar para as meninas do impasse, mas manter segredos é algo que Pretty Little Liars exige. Eu estou meio incomodada com a fase boba de Toby, de verdade. Deve ser porque me acostumei com ele sendo mais forte que a namorada e está meio sem graça a preocupação dele com a mãe, por mais que seja algo extremamente emocional e que nunca teve respostas. Aqui se encontra meu medo de uma nova fase de enrolação na trama, pois não sei se aguento Spoby nessa lerdeza. Depois dos traumas da temporada passada, esperava que ambos estivessem com mais sangue nos olhos.

 

A primeira visita à Ravenswood

 

Spencer e Toby tiveram essa missão, como o prometido. Infelizmente, ambos não trouxeram nada de interessante. À primeira vista, a cidade é muito antiquada, religiosa, com toques Hitchcockianos. Achei muito interessante o tipo de filmagem que fizeram, com uma textura meio envelhecida, para deixar o lugar mais macabro que Rosewood. O voo dos pássaros me lembrou de várias cenas do filme de mesmo nome de Hitchcock e tenho certeza que foram colocadas lá direto do longa.

 

Para não dizer que Spoby não fez nada, ambos encontram Carla, a múmia, que afirmou não conhecer Ali e, para rir, nem a si mesma. O que essa mulher trará de interessante para a trama é uma boa pergunta, ainda mais porque Caleb estará em breve em Ravenswood, algo que ainda não tem nexo para mim.

 

Shana também foi a causa de inúmeras suspeitas, ainda mais pela expressão de choro e da caixa que ela segurava no suposto memorial a alguém ainda incógnito. Nota-se que a cidade também espalha túmulos pela rua e um ganhou foco. Pelas grades, consegui entender que é Miller, por favor, me iluminem.

 

A trabalhou bastante. Gosto assim! Hanna foi amedrontada, mas nada ganhou do que aconteceu com Emily. Era fato que a máscara feita por Hector daria o que falar e deu em um novo resultado arrepiante. Adorei a sacada de Red Coat, com os cabelos escuros e ondulados, e o rosto engessado da Ems. Fica a pergunta para saber em que carro A entrou, pois o achei muito parecido com o de Shana que, na verdade, é de Jenna. Se não bastasse a burrice de Hanna em pegar a arma, Emily também fez a mesma coisa ao copiar o vídeo do carro de Wilden e dar para a chata da detetive Tanner. Claro que viraria bagunça, né?

 

Mais uma vez, a cadeia é o que está previsto para as meninas e resta saber como A atacará Aria e Spencer.

 

Ultimamente, tenho me espantado por gostar dos episódios de PLL, pois lembro que chutei o balde no começo da temporada passada. Porém, acho que a trama está no looping e não sei como ela sairá disso.

Stefs
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