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17/out

Eu sou uma grande fã de fotografia. Fui abordada esses dias com uma saudade imensa da minha câmera linda que ganhei de aniversário, mas ainda não fiz um roteiro fotográfico para tirar a poeira dela. Sempre que olho para a minha belezinha, tenho a sensação pura de liberdade. É como se bastasse apenas segurá-la para encontrar algo perdido através da lente, que me provoca sempre na tentativa de me mostrar fragmentos especiais de coisas desconhecidas. Além da escrita, esta é outra arte que amo enlouquecidamente e que nunca testei seriamente.

 

Por causa dessa afinidade, hoje trago para vocês o meu mais novo artista favorito: Benoit Courti. O francês tem um currículo bem interessante: ele já trabalhou por anos como compositor até descobrir que seu coração pertence à fotografia. Essa é uma arte que Courti se entregou em 2010, uma paixão da infância que permitiu que o consumisse por completo.

 

Vejam as belezinhas que fazem parte do portfólio dele:

 

Essa é minha favorita :)

As imagens tiradas por Courti segue a premissa de um espectro negro que entra em conflito com a iluminação. Os elementos principais dão aquela sensação de slow motion, onde só uma parte da fotografia ganha foco. O objetivo é capturar a parte essencial da sombra de cada objeto, o que dá um efeito monocromático, por vezes, bem sombrio, mas que fica excelente.

 

Uma imagem vale mais que mil palavras: como vocês se sentem ao observar o trabalho de Benoit Courti? Eu sinto muitas, muitas coisas, mas tudo volta para a simplicidade das fotografias.

 

Para acompanhar Courti, basta seguir: http://benoitcourti.tumblr.com/

Stefs
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