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20/out

Eu estou a fim de me mudar para New Orleans, alguém vai comigo? Sério, gente, toda a abertura de The Originals me dá uma sensação tão incrível que dá vontade de chegar sambando ao lado do Marcel só para fazer farra. Este episódio foi a prova de que o seriado tem qualidade e que precisa ser amada: a audiência subiu horrores. Tudo bem que foi uma semana muito boa tanto para Klaus como para a turma de Mystic Falls, mas os Mikaelson têm o gingado da maldade que não pode passar despercebido. A trama continuou com o processo de Klaus em querer ocupar o trono em meio aqueles que são sacrificados enquanto o plano se desenrola. Enquanto Elijah ainda dorme, o híbrido mostrou mais uma vez que sabe cuidar das próprias estratégias, sem depender de ninguém a não ser do próprio feeling para a maldade. Afinal, ele é um demônio disfarçado, vamos respeitá-lo.

 

O episódio abriu de uma maneira inesperada que me fez bater palminhas de alegria: Hayley lendo o diário de Elijah. Essa é uma das coisas que não perdoo por ter sumido de The Vampire Diaries, justamente por causa do Diaries, se é que me entendem. Os vampiros tinham o hábito de anotar tudo, até mesmo a família de fundadores, pois faz parte do processo histórico. Porém, Elijah abriu o coração em muitas folhas e nanquim para registrar a eterna esperança de que Klaus encontrará a redenção e no quanto ele queria que os Mikaelson voltassem a ser unidos. É engraçado como Elijah é importante, até mesmo ausente. Esse é um detalhe que deixa Klaus inseguro, algo que ele demonstrou no final do episódio, cheio de mágoa contida.

 

A busca por Elijah continuou em uma New Orleans em clima de festa – como sempre –, onde Marcel pagou de host para uma festa beneficente. Essa cidade é muito estranha tem horas, pois tudo o que ele quer, ele consegue. Basta dar dinheiro que está tudo certo para os vampiros fazerem um grande banquete e saírem inocentados. Esse sentimento de bonança não ganhou tanto destaque, pois Klaus voltou a comer pelas beiradas e cutucou o pupilo, que agora é seu maior rival, do jeito mais correto: abalando a confiança. O híbrido sabe a sensação de ser traído e foi bem esperto em mexer com um sentimento tão delicado e tão valorizado por Marcel, um vampiro que coloca em primeiro lugar as regras para que a família dele funcione dentro delas. Porém, Thierry, o braço direito do rei de NO, fez tudo errado ao se apaixonar por uma bruxa e matar um vampiro em defesa dela.

 

Marcel não é controlador. Ele apenas dá confiança ao bando que o rodeia. Ele não é ditador, mas espera que todos andem na linha. Ficou nítido neste episódio que ele ama regras e quer que todos as sigam com perfeição. Porém, ele respeita o espaço de cada um, como o amor de Thierry por Katie, pois isso não afligia (não diretamente) nenhuma das cláusulas impostas aos vampiros de New Orleans. Eles são a parte preciosa da cidade e Klaus movimentou as peças do xadrez perfeitamente para que isso perturbasse o pupilo, de maneira que abalou as estruturas do reinado dele. Klaus foi muito cara de pau, como sempre é, e ao afastar os vampiros que sempre foram honestos com Marcel, o híbrido abriu mais espaço para ser o que eu chamaria de Conselheiro do Rei.

 

Por causa do sucesso de Klaus, ficou claro também que Marcel é meio ingênuo. Pelo menos, é como me senti. Ele tem medo dos Originais e deu como tarefa para Davina descobrir como matá-los. Sendo assim, o rei prefere matar os inimigos a ter que enfrentá-los. É mais limpo, claro. Ele não é idiota em bater de frente com Klaus, mas Marcel impôs uma confiança no ex-mestre que pode muito bem tê-lo cegado. Afinal, todo mundo sabe que o caos na cidade começou com a chegada dos Originais, mas quem ganhou a culpa foi um bando de lobisomens que ganharam força de retorno à cidade por causa da existência de Hayley. Tudo pareceu se encaixar perfeitamente para Klaus, todos os movimentos e punhaladas pelas costas que fez Marcel não só perder as estribeiras como revelar o verdadeiro temperamento diante de Cami, a humana destinada a ser rainha.

 

Cami ganhou um pouco mais de destaque e a suposta amizade dela com Rebekah foi até que interessante de assistir. Dava até para acreditar que as duas seriam BFF, mas a vampira percebeu o que Klaus já tinha visto no episódio passado: Cami é a arma perfeita para derrubar as defesas de Marcel. Ironicamente, a humana estava trajada de anjo em uma festa rodeada por demônios. Além de ter conhecido o lado ruim de Marcel, Cami se viu no dilema daqueles que não tem dom sobrenatural: ser compelida a esquecer ou agir conforme o mandado. Rebekah fez isso uma vez e Klaus novamente. Conforme aprendemos em The Vampire Diaries, isso só gera confusão mental e, uma hora, Cami vai dedurar isso para Marcel. Já estou no aguardo do barraco.

 

Posso dizer que gostei das interações de Cami com Klaus? Se não fosse pelo meu coração Klaroline, já shippava eles (já estou shippando em segredo, pois me apaixonei pelos dois juntos). Também curti a tensão sexual entre Marcel e Rebekah. Estou no aguardo do vamp sex.

 

Sophie reapareceu e eu percebi que estava com saudades dela. Adoro o tipo de bruxa que ela é, toda descolada, bocuda e firmeza. A união breve dela com Rebekah quase foi bem-sucedida se não fosse Klaus mais uma vez. A bruxa sabe da existência de Davina e eu senti, quem sabe, um parentesco entre elas? Não por questões de serem bruxas, mas, quem sabe, primas? Sophie ficou muito preocupada em descobrir a informação pela boca de Rebekah e mal posso esperar para a hora da verdade. Espero que ela apareça mais vezes, pois a personagem está que nem a pobre da Hayley, sem ter muito o que fazer.

 

Por falar na Hayley, a loba só perambulou o episódio inteiro, mas descobriu que o bebê é uma menina. Porém, era óbvio que teria algo de errado com o herdeiro de Klaus (que deu aquele sorrisinho lindo ao saber do sexo do filhote). Olha o pai que a criança tem também, né? O dilema deu trabalho para a personagem que quer saber o que aconteceu com a bruxa que anunciou palavras tenebrosas enquanto tentava descobrir o sexo do bebê. Excelente sacada em jogar no tradutor, hein? Sqn! Já pensou se esse bebê está morto? Ou teria algo a ver com os pais dela?

 

The Originals ainda tem muita coisa para contar. Neste episódio ficou evidente o asco vampiros e bruxas, e adorei Katie dar uma lição mesmo que curta em Marcel, pois mostra que qualquer uma tem poder de destruí-lo. Vale comentar que essa cena chamou a atenção para Davina que, acredito eu, está linkada com Marcel, da mesma forma que Hayley e Sophie. Se um morrer o outro vai junto. Ou então, isso é coisa da minha cabeça e é tudo uma questão de magia.

 

Klaus salvou Marcel, mas não ganhará Elijah. Seria este o motivo para a real guerra começar?

Stefs
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