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27/out

Tudo o que aprendemos sobre The Vampire Diaries retornou em uma sessão nostalgia neste novo episódio. Com um background com o tema de Remembrance Day, uma celebração que aconteceu em um cemitério, algo esquisito, mas a cara de Mystic Falls, a trama se sustentou em um Stefan sem memória. Tudo que aconteceu semana passada entrou também em clima de esquecimento, pois nada foi comentado e todo mundo parecia muito bem para quem tem que enfrentar uma bruxa doida e um Silas sem limites. Justamente por isso, eu não tenho uma opinião formada sobre o episódio, pois ele não trouxe nada de interessante.

 

Essa trama nostálgica me fez ficar um pouco irritadinha porque ela me lembrou como TVD costumava ser, pois a série perdeu um pouco da mágica para se tornar um ringue de shippers. Eu tenho um buraco no peito por saber que o que sinto agora é uma saudade tremenda do que o seriado costumava ser, do que costumava provocar e do que costumava transmitir. The Vampire Diaries mudou muito e começou a economizar na emoção e nas cenas de tirar o fôlego, dois detalhes que esta temporada tenta resgatar por não ter mais ninguém como Klaus e Cia. para se apoiar. No mês passado, assisti de novo a primeira temporada e tudo o que estava presente neste episódio fez um filme rodar na minha cabeça, onde voltei para 2009, ano em que o seriado foi lançado.

 

Fora as partes nostálgicas, Stefan e a sua Vampnesia se sobressaíram. Mais uma vez, Paul Wesley roubou a cena e mostrou que pode muito bem sair do papel de Silas, brincar de ser Stefan – O afogado e, logo em seguida, bancar um vampiro desmemoriado. Stefan estava livre, despreocupado, sorridente, divertido e absurdamente sexy. As cenas dele com Damon foram muito legais, especialmente pelo ar debochado dele seguido de questionamentos sobre quem realmente era. O Salvatore estava longe de toda a culpa que o perseguiu por décadas atrás de décadas, e estar sem memória lhe deu um período de libertação para se redescobrir. Stefan parecia um vampiro recém-criado, desnorteado e faminto, sem saber muito bem qual era o caminho certo a se seguir, ou seja, se deveria ficar com uma bolsa de sangue ou realmente morder a jugular e arrancar a cabeça de alguém para honrar o lado ripper.

 

A relação Damon e Stefan foi divertida de se assistir. Eu senti que o Salvatore mais velho estava feliz por ter o irmão de volta, mas apenas no sentido irmandade, sem incluir Elena no pacote. A cena do capote do carro, outra propaganda enganosa da CW, foi apenas um momento de descontração entre dois homens que são incapazes de morrer em um acidente que, para eles, é simplesmente uma oportunidade de sair do tédio. Eu gostei da cena no Mystic Grill também, pois ambos estavam no mesmo patamar de concordância, como se Elena simplesmente não existisse. Eu sentia muita falta de Defan, foi bem bacana resgatarem esse sentimento que só deixou mais claro que eles funcionam melhor sem a Santa Gilbert.

 

Porém, eu queria acreditar no súbito altruísmo e sentimentalismo de Damon neste episódio, mas não consegui. Ele me assustou quando se aproximou de Jeremy, pois imaginei que ele agrediria o irmão de Elena como nos velhos tempos. Damon não sabe esboçar sentimentos e a compaixão dele com relação à morte de Bonnie não me convenceu, simplesmente porque ele não é assim. Para mim, enquanto houver Elena, o Salvatore sempre vai optar pelos caminhos mais fáceis, como hipnose e o famoso “se desligar”, sem contar o mau hábito de querer ativar o monstro interno de Stefan. Para Damon, todos esses itens tornam a vida maravilhosa, mas parece que ele não entende que fazer isso é o mesmo que pedir para que Elena se afaste. Ele melhorou bastante das últimas temporadas para cá, mas não dá para fazer um personagem que sempre teve uma pegada maligna mudar de uma hora para outra, nem que seja por amor. Temos Klaus como o maior exemplo, um vilão clássico que, mesmo ao se sentir atraído por Caroline, não mudou em hipótese alguma. Não que Damon seja um inimigo, não me entendam mal, mas esse amor dele por Elena o tornou completamente chato.

 

Como sempre, Damon só pensa no próprio umbigo e todas as cenas das quais ele foi inserido não transmitiram para mim nem um pingo de honestidade. Tudo o que ele provocou desde que voltou para Mystic Falls não se desculpa com um abraço ou com um grimório colocado no memorial de uma das pessoas que ele mais desprezou. Damon não é o bom samaritano, mas isso não tira o direito dele tentar ser melhor, pois é algo que faz parte da jornada dele, especialmente quando se apaixonou por Elena. Porém, eu quero que ele seja bom para todo mundo, sem hipocrisia, sem ter apenas a namorada como motivação. Eu preciso de mais reações naturais por parte do Salvatore que continua descaracterizado. Afinal, ele é o irmão divertido, engraçado e desencanado. Eu preciso dessa parte dele de volta.

 

Pausa para falar da nostalgia Stefan e Elena

 

Eu gostei de vê-los juntos, não irei mentir. Especialmente as expressões de ambos, felizes por estarem juntos. O sorriso do Stefan ao estar ao lado da garota que sempre amou encheu meu coração de lembranças boas. Ambos apenas apreciaram a companhia um do outro, sem compromissos. Quer coisa mais agradável que isso? Curtir um tempo com alguém especial sem cobranças? Muitas pessoas comentam que no relacionamento de Stefan e Elena faltou a amizade inicial, algo que nasceu entre a vampira e Damon antes deles ficarem juntos. Stefan entrou na vida de Elena de súbito, consertou e melhorou muitas coisas e ambos construíram um amor épico. Se esse foi o desfalque Stelena, acredito que esse será o timing para fazê-los se aproximarem de uma maneira saudável e natural.

 

Sim, foi sensacional reviver alguns momentos deles, mas estava tudo errado. Tudo aconteceu da maneira errada. Eu entendi a iniciativa de Elena em querer mostrar alguns pontos marcantes da história dela com Stefan e não a julgo nesse sentido, porque é o que qualquer um faria na hora do desespero se descobrisse que alguém querido estava sem memória. Eu levaria minha irmã, por exemplo, aos lugares preferidos dela, como também mostraria fotos e objetos que fizeram parte da nossa história. Elena imaginou que estava sendo nobre, mas foi extremamente infeliz ao investir na ideia de fazer Stefan reviver momentos particulares de ambos. Digo isso porque eles não estão mais juntos.

 

Stefan e Elena não são namorados e não havia necessidade de forçar tanto a barra para alimentar o animal chamado ship war. Nada justifica toda aquela empolgação de Elena para terminar uma cena muito perfeita com uma punhalada que destruiu Stefan de novo. O que diabos essa menina tem na cabeça? Em meio a um quase beijo, algo que ela cedeu mesmo que não tenha consumado o ato, Elena só provou que não é digna de respeito algum, nem muito menos de ter um relacionamento com os Salvatore. Afinal, ela iludiu Stefan e quase cedeu sendo que está com Damon. Que tipo de namorada é essa? Backstabbing é o nome do meio de Elena, só pode.

 

O que Elena provocou em Stefan não foi nem um pouco aceitável. Ele está sem memória. De cara, mostrou interesse por ela. E ela se aproveitou disso. Não adianta dizer que não, pois isso ficou muito claro. Ela cutucou a faísca e quase provocou um incêndio por espontânea vontade. A vampira o levou para momentos épicos de quando eles eram namorados, toda sorrisos e com palavras de otimismo. Não havia necessidade, por mais que tenha sido fofo, Elena dizer que Stefan era altruísta, um bom namorado, que não era um monstro. Esses avisos foram cruciais, pois se tratavam de pontos que ela sempre se orgulhou com relação ao ex, mas seriam mais bem ditos se os dois ainda estivessem em um relacionamento.

 

Porém, se não era para ceder, não havia necessidade de toque no rosto, com Gravity ao fundo, e nem a pausa de casal apaixonado que está prestes a se beijar. Eu achei sem nexo. Para ser bem honesta, esse triângulo amoroso começou a ganhar plots que parecem que foram retirados de fanfics, onde tudo é possível e os personagens mudam de ideia de uma hora para outra, algo que Elena é campeã, nossa querida Mary Sue.

 

Stefan sem memória foi apenas para mostrar mais uma vez como Elena e Damon se comportam diante dele, bem como outras pessoas que o conhecia. Meio mundo deve ter julgado Damon ao fazer Stefan reler os diários para tentar fazê-lo recobrar a memória, mas o Salvatore mais velho agiu certo, pois ele mostrou o que o irmão costumava ser. Claro que é bem conveniente para Damon ressaltar que Stefan era um monstro e ele bateu nessa tecla durante o episódio, e a pauta ficou na cabeça do irmão. O que entendo é que Damon quer que Stefan seja o cara mau, pois a vida dele seria mais fácil. Isso ganhou ênfase na alucinação onde ele pede para o irmão se desligar, por exemplo.

 

Daí entra Elena com a justificativa de que tudo mudou porque ela se tornou vampira, uma desculpa muito ridícula. Afinal, Caroline não mudou tanto assim, mas a protagonista precisa de motivo para trocar de cama. O que Elena fez foi apagar por breves segundos da mente de Stefan que ele era um monstro, um ponto positivo. Contudo, ela poderia ter feito melhor se dissesse ao ex como ele sempre esteve lá quando todos os amigos dela se deram mal. Tudo bem que ela citou momentos importantíssimos, como o fato de Stefan sempre ter dado liberdade a ela para tomar as próprias decisões, mas, depois disso, a vampira só frisou o quanto ele era um bom namorado, ou seja, o quanto ele foi bom para ela e não para os outros. Como se só ela existisse. Ficou claro que Elena não consegue dar as costas para Stefan, como também a possibilidade de ainda gostar dele, mas ela deve sentir prazer em prendê-lo, como se ele fosse alguma espécie de garantia.

 

Foi bonito se não fosse trágico o quanto Elena queria chamar atenção de um cara que nem é mais o namorado dela, na tentativa de resgatar o que não existe mais entre eles. Se ambos estivessem juntos, a situação inteira seria completamente plausível, mas ela o enganou e o apunhalou, com aquela carinha de sinto muito, uma expressão ensaiada desde a temporada passada. Elena se empolgou e fez tudo errado, para variar. Mesmo assim, Stefan se manteve sensato, o que perturbou a ex-namorada com extrema clareza, especialmente ao dizer que reviver os momentos deles não traria as memórias como num passe de mágica e como ele não estava mais a fim de saber o quanto ele a apoiou. O toco foi épico e apoio fácil se ele decidir seguir em frente. E isso abre brecha para Steroline, pois Caroline se tornou a única pessoa confiável. Não acredito na força deles como casal, mas, se rolar uma ficadinha, eu ficaria feliz.

 

No começo, achei que Stefan se ofendeu com a confissão de Elena por birrinha adolescente. Durante o episódio, ele meio que me lembrou do período em que a ex estava desligada, toda sem limites e à procura de diversão. Ao assistir o episódio pela segunda vez, o que vi foi mágoa. E isso me fez chegar a amarga conclusão de que toda a investida de Damon e Elena para trazer a memória de Stefan de volta foi movida por atos egoístas. Ambos só queriam saber de proteger o romance. Isso faz voltar ao peso que Damon e Elena têm na vida de Stefan. Damon só pensa no bem-estar da namorada e dane-se o resto. Se a decisão foi mútua de não contar sobre o namoro, ao menos, no quesito Damon, imagino que isso só ficou em segredo pelo motivo óbvio: a revelação de Tessa sobre os doppelgangers. Enquanto houver Stefan, a relação Delena estará em constante ameaça e isso é um item que Damon precisará lutar contra. Damon escondeu do irmão o relacionamento com Elena com medo de perder a namorada. Não é à toa que ele não comentou sobre ela em meio às reuniões com Stefan.

 

A amarga conclusão sobre Stefan

 

O que me destruiu foi ver Stefan atacar Jesse e indagar qual é a vantagem de ser bom, com lágrimas nos olhos, sendo que ele não tem nada. Ele ainda ama Elena, mesmo sem memória, e a verdade o magoou de novo. O que ele decide fazer? Queimar todos os diários e ir embora. Sem o diário da Elena e sem o do Stefan, é o mesmo que anunciar a morte de uma história. O fato dele sempre decidir se retirar me mata, pois ele é muito bom para qualquer pessoa de Mystic Falls. Stefan tem o coração puro, algo que Emily Bennett disse na primeira temporada. A história é dele e de ninguém mais, mas está sendo esquecida. Posso soar meio dura, mas, embora as atuações do Paul estejam impecáveis, bem como as facetas de Silas e de Stefan, o que percebo até aqui é que o Salvatore está deslocado e não tem nada para fazer na trama. Isso ficou evidente quando ele foi embora e parou na cripta, todo perdido.

 

Stefan não tem memória. Elena está com Damon e isso significa que ele também não tem mais casa. Para onde ir? O que fazer? Stefan não tem plot, gente. Ele se tornou um zero à esquerda sendo que o coração da série é ele. Caroline está na faculdade, Elena tem Damon, Jeremy tem o fantasma da Bonnie, e Stefan simplesmente não tem nada. Pior que isso, é não ter lembranças, o que torna as coisas mais complicadas, pois ele não tem onde se apoiar. O que vi não foi o Stefan no estilo clássico de ser ripper, mas um vampiro que duela com seus fantasmas. Elena e Damon poderiam ter ganhado all the awards, mas se queimaram por só pensarem em preservar o namorico. Uma dupla altamente egoísta. O que Stefan tinha com Elena não existe mais. Pelo menos, não até aqui. Não sei os planos da Plec e companhia, mas é óbvio que o personagem não funciona sem a doppelganger dele.

 

Ele está desnorteado e o ponto de apoio dele está em Caroline. As cenas Steroline salvaram o episódio, sem discussões. Eu quero mesmo que a amizade deles engrandeça, por mais que meu coração almeje Lexi de volta. Contudo, Caroline se saiu muito bem como a melhor amiga de um vampiro sem memória. Ao contrário de Elena, ela se preocupou com quem Stefan é e sempre foi. Ela foi atrás de uma solução para o problema de Stefan em uma união do útil ao agradável para se aproximar do professor Maxfield e saber mais do caso Megan. O que Elena fazia? Nada! Caroline frisou inúmeras vezes que Stefan não é estripador, que ele é melhor que aquilo tudo. Enquanto Damon tentava ativar os demônios de Stefan e Elena atrair as faíscas do passado, Caroline foi a pessoa mais digna em se preocupar com o que o Salvatore tinha a dizer, com o que ele era e o que ele representa para Mystic Falls.

 

Caroline, eu amo você! Obrigada por fazer Stefan se sentir melhor, obrigada por ser o elo de confiança dele e obrigada por você ter sido a única a se preocupar com o bem-estar dele com sinceridade.

 

O velório da Bonnie

 

O velório de Bonnie me fez ficar jogada no chão. Alguém notou que tocou Birdy? Vi muitos comentários negativos sobre isso, pois foi a cantora que também figurou no enterro deprimente de Jenna. Isso reforçou a sessão nostalgia presente do começo ao fim deste episódio e não teve como segurar as lágrimas. Não sei como as pessoas afirmam com tanta convicção que odiavam a Bonnie. Sei que ela era um sonífero em alguns momentos, quase insuportável, mas, sem ela, metade dessa galera estaria morta. Então, um pouco de carinho e respeito, por favor. Jeremy agiu certo ao revelar a verdade sobre a namorada, ainda mais por saber que todo mundo esperava o retorno da bruxa, conhecida apenas com a missão de salvar o dia.

 

Sem ela, me pergunto como todos irão se virar. Há Tessa na área, mas duvido muito que ela queira ser BFF de geral. Ela é maluca e só quer saber de fazer o Silas engolir a cura.

 

O adeus à Bonnie apenas reprisou a fórmula da série depender de matar todas as pessoas próximas de Elena. Chega! Elena não tem mais nada. Não tem família. Não tem casa. Perdeu a melhor amiga. Perdeu Stefan. Eu não sei como essa menina ainda não parou no hospício, mas, ao menos, ela disse ao Damon que não aguentava mais. Da mesma forma que Stefan não tem mais nada, Elena também não tem, e sinto que agora começará a jornada emocional dos dois para tentar viver sem ter um ao outro, em universos diferentes. Ainda mais Elena, cuja culpa aumentará pelo fato de ter só feito sexo com Damon durante 3 meses enquanto as pessoas que ela amava se lascavam. Fui para o chão quando a vampira jogou as plumas do travesseiro no memorial da Bonnie. Muita nostalgia da primeira temporada, sem mais.

 

O que me deixou bem chateada foi o fato de Stefan não estar no velório, mas sim, Damon. Desculpem, Damon não deveria estar lá, mesmo sendo namorado da Elena. Ele só sabia repetir sinto muito para todo mundo, seguido de um afago nos cabelos da namorada, e foi meio irritante. Ele sempre maltratou Bonnie, como todas as pessoas que sempre importaram para Elena. Tudo bem que ele melhorou, mas continuou a ser petulante com a galera, mesmo amando a namorada. Stefan abraçou Bonnie desesperadamente quando Sheila morreu. Quando Caroline se transformou quem estava lá era o Stefan. Em meio a crises de Jeremy, Elena, Matt, Vicki e tantos outros, foi Stefan que segurou os perrengues. Foi uma ofensa sem limites colocá-lo em escanteio. Isso era o que vinha acontecendo enquanto estávamos cegos e ludibriados pela presença de Silas. Stefan Salvatore não existe mais na série. Não tem storyline. Simplesmente não tem nada. E isso me deixa muito triste e frustrada.

 

Sim, é a vez do Damon mostrar o potencial que foi ofuscado pelo irmão. Justíssimo! Concordo queo personagem precisa de mais atenção e essa oportunidade é valiosíssima para ele, mas, em momentos tão especiais como esse, de pessoas das quais o Salvatore nunca foi bacana, ainda mais Bonnie, não há como discutir que quem merecia estar lá era Stefan. Até o Tyler estava lá, gente, do nada.

 

Só para concluir…

 

Zach surpreendeu com as diferentes faces de Matt, em um momento Atividade Paranormal. O ator mudou até o sotaque para dar vida ao Gregor, o passageiro parasita. Adorei saber que o personagem não é mais o bobo humano e que vai trabalhar bastante para proteger a faca dos tais amigos para manter a garganta no lugar. Espero que esse plot bombe semana que vem, pois o ator está muito bom na troca de personagens.

 

Claro que, depois do chororô, a conclusão do episódio deu mais respaldo para a confusão que Elena e companhia terão que enfrentar: Jesse, o novo vampiro. Posso dizer que estou farta de transformações? Que esse professor tenha bons motivos, pois esse plot me fez lembrar muito de Buffy – A Caça Vampiros. Porém, pode ser a esperança para dar um gás na série.

Stefs
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