Menu:
25/nov

Reencontros. Encontros. Risos. Dança da girafa. Tudo isso estava lá no dia do Doctor, que celebrou suaves 50 anos de existência no dia 23 de novembro. Muitas pessoas perguntam como é possível gostar de uma série como esta, onde não tem, digamos, aquela chatice de triângulos amorosos ou lições de moral para adolescentes. Bem, nem todos nasceram para serem alienígenas, não é?  Sim, assino embaixo quando dizem que é difícil embarcar na TARDIS, tudo por conta de um conflito de tempo e de espaço. A estranheza realmente existe, especialmente em pleno século 21 onde tudo respira a tecnologia. Porém, uma vez que você embarca nessa jornada, é meio complicado sair dela. Acreditem em mim!

 

Este post será dividido em dois arcos: o comentário sobre o especial e aquela parte em que eu choro. Não digam que eu não avisei.

 

Falando sobre o especial de 50 anos de Doctor Who

 

Não é todo dia em que se vai ao cinema para usar óculos 3D. Além de ser caro, o motivo tem que ser justo, e Doctor Who não precisa de justificativas para se gastar dinheiro. Quando entrei no cinema, se tratava de uma sessão especial, pois eu sabia que cada uma daquelas pessoas era fã da série. Elas não estavam ali para mostrar status no Instagram a fim de agregar valor às redes sociais. Isso me faz lembrar do comentário de uma menina que sentou do meu lado: eu nunca vi tanta gente reunida para assistir a uma coisa que também gosto. A última vez que passei por isso foi com Harry Potter e foi ótimo ter esse sentimento de volta. De pertencer a algo. De estar, digamos, entre os meus iguais. Aqueles que soltam exclamações de surpresa, gritos de excitação e o típico fungar de nariz, pois foi totalmente impossível segurar qualquer lágrima com tanta coisa linda na apreciação excessiva de Time Lords.

 

Quando o filme começou com a abertura do Classic Who, já fiquei em posição fetal, pois o golpe baixo foi logo nos primeiros minutos. Depois disso, o contexto simbólico tornou meio difícil não se emocionar. Revivi personagens e momentos que fizeram parte dos 50 anos da série. Claro que seria impossível incluir tudo, mas acredito que as escolhas de Moffat foram certeiras e ajudou a fazer o especial memorável. Não tem como não discutir que, apesar dos impasses de produção, como também da escalação do elenco que retornaria, ele não deixou passar batido a parte essencial da série que é, justamente, ser um Senhor do Tempo.

 

O que assisti foram momentos de nostalgia pura, onde todos aqueles pequenos itens que fazem parte da história de Doctor Who cresceram em uma tela de cinema e, melhor, em 3D. Nem preciso dizer que meu coração foi testado ao longo desse capítulo histórico da série e é realmente de se orgulhar ao dizer que eu e muitas outras pessoas fizeram parte disso. Rever a UNIT pode não ter sido tão emocionante quanto às menções honrosas que, de fato, causaram mais efeito: Jack, fotos das companions no mural, Susan em close, Daleks, Cybermen, 3 TARDIS, 3 Senhores do Tempo, 13 Senhores do Tempo, Capaldi, Spoilers, 3 Sonic Screwdrivers, Fezes indo e voltando, frases de efeito de cada Time Lord…Tudo isso na companhia do vovô, do cara de tênis e do queixinho.

 

Dentre tantas coisas saudosistas, Tom Baker, sem dúvidas, foi dono do cameo épico. Devo a ele o rio de lágrimas que escorreram dos meus olhos.

 

Não posso me esquecer da honraria maior que foi o retorno de Gallifrey como assunto principal da trama, um ponto que sempre ficou em aberto na vida do Doctor. Esse foi o maior tapa na cara de todos. Eu não esperava tanta porrada de uma vez só, mas falo de Moffat, o eterno troll do fandom de Doctor Who. Claro que imaginava que o filme seria incrível, mas o bom de não ter acompanhado nada para ser pega de surpresa me rende esses momentos dos quais fico simplesmente estupefata.

 

Acreditem: é muito bom não saber de nada, pois tudo é mais impactante. Desde que aderi esse lifestyle, minhas expectativas ficam na medida certa: meu grau de revolta e de chateação são mínimas e mais justas. Porém, o especial de Doctor Who quebrou minhas defesas e eu choraria fácil por mais 1 semana inteirinha. Foi FAN-TAS-TIC, BRI-LLI-AN-T, GE-RO-NI-MO!

 

As participações do especial

 

Quem guiou as rédeas desse especial de 50 anos não foi David Tennant e nem Matt Smith. Foi John Hurt, cujo rosto marcou por ter se tornado a maior incógnita do seriado. Ele foi responsável em guiar o plot principal e realizou o encontro dele com as versões posteriores: 10th e 11th. O Doctor guerreiro fez aquela pausa dramática no final da sétima temporada e eu me contorci por dias para poder entender todas as teorias em torno dele. A parte boa é que a história e a importância desse Time Lord foram apresentadas. Com toda aquela pegada de vovô moderno, ele honrou a linhagem sacal dos Senhores do Tempo diante do reflexo duplo de si mesmo no corpo de David Tennant e de Matt Smith, cujas interações foram incríveis, impecáveis e engraçadíssimas. As piadinhas foram ótimas, especialmente contra as frases de efeito e do jeito crianção do 11th. Não esperava que o “8,5” fosse ser tão incrível, pois imaginei que ele seria ranzinza e de mal com a vida.

 

David Tennant me deu a sensação de que jamais largou o papel de 10º Doctor, pois ele estava perfeito com o velho terno e o velho tênis e, claro, com o cabelo impecável e a responsabilidade bem difícil de lidar com as mulheres. Eu tinha muito medo das interações dele com Matt por causa dessa preferência louca do fandom pelo Tennant, mas tudo ficou tão natural, tão gostoso e tão divertido de assistir que parecia que os dois sempre trabalharam juntos. Era como se a série sempre tivesse dois Doctors. Os apelidinhos, as olhadelas de desaprovação para o 11th e as exclamações de surpresa me fizeram morrer de rir. Foi pedir para infartar quando o eterno Allons-y e a frase chorosa eu não quero ir vieram à tona e arrancaram gritinhos histéricos no cinema. Ao olhar para ele na telona, revivi toda a trajetória do personagem até a regeneração que me fez ficar de luto por dias.

 

Billie Piper era a fonte maior da minha preocupação por causa do peso dramático da personagem dela com o 10th. Confesso que ficaria extremamente irritada se houvesse um revival, mas a atriz encarnou a versão Bad Wolf, ou seja, nada de amorzinho com o Time Lord. Piper estava linda e engraçada, e inclui-la no especial sem ser Rose Tyler deu permissão para que ela fosse responsável, ao lado de Hurt, em tornar o encontro dos Senhores do Tempo plausível. Pelo peso da atriz, Clara foi facilmente ofuscada. Quem é ela quando se tem Bad Wolf em cena? Sinceramente, não me incomodei com a falta de interação entre o 10th e a “Rose”, pois estragaria todo o timing da trama para dar atenção a algo que, para o especial, era totalmente desimportante.

 

Ao longo dos meus reviews da sétima temporada, defendi o quanto Matt amadureceu ao longo da própria jornada como 11º Doctor. Ele cresceu no quesito atuação, mas não perdeu o toque teatral, a característica crucial da personalidade do Senhor do Tempo que ele representa. Os gestos excessivos das mãos, o falar infantil e as atitudes vibrantes de um homem com alma de criança me deu mais confiança em dizer que Matt Smith aprendeu a ser brilhante. Ele assumiu a série em um período de mudanças, a chamada Era Moffat, onde as críticas e as discussões atingem vieses que jamais entenderei. Realmente, quem era Matt na quinta temporada, né? Ele cresceu, abraçou o personagem e justamente agora que ele está na medida certa, a data de regeneração dele foi marcada. Já estou chorosa.

 

O especial de 50 anos de Doctor Who teve tomadas incríveis e o filme honrou a tecnologia que tem sido investida na série desde o começo da sétima temporada. Cenas mais aprimoradas, efeitos especiais mais detalhistas, uma preocupação visual que realmente cativa e que ajudou a tornar a trama muito mais rica e impactante de ser assistida. Agregado às menções honrosas e a 3 Doutores, não tem como negar que este especial foi épico, emocionante, um presente perfeito para quem é fã da série. Pode não ter agradado a muitos (como isso?), mas, a partir do momento em que se aprende a curtir o que gosta e se afastar do peso crítico, é fácil ver que o que foi produzido foi além de qualquer expectativa e valeu a pena esperar tantos meses para lutar por um ingresso e assisti-lo no cinema.

 

Uma carta aberta a Doctor Who

 

Eu sempre gosto de contar histórias e acho que esse é um bom momento para minha carta aberta, já que ainda estou meio baqueada por causa do especial de 50 anos de Doctor Who. Se quiserem abandonar o texto, fiquem à vontade, pois não falarei tanto da série no sentido “crítico”, mas o que ela representa para mim. É totalmente off-topic!

 

Uma das maiores perguntas do meu universo e tudo mais era: o que eu teria agora que Harry Potter acabou?. Na realidade, a saga tinha terminado lá em 2007, mas foi em 2011 que a coisa toda realmente pegou. Não tive como fugir de uma belíssima crise existencial. O que eu colocaria no lugar? Há vida após a Era HP? Sim, há, e, no meu caso, se chama Doctor Who. Não, isso não quer dizer que fiz origami com as minhas relações potterianas, jamais, pois como diria Silas (#TVD), ninguém esquece o primeiro namorado facilmente. Tudo bem que tive muitos namorados platônicos, ou melhor, séries platônicas, mas se é para definir qual é a mais marcante atualmente, sem dúvidas, é o universo dos Senhores do Tempo.

 

O que bateu de frente comigo foi a ausência de ter algo para me dedicar com o mesmo afinco como aconteceu com Harry Potter. Porém, me toquei de que é impossível o mesmo dispêndio de energia, mas amor é sempre muito bem distribuído para quem merece. Essa falta de ter algo novo para gostar, algo que pudesse sanar um pouco da falta do menino bruxo da minha vida foi um tratamento de choque e eu me sentia o tempo todo como uma barata tonta. Afinal, como amar ou tentar colocar algo em cima de um sentimento tão profundo que eu tenho por Harry Potter?

 

Eu queria acreditar na tese de que coisas ruins atraem coisas boas, mas aprendi que, ao menos comigo, isso é muito distorcido e muito real. Há humanos que não entendem o porquê desse excesso de apreciação, do mesmo falatório de que Harry Potter salvou vidas e que inspirou tantas outras, mas, infelizmente, não tenho TARDIS para colocá-los dentro dela e fazê-los enxergar que isso realmente aconteceu. Eu era uma adolescente em transição e a leitura e o que eu fazia no fandom potteriano era o que mantinha minha sanidade para não surtar com pressões externas. E tem sido assim, com qualquer coisa. Porém, HP acabou, e eu não me esforcei a encontrar nada novo, até a chegada de Doctor Who.

 

No More

 

Uma das coisas que mais senti falta depois que Harry Potter acabou era de um lar. Senti-me, literalmente, vazia. Eu tinha prometido que não dedicaria tanto amor a certas coisas, digamos, materiais, pois, independente de como e para quem esse sentimento é direcionado, sempre gera aquela mágoa ou aquela sede desesperadora de arrancar os cabelos. Todas as minhas sensações ao lado de Harry Potter se resumem em processos onde meu emocional foi testado durante muitos anos até tudo ficar rendido ao silêncio.

 

Até que o barulho da TARDIS cortou meu momento de quietude. Eu não sou uma whovian com 10 anos de carreira. Ainda me considero muito recente em comparação a muita gente que tem o mesmo período de admiração pela série que eu, mas parece estar a muito mais tempo por causa da dedicação diária com o fandom. Infelizmente, não tenho esse tempo, mas assisto tudo de longe. Isso não me faz se sentir mal, de forma alguma, pois o meu amor existe, do meu jeito. A minha admiração é particular, pois se é uma coisa que aprecio em qualquer coisa que ame de verdade é a mensagem. E eu precisava de algo que continuasse a me mandar o recado, que conversasse comigo e eu encontrei isso de novo em Doctor Who. O especial de 50 anos foi uma espécie de wake up call. Muitas das frases ditas neste filme mexeram comigo antes de receberem o ponto final. Além de HP, quem fazia isso comigo era One Tree Hill, mas acabou também, né?

 

Como disse Bad Wolf, o som da caixa de polícia transmite esperança por onde quer que passe e comigo não foi tão diferente. Bastava um Doctor saltar na minha frente e eu tenho quase certeza de que seria uma companion tão irritante (no bom sentido) quanto às outras. Ao longo dessa jornada, tentei encontrar um novo amor que pelo menos tampasse o buraco que Harry Potter deixou e encontrei isso com DW. Eu digo fácil que o Senhor do Tempo, em todas as suas versões, me salvou de mais um processo de descrença e de abandono, e sou muito grata por ter tomado coragem e ter baixado todos os episódios para assistir sozinha.

 

Nunca ser cruel ou covarde. Nunca desistir. Nunca se entregar.

 

Eu sempre espero aquele momento para descobrir o que aprendi ao estar diante de uma situação. É aquela sensação de fechar um livro e matutar todas as informações para tirar uma lição dali. A famosa lição de moral. O que aprendi no especial de 50 anos é que é possível reescrever uma história. É possível parar de se amargurar por um erro que, por vezes, ainda pode ser corrigido. Independente da versão, o Senhor do Tempo teve 400 anos para refletir sobre o que causou em Gallifrey e a sacada final foi simplesmente: por que não reescrever minha história pessoal? Ele faz isso o tempo inteiro. Não seria uma ideia justa? Depois de salvar tantas vidas e tantos planetas? Ou seria uma viagem na maionese do Moffat?

 

Independente do que seja, nada mais justo que dar ao Doctor a possibilidade de se curar de uma dor, ao mesmo tempo em que ele descobre que não é uma má pessoa ou um péssimo alienígena.

 

Por mais que o filme tenha sido fantástico – até demais –, a reflexão que tiro é que todo mundo é capaz de mudar o que está ruim, de mudar a própria história, de eliminar aquilo que machuca, meios que podem suprir a própria dor a partir do momento em que você acredita que é capaz de mudar aquilo que lhe aflige. O Doctor precisou do wake up call vindo da Clara. Você não precisa mudar para atingir o objetivo, apenas respeitar aquilo que você é. Ela pediu para o alienígena de dois corações ser o Doctor e isso bastou. O que veio de brinde? Um planeta congelado, em dado momento, onde a cena mais inesquecível deste filme veio à tona: não só 12, como 13 Doctors apareceram para salvar o dia. Um salve ao Capaldi!

 

Se o Doctor levou 400 anos para decidir e apagar a própria dor, tendo a possibilidade de reescrever a própria história, qualquer um é capaz de fazer o mesmo. É aquela velha história: às vezes, colocamos tantas coisas em prioridade que apenas nos esquecemos de nós mesmos.

 

Como disse, valorizo a mensagem e é por esse e outros motivos que me rendi a Doctor Who porque a série conversa comigo, da mesma forma que os livros de J.K. Rowling também faziam. Eu sou uma pessoa que acredita em sinais, em indicações do universo e em encontros inesperados. Eu acredito que tudo tem um motivo. Confesso que não iria ver o especial no cinema, por simplesmente ter aceitado a ideia de não conseguir o ingresso. Mas, a maneira simples como o adquiri, me fez ter a absoluta certeza de que eu estava no lugar certo e na hora certa. Nada de conflitos entre o tempo e o espaço.

 

Às vezes, pedimos aquele típico aviso do universo para tomar determinada decisão e, geralmente, ela está escarrada na nossa frente. Foi exatamente isso que aconteceu com o Doctor. Ele sofreu por 400 anos, sendo que a solução sempre esteve diante dos olhos dele. O que ele preferiu fazer? Esquecer! Como resolução, o Senhor do Tempo precisou se lembrar do próprio caráter para não repetir o mesmo erro de destruir Gallifrey. Essa não poderia ser a sacada mais brilhante de um especial que tinha por direito salientar o quanto a trajetória de um personagem com 13 faces é maravilhosa e que nunca deixou, em hipótese alguma, transmitir a própria mensagem.

 

“Às vezes, Clara me pergunta se eu sonho. Claro que eu sonho. Todo mundo sonha.
Mas com o que você sonha, ela irá perguntar.
O mesmo que todos sonham, eu digo para ela. Eu sonho para onde eu irei. Ela sempre ri disso.
Mas você não vai a lugar nenhum. Você está apenas vagando.
Isso não é verdade. Não mais.
Eu tenho um novo destino. Minha viagem é a mesma que a sua. A mesma que qualquer um. Levei tantos anos, tantas vidas, mas, finalmente, eu sei para onde vou.”

 

Ficar perdido no tempo e no espaço é luxo de Senhor do Tempo, mas isso só prova o quanto ele é muito humano. Ele perambulou, salvou vidas, mas não se esqueceu de que em algum momento ele teve algo importante que valia a pena lutar. Que valia a pena proteger. Que valia a pena guardar um pouco de esperança. Neste especial, o Doctor só mostrou mais uma vez o quanto ele pode ser o espelho de qualquer um. Perdido, sem esperança, abandonado e descrente. Contudo, capaz de reescrever a própria história.

 

A conclusão deste filme só me fez pensar ainda mais no tipo de sonhos que tenho e no quanto eu gasto tempo em fazer exatamente o que o Doctor fazia: vagar. O 10th e o 11th foram exemplos cruciais de fugir pela tangente, onde um se arrepende, mas, um tempo depois, vem a outra versão que simplesmente prefere esquecer. Que prefere calar as vontades. Que prefere calar os sonhos. A frase crucial disso? Eu segui em frente, disse o 11th Doctor. Seguiu mesmo? Claro que não, pois ele é o Doctor e ele voltou para corrigir o erro do passado e reescreveu a própria história. No final das contas:

 

Gallifrey Stands!
Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3
  • heyrandomgirl

    Mas olha quem me aparece por aqui? O futuro best-seller! Hahahahaha

    Não tem mesmo palavras para descrever o quanto este episódio foi sensacional, de como ele superou qualquer expectativa, como expôs o fato do Moffat ter muita confiança na hora de assumir um script, criar uma história e não ligar para as consequências. É muito fato sentir essa confiança dele do começo ao fim do especial ao resgatar uma temática esquecida com o Nono Doctor para causar uma reviravolta tremenda que, com certeza, se refletirá até a chegada do Capaldi. Mal posso esperar por isso, até porque nosso Natal será um pouco mais triste por causa da regeneração do Matt :(

    É incrível como encontramos amores em outras coisas e a tratamos como especial. Claro que HP nunca será substituído, mas é sempre bom ter algo a que se dedicar, nem que seja um seriado que meio mundo considera uma tolice, mas que pra gente faz tão bem <3 Mal posso esperar para DW voltar logo de uma vez para suprir esse vazio, mas teremos que superar a sensaçãode luto até a chegada do próximo Doctor.

    Obrigada por ter lembrado de passar por aqui *_*

    Beijão!!!

  • Diego

    Olá, Stefs! Novamente to eu aqui comentando atrasado! hahaha… Acontece que eu só assisti o especial hoje. Logicamente, eu estava morrendo de vontade de assistir antes, mas eu estava vendo a última temporada de Eureka, série que eu gostei muito por sinal, mas sabia que se eu a interrompesse para assistir um episódio tão especial de Doctor Who, ela perderia toda a graça e eu não iria até o fim…

    Mais uma vez, achei seu comentário tão bom quanto o episódio, o que eu acredito que seja o melhor elogio que eu possa dar, pois achei o especial perfeito! O que foram os efeitos especiais? Eu me lembrei lá do primeiro episódio do nono doctor, e com muita felicidade vi o quanto a série evoluiu nesse sentido… não que seja algo tão importante em Doctor Who, que sempre teve uma história tão forte que nunca precisou de explosões de Hollywood para funcionar…

    O roteiro foi realmente perfeito. Mais uma vez, eu tentei imaginar de antemão a linha que o Moffat seguiria e, como era de se esperar, ele superou qualquer ideia que tenha passado pela minha cabeça. Agradeço a ele por mais uma aula de construção de enredo!

    Compreendo perfeitamente seu sentimento em relação a Doctor Who! Como eu acredito ter dito aqui anteriormente, também tive uma ligação muito forte com HP, que curou minha crise pós-Sherlock Holmes, mas também deixou um vazio no fim, preenchido apenas por Doctor Who. Desde o primeiro episódio eu sabia que eu iria me apaixonar pela história…

    Eu poderia ficar aqui escrevendo por mais cinco horas, mas o sol já está nascendo e eu não vou fazer essa maldade com você! hahaha

    Até mais, beijos!

    PS: Invejo-a no bom sentido por ter assistido o especial no cinema… Quem sabe no especial de 60 anos!

  • heyrandomgirl

    Hey, Lucas, tudo bem? Obrigada pelo comentário *_*

    Compartilho das suas opiniões, pois, quando entrei na sala da cinema, parecia que estava com a minha família assistindo a alguma sessão. Foi simplesmente lindo e épico, uma memória para se lembrar sempre e com mto carinho <3

    Eu ainda não assisti An Adventure…Vou pegar este final de semana porque o tempo está corrido. Quem sabe eu tentei escrever alguma coisa, mas é bem provável que sim. O vício não me permite se segurar Hahaha

    Beijossss!!!