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25/jan

Ainda estou embasbacada com este episódio de The Originals. A série surpreende a cada semana e o mais incrível é ver que as histórias estão no auge, cada plot muito envolvente, onde todos oferecem uma expectativa enorme sobre o que virá a seguir. As storylines crescem cada vez mais e se tornam bem fortes, todos os personagens correm riscos e não dá para saber em qual momento as coisas começarão a dar errado. A cada episódio, o seriado vem se superando e espero que continue assim. Entre tanto caos, Davina continuou a ser o centro das atenções e a personagem mostrou outro ponto de evolução, indo de uma garota aparentemente inofensiva para a bomba atômica de Nova Orleans. Se na semana passada a personagem simplesmente arrasou, agora ela começou a pagar pelos efeitos que a fez ganhar minha simpatia só por ter detonado Klaus, Marcel e Elijah ao mesmo tempo.

 

Deu muita dó ver a Davina no limite da razão, rodeada pelo sentimento forte de insegurança causada pelos donos da casa, especialmente Marcel. Ela ainda acreditava que o vampiro só a mantinha embaixo da asa dele para ser tratada como uma arma contra Klaus, uma ferramenta de garantia para o caso de uma guerra entre mestre e pupilo começar. A cena de abertura mostrou que a bruxa não estava para brincadeira, mas logo o quadro mudou quando ela simplesmente começa a vomitar terra. O reflexo de mexer com o que estava quieto ativou os poderes de Davina acima do recomendado e a menina passou a despender energia em torno dos 4 elementos, tornando-se uma bomba apocalíptica que poderia muito bem destruir Nova Orleans. Em meio aos sentimentos oscilantes, Davina se tornou o ponto de perigo que uniu os Mikaelson de maneira estranhamente amigável.

 

Sophie voltou a aparecer e trouxe a mesma proposta da semana passada: finalizar a Colheita. Ela se manteve decidida em trazer Monique de volta custe o que custar, um detalhe excelente que mostra que personagens podem continuar a lutar pelo que querem, independente de quem vai se ferir no percurso. Tudo bem que é irritante, mas acredito que eu daria uma de louca também. Ameaçada pelos poderes de Davina, a bruxa começou a correr contra o tempo tendo auxílio de Sabine, a parceria que transpira desconfiança. A presença das bruxas deu oportunidade para reviver a lembrança de Ester, uma personagem que gostaria muito de rever, uma pena que isso não será possível. Ao menos, deu para matar as saudades!

 

O objetivo de completar a Colheita mexeu com o emocional de Marcel que conseguiu provar que realmente se importa com Davina. Isso me deixou extremamente aliviada, pois não queria acumular raiva de um personagem que me cativou desde o piloto backdoor. A maneira como ele protegeu a bruxa, desafiando até mesmo Klaus, foi o que bastou para mostrar que ele tem sentimentos sinceros por Davina e que a necessidade de protegê-la vale mais que qualquer elo de fidelidade ao híbrido. O que aconteceu com Marcel apenas foi uma volta no tempo até a fatídica noite da Colheita que se repetiu, como um pesadelo insistente, onde ele voltou a atuar como salvador. O coração partido dele com a perda de Davina atingiu níveis de indignação e tristeza que fez até mesmo Klaus se comover. Fiquei chorosa quando ele abraça Marcel.

 

Klaus estava bem diferente e acredito que tenha sido reflexo do embate da semana passada com Davina que não lhe deu um score positivo. Para quem queria proteger a cidade, o híbrido estava muito prestativo e topou com ideias que ele jamais assinaria embaixo. Pergunto-me até quando ele se manterá calmo, gentil e preocupado com o bem-estar do próximo. Eu desacreditei de muitas atitudes dele, especialmente de aceitar a ideia de Elijah em enterrar a mãe para consagrar os ossos da bruxa. Sem contar que ele foi um doce com Hayley ao ensiná-la sobre a melhor maneira de lidar com Elijah depois da burrada que ela cometeu. Mesmo com tanto amor no coração, Klaus surpreendeu nos últimos minutos ao revelar que a alcateia de lobisomens que estava na igreja do padre Kieran pertencia à linhagem dele. Ou seja, um bando de híbridos em Nova Orleans. Já sinto cheiro de sujeira vindo da parte de Klaus, especialmente agora que Sabine sugou todo o poder das 4 bruxas sacrificadas na Colheita.

 

Rebekah não brilhou tanto, mas continua decidida a conquistar Nova Orleans e Thierry se tornou o alicerce fundamental para isso. Pergunto-me se a vontade permanecerá, agora que os irmãos precisam ficar unidos para proteger a cidade. Afinal, para onde foi todo o poder, não é? Elijah também fez a sua parte e, mesmo enraivecido, ele me admira, pois não aumentou o timbre de voz para lidar com Hayley. O quase beijo deles quase me fez passar mal, pois não vejo mais fofura no shipper. Cada um com a sua espécie e fica tudo certo. Por mais que Elijah seja um museu que ainda se apega as coisas antigas, nada justifica a mensagem de Hayley sobre o viver agora. Ela tem razão em termos, pois Elijah perdeu Celeste por causa de Klaus e só os irmãos sabem o que é perder alguém por causa do híbrido. Faltou um pouco de tato por parte da loba e um pouco de solidariedade.

 

Então que Davina parece que morreu, mas tenho lá minhas dúvidas. Tudo bem que o foco agora é Sabine que conquistou todo o poder e surgiu como Celeste, tendo alicerces que com certeza são extremamente perigosos. Rebekah conseguiu chamar Sophie para o lado dela, mas, pelo visto, a intenção de conquistar o Quarter será anulado, pois as bruxas agora virão com tudo para cima do castelo dos vampiros. Can’t wait!

Stefs
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