Menu:
01/fev

Este episódio de Pretty Little Liars foi muito bacana. Sem sombra de dúvidas superou os dois anteriores e não houve nenhum momento de tédio. A enrolação semanal deu uma pausa para dar espaço ao que realmente importa desde que Ali apareceu vivinha da silva e o diário se tornou um personagem principal ao lado das liars. Quem cresceu na trama por causa dele foi Spencer que finalmente foi retirada da bolha dramática que pertencia ao Toby para botar a mão na massa. Como sentia falta do babado e da confusão em PLL, viu? Para deixar tudo ainda melhor, o “A” Team rendeu muitas dores de cabeça, mas a parte boa é que muitas pontas começaram a receber os devidos nós e algumas pistas começaram a fazer sentido.

 

Claro que as partes chatas ganharam atenção graças à Emily que continua insuportável. Eu não me importaria se ela fosse eliminada da série, ok? Como isso não é possível, vale pontuar as coisas boas do plot dela, como o retorno do Sr. Fields. Amo esse coroa do fundo do meu coração! Além disso, alguém do “A” Team estava realmente disposto a aterrorizar a liar e isso foi bom no sentido de unir as meninas e não separá-las. Sem contar que já era tempo para os momentos de tensão voltarem para a série. Outros detalhes também chamaram a atenção como o retorno do incidente que fez um carro invadir a sala dos Fields, bem como a descoberta da falha no veículo da Ems que foi feita de propósito por Ezra para que as meninas fossem parar na cabana para que ele recuperasse o diário. O doce amargo dessa situação é que o Sr. Fields revelou um pequeno probleminha cardíaco e isso muito me preocupa por ser uma informação valiosa e perigosa.

 

Aria foi levada ao limite da razão por causa do namorico entre Mike e Mona que começou, provavelmente, pelos motivos errados. A liar foi a que ficou mais sossegada, como sempre, sem sofrer danos colaterais muito fortes. Ela que aproveite bastante esse conforto, pois, quando Ezra for revelado, espero que o drama dela seja bem pior que o de Spencer quando descobriu a verdade sobre Toby. Tudo bem que acho que Ezria é o shipper que comanda o “A” Team (me julguem!), então, tudo dependerá de uma boa interpretação. A personagem ainda abriu brecha para a chegada de um novo personagem, Jesse, o responsável pelo centro de aconselhamento. Eu o achei muito por dentro do universo da Mona, sem contar que ele me lembrou de Ezra, especialmente na forma de se vestir. Está certo que Jesse ainda não tem um objetivo muito claro, mas ainda é cedo para presumir alguma coisa.

 

De quebra, Aria ainda enfrentou Maggie para defender Ezra, se metendo onde não é chamada. Não sei se o professor surtaria de fato com isso, pois ele tem muita Ali na cabeça para se importar e acho que ele usa esse idealismo em cima de Malcolm só para disfarçar o próprio caráter.

 

Posso dizer que foi muito bom ver o rosto de Mike? Ele estava diferente, parecia até um adolescente mais maduro, e estou implorando para um reencontro entre Hanna e ele. Não shippo os dois, mas já que a pegação rolou solta, nada como um momento awkward para criar uma situação engraçada.

 

Além do retorno de Maggie, tivemos a aparição nada interessante do Detetive Holbrook. Não senti falta do personagem, o ator que o interpreta é muito ruim, e só de olhar para a cara dele tenho saudades do Wilden. Engraçado que ele reencontra Hanna do nada, em um passeio pacato, e sugere um livro que tem como parte do plot o foco na arcada dentária e tudo mais. Achei a diquinha sobre os dentes muito pertinente, mas ainda não coloco Holbrook na minha lista de suspeitos. Se fosse só a indicação de um título, tudo bem, mas a leitura fez Hanna dar um passeio no dentista, uma empreitada que rendeu bons frutos. Na cara do gol e com mais uma pista em mãos, a liar caiu em uma emboscada e perdeu mais uma prova para saber quem está enterrado/a no lugar de Ali.

 

A saiu na frente mais uma vez e foi bem caprichoso/a ao deixar uma mensagem no dente de Hanna. Quase capotei da cadeira por causa da dose de criatividade para causar a velha e ótima sensação de espanto de todo fim de episódio. O bacana disso tudo foi o lado investigador de Hanna que casou perfeitamente com a empolgação de Spencer que ficou presa a análise das fotos que tirou do diário. Fiquei muito feliz em vê-las trabalhando juntas, pois acho a sintonia delas muito perfeita.

 

Andrew também retornou para a minha alegria e não imaginava que ele seria o ponto de partida para o início do mais novo dilema de Spencer: o vício em remédios para não dormir. O encaixe do assunto foi muito bem inserido na trama e mal posso esperar para ver Troian sambando na interpretação para dar a sua personagem mais uma onda desestruturada. O que gostei na apresentação da nova storyline de Spencer foi o cuidado em expô-la com péssima aparência, como na época em que ela surtou quando descobriu que Toby não era flor que se cheire. Ela estava mais arrumadinha, mas o semblante acabado denunciou que algo de errado iniciaria. Mal posso esperar para ver até onde vai essa necessidade de Spencer em se manter acordada, especialmente agora que o diário abriu uma pista grandiosa, algo que ela não tinha em mãos há muito tempo.

 

O flashback da Ali foi o ponto altíssimo da trama, muito bem feito ao ser explorado de dois diferentes pontos de vista. A princípio, temos a cena fechada, com blur em Ezra atrelada à narrativa da página do diário fotografada por Spencer. Ao chegar no pub citado pela garota, a liar dá de cara com Ezra e a cena se abre, reveladora, como se fosse a própria mente dela ao estar diante de uma verdade aterrorizadora. Eu fiquei sem reação quando Spencer associa o relato de Ali ao professor, especialmente quando o pedido da torta de framboesa com amora acompanhado de cerveja chega nas mãos dela. Teria sido uma atitude proposital? Não sei, mas Ezra saiu rapidinho de lá e o objetivo dele ao pegar o diário não foi só para saber onde Ali está, mas para esconder a verdadeira identidade dele.

 

Só que ele não contava com a astúcia de Spencer, né? Para lacrar a descoberta, o logotipo da cerveja é apenas uma bermuda. Pressinto um confronto em breve, pois a liar não deixa esse tipo de coisa passar batida.

 

O que me preocupa é que Spencer mergulhará no vício e, mesmo ela sabendo a verdade sobre Ezra, acredito que o fato dela ficar sem juízo e no limite da razão por causa dos medicamentos causará a descrença das amigas quando ela revelar o verdadeiro caráter do professor que nada mais é o Board Shorts. Isso me fez pensar ainda mais na probabilidade do Beach Hottie ser outra pessoa, pois, já que o foco é Ezra, e o “A” Team é composto por mais gente, ainda creio que esses dois títulos dados por Ali se referem a duas pessoas totalmente diferentes.

 

Ezra não trabalhou tanto, mas escondeu muitas coisas, como chamar Mona para conversar e mandar uma mensagem para alguém avisando sobre um revés associado com Ali. No final do episódio, apenas foi reforçado que ele não trabalha sozinho, pois o professor não sabe aparatar e é impossível uma pessoa estar em três lugares diferentes para infernizar Hanna, Emily e Spencer (que encontrou Ezra fora da cidade). O engraçado é que ele está atrás de Ali, pois supõe que ela está viva, mas por que a preocupação em não deixar as liars caçá-la também? Ele quer matá-la, é isso? Really? Sei lá, essa história ainda está mal contada, até porque não confio o suficiente na Ali para me compadecer por ela. No flashback, ficou nítido que ela provocava Ezra como deveria ter feito com muitos garotos, se achando adulta o bastante para fazer o que bem entendesse. O que ela fez e o que ela recebe agora é apenas um payback. O problema é o mistério que motiva esse caos em Rosewood.

 

O episódio foi bem fechado, não dispersou tanto. Spencer agora sabe quem é o monstro que as tortura e ainda me pergunto se alguma das liars descobrirá mais algum detalhe sórdido do professor. Eu voto em Emily pelos motivos óbvios, pois Ezra fez questão de mantê-la por perto, pois com certeza ele sabe que ela é o elo principal para encontrar Ali. Contudo, isso não quer dizer que a liar não possa descobrir nada dele. O episódio ainda recebeu uma conclusão cheia de incógnitas como o furto e a destruição da documentação referente à arcada dentária de Ali, Tippy e um mapa de Cape May, cujas letras marcadas foram A e C. Ali e CeCe? Não sei, mas espero que as coisas continuem a esquentar em Pretty Little Liars.

Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3