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07/fev

Mais um episódio arrebatador desta série que consegue surpreender cada vez mais. Na semana passada, a vida em Nova Orleans ficou entregue a um clima histórico e bem morno, mas só foi para preparar o que viria logo em seguida: a firmação de que as bruxas querem dominar o Quarter e expurgar os vampiros. Papa Tunde serviu para explicar como as meninas da Colheita poderão ressuscitar, nesse caso, Davina. Tudo não passa da troca de uma vida pela outra, algo que Marcel se mostrou bastante empenhado em corrigir, enquanto Klaus, seu braço direito que mais parece o esquerdo, cuidou das burocracias da cidade e sentiu mais uma vez o gostinho de falhar por causa da própria arrogância.

 

A trama abriu com um belíssimo susto: Monique. Ela foi a primeira a ressuscitar e na hora senti que tinha algo de errado. Aquele ar de inocência não me convenceu, porque ela estava muito normal e quieta para quem passou uma bela temporada enterrada. Sophie bancou de ingênua e deu vida, ao lado da sobrinha, à fatia dramática do episódio. A menina que parecia impassível a tudo e a todos mostrou a que veio nos minutos finais e eu não quero acreditar que Sophie realmente morreu. Por intermédio de Monique, fica a dúvida sobre o caráter de Davina quando ela retornar do mundo dos mortos, pois acho que a bruxa ficará ao lado daquelas que a queriam morta. Sem contar que a protegida de Marcel pode não voltar tão poderosa quanto antes, pois ela não tem mais canalizado todos os poderes das outras sacrificadas na Colheita. Porém, Davina já mostrou que tem potencial para causar estrago e, sem dúvidas, ela será usada no momento final para honrar a etiqueta de arma secreta. Basta saber de que lado ela ficará assim que sair do túmulo.

 

Semana passada, tivemos a ação do Papa Tunde e agora foi a vez de Bastiana acompanhada de um rosto novo, Genevieve. Para infelicidade de geral, a bruxa mais velha ainda permaneceu viva e eu tive tanta certeza de que Marcel surgiria do nada e arrancaria o coração dela quando há o confronto diante de Cami e Kieran. A personagem deixou um ponto em aberto que também pode causar sérias dores de cabeça, pois ela enfeitiçou o padre da cidade e sabemos que o mesmo aconteceu com Sean, cujos resultados finais foram bem sanguinários. Agora, sem Klaus e sem Rebekah para dar uma luz, é esperar para a chacina começar.

 

Eu não dava nada para a Shannon que agora interpreta Celeste com muito potencial. A bruxa me deixou bem surpresa neste episódio com toda aquela capacidade de persuasão bastante convincente e adoro como ela consegue transmitir medo até mesmo para um Original. Nesse caso, Elijah, o sorteado para tomar decisões que jamais lhe passaram pela cabeça, a não ser quando é pressionado por alguém. Por mais que deteste Celeste por ter machucado meu Mikaelson favorito, a personagem mostrou o seu poder e o seu objetivo que é se vingar de Klaus, mas de maneira que haja uma quebra do lema Always and Forever. Ela foi muito esperta em jogar isso na cara de Elijah, pois, como disse na semana passada, essa lealdade dele é linda e ao mesmo tempo irritante, pois Klaus não merece tanto esforço assim. Elijah já deveria ter aprendido que o híbrido não tem cura, a não ser que ele se torne humano, mas é sonhar demais e acreditar em pôneis coloridos. A jogada emocional foi o chavão para agitar o vampiro, pois alguém precisava contestar essa lealdade que dura séculos apoiada em atrocidades. O tapa na cara não poderia ter vindo de ninguém melhor que Celeste.

 

Elijah foi o centro das atenções e ficou com um grande dilema nas mãos. O amor dele por Hayley começou a encrencá-lo e eu não sei se fico bem com isso. Tudo bem que foi lindinho ele dar prioridade ao que sente, optando salvar a loba antes de Rebekah, mas isso é uma questão de ser Original e achar que dá tempo para fazer de tudo. Por causa dele, os assuntos de família voltaram com força total neste episódio, o que trouxe novos pontos de vista para outros personagens que têm tudo para crescerem na trama, como Kieran e Cami, os humanos de uma família que tem como prioridade manter Nova Orleans em ordem e o sobrenatural no devido lugar. Porém, os assuntos familiares que chamaram a atenção foram os de Hayley, justamente por ser uma belíssima noite de Lua Cheia.

 

Ficamos por dentro dos Crescentes, onde duas linhagens de lobos se uniram contra a vampirada, mas sem sucesso. Hayley seria a líder atual ao lado de outro novo personagem, Jackson. Eu o achei muito fofo e já sou a favor do casal. Por mais que Elijah e Hayley sejam meio fofinhos, prefiro que a nova Bella Swan fique com alguém da mesma espécie. Nada mais Julie Plec que trazer um triângulo amoroso para a trama e eu já sinto que vou detestar esse drama todo. Enquanto esse assunto não ganha atenção, a hierarquia familiar de Andrea aka Hayley foi apresentada e a parte mais interessante – além do casamento arranjado – foi o papo da maldição dos Crescentes. Para reforçar esse caos, o background que aumenta o ódio de vampiros pode impulsionar os lobos para fora da floresta, e é bem provável que as bruxas ganhem novos aliados. Afinal, Marcel implantou um sistema que só favoreceu a espécie dele e agora ele começa a ruir. Com os lobos na briga, tudo fica mais interessante.

 

O que me deixou no auge do inconformismo foi Rebekah ter sido otária pela milésima vez. Cara, não tem como curar essa carência afetiva dela não? A vampira sempre é tão confiante quando está no ataque e baixa as defesas muito rápido quando recebe atenção do sexo oposto. A melhor pessoa que deveria ser vista como um exemplo para inspirá-la no quesito autocontrole é Elijah, mas parece que ela gosta de ser traída. Foi uma pena vê-la ser atacada por um monte de lobos, mas ela já fez tudo errado ao se envolver com uma pessoa que não é da espécie dela.

 

Está certo que um cara pelado na sua cozinha, gato de doer, é muito golpe baixo, mas Rebekah precisa de uma dose de sensatez, pois não é a primeira vez que ela se dá mal por causa de homem. Isso já ficou patético. A única coisa boa que o plot da Original trouxe foi o foco em Genevieve que, pelo visto, é uma das maiores dores de cabeça não só dela, como de Marcel. Eu fiquei ansiosa por um flashback para saber o que ambos fizeram para a bruxa querer vingança, pois me contorci de curiosidade para saber o que aconteceu. No aguardo!

 

Agora quem assumiu o trono foi Elijah que quer a família dele a todo custo de volta. A todo custo mesmo. Ele sempre é muito educado e paciente, até mesmo na hora de matar, mas Celeste o cutucou no ponto fraco e isso quer dizer que algumas cabeças rolarão. Não sei como a vampirada derrubará as bruxas, pois o cerco está fechado e elas estão cada vez mais fortes. Até então, o único meio para reverter a desvantagem é encontrar um meio de matar quem ocupa o lugar da Davina e, até isso ser descoberto, muito sangue será jorrado. O episódio em si mostrou as alianças futuras nessa guerra que agora sim foi decretada para valer e eu estou louca para ver o próximo passo de Celeste.

 

A série volta no dia 25/02.
Stefs
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