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02/fev

Este episódio de The Originals foi puro pepeô. Ao contrário da semana passada, não houve tantas reviravoltas, mas isso não quer dizer que o episódio não tenha sido ótimo. A trama ficou focada nos assuntos do passado, aquela boa e velha lição de casa sobre o que os Originais já passaram na vida, o que a tornou bem interessante. O novo recontar também serviu para firmar a nova storyline que gerará dores de cabeça em Nova Orleans graças ao fiasco da Colheita, cujo poder das 4 bruxas sacrificadas foram parar nas mãos de Sabine que agora assina como Celeste. Cada um desses novos personagens terá uma apresentação e esta semana começamos com o terrível e temido Papa Tunde, que trouxe um background bem horripilante e deu para entender perfeitamente o pânico de Klaus diante da magia negra dominando a cidade.

 

O episódio abriu com Celeste e os três companheiros de viagem que estão empenhados em iniciar uma guerra nada mágica em Nova Orleans. A história começou devagar, mas logo esquentou quando Papa Tunde ganhou o devido destaque, revelando o que faz e como se dava as relações com a família Mikaelson, em específico Klaus e Elijah. Ele chegou e dominou as bruxas, de maneira a responder por elas. O caso poderia muito bem se repetir, mas Papa Tunde teve uma missão um tanto quanto diferente que era canalizar poder para que Celeste partisse para o segundo round do seu plano. Além de ser uma perfeita ameaça para o Quarter, o personagem conseguiu aborrecer Klaus e Elijah em nome dos velhos tempos e sacudiu a organização que Marcel impôs com tanto afinco. Porém, quem teve que chorar muito para conseguir combater o inimigo foi Klaus, não só para manter o trono, mas porque se viu de novo no dilema de testar a lealdade da vampirada que o circunda.

 

Ultimamente, Klaus tem ficado muito de boa e o achei comedido neste episódio na hora de chamar a vampirada para um suposto embate. O híbrido aceitou a provocação de Papa Tunde, como sempre acontece, e se mostrou disposto a acabar com o problema. Porém, ele teve que aguentar as dúvidas de um grupo de vampiros que ainda dividem opiniões sobre o novo rei de NO. Sem contar que Klaus ficou enraivecido por causa do lado mimizento de Marcel. Elijah ajudou a abraçar a ameaça e, mais uma vez, os irmãos batem de frente com as questões de lealdade, como também o conflito ardiloso de amor e família. Klaus tomou as rédeas para controlar um problema que ele reconheceu não ser tão inédito assim, ao mesmo tempo em que seu domínio do Quarter era questionado.

 

Marcel ficou amargurado o episódio inteiro por causa da perda de Davina e ele não poderia ter tido companhia melhor para passar por esse perrengue. Isso me fez lembrar que Cami e ele tinham começado como um futuro casal, uma magia que se quebrou por causa da chegada de Klaus que a fez de isca para sabotar o reinado do pupilo. Gostei muito da interação entre eles, pois ajudou a mostrar de novo o quanto Marcel se importa com Davina e do quanto ele sempre visou destruir Klaus por meio do próprio Papa Tunde em uma confissão arrebatadora. O que ficou claro é que não é de hoje que ele tenta tirar o híbrido de cena. Claro que, nos primórdios, esse desejo foi impulsionado pelo amor que ele sentia (ou sente) por Rebekah e isso o fez tomar decisões que acarretaram na vinda de um bruxo muito poderoso a Nova Orleans. Isso realmente me deixou surpresa, pois é fácil imaginar que mestre e pupilo se davam bem pelo tipo de interação que tiveram no flashback. Porém, o ponto de atrito só poderia ser Rebekah, que reforçou o dilema eterno da família Mikaelson: amor versus família.

 

Nessa premissa, ainda tivemos Elijah que está perdidamente apaixonado por Hayley, mas que esconde o sentimento por saber que Klaus jamais apoiaria. Rebekah mostrou que realmente se incomoda com isso, pois não se conforma com a vontade do irmão em querer dar um pedaço do arco-íris para o híbrido, sendo que ele não respeita o livre arbítrio de ninguém. Ambos tiveram uma discussão interessante e, enquanto um acredita na felicidade do Klaus, o outro quer que ele se ferre bonitinho seja na mão de quem for. Eu gosto muito do Elijah, mas, às vezes, essa crença no lado bom do irmão malévolo chega a ser chato, pois Klaus não demonstra que quer ser diferente. Ele só quer a família, mas não promete que deixará de ser cruel. Isso acarreta na dificuldade de Elijah em se aproximar de Hayley e esse desejo de querer tocar e não poder tem tudo para se tornar insuportável ao ponto de causar uma explosão.

 

Para não dizer que Rebekah foi esquecida, lá estava ela sendo traída por homem de novo e quase sendo morta por ter sido usada por Papa Tunde.

 

O que tinha tudo para dar errado, terminou de um jeito chocante. Papa Tunde se mostrou mais esperto que Klaus e achei um máximo ele fazer o rapa no Jardim de Marcel para canalizar o poder em uma arma que agora está no poder de Celeste. Fiquei bem mais aliviada ao saber que Davina pode retornar, mas isso é uma questão de reverter uma magia barra pesada. Afinal, o poder das 4 bruxas da Colheita foram canalizadas para outras pessoas e, mesmo com a presença de Sophie, todos os reis e rainhas do Quarter precisarão combater um inimigo que ainda está no escuro, mas que já deu os primeiros indícios de guerra.

Stefs
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