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02/mar

The Originals retornou e honrou os motivos dos quais a série foi renovada antes mesmo do cronograma oficial da CW para o segundo semestre sair na íntegra. Este episódio mostrou do começo ao fim o poder dos Mikaelson e como eles fazem falta em The Vampire Diaries. Esta semana, o papo central foi a irmandade versus lealdade, e quem ganhou enfoque foi Rebekah e Klaus que possuem uma relação mais de ódio que de amor. Celeste se mostrou ainda muito empenhada em destruir o Always and Forever e as investidas bem baixas serviram para separar ainda mais os irmãos do híbrido que começam a fazer escolhas próprias que têm tudo para condenar a linhagem de vampiros Originais. Depois do hiatus excruciante, algumas respostas foram dadas em uma imitação digna de filme de terror.

 

Pelo visto, Sophie foi dessa para melhor, mas tenho minhas dúvidas. Tudo é possível em Nova Orleans e eu quero acreditar nisso, pois até que gostava da personagem mesmo ela sendo uma grande safada. Em poucos minutos de cena, Monique mostrou mais uma vez onde sua lealdade habita ao ponto de mentir sobre o ocorrido e aproveitar para infernizar Elijah um pouco mais. Graças a um pequeno feitiço, o vampiro se viu tatuado por nomes de mulheres das quais Celeste ocupou os corpos com o passar dos séculos e a missão foi resolver a charada para que Klaus e Rebekah fossem encontrados. Marcel foi um apoio até que interessante para Elijah, cujas interações foram bem ritmadas. Os dois tiveram uma ótima dinâmica, especialmente por se encontrarem no mesmo quadro de estarem apaixonados e não poderem seguir os desejos internos por causa das limitações mortais impostas por Klaus. Por isso, ambos trabalharam muito bem por terem um dilema parecido, o que ajudou a movimentação dos personagens ao longo da história para desvendar o enigma.

 

Assim como Elijah corria para salvar os irmãos movido pela culpa de ter escolhido Hayley ao invés deles, Rebekah gastou a sola dos sapatos ao fugir das garras de Genevieve, a personagem que eu estava louca para saber que tipo de relação tinha com a vampira. Por causa do delírio causado pelas mordidas dos lobisomens e de um pouquinho de mágica, o segredo que Marcel e Rebekah deixaram em aberto há alguns episódios foi revelado. Não fiquei tão chocada, pois ninguém é tão inédito ao pensar em formas de chutar Klaus. Por mais que goste do híbrido, ele não passa de um estorvo e até eu pensaria em mandá-lo passear. Contudo, o impacto da revelação para ele foi dolorosa demais por envolver Mikael, o pai que nunca escondeu o desgosto de tê-lo como filho.

 

Rebekah foi bem baixa por causa de um capricho. Graças a mais um maravilhoso flashback, foi revelado o que a vampira fez, como também como Genevieve e ela se conheceram. As supostas amigas enfermeiras só se aproximaram por causa de um interesse que custou a vida da bruxa. Claro que todas as decisões de Rebekah terminam em burradas que sempre dão errado, pois a vampira age e depois se arrepende com medo de Klaus. Por mais que ela tenha voltado atrás, Rebekah cutucou uma ferida bem delicada e não tiro o direito de Klaus ter ficado enraivecido. Por mais que ele mereça ser descartado na maior parte do tempo, a irmã pegou pesado, tudo por causa do amor que ainda parece muito fiel entre Marcel e ela.

 

Genevieve foi muito sádica e adorei a vingança para cima de Rebekah. Foi merecido. Fiquei até chocada quando ela denuncia no flashback a preferência por Klaus, sendo que eu jamais olharia para ele perante a elegância do Elijah. A bruxa conseguiu derrubar todas as defesas entre os Mikaelson que sobraram e Celeste conseguiu acarretar uma guerra interna que terminou mais uma vez com Klaus apunhalado. Sabe que achei bem feito? Todas as estacadas contra o híbrido ainda não são suficientes pelas incontáveis vezes que ele usou do mesmo método para empalar os irmãos. Karma’s a bitch!

 

Celeste mexeu no ponto delicado com grande sabedoria. Afinal, Klaus priva os irmãos de sentirem qualquer coisa que esteja além da família. Ele não aceita que Rebekah lhe dê menos amor, da mesma forma que Elijah. Ele não aceita que os irmãos distribuam amor a outras pessoas. Ele não aceita ser menos amado que qualquer um. Klaus é tão egoísta que não para para enxergar que todos os níveis de traição na família foram causados por ele. O híbrido sempre será visto como uma bagagem de mão dispensável. Celeste foi muito sacal ao elaborar o plano de destruir toda a familiaridade que já não existia entre os Mikaelson. Ela provocou um efeito em cadeia destruidor que custou Klaus novamente, pois Elijah e Rebekah vêm lutando a favor da própria felicidade, algo que o híbrido não entende.

 

Eu acho essa suposta falta de sentimentalismo de Klaus uma falha tremenda, pois, em tese, ele ama Caroline. Porém, parece que a vampira não existe, pois ele não consegue compreender os irmãos. Celeste merece um prêmio por ser uma vilã de primeira linha, mas me pergunto até quando essa vitória da bruxa continuará, pois os vampiros precisam se unir para trazer Davina de volta. Meu sonho é ver a pequena dando uns tapas em Monique.

 

De todas as bruxas listadas no corpo delícia do Elijah, quem se destacou foi Brynn Deveraux,  corpo que Celeste ocupou e que foi responsável em lançar a maldição sobre os Crescentes. Posso usar da minha criatividade para a aparição de uma nova bruxa?

 

Será que depois de tudo isso Elijah para de fazer cold shoulder para a Hayley e dá uma bitoca nela?

Stefs
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