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30/mar

Este episódio conseguiu provocar a divisão dos meus sentimentos entre o amor e o desprezo. Amor porque não sou obrigada a esconder minha admiração pelo Paul e pelo novo doppelganger Tom – mesmo o assunto já tendo dado tudo o que tinha que dar. Desprezo pela inutilidade de assistir Damon e Elena envolvidos em uma milésima DR que mostrou apenas o quanto ambos se centralizam em um universo alternativo e o quanto se esquecem de que coisas mais importantes acontecem ao redor deles. Imaginei que o episódio seria muito pior, mas fico aliviada em chegar aqui e dizer que gostei apenas do mistério que envolve os Viajantes. Estou na expectativa sobre os afazeres de Markos, o tal vilão da temporada que já marcou presença. Espero de bom coração que ele faça algo de útil na série.

 

O que eu disse sobre Stefan ser totalmente esquecido lá no acampamento dos Viajantes? Dito e feito! Ninguém mencionou o personagem, bem como Caroline que nem fez parte dos pensamentos de Elena e Cia.. Acho épico a Santa Gilbert ter ficado toda boladinha porque ninguém notou que era Katherine no corpinho dela, sendo que ela não faz por onde, né? Para ser bem sincera, acho que todos os personagens migraram para o mesmo universo alternativo criado por Damon e Elena, mas em bolhas diferentes. Ninguém tem mais a mesma sintonia das temporadas passadas. Todos se tornaram figuras individuais e o trabalho quando é feito em conjunto parece muito frio. Praticamente, cada um cuida do seu quadrado. Podem ver que a maioria das coisas são resolvidas em segredo ou, no máximo, com um aviso em poucas palavras. Os únicos que tentam quebrar isso é Stefan e Caroline, e não tem como negar que ambos tornam esta temporada mais assistível. Dou até alguns créditos ao Enzo que tem se destacado muito para quem só tinha o papel de ser o gatilho para Damon agir feito um doido.

 

Stefan permaneceu preso ao acampamento dos Viajantes no posto de GPS para encontrar a nova cópia, o paramédico Tom, que tinha sumido do mapa por 4 meses. O doppelganger deu um pouco de trabalho antes de bater as botas e abriu uma lacuna extremamente importante sobre os objetivos de Liv e Luke. Tom não lembrava em nada Silas ou Stefan. Ele era humano e detentor do sangue que o condenou. Enzo e Caroline continuaram com a missão de matá-lo e deu uma dó quando isso aconteceu. Quem é que quebra o pescoço de alguém que estava feliz por estar com a barriga cheia? J-Law se casaria com ele, certeza! Ambos teriam um mundo só de waffles. Piadas a parte, espero que Markos valha a pena, pois acho ofensivo destruir uma coleção de cópias com a cara do Paul. Tom foi sacrificado para dar cabo a um plano maior – e que espero que tenha significância, pois duvido piamente da capacidade de TVD apresentar um season finale que me faça querer bater a cabeça inúmeras vezes na parede à espera da nova temporada.

 

Enzo se revelou uma caixinha de surpresas. A parceria inusitada com Caroline resultou também em grandes revelações. O interesse amoroso do personagem foi confirmado para esta temporada e, para minha paz, ela foi inserida na trama com uma explicação plausível. Além de ter sido a responsável em assistir o comportamento em cativeiro dos experimentos da Augustine, Maggie é a barganha acordada entre Enzo e os Viajantes. Além de revelar uma parte do seu passado, foi muito legal vê-lo todo paciente com Caroline na tentativa de aflorar os instintos assassinos dela. Ele foi bem compreensivo por entender o motivo que faz uma pessoa sabotar um plano por alguém que vale a pena. Isso me deixou jogada no chão! Nunca imaginei que Enzo fosse um amorzinho apesar dos pesares e o personagem tem sido um grande destaque por quebrar essa coisa de ser letal o tempo inteiro, o oposto do que acontece com Damon. Basta relembrar tudo o que ele fez pelo BFF de cela durante a crise do vírus ripper. Gostaria que Enzo fizesse parte da próxima temporada, mas imagino que ele morrerá.

 

Liv e Luke tiveram parte do plot deles esclarecido, o que foi excelente, pois este não é momento para enrolação. Os irmãos anunciaram o que parece ser uma treta gigantesca entre bruxas e Viajantes, o que me faz idealizar algo estrondoso para os próximos episódios. Os dois personagens fecharam o cerco em torno de Jeremy e de Bonnie para garantir o plano A que falhou assim que Hazel e Tom morreram. Fiquei bem satisfeita com as curtas informações sobre os Viajantes e os objetivos de tomar Mystic Falls, o que deixou lacunas sem resposta para se pensar. Mesmo com as explicações de Liv, o que também ficou em aberto foi o suposto perigo que Elena emana ao ponto dela ser protegida pelo coven da bruxa para não ser capturada pelos Viajantes. O mesmo aconteceu com Tom, o que me leva a crer que todas as cópias tiveram um segurança particular. Mas por quê? Ainda penso que a Santa Gilbert é traveler e espero que esse interesse nela seja por algo plausível. No mais, a incógnita maior ficou nas mãos de Jeremy que, pelo visto, terá um papel importante por ser caçador. Amém!

 

Por falar no pequeno Gilbert, alguém me segura que eu quero encher esse menino de beijo. Ele acabou com a raça da Elena e eu achei isso extremamente digno. Nada como levar uma rasteira daquele que se menos espera, né? Jeremy foi assertivo ao dizer que todas as falhas dele na escola provêm do ambiente do qual se encontra. Aplausos! Confesso que não sou fã do personagem, mas ele me deixou de queixo caído neste episódio. Eu não esperava que um dia ele fosse dar a louca, pois, desde que superou Vicki, Jeremy diz amém para tudo que Elena faz. Se eu fosse irmã dela, jamais aceitaria viver no mesmo teto de um cara que me matou e tentou me matar incontáveis vezes. Eu só acho que o personagem deveria ter ido morar com Matt desde o início da temporada, mas, às vezes, os escritores da série sabem o que fazem. Se Jeremy tivesse se mudado antes, Elena não teria tomado um soco no estômago. Bravo!

 

O discurso de Jeremy me fez pensar em muitas coisas. Por mais petulante e intrometido que ele possa ser, às vezes, há sensatez na cabeça dele. O personagem não faz parte do drama do triângulo amoroso, o que lhe dá mais direito de falar o que quiser sobre o assunto. A pequena discussão entre irmãos fez Elena colocar a mão na consciência. Infelizmente, meio tarde. Não tiro uma vírgula ou ponto final do que Jeremy disse. O ridículo foi a Santa Gilbert rebater ao cobrar confiança e responsabilidade da parte do irmão. Foi pedir para se jogar no chão de tanto rir, né? Elena virou motivo de chacota ao indagar Jeremy sobre algo que ela nunca se preocupou em oferecer desde que engatou um romance com Damon. Assim, comprovou-se mais uma vez que ela precisa de alguém para culpar para contornar os próprios erros. Contudo, achei bem milagroso a vampira reconhecer que a vida de Jeremy ruiu por causa dela. Resta saber se Elena realmente pensará sobre o assunto sendo detentora de um caráter bastante duvidoso, ainda mais com um Damon relutante em lhe dar espaço.

 

Sobre o caos na vida da Elena

 

Eu só sei que a vida instável da Elena se apresentou muito tarde, mas em um momento bastante propício. O engraçado é vê-la cobrar muito e fazer de menos. Jeremy deu as costas e foi embora, uma quebra de relacionamento que a personagem jamais esperou. O ponto de realidade dela era o irmão e ela foi puxada a força para encarar dramas dos quais imaginou que jamais seriam reais enquanto vivesse sem compromissos. Independente de Elena estar com Damon ou Stefan, ela cometeu a maior burrada da vida dela: se esqueceu da família. A protagonista da série se esqueceu das próprias raízes (leiam essa frase em câmera lenta e sintam o peso). Como levá-la a sério sendo que esse detalhe sempre foi pontuado como essencial na vida dela? Agora, o resultado da irresponsabilidade zerou a credibilidade que ela já não tinha. Como lidar? Elena pode tomar a decisão mais heroica daqui para frente, mas, ao menos para mim, qualquer amostra de que ela ainda vale a pena não me convence mais.

 

A Santa Gilbert sabotou o irmão. Talvez, sem querer, mas ela como única responsável maior de idade deveria ter se comportado diferente. Elena anulou a sua origem por talvez achar que ser vampira a faria imune de muitas coisas, especialmente de tomar conta de Jeremy. Realmente quando alguém se apaixona é bem provável que outras se machuquem no processo, mas, no caso de Elena, eu chamo isso de desleixo. Eu fiquei muito feliz em vê-la amargurar os resultados do romance com Damon, pois ela sempre conciliou a vida humana e sobrenatural, e acho que não seria tão complicado balancear o romance com o Salvatore e a única pessoa que representa a sua família. Elena preferiu ficar no universo paralelo ao lado de Damon e não fez questão de olhar para os lados enquanto o mundo de muitas pessoas ia abaixo. Ela não notou Bonnie e só sentiu falta de Stefan por causa dos pesadelos. Chego à conclusão que, além do amor por/do Damon, ela encontrou uma perfeita válvula de escape no atual ex-namorado.

 

O que me choca com a situação atual de Elena é a impressão de que ela funciona a base de botões. Ao olhar para ela, é fácil se perguntar como é possível viver desse jeito. Vamos trazer uma situação dela para a vida real: a personagem sempre apresentou uma imunidade contestadora com relação às mortes das pessoas que dividiram o mesmo teto com ela. Isso é lastimável. É como se a personagem não sentisse absolutamente nada. Daí é fácil dizer que ela queria ser forte para o Jeremy, mas eu só me lembro das lágrimas dela nos velórios. É como se Alaric e Jenna não tivessem existido, sabem? Como se ela tivesse bloqueado essa parte e acho um erro tremendo dos escritores da série, pois eles simplesmente apagaram essa parte da vida dela. Parece até que virar vampiro é sinônimo de lavagem cerebral. Parece que Elena sempre quis ser desse jeito, sendo que um dos maiores sonhos dela era ter uma família.

 

O passado é a única forma de fazer Elena voltar a ser altruísta. Não quero que ela seja como antes, pois não tem como. A personagem evoluiu do jeito que nem todo mundo esperava, mas fazer o quê? Contudo, considero essa ausência de não sentir a perda dos outros uma das maiores falhas de caracterização da personagem. Não quero que Elena seja uma depressiva que chora toda hora, pois nem cabe no tempo da série. Contudo, ela se sentir mal é um meio de mostrar humanidade. Que ela não se esqueceu de todas as pessoas que a amaram e que se sacrificaram para mantê-la viva. Isso não é viver do passado, mas ter um meio de se reencontrar, algo que ela precisa com urgência. Ela não é um robô. Porém é como se ela fosse uma gênia em pular as fases do luto para ir direto para a superação. Não é assim. Dessa forma, Damon caiu como uma luva também para que a personagem tivesse um meio de contornar as verdades e empurrá-las para debaixo do tapete. E é isso o que ela tem feito ultimamente.

 

Daí pergunto: será que o fato dela ter pulado tantas fases do luto não a trouxe para o que ela é agora? Uma garota vazia que está claro que não se ama?

 

Eu não coloco a culpa totalmente no Damon. Ele é uma péssima influencia, eu sei, mas há o livre arbítrio. Isso quer dizer que Elena foi responsável por todas as escolhas dela. Se Jeremy estava incluso em um péssimo lifestyle, foi por causa dela. Como disse a conselheira escolar, o lar é a base de tudo. Para não dizer que estou sendo muito ruim, coloco Klaus como exemplo mais próximo para que entendam onde quero chegar. Ele é cruel sim. Isso faz parte da essência do personagem. Contudo, se é uma coisa que o faz sair do sério é quando alguém se atreve a cutucar a família dele. Sem contar que ele pode detestar os irmãos em dado momento, mas nunca abaixa a guarda. Era obrigação da Elena cuidar de Jeremy, mas ela abdicou da antiga versão de si mesma por Damon. Ela não quer ser mais a garota da ponte? Ótimo, mas ela se anulou a troco de quê? O erro dela já começou ao colocar Jeremy aos cuidados de Damon, um tremendo irresponsável. O irmão teve toda a razão de humilhar não só ela como o Salvatore, pois nenhum dos dois se preocupou em perguntar se ele estava bem, a não ser Bonnie. Ele sambou e agora ocupa um lugar no meu altar ao lado de Tyler por só dizer verdades. Nada mais justo que Elena comece a colher as consequências do jeito mais amargo.

 

Para piorar, Damon tinha que ser babaca? Só dou o mínimo de crédito a ele por ter testado o súbito senso de compromisso de Elena com Jeremy. Porém, ele tornou a situação em um dilema sexual. Se a ideia era ser engraçado, sinto dizer que não foi, mas é o Damon. Não é um comportamento inédito da parte dele. Este pedaço do episódio apenas provou que Elena estava mais interessada na cama do namorado. Para que pensar em Jeremy sendo que há um vampiro gato dando mole, né? Todo caso, eu não sei qual foi o pior momento de Damon neste episódio. O vampiro foi babaca ao dizer que Stefan estava em um ~projeto~ com Caroline, nem se habilitou em ligar, porque enchia a cara para lamuriar do segundo toco de Elena. O vampiro foi babaca em desvirtuar Elena do interesse por Jeremy com joguinhos sexuais (tudo bem que ela quase se deixou levar). O vampiro foi babaca em afirmar para a ex-namorada que ela não tem direito de dizer nada sobre o fato dele torturar Liv, pois ambos não são mais um casal. Pior ainda foi Elena não ter dado um soco na cara dele já que estava tão inconformada com o que ele fazia contra a bruxa.

 

Esqueci mais algum momento de ouro do Damon?

 

Pergunto: qual é a dificuldade de melhorar um personagem, especialmente quando ele sabe que está prestes a perder um amor? Eu fiquei meio baqueada com todas as atitudes dele ao longo deste episódio. Geralmente isso não acontece porque se trata do Damon. Definitivamente, o vampiro não sabe de nada. Eu nem sei como ele tem tanta certeza que ama Elena, pois eu acreditava mais nele na terceira temporada. Juro que amava o personagem da mesma forma que amo o Klaus, mas não está dando mais. Está impossível aguentar o Damon desse jeito. Enquanto Elena queria se acertar, ele só pensava em levá-la para a cama. É sexy e tudo mais, mas não para aquele momento. Cadê a maturidade? Ele só enxergou que o dilema era coisa séria quando Jeremy foi embora. Como disse semana passada, Damon só quer ter. O tenso é que Elena também. Conclusão: ambos egocêntricos. Já podem casar!

 

Elena e Damon ainda não encontraram um balanço no relacionamento. Ela decidiu terminar com Damon para corrigir as próprias falhas impulsionada pelo wake up call de Jeremy. Se o irmão não tivesse feito isso, ela teria ficado com o Salvatore de novo. O relacionamento dos dois apenas frisou a ausência de responsabilidade e de compromisso. Se é o final, imagino que não, pois eles podem aprender algumas coisas por causa do suposto distanciamento. Essa pausa pode ser ótima para que o casal coloque a mente no lugar. Quem sabe, possa trazer uma melhora em Damon. Nem sei por que ainda acredito nisso, sério, mas espero que o Salvatore se torne um homem/vampiro de verdade e pare de tratar todo mundo como algo reciclável. Que ele possa ver a vida além de Elena. Desejo o mesmo para ela, especialmente por ter ganhado um momento ideal para refletir.

 

PS: ninguém contou para Elena que Damon tentou matar Jeremy de novo, né? Sinto que essa pode ser a cartada final se o objetivo é acabar com Delena nesta temporada. Será uma sacanagem tremenda esse detalhe ser esquecido.

 

Steroline: namoro ou amizade?

 

A polêmica do episódio ficou por conta de Caroline. Ela gosta ou não gosta de Stefan de um jeito amoroso? Por mais que ela tenha caído no meu conceito ao ser jogada nos braços de Klaus por causa de fan service, fico um pouco aliviada ao vê-la em seu juízo normal, toda tagarela, emocional e protetora. O que admira é a lealdade dela por Stefan, um sentimento que o Salvatore precisa mais do que nunca, já que ninguém parece se importar com ele. O que encucou foi essa súbita aproximação da personagem, algo que ainda vejo como uma amizade. Digo isso porque a vampira é extremamente carente e, neste episódio, ela se sentia uma completa inútil por não ter matado Tom para cumprir o que acordou com Sloan em troca do cérebro intacto do melhor amigo. Até aí, tudo normal, mas quando a cena em que ambos aparecem abraçados de conchinha, alteei a sobrancelha de estranheza.

 

Eu achei que fosse reagir mal com qualquer insinuação que pudesse indicar que Caroline e Stefan poderiam embarcar em um relacionamento. Porém, eu fiquei até aliviada com essa ideia. Eu não aprovo o shipper, pois a amizade deles é ouro, mas Stefan está solitário e Caroline sempre foi carente. O Salvatore tem recuperado o brilho na companhia da nova BFF e vice-versa. Os dois possuem aquele tipo de amizade que não precisa dizer muito, pois eles sabem o que o outro pensa. Não tem como negar que as cenas Steroline têm sido as melhores da temporada e o que aconteceu neste episódio provavelmente ocupou o posto mais alto do pódio de melhores cenas entre aqueles que os vê como casal. Até eu os colocaria lá se os visse dessa forma. Eu não consegui superar a maneira desesperada em que Caroline chora no telefone para ajudar Stefan, até Enzo notou que havia algo de errado nessa preocupação em demasia. Pode ser impressão, pois amigos também surtam para ajudar uns aos outros. Vale lembrar que a personagem sempre foi uma ótima drama queen também.

 

Steroline pode soar como o novo encaixe perfeito da série. Ambos têm um equilíbrio e isso é importante para qualquer relacionamento. Depois de tudo que Stefan passou, eu não imaginaria uma melhor pessoa para ele ficar. Por mais que eu seja contra por se tratar de uma investida que pode anular toda a graça da amizade deles, eu não serei mentirosa em dizer que Caroline é a melhor pessoa para segurar a mão de Stefan. Como não vejo nada que remende Elena ou um interesse digno para o Salvatore, por que não Caroline?

 

Comentário à parte: desde o começo desta temporada, afirmei que seria o Paul quem levaria esta temporada nas costas e é exatamente isso que tem acontecido. Não digo isso por causa das cópias, mas porque Stefan, sozinho, tem conduzido a história e tem rendido as melhores tramas. Ao olhar para trás, a trajetória do Salvatore foi cheia de altos e baixos que serviram para ele mudar. Por que o mesmo não é feito com Damon? Para lacrar o episódio, Bonnie só serviu para soltar gritinhos ao ser abraçada por um bando de Viajantes que deram forma ao Markos. Acho que agora há uma desculpa para tentar fazer com que ela volte a ser bruxa, pois, a mistura do sangue de Stefan e Elena mostrou ser capaz de trazer pessoas que os Viajantes desejam do outro lado. Se essa for a ideia para Bonnie ter ficado com o posto de âncora, trabalhos precisarão ser feitos para corrigir isso.

 

Vamos refletir:

 

Eu acho que isso é uma falha, mas vamos dizer que Katherine não tenha sido descoberta. Isso só aconteceu por causa da trama final da temporada e, pensando nisso, como saberiam que Elena seria a última cópia sendo que tinha uma parasita dentro dela? Nadia jamais abriria a boca, então…

 

Somatória das cópias

 

2000 mil anos a partir de Silas dá mais uma cópia para Stefan, não? Na linhagem de Elena temos Amara, Tatia e Katherine. Stefan tem Silas e Tom. Cadê o outro? De onde vem essa certeza dos Viajantes de que Elena e Stefan são os últimos? Só acho que a trama do Markos já começou fácil demais. Sem contar que senti uma discordância, pois parecia que Tom era o último por ser humano, assim como Elena. Então:

 

Resultado da expressão numérica (sem considerar a transformação deles):

 

Silas e Amara – o bruxo e a âncora;

 

Fulano e Tatia – os excluídos. Ela tem relação com a maldição dos híbridos;

 

Katherine e Stefan – os vampiros;

 

Elena e Tom – os humanos.

 

Em tese, Stefan e Elena não eram para se apaixonar, mas o universo quis. Afinal, desde que esse assunto surgiu, Stefan é a cópia que remete à Katherine. Ao menos para mim é.

 

Pausa dramática: imagina que louco se Tom e Elena fossem destinados. Velho, na boa, senti até arrepio. Sloan deixou bem claro que deveria matar Stefan ou essa cópia, mas quem garante que o Salvatore é realmente o último?

 

Elena é a última, mas tem algo mal contado na linhagem de doppels do Stefan. Ou eu comi bola? Socorro!

 

Agora, resta saber o que os travelers querem em Mystic Falls. Desculpem a resenha enorme, mas me empolguei demais.

 

A série retorna no dia 17 de abril com o episódio dirigido por Paul Wesley – informação útil.

Stefs
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