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23/abr

Eu ainda estou muito, mas muito baqueada com este episódio de The Tomorrow People. Ainda estou em processo de superação por causa do John e da Hillary que simplesmente destruíram meu pobre coração. O que dói um pouco mais é saber que a audiência desta semana foi uma porcaria, algo de se lamentar, pois acreditei piamente que seria um sucesso por causa da presença da Leven e da aproximação do season finale. Conforme a série chega perto do fim, o cancelamento se torna um ponto de encontro inevitável. Faltam dois episódios para a temporada terminar e o que rolou esta semana foi de fazer qualquer um chorar. Tudo foi emocional demais, com uma carga familiar forte. Foi impossível não se revoltar junto com John que estava com os sentimentos à flor da pele e não se admirar com a decisão de Hillary. Foi um episódio desesperador e, acima de tudo, uma ode ao que aconteceu no piloto da série.

 

Roger e a poker face

 

Roger

O reencontro da família Jameson foi o ponto-chave do episódio. Roger acordou não só para trazer um pouco de felicidade e esperança, como também para causar dores de cabeça e uma divisão entre os paranormais do covil. As atenções estavam totalmente focadas nele e minhas dúvidas com relação ao caráter do personagem só aumentaram pelos seguintes motivos:

 

1: Roger acordou como o Super-Homem, inabalável. O pior disso tudo foi a galera dizendo amém como se ele fosse Jesus Cristo. Ele tem uma carga nos ombros que até então não foi revelada por completo, mas o papel principal dele desde o início da série é de ser o salvador dos seres do amanhã. Ao longo do episódio, Roger não mencionou uma única vez sobre o plano para combater os Ultra, a fim de prolongar a trégua. Ele só queria saber – de novo – do Fundador e da máquina. Ele não pareceu se importar com a situação underground e isso me fez torcer o nariz.

 

2: Eu esperava mais atitude da parte dele na hora de falar com John. Só desculpas? Isso não me tranquiliza. O tratamento cordial com Jed também foi de suspeitar. Para quem se ferrou, Roger estava bom demais para ser verdade. Vale lembrar que ele estreou neste episódio e nunca o vimos em ação, então, não dá para dizer que o tal salvador é 100% confiável mesmo com as coisas relevantes que ele causou no episódio.

 

Eu tinha esperança de que Roger seria sensacional. Ainda é cedo para esperar algo maior dele e devo dizer que neste episódio o personagem mostrou um fôlego e uma iniciativa muito importantes que tornaram as cenas de ação arrebatadoras. Porém, ele foi responsável em criar atrito de interesses entre a família verdadeira e a família do covil. A relação dele com os dois lados sempre foi marcada pela ausência e não sei como simplesmente abraçaram o retorno dele. Tem gente que nem sabia quem era ele, please. O que também me encucou foi o fato dele saltar tão saudável da maca disposto a entrar em campo de batalha, especialmente ao saber que o Fundador ainda está vivo e que a máquina ainda existia, o que levanta a incógnita de que Roger tentou matá-lo no final das contas. O pai de Stephen não é a Claire Bennet, oras. Ele não é capaz de se regenerar. Sei que ele é o poderoso dos paranormais, mas não sabia que isso lhe dava o direito de se recuperar tão facilmente depois de tanto tempo de molho.

 

Roger

Claro que o saudosismo aconteceria, pois Roger foi o evento do episódio. Contudo, tivemos Luca para dar um surto básico, um dos poucos sensatos da história. Mesmo com toda a expectativa de revê-lo, Roger não conseguiu me convencer da sua bondade, pois a ideia de que ele não fez nada pelas duas famílias ganhou mais força. Sem contar que não confio em pessoas cheias dos sorrisos e das desculpas, algo que o personagem jogou para cima de Marla e de John. O comportamento passivo dele manteve meu pé atrás. Sim, fiquei feliz pelo retorno, pois espero que o personagem atenda minhas expectativas – como todos esperam. O impasse fica por conta do fato dele ser a chave para o plot conclusivo de TTP. Se ele é uma ameaça? Não duvidaria se fosse, pois Roger mostrou simpatia pelas ideias do Fundador no flashback do 1×17. O bote sempre vem daquele que se menos suspeita e não ficaria nem um pouco abalada se Roger fosse o traidor da coisa toda.

 

Inclusive, preciso mencionar meu atrito cerebral ao dizer que, do nada, ele ressuscita muito feliz e agradecido, sendo que no limbo ele parecia extremamente relutante e tentou evitar que Stephen o trouxesse de volta “por não estar pronto”. Fiquei maluca ou isso de fato aconteceu? Poderia ser uma proteção para o Fundador não capturá-lo? Poderia. Poderia ser por causa da ferida no peito? Poderia. Poderiam ser muitas coisas, o que nos deixa com muitas suposições. Só sei que a poker face com relação a tudo e a todos estava ótima, mas que deu raivinha, deu sim.

 

Vale fazer um adendo para o casal Jameson. Aprovo e muito famílias “estruturadas” e completas. Em meio a tantos personagens órfãos, Stephen tem ouro. Porém, ainda acho que um deles morre ou some. Está tudo muito perfeitinho.

 

Roger em: causando no covil

 

Natalie

O covil ficou bastante agitado com o retorno de Roger e quem foi a voz do babado e da confusão foi Natalie. Depois de causar em Percy Jackson – O Mar de Monstros e em Jogos Vorazes, Leven mostrou mais uma vez aptidão para dar vida a personagens que de dóceis não têm nada. Ela foi a voz dos paranormais que queriam curtir a trégua e rir da cara do perigo, como também fez parte do grupo de Luca em não aceitar tão bem o retorno súbito e passivo de Roger. Não tiro a razão de Natalie em ter pirado com a falta de satisfação do tal salvador. Essa era a primeira coisa que qualquer um deveria ter feito. O que tornou tudo mais preocupante para os paranormais é que todos foram contaminados pelo tal soro que darão a eles o suposto ticket para o Refúgio. Isso me faz imaginar que o Fundador (se ele estiver vivo, claro) só precisa apertar um botão para torná-los obedientes como aconteceu com o mágico. Essa tática é a versão moderna de Imperius, minha gente, e posso imaginar perfeitamente os seres do amanhã caminhando como zumbis em direção ao precipício que, na verdade, tem cheiro de aniquilação em massa.

 

Natalie ainda chamou a atenção por ter sido a primeira a dizer com orgulho e convicção de que não se importa nem um pouco com os humanos. Ela não está tão errada assim, pois eles querem anular a espécie dela. O posicionamento da personagem combate os pensamentos de Jedikiah que nunca escondeu o recalque dos seres do amanhã. Alguém precisava alimentar essa guerra a lá Magneto. Adorei a atitude. Ao menos, houve alguém para não dizer amém a tudo.

 

Cara

Cara me fez rir, algo que tem acontecido com muita frequência ultimamente. De líder, a personagem virou comediante, com todo perdão pela colocação. Ela achou mesmo que tem tanta moral para manter um paranormal como Roger embaixo do domínio ditador dela? Sério mesmo que ela acreditou nessa fantasia? Confesso que foi bacana vê-la pontuar quem manda na casa e pedir um pouco de respeito por parte do tal salvador que não relutou em tentar passar por cima dela. Respeito é tudo nessa vida e Cara fez certo em cobrar isso. A paranormal não tem tido tanta participação influente na trama, o que é bom, pois ela só empaca as coisas, mas o comportamento dela neste episódio apenas confirmou o que digo: Cara não dá oportunidade para ninguém esboçar o que quer assim que chega ao covil. Quem eu esperava que fosse reivindicar a estadia do pai de Stephen era John, mas nem isso ele se atreveu a fazer. Roger tinha direito de passar um tempo com a família e Cara não tinha porque impedir. A prioridade era manter o salvador embaixo do braço, mas ela não se atém de que há pessoas no covil que abdicaram algo por causa do que são. Essa síndrome forever alone da Cara impede que os outros respirem. Ela precisa de terapia.

 

Falando em piada, se a série for renovada, espero que Russell tenha uma storyline mais interessante. Ele é engraçado, dá um pouco de cor a cada episódio, mas não dá mais para centralizá-lo como o bobo do covil. Quando ele não apanha, ele é sequestrado, e quando não é sequestrado é humilhado, e quando não é humilhado ganha posição de babá. Ele precisa ser valorizado, ainda mais pela atitude tomada quando os paranormais foram tomar a injeção. Russell nunca amadurecerá se for tirado toda vez de uma missão importante.

 

Devo dizer que Stephen brilhou muito neste episódio graças ao merecido destaque na companhia do pai. Sempre bato na tecla de que o personagem precisava de uma oportunidade valiosa na trama e isso tem acontecido desde a semana passada. Demorou, mas Stephen começa a agir sem a necessidade de se preocupar com a responsabilidade de ser duplo agente. Adorei vê-lo guiado pela raiva e pela sede de aniquilar o Fundador com direito a chutes like a boss nas cenas de ação. O paranormal agiu sem amarras, o que foi excelente. Ele precisava se movimentar, especialmente longe da lupa de Cara. Só espero que ele não sofra mais nenhuma decepção, pois as coisas já estão tristes demais.

 

John da depressão e Hillary Hermione Bombarda

 

John

John sempre será a parte mais delicada de TTP. Como disse, não tiro a razão dele em ter surtado com relação ao Roger, pois o homem que sempre acreditou ser o salvador simplesmente lhe deu duas palmadinhas no ombro e um pedido de desculpas. Algo frio e distante. Quando os dois partem para a porrada, foi fácil imaginar que John buscava sua absolvição, mas o que ele ganhou foram mais motivos para se aborrecer. O lado depressivo do personagem pode incomodar muita gente, mas é preciso, por um momento, usar os sapatos dele. John é o que mais sofreu e continua a sofrer na trama. Ele tem um plugin que sempre o leva para missões suicidas. Às vezes, dá até para sentir que ele não quer mais existir por ter repulsa de quem se tornou.

 

Negativismos à parte, John voltou à ação e isso foi ótimo. A risada histérica dele para o Fundador foi sensacional. Sem dúvidas, ele fica melhor em campo e longe da Cara, não tem jeito. Nem preciso dizer que chorei com a linda da Charlie toda preocupadinha com os acontecimentos no covil. Quando ela o chama de herói fiquei em posição fetal. Não adianta lutar contra o óbvio: John é o detentor da palavra final e o real líder. O personagem ganha muita vantagem por ter um caráter humanizado, sendo que ele tinha tudo para ser um Killian ou um Logan da vida. John optou ser bom, especialmente pelo que foi obrigado a fazer por Roger e pelo que viu quando tentou fomentar alicerces fora do ambiente Ultra – o jornaleiro, por exemplo.

 

Se John fosse meu amigo, ele me tiraria do sério por causa do instinto suicida e da paternidade extrema que o faz assumir a responsabilidade por todos do covil. Esse foi o jeito que ele encontrou para compensar não só as pessoas ao redor dele, como a si mesmo. As reações dele na cadeira de tortura do Fundador apenas provaram isso. John não abandonou a lealdade que tem por Roger, nem mesmo sob a possibilidade de perder os poderes (eu deveria ter decorado a cor dos soros, mas acho que John ainda é paranormal por conta da atitude final do Fundador). Mal pude aguentar quando ele é torturado. Agora, a turma terá que se mover para resgatá-lo. No aguardo de mais drama.

 

Hillary

Quem também viu o dia escurecer mais rápido foi Hillary. Com certeza a personagem fará muita falta – se a série for renovada. Era óbvio que ela voltaria atrás com relação aos planos do Fundador, mas não esperava que a agente fosse tão longe. Literalmente, Hill bombou o episódio e tocou fundo na ferida ao dizer que realmente amava Stephen. Por que tanta injustiça, né? Ela poderia ter contado a tramoia antes e garantir sua segurança no covil, mas Hill é uma mulher de personalidade, daquelas que se é para fazer algo, é para fazer direito. A decisão dela foi justamente com base no desejo principal de ser uma heroína, algo que ela concretizou no final das contas. Durante a carreira como agente Ultra, a personagem viu todas as suas aspirações arruinadas por causa da política distorcida de Jedikiah e depois do Fundador. Ela apresentou uma compostura sensacional. Nem preciso dizer que as interações com Astrid foram incríveis também e morri quando ela chora na frente dela. Hill chocou com a cartada final. Até agora, o melhor plot twist de TTP na minha opinião.

 

The Machine

 

Vídeo da máquina

A máquina voltou a ser pauta e o excesso de informações sobre ela só me deixaram mais confusa. Quando Stephen vê o que aconteceu quando subiu pela primeira vez nela, pensei na transferência de poder, mas, conforme a trama seguiu, a situação se tornou bem contraditória. O Fundador meio que provou que seu maior interesse é “destruir” a humanidade e apontou para Hill que ele tem planos de garantir um futuro brilhante para a espécie na desculpite de que a protegerá dela mesma. Sinto cheiro de uma reunião de cobaias para fazer um monte de experimentos isso sim. Não vamos nos esquecer do papo de militarização feat. Projeto Anexo. O soro (rastreador) provou que um paranormal fica passivo, um prato cheio para criar máquinas para um genocídio. Quanto à transferência de poder, o nó se tornou maior, pois a ideia é o paranormal morrer, mas quem termina mal são os humanos. Alguém me ajuda?

 

Fundador

Tudo bem que nada do que comentei acima foi confirmado com uma convicção para fazer qualquer um tremer na base, pois ficamos com a ideia de que a máquina serve para expurgar a humanidade. De uma maneira ou de outra, não paro de pensar que Jed e o Fundador são BFF nessa história toda com apenas um ponto de atrito: Roger. Os dois têm envolvimento com os Ultra e se deram bem – supostamente – na parceria. Deve ter havido algum trato para que a “união” durasse por tanto tempo. Jed e Bathory devem compartilhar um segredo maior, mas se dividiram pelo que desejam: um não escondeu o asco pela humanidade e o outro sempre quis ser paranormal nem que tivesse que matar todos os seres do amanhã (vale até frisar que Jed falou ao Roger que gostava de ser o irmão poderoso e que ele exigiu ao Fundador a transferência de poder. Oops!). Só acho que há uma dupla venenosa nesse plot. Duas cabeças pensam melhor que uma.

 

Este episódio ajudou a relembrar as origens de The Tomorrow People. Tudo começou com Roger e terminará com ele. O mesmo acontecerá com John, o personagem que trouxe Stephen à tona por meio da promessa de que cuidaria dele. Os dois serão responsáveis pelo season finale que se aproxima, sem dúvidas. Se ambos trarão coisas boas ou ruins, fica a incógnita, mas deixo meu adendo que não confio totalmente em Roger. No caso de John, este episódio deixou muito claro onde a fidelidade dele habita e isso me preocupou por motivos de novas traições. Se Stephen tomou uma apunhalada de Hill, John ainda pode ter o tapete puxado – só para não perder o costume.

 

A situação em TTP tem tudo para garantir um season finale de doer no peito. O plot está bem centralizado, o que é algo importante, pois não há chances de dispersão. Eu não quero pensar que as próximas resenhas terão gosto de despedida e tenho vontade de explodir a CW por ser tão idiota em certos momentos. É muito raro eu acompanhar um seriado desde o nascimento e The Tomorrow People foi uma das minhas prioridades por causa da premissa. Botei fé de que a série ocuparia um pouco do espaço que Heroes deixou na minha vida e fico feliz e triste por isso ter acontecido. Eu queria acreditar que a jornada dos paranormais será renovada, mas, quanto mais as semanas avançam, mais fico certa do contrário.

 

Pausa para minhas viagens na maionese:

 

O Fundador mencionou que Roger fez um estrago no passado e isso ficou subentendido com a destruição da máquina. Fica a pergunta: como reconstruir uma lataria de última geração em 6 anos? Para mim, isso levou muito tempo, ainda mais pela capacidade que ela atinge. O Fundador pode ter contado com a sorte de ter a fórmula pronta para colocá-la de novo para funcionar, mas eu queria pensar que Roger foi inteligente o bastante em detonar tudo. Tudo mesmo, desde desenhos, dados, anotações e afins.

 

Roger e Jedikiah

Entro em outra questão: Roger foi baleado e ficou congelado só por causa da máquina e por ser um paranormal top? Acho que temos um conflito aqui. Quando John foi matá-lo, Jedikiah deixou a entender que tomou essa iniciativa para proteger o irmão. Para isso, preparou o “filho” para aquele momento. Depois de rever o flashback neste episódio, tive a leve sensação de que a situação aconteceu muito antes de qualquer iniciativa de Roger contra o Fundador. A ideia sempre foi tirar o pai de Stephen de cena e, se não estiver muito errada, Bathory nunca chegou a colocá-lo na máquina. Assim, elimina-se, em tese, a necessidade de assassinato por parte do novo líder dos Ultra, pois não faz sentido matar o único que poderia colocar sua ambição em prática no passado. O Fundador ainda quer Roger e jamais moveria uma palha para tirar a vida dele até seus desejos serem atendidos. Em tese, isso ainda não mudou, mas há Stephen, então…

 

Tudo volta para Jedikiah que pediu desculpas ao irmão pelo que fez e meio que soou que essa situação foi um plano bolado pelos dois, o que explicaria essa necessidade de esclarecer tudo para o John. Contudo, mesmo depois da “morte” de Roger, Jedikiah e o Fundador continuaram a se “darem bem”, o que gera uma história cheia de lacunas. Posso ter viajado e muito na maionese, mas ainda voto em uma dupla do mal. Qualquer um poderia pegar a máquina em beneficio próprio e é fácil imaginar que ao menos dois da Trindade possuem pensamentos iguais, como aconteceu no flashback que apresentou a reunião deles.

 

Daí, fica a pergunta: Jed desejou e deve ainda desejar ser um paranormal e Bathory tem o sonho de expurgar a humanidade. Quais seriam os desejos de Roger? Só parar uma guerra que ele colocou mais lenha na fogueira? Tenho minhas dúvidas. Porém, a série está na berlinda e é provável que destruir a máquina e o Fundador sejam os únicos objetivos do até então salvador dos seres do amanhã. Ainda há uma lacuna enorme na storyline da Trindade. Sinto cheiro de mais um plot twist daqueles, hein?

 

TTP mostrou um forte talento em ludibriar os pobres humanos ao dar força aos personagens de alto escalão (Jedikiah, Roger e Bathory). Roger tem aquele jeitinho meigo e de bom samaritano, um perfil fácil para encantar todo mundo, o que me faz ainda sentir o cheiro de trapaça.

 

Só nos resta aguardar os capítulos finais dessa história.

 

PS: tem como a Astrid ser menos linda?

 

PS²: Fundador está vivo que eu sei.

Stefs
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