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18/maio

Primeiramente, esta é a primeira vez que não choro com uma finale de The Vampire Diaries. Não serei tão malvada em dizer que não houve muitas partes emocionantes, pois houve sim. Contudo, o fiasco acumulado desta temporada ajudou a manter minhas estruturas no lugar. Meu coração ficou dividido: de um lado está a gratidão por ter revisto personagens formidáveis e do outro está a decepção e o desgosto que pesam muito mais que o sentimento saudosista. Ver este final de temporada só me deu mais convicção de que os envolvidos com TVD não ligam mais para o que fazem. O fan service extrapolou e isso me tirou totalmente do sério.

 

Estou muito feliz em saber que Matt Davis voltará como personagem regular, mas não deixo de pensar que isso só aconteceu por causa da pressão em demasia dos fãs. Só sei que não é porque Dries e Cia. deram um prato cheio de nostalgia que vou dizer amém. Não, mesmo! O episódio foi bom se eu for considerar apenas os fatores nostalgia/despedida. Porém, trazer os personagens que já fizeram parte de TVD soou como uma medida desesperada de camuflar os erros da trama. Foi dado aos telespectadores mais do mesmo, ou seja, repetiu-se o que aconteceu no final da temporada passada. Chego aqui extremamente decepcionada com o resultado. Depois de 22 episódios, só resta a tristeza de ver uma série que sempre foi muito promissora se transformar para pior.

 

A resenha está dividida nos pontos mais importantes do episódio e aproveitei para comentar em cada um deles o balanço da temporada. E lá vamos nós!

 

A Santa Gilbert

 

Elena foi a maior decepção da temporada e honrou isso perfeitamente no season finale. Não adianta justificar que a personagem fez tudo o que fez por amor, pois, se fosse mesmo, ela teria pensado na única pessoa que representa a sua família: Jeremy. Essa era a atitude que eu esperava dela. Todas as minhas expectativas de que a Santa Gilbert melhorasse terminam aqui. Tive nojo da falta de tato dela diante do corpo de Stefan. Parecia que Elena estava com dor de barriga. Nenhuma lágrima despencou. Claro que não queria que ela se jogasse no peito do Salvatore e morresse de tanto chorar, até porque seria uma falta de respeito, mas um pingo de comoção verdadeira por todos os anos que ela passou com Stefan não faria mal algum. Parecia até que a personagem estava conformada de que ele voltaria como todos nós e nem deu bola para a situação, como se não se lembrasse de tudo o que o vampiro fez incontáveis vezes por amá-la. Olhando para Elena neste episódio, pensei seriamente no sire bond (me deem um tapa, por favor!), pois só isso justificaria a expressão de paisagem dela. Foi frio e distante, como se Stefan fosse um desconhecido. Às vezes, sinto que Elena precisa de permissão para sentir qualquer coisa relacionada ao ex, mesmo que seja só admiração.

 

Pior que esse momento frio, foi Elena decidir morrer. Oi? Sério mesmo que, com tanta gente correndo risco de vida, ela só se importou com o Damon? A personagem foi decepcionante ao centralizar o caos de Mystic Falls no namorado e isso vem desde o começo da temporada. Bonnie corria o risco de morrer, Stefan já estava morto, Tyler foi para o saco e Elena estava somente preocupada com Damon. Eu não achei isso legal, pois acredito que tudo na vida tem uma dosagem. Há hora para o amor, como também para os amigos. Elena se tornou aquele tipo de garota que centraliza tudo no namorado e se esquece do resto. Mais tarde, ela ressurge chateada, cobrando geral, como aconteceu quando Katherine ocupou o corpo dela e ninguém notou. Você vê que não dá para esperar mais nada de Elena quando Ric chegou ao ponto de fazer o favor de chamar a atenção dela para vazar do Outro Lado ao invés de esperar por Damon. Eu entendo o desespero, ainda mais por ela se mostrar tão apaixonada. Elena tem direito de se preocupar com o amorzinho dela, mas isso a fez pecar nas prioridades. Namoros vêm e vão. Família é única. Fica a dica!

 

Elena já se importou mais com as pessoas. Se a transição dela de humana para vampira foi apenas para torná-la um lixo de pessoa, o objetivo foi conquistado com sucesso. Isso não tem nada a ver com Damon, pois Elena é bem grandinha e bateu no peito ao fazer muitas escolhas que só a beneficiaram. A decisão dela em entrar no carro, tão pronta para morrer, como se tivesse acordado com esse pensamento, foi o fim da picada. A descaracterização de Elena nessa cena foi ao auge e isso me entristeceu muito. A personagem pode ser chata, mas não podemos esquecer que, acima de qualquer Salvatore, ela sempre foi o elo da galera de Mystic Falls. Infelizmente, Elena simplesmente se esqueceu dos amigos e, pior, do próprio irmão pela milésima vez. Isso é inadmissível. Jamais eu trocaria minha irmã por um cara. Ainda mais para morrer por ele. Foi isso que aconteceu, pois a vampira não estava preocupada com mais ninguém, só com o boy. Elena costumava puxar os cabelos quando todo mundo corria perigo e, como presente, ela encerrou a temporada como uma garota tola e sozinha.

 

Sinceramente, o comportamento da personagem foi uma vergonha e achei ótimo ela ficar sem o Damon. Isso me deixou extremamente feliz. O ponto preocupante dessa viuvez é que a dondoca encherá o saco do Stefan para trazer o namorado de volta. Eu consigo visualizar o quão chata ela estará na próxima temporada. Segurem a peruca porque não será fácil.

 

A morte do Damon

 

Compro o ticket de ódio com a sinceridade: que bom que foi ele. Não digo isso por maldade, mas estava mais do que na hora do fardo entre os Salvatore ser distribuído igualmente (ou quase). Já estava cansativo e repetitivo Stefan sambar em todo final de temporada e “matar” Damon foi algo necessário, pois Elena não teve que escolher um dos dois pela milésima vez. Claro que ele retornará, mas espero que demore tempo suficiente para ver como a dinâmica dos personagens se dará sem ele. Só acho que se Caroline, Jeremy e Matt ficarem cheios de lamento, ficarei possessa, pois nenhum deles gosta do vampiro. É forçar demais a amizade todos saudarem Damon só porque ele empacou do Outro Lado.

 

Damon foi pontuado como herói da temporada e acho que fui a única a não enxergar isso. Como disse nas resenhas passadas, esse era o momento que queria muito ver, pois esperava algo awesome. Eu queria que o Salvatore brilhasse, mas ele parecia uma barata tonta que sapateava com a música dos Viajantes de fundo. O que aconteceu na semana passada se repetiu, pois Damon não tinha ideia do que fazer para assegurar Mystic Falls e foi pelo caminho fácil. Não é à toa que a solução foi uma reprise do que Markos fez. Desde quando a trama de TVD é tão previsível? Onde estavam as reviravoltas de última hora? Mais uma vez, Damon pagou mico em situações embaraçosas graças ao roteiro fraco. Ele já tem dificuldade em lidar com os próprios sentimentos e em ser estrategista, e dar ao personagem uma storyline da qual ele nunca foi preparado fez toda a resolução ser uma babaquice. Apenas faltou inteligência para dar um plot melhor ao vampiro.

 

A ideia de heroísmo vem do salto para a morte do Salvatore. Para mim, ele fez mais do que a obrigação. Damon não me convenceu de que sentia muito pela morte do irmão, incorporou o instinto falsinho da Elena, e já ficou chato vê-lo estampar a poker face e descontar suas emoções nos outros como sempre. Aquele showzinho diante da Bonnie foi uó. O fato do Damon ter decidido morrer foi a azeitona da pizza perto de tudo que Stefan já fez. Não tem como mentir que o personagem foi uma tragédia nesta temporada, tendo poucos momentos bons, e morrer foi o mínimo a ser feito. Vale lembrar de tudo o que ele provocou em cada episódio. Eu não sou a Elena para dar tapinhas nos ombros. Damon tem muita penitência a pagar ainda.

 

O bom é que o vampiro fez o que fez pelas pessoas do Outro Lado. Nesse ponto, o Salvatore merece outra estrelinha.

 

Delena e outros casais da temporada

 

Delena mereceu o espaço depois de quase 4 anos, mas esperava muito mais do relacionamento. A ideia de amor submisso e sexual, algo que senti muito no começo da temporada, anulou toda a magia. Nunca cansarei de dizer que Damon e Elena tiveram os melhores momentos na 3ª temporada e que o sire bond destruiu todo o desenvolvimento do casal que ainda não conseguiu se estabelecer. Nesta, o shipper teve ótimas ações nos dois últimos episódios e só. Houve muito drama desnecessário em torno deles, sendo que determinadas situações poderiam ser solucionadas muito rapidamente. Por causa disso, fomos envolvidos na nova série: The Delena’s Diaries.

 

Essa brincadeira de dar o shipper que os fãs querem tende a piorar na próxima temporada, pois sinto cheiro de Steroline. Não espero nada excelente, só mais junções que acontecem de súbito e que terminam ao som do cantarolar dos grilos. Para juntar os casais, os personagens pagam muito caro, pois perdem a caracterização. O grupo de TVD cresceu com o passar das temporadas, muitos começaram esta com excelência, mas entraram em retrocesso ou mudaram de um jeito tão brusco ao ponto de ficarem irreconhecíveis por causa do apelo romântico que todos juram ser a parte mais importante da série. Mas não é.

 

O único relacionamento – aquele que ninguém se importa – que provou que valeu de alguma coisa foi o de Jeremy e Bonnie. O que aconteceu com os dois no season finale me despedaçou. Meu coração doeu muito com o Little Gilbert correndo, berrando o nome dela. Enquanto todo mundo se concentra nos casais populares, Beremy se manteve firme, com glória, dentro de uma storyline imutável que se salvou porque não tinha atenção de tantos fãs. Daí, vemos como um relacionamento que não é preferência do público se dá melhor e tem mais valor. Para comprovar que Elena não sabe de nada sobre amor: Bonnie abriu mão do garoto para salvar os amigos. Fim da discussão! Isso é o que chamo de sacrifício. Mesmo que não houvesse outra solução para a personagem, Bonnie poupou Jeremy até o fim para protegê-lo e isso foi uma decisão linda.

 

Todos acordam para a vida, sqn!

 

Surreal foi todo mundo acordar com aquela vontade de morrer para salvar Mystic Falls, sendo que geral estava de boa em largar tudo nos braços da Bonnie. Os personagens se tornaram individualistas nesta temporada, alguns sem storyline. Muitos dependeram das interações entre Damon e Elena para terem o que fazer, como Jeremy e Matt. Por isso digo que Delena parecia um frame a parte do resto, como se fossem donos da série, e isso afetou todo o resto. Nenhum shipper de TVD vale tanto a pena ao ponto de aniquilar a mitologia e a interação do elenco principal, e foi exatamente isso que aconteceu. Não é à toa que as grandes resoluções pertenceram aos personagens secundários.

 

Houve duas heroínas no season finale e elas se chamam Bonnie e Liv. Ambas mereceram todos os méritos, todas as lágrimas e todos os lamentos. Há alguns episódios, Luke disse que admirava a união da turma de Mystic Falls. Sabe de nada, inocente! É engraçado chegar aqui e dizer que o único plot que me emocionou mesmo foi o deles. Os dois personagens – e a Bonnie – fizeram muito mais que Elena e Cia. na finale. Os gêmeos representaram um ponto que faltou na temporada: união. Eles não queriam desrespeitar o coven por um capricho da galera que dormiu no ponto e foram firmes até as circunstâncias mudarem. Isso é família. Liv, entoando o feitiço com a voz embargada por causa da perda do irmão, foi demais para a minha saúde. Luke encerrando o feitiço por saber que a irmã morreria foi a melhor iniciativa. Ambos deram um belíssimo show.

 

Até a Liz fez muito mais, mesmo que a ideia de concentrar Markos e os Viajantes em uma festinha fake tenha sido fácil demais.

 

Viajantes Who?

 

O que eles fizeram mesmo, gente? Só cantaram! Enrolação pura, sem peso, nada envolvente. Para a piada ficar mais intensa, Markos ainda saiu meio vitorioso. Tudo isso cantando. Eu posso falar mal da atuação de muitos personagens, mas, de uma maneira geral, eles também não têm culpa de serem jogados em um plot como esse, sem propósito algum. Damon se deu muito mal ao assumir uma situação que não passou de uma comédia. Entendam que isso não justifica a desunião da galera, mas a premissa sempre foi o que mais importou em TVD. Ver isso falhar é o mesmo que anunciar com um banner que a série está mal das pernas. E está, pois a audiência comprovou isso. Os arcos azedaram antes mesmo de mostrarem para que vieram. Foi uma burrice danada trocarem Tessa e Silas por Markos, fato.

 

Markos fechou a temporada sendo um inútil. Sério mesmo que ele era o vilão? A causa dele nem era tão terrível assim, gente. Inclusive, os escritores falharam muito em não explicar a mitologia dos Viajantes. Focaram tanto no dilema doppelganger que se esquecerem de dar continuidade a toda essa “maldição”. Com os Originais, recebemos uma bela lição de casa, e não custava nada fazer o mesmo com Markos. Flashbacks sempre foram uma ótima arma para a série, mas não foi muito utilizada sendo que havia incontáveis chances. A resolução do personagem foi lançar um feitiço que impediu a entrada de todos os maus elementos na cidade e acabou despachado por um fantasma chamado Lexi.

 

Pausa dramática.

 

Stefan e Bonnie

 

Bonnie fez tudo que tinha que fazer e eu queria que ela não voltasse. O mesmo vale para Stefan que podia ir embora de Mystic Falls. Em tese, não há mais nada que segura os dois na cidade. Foi de doer ver Stefan aos prantos no colo de Caroline, totalmente despedaçado. Isso que é tristeza, não o showzinho que o Damon acha que deu pelo irmão. Foi uma sacanagem Lexi não ter retornado, pois ela é a pessoa ideal para segurar a onda do Stefan, especialmente porque há o boato de que ele se desligará por causa de tudo o que aconteceu. É uma ideia sem noção, pois quem toma o caminho fácil para driblar o que sente é o Damon. Por mais que a versão ripper do personagem seja imbatível, e até a preferida do Paul, não quero que isso aconteça. Se é uma coisa que Stefan aprendeu duramente foi a se conter.A parte boa da morte do Damon é que Stefan finalmente terá storyline.

 

Amém!

 

O retorno dos mortos

 

As cenas do Outro Lado começaram excitantes, depois foram para o lado emocional e depois terminaram em hipocrisia. Lexi e Stefan quase me fizeram chorar, mas só foi ela falar em Caroline que minha emoção foi embora. Foi uma venda escancaradérrima de Steroline. Lexi é adorável, amo a personagem, mas ela não perderia um tempo tão precioso com o melhor amigo para falar de um possível affair. Foi desnecessário esse marketing. Pior é que Plec pontuou no Twitter que os 4 últimos episódios desta temporada indicam o que virá a seguir e acredito que teremos mais Delena e Steroline. Lexi foi a porta-voz dos envolvidos com TVD ao avisar que Caroline pode vir a ser a nova namorada do Stefan. Continuo contra.

 

Grams foi a única aparição com propósito (não desmerecendo o resto que tava lindo). Assim como ela, tenho muito orgulho da Bonnie que só engoliu sapo nesta temporada. Ela me testou muito na fase de glória de TVD e, chegando aqui, é formidável ver que tipo de pessoa a personagem se tornou. Mesmo usada o tempo todo como pacificadora de guerra, Bonnie foi totalmente injustiçada, sendo resumida a nada, com uma morte e uma sobrevida, e possivelmente uma nova morte. Mesmo com um plot ridículo, ela mais uma vez salvou o dia e trouxe para casa os amigos e os inimigos em segurança. Bonnie já fez tudo o que podia por essa turma. Está na hora dela tirar férias permanentes. Chega de sofrimento.

 

Achei até engraçado toda a gangue do Damon voltar à vida (Enzo e Alaric) e a Lexi não. O reencontro Dalaric ficou muito a desejar, aconteceu rápido demais, e não captei nem um pouco de emoção. Mas o que importa é que o Alaric voltou e nothing hurts.

 

Por que a Bonnie tinha que chutar o Silas? Eu fiquei possessa, pois a aparição dele me deu esperança de que as coisas poderiam melhorar em TVD. Teria sido uma grande empreitada se a Madonna Sobrenatural se tornasse regular também, especialmente porque ele manja das coisas dos “outros lados” – que devem ter aos montes. Acho que isso abre brecha para a Kath.

 

Comentários finais

 

Esta temporada de The Vampire Diaries provou que são os fãs quem mandam na série. Por isso ela foi horrível ao ponto de se tonar uma fanfic interativa. Basta mandar um tweet com uma gangue que seu pedido é atendido. Foi uma finale fraca e vergonhosa mesmo com todo o peso emocional. Se tirarmos o Outro Lado, só sobra Delena. Eu esperava mais cenas Defan, pois era isso que precisava acontecer depois da morte do Stefan na semana passada. Eu não queria juras de amor. Eu queria que a irmandade tivesse mais relevância. Havia uma abertura que poderia ter sido usada a favor de Stefan e de Damon, mas não foi isso o que aconteceu. A amizade, não só deles como de todo o resto, foi abalada por causa de um shipper.

 

O enfoque em Delena foi merecido, mas fez o resto cair no esquecimento. TVD já foi mais que qualquer casal e pecou muito ao acreditar que isso é o suficiente para fazer uma boa temporada. Não é. Até o retorno de Alaric soou como mais um serviço atendido. Todas as relações de amizade foram anuladas por um triângulo amoroso que não tem mais propósito (e que Stefan nem participou, pois ele estava ocupado demais em curar tantos traumas que ninguém se importou). Pior que nem adianta pensar que isso acabará, pois a Plec não “entende” o conceito de endgame e, pelo visto, continuará a dar aval para o troca-troca. Com Damon dando uma folga, a próxima temporada pode recomeçar sem essa frescura de shipper, um assunto que já passou do ponto. Tá mais do que na hora de ter um casal fixo, sem volta, e todo mundo se conforma.

 

Ninguém teve uma storyline interessante nesta temporada e o que salvou foi a versatilidade do Paul, especialmente como Silas. Matt e Jeremy só entraram na trama para fazer o que Damon mandava, Bonnie ficou estagnada, Caroline bambeou muito para uma personagem que conseguia ser totalmente adorável e Elena dispensa comentários. Até o vilão foi uma piada, como se fosse feito sob medida para provar que Damon não dá conta de solucionar nada sozinho. Foi uma temporada medíocre e amadora que teve um bom começo, mas perdeu o fio da meada. Dries cumpriu a promessa de explicar a mitologia doppelganger, mas não foi o suficiente. Depois que Tessa e Silas foram tirados de cena, a coisa toda descambou. Augustine tinha potencial, muito mais que Markos, mas se resumiu às lamúrias do Damon. Katherine conseguiu segurar muitas pontas, mas foi eliminada. Os Viajantes foram um fiasco em massa, pois até no season finale eles só souberam brincar de acampamento.

 

Foi difícil acompanhar esta temporada. Tudo ficou muito a desejar. #VoltaKevinWilliamson

 

No final das contas…

 

Damon e Bonnie “morreram” de mãos dadas. Por mais que tenha achado a maior falsidade, meu coração Bamon disparou, meu shipper idolatrado dos livros.

 

Eu achei bizarro só ter aquele pingado de pessoas no Outro Lado.

 

A implosão do Outro Lado abriu espaço para o Dark Side, ou seja, mais um mundo sobrenatural alternativo cheio de fantasmas que precisam de um passaporte de volta. Isso é uma suposição, mas vale lembrar que Plec voltou atrás ao tirar Katherine da série. Para trazê-la de volta, é preciso mexer no buraco negro. Então… Mais do mesmo. De novo.

 

A pausa dramática vale para o Tyler que retornou do Outro Lado sem ser híbrido. Imagina que louco se Stefan, Elena e Enzo (outro que ganhou vaga de regular) voltassem a ser humanos…

 

Sem Damon, a ideia de triângulo amoroso meio que muda, pois a briga pode ser pela atenção de Stefan que não está em um bom momento. Só acho que o show das piriguety começará e espero que seja ao som de Valesca Popozuda para Caroline e Elena se matarem.

 

Eu não sei o que esperar de agora em diante e não estou animada. Eu queria que a 6ª fosse a última temporada, pois não consigo ver salvação para TVD. O que vocês acham?

 

 

Agradeço todos vocês que leram as minhas resenhas de TVD. Espero reencontrá-los na fall season – como também espero estar lá, pois posso mudar de ideia Hahahahah. Fiquem à vontade em me seguir nas redes sociais, especialmente no Twitter. Adoro papear e vocês ficam por dentro das novidades <3.

Stefs
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