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04/maio

Para uma temporada que está prestes a terminar, as coisas continuam sossegadas demais em The Vampire Diaries. Desacreditei do quanto que ri neste episódio e isso não é uma ironia. Depois do foco total em Enzo na semana passada, pensei que as coisas engatariam, mas não. Nem parece que Markos existe de tão mole que ele é. O tal vilão só sabe cantarolar para capturar Stefan e Elena e a turma simplesmente ri da cara do perigo – que de perigo não tem nada.

 

Sinceramente, tudo o que aconteceu foi de mediano para baixo. Está difícil e, com o passar dos episódios, fica pior. Aconteceram tantas coisas que me deixaram inconformada também, especialmente por sentir que todo mundo simplesmente descalçou os sapatos dando descrédito ao “tão esperado inimigo da temporada”. Só a Bonnie está preocupada com o fim do mundo e o restante está tão de boa ao ponto de não fazer mais nada, deixando tudo nas costas do pobre Luke. Cadê o medo? Cadê a sensação de ameaça à espreita? O nome deste episódio deveria ser Hakuna Matata, pois o ritmo fez jus a uma festa do pijama.

 

Este episódio foi dirigido por Joshua Butler e fiquei abismada com o roteiro repetitivo. Parecia um déjà vu do 5×02 (outro que ele também assumiu a direção): Bonnie não está pronta para morrer, Matt tendo destaque, Delena (ele é praticamente o diretor do shipper) e Caroline insuportável. Confesso que houve episódios piores nesta temporada em comparação a este, mas a falta de tato está tão grande que eu, como fã sofrida da série, sinto que os produtores me chamam de burra. Parece que eles acreditam que ninguém perceberá que a trama virou um disco arranhado. Se não fosse por Enzo, tudo seria um fracasso total. Em tese, era para Markos causar pavor na galera e não um fantasma vingativo. Parece até que o BFF do Damon se tornou o vilão da coisa toda, pois ele consegue trazer mais tensão que os Viajantes que estão na hora de gravarem um álbum de tanto que cantam. Até mesmo o pobre do Tyler merece um pouco de crédito em animar as coisas. Tudo está fácil e engraçado demais.

 

Para um episódio que deveria trazer tensão e suspense, o comportamento de alguns personagens beirou ao piadismo. Tyler foi o primeiro que me arrancou boas risadas por causa das expressões causadas pelo assédio de Maria, a esposa de Julian, o passageiro dele. Ele até que se deu bem na medida do possível e preciso dizer que foi muito bom vê-lo com o lado híbrido aflorado. Assim como Elena ainda age como humana sendo vampira, Tyler sofre do mesmo problema. Eu só me lembrei de que ele é um híbrido porque Markos mencionou isso ao Julian. Por vezes, nem lembro que Caroline é vampira também. Para vocês verem como a série aproveita muito bem os personagens na fase sobrenatural (isso foi uma ironia). Senti-me enganada com o possível crescimento de Tyler na trama como duplo agente, algo que seria muito mais interessante ao invés de fazer Julian um passageiro permanente. Tyler bem que lutou, mas “morreu”. Isso quer dizer que ele é a primeira morte contornável? Afinal, a faca não existe mais. Contudo, Mystic Falls é o lugar onde tudo se resolve. Se mortos voltam, um objeto mágico pode ser lapidado de novo, oras.

 

Tyler pode não ter feito muito, o que foi uma pena, mas ele serviu para unir os personagens que realmente estão preocupados com o que acontece do Outro Lado, os únicos que estão dentro do plot principal da temporada. A essa altura do campeonato, os componentes da turma imbatível de Mystic Falls, e isso inclui Elena e os Salvatore, deveriam trabalhar juntos. Houve uma repartição notável de prioridades que não está funcionando. Porém, devo dizer que a distância da Santa Gilbert e de seus ex-namorados deram chance para personagens como Matt brilharem um pouco. Ele surpreendeu bastante. Vê-lo cheio de ódio ao ponto de assumir a problemática de Tyler só deixou nítido o quanto ele está cansado de toda essa picuinha sobrenatural, especialmente por ser humano e não poder fazer muita coisa. É realmente uma pena ver o personagem à mercê das circunstâncias e seria até melhor se ele morresse. Dries mentiu feio sobre Matt e a importância dele na temporada. Eu só o vejo participar de situações relevantes quando os outros não podem dar conta do recado. Eu adoro o Matt, gostaria que ele fosse mais interessante, mas ele virou ponto de referência para quem sente saudade de ser humano. O personagem é tão invisível que nem é mais fundamental na vida da Elena, sendo que os dois possuem um enorme background.

 

Pela segunda vez no mesmo ano de TVD, Bonnie não está pronta para morrer. Isso quer dizer que ela não quer se despedir até ter certeza de que não há uma forma de reverter o que acontece do Outro Lado. A bruxa que não é mais bruxa desmoronou mais uma vez diante da insegurança de não saber se estará viva no dia seguinte. Por causa disso, ela continuou a esconder a verdade de Jeremy. Só acho que não há motivo para torturar a personagem – e quem assiste a série – de novo com esse impasse. É bem provável que a confissão da Bonnie ganhe espaço no season finale, o que acho um absurdo, pois prolongar um plot por tanto tempo perde o impacto. Devo dizer também que achei um tremendo escorregão Bonnie ter deixado o verdadeiro corpo de Julian passar. Como assim? Ela sempre foi a mais esperta da turma. Sei bem que ela estava toda preocupada em abrir o jogo sobre sua possível nova morte, mas, mesmo no calor da emoção, a personagem não deixa passar nada. Não fez nenhum sentido. Se fosse Elena e Caroline, tudo bem, mas Bonnie? Não né?

 

O aparecimento da Grams foi fundamental para prolongar essa ideia de fantasmas vingativos, o que deu respaldo ao que Enzo fez ao longo do episódio. Agora que a linha tênue entre vivos e mortos se quebrou, aqueles que se despediram de Mystic Falls e que têm o desejo de acertar algumas contas podem muito bem fazer isso por terem se tornado sólidos o bastante para tocarem objetos e pessoas. Isso dá brecha para mais um desfile de mortos-vivos com a desvantagem deles continuarem invisíveis. Comentei que o Alaric poderia reaparecer e, se é para sambar, que tragam a Lexi. Grams ainda foi genial ao colocar um pouco de juízo na mente da neta e virou o boletim oficial do que acontece no que agora é um purgatório sobrenatural. Além dos fantasmas poderem tocar qualquer coisa, algo que foi relacionado ao emocional deles, as almas começaram a ser arrancadas do Outro Lado, provavelmente, pela nuvem negra. Eu espero que o Dark World tenha uma importância extremamente relevante, pois cada vez mais fico interessada nesse modelo de inferno a lá The Vampire Diaries. A parte óbvia é que ele terá um caminho de volta para Katherine. Preach!

 

Adendo sobre Jeremy: o Little Gilbert é caçador e Liv meio que deixou no ar a importância disso. Jeremy deu aquele show para cima de Elena para ser facilmente capotado pelo hit dos Viajantes? Cadê o poder dele, gente?

 

O súbito ciúme de Caroline

 

Só eu achei a Caroline meio Caroline da 1ª temporada, extremamente insegura e infantil? Eu chorei lágrimas de sangue. Eu não sei o que foi pior: a ciumeira, a implicância com Elena ou a parceria com Damon. Caroline errou em todos os sentidos neste episódio por motivos de… Steroline. Quando a personagem começou a dar indícios de que estaria se apaixonando por Stefan, lá no 5×13, afirmei que seria minha demissão da série. Explico. Se eu for colocar na balança tudo o que aconteceu com os casais de TVD, a última coisa que eu quero é Stefan e Caroline banhados no romantismo. Eu não quero que os dois saiam do platônico, pois isso destruiria a mágica deles. A relação desses personagens começou a ser fomentada na 2ª temporada e amadureceu ao longo do tempo. Sim, eles têm uma base muito forte no quesito desenvolvimento do plot, o que favorece um romance que, admito, seria muito fofo de assistir.

 

Contudo, vale lembrar que Caroline e Klaus também tiveram um desenrolar interessante, o que tornou a aproximação inevitável. O que aconteceu? Um breve relacionamento pressionado pelos fãs que afundou tudo o que Klaroline construiu. Os envolvidos com TVD sabem que Steroline é o novo shipper de ouro do fandom e isso dá aval para eles tratá-lo como bem entenderem. A storyline dos dois só deu certo até aqui porque não tinha peso amoroso e a função de Caroline era ser uma nova Lexi para Stefan. Devido ao descuido com todos os relacionamentos da série, eu não quero que Steroline seja vítima disso também.

 

Porém, se isso de fato acontecer, eu apenas torcerei para que Stefan se sinta feliz. Isso é o que importa para mim. O bom de ser Caroline é que a storyline dela acompanhou a dos homens da série antes de qualquer relacionamento amoroso acontecer. Ela tem um histórico com a grande maioria deles e essa vantagem me dá um pouquinho de fé ao pensar que Steroline pode ser uma exceção que dará certo. Não posso esconder meu pessimismo, pois a série não contribui quando o assunto é romance, mas Caroline tem história o suficiente para combinar com qualquer ser do sexo masculino. Ela virou vampira e Matt foi o humano que combateu esse lado dela, depois veio Tyler que a ajudou a se aceitar e Stefan virou o ombro amigo que a compreende como ninguém. Até mesmo Klaus foi importante, pois Caroline viu que por detrás de um ser insensível há o desespero de ser amado. Literalmente, ela é perfeita para todos os caras da série. Tirando o Damon, claro, por motivos de 1ª temporada.

 

O impasse real é que Caroline corre o risco de mudar muito por causa do shipper. Ela já não estava tragável neste episódio, quem dirá se namorar Stefan. Ela ficaria presa ao medo constante de perdê-lo para Elena, o que não deixa de ser uma verdade já que também há boatos de um revival Stelena.

 

A personagem foi muito inconveniente para quem tem uma boa noção da própria identidade. Esse foi o exercício dela ao namorar Tyler. Até a Santa Gilbert ficou atônita com o súbito comportamento dela, com toda a razão do universo. Caroline se redimiu no final do episódio por causa do diálogo fofo com Stefan, mas não há como negar que a péssima escrita da série a pegou pelos calcanhares. A vampira retrocedeu para a época em que amargurava o fato de Elena ter tudo, especialmente um dos Salvatore. Caroline agiu como a garota mimada que não aceita perder, um resgate da personalidade dela no começo da série. Mais uma vez, TVD ensina como mudar um personagem da água para o vinho e torná-lo pior que o esperado.Sendo assim, eu prefiro acreditar no que Caroline falou ao Stefan no final do episódio: ela só agiu daquele jeito ciumento por se sentir jogada para escanteio. A personagem é carente e, depois de tudo que Elena fez ao Stefan, ela tem o direito de cobrar mais da amizade dele. Especialmente quando envolve um segredo muito sério. É bem provável que muitos considerem esse comportamento dela normal, pois Caroline ama cobrar os outros. Vai saber…Tudo depende do ponto de vista de cada um.

 

Adendo sobre Caroline e Elena: é fato que as duas não possuem mais a amizade de antes. Para mim, a relação delas parece forçada. Elena se distanciou de todos os amigos por causa do Damon, o que não lhe dá certo direito de cobrar nada de ninguém, e isso ficou bem nítido quando ela conversa com Caroline na floresta. Foi algo frio e estranho. A Santa Gilbert precisa se reaproximar das pessoas, isso começou pelo Stefan, mas vale lembrar que ela causou na época em que estava desligada, especialmente para cima de Caroline. O que me preocupa é a possibilidade de Stefan ficar entre elas. As personagens já mostraram que não lidam muito bem quando ele fica mais próximo de uma que da outra. Elena morreu de ciúmes ao ver Caroline e Stefan juntos na temporada passada e agora Caroline teve que engolir a seco o fato de Stefan voltar a ter segredinhos com a ex-namorada. Esse é outro receio que me faz não querer que Steroline aconteça. Pior que os Salvatore competindo por uma garota é ver duas garotas competindo por um Salvatore.

 

Uma estrelinha para Damon

 

A pergunta do episódio foi: como Damon agirá ao descobrir que Enzo morreu? Assim como todo mundo, imaginei que ele fosse explodir ao ponto de quebrar o pescoço de Stefan. O bacana é que o personagem conseguiu sair do previsível e causou uma reviravolta para si mesmo. O Salvatore continuou na melhor vibe com piadinhas e ironias, e tomou partido da situação das cópias. O personagem voltou a ser prático por ter sido retirado do drama gerado pelo triângulo amoroso e pareceu até que ele nunca namorou Elena. O vampiro ganhou a oportunidade de ser inteligente e sagaz, o que foi muito válido, pois ele é dito como herói da temporada. Nada mais sensato fazer Damon assumir o caos pouco a pouco. Confesso que foi surreal demais vê-lo como o estrategista da situação, pois o Salvatore sempre dança conforme a música dele. No começo do episódio, parecia que ele tinha recuperado o mojo que o fazia tão amado por mim e queria que ele ficasse assim para sempre. Tem como?

 

Elogios à parte, Damon sofreu do mesmo problema que Stefan na semana passada: começou bem para terminar na mesmice que remeteu a comportamentos passados. Ele saiu de um ótimo posto na trama para recair ao nível de beberrão que não enfrenta a verdade e que acha mais cômodo culpar os outros ao invés de colocar a mão na consciência para indagar porque uma pessoa tomou determinada decisão. Por ser temperamental, é óbvio que Damon não seria sensato com Stefan. Eu achei mancada como a morte do Enzo veio à tona, pois deu mais motivos para Elena ser detestada. Afinal, ela contou a verdade depois de ter sido afogada e essa iniciativa foi um descaso tremendo para a relação Defan. De novo, Damon não soube lidar com os próprios sentimentos. Ele bem que tentou camuflar a sensação de que havia algo errado com a falsa preocupação de um Enzo matando os outros por estar desligado. No fundo, ele sabia que o BFF não estava nada bem, só não queria aceitar essa ideia. O Salvatore tem um faro rápido e ainda bem que resolveram esse impasse bem rapidinho. Seria insuportável se a morte do Enzo continuasse nas sombras.

 

Sobre o comportamento dele com Stefan, dificilmente ele pensaria no por quê as pessoas tomam certas atitudes quando ele é o elemento principal do drama. Elena e Stefan mentiram? Sim, mas por causa do temperamento dele. Eu não consigo achar isso um erro absurdo da parte dos dois, pois não podemos nos esquecer quem é Damon Salvatore, aquele que quebra pescoços quando está infeliz. O Salvatore ainda é incapaz de entender as tomadas de decisões dos outros, especialmente de Stefan. Isso é muito triste. A situação Defan neste episódio me fez lembrar até da morte da Lexi. Damon foi ousado ao dizer que matou a BFF do irmão por ser parte do plano. Foi destruidor, nada se comparado ao Enzo, o vampiro que provocou a própria morte. É bem conveniente ele fazer um show toda vez que alguém o apunhala pelas costas e fazer beicinho de injustiçado. Esse negócio de você matou fulano não é mais inédito e os Salvatore não têm mais idade para brincar disso.

 

Mesmo sendo um babaca, Damon ganhou uma estrela por bons modos, algo que beneficia Delena e não o amadurecimento da relação Defan. Isso me matou, mas não foi algo totalmente ruim. Ele precisa mudar por alguém e escolheu fazer isso pela Elena. Eu queria muito que Damon aprendesse a controlar seus instintos assassinos e, ao optar por isso, ele fez meu dia feliz. Quando o Salvatore terminou de descrever o motivo de não ter enlouquecido, fiquei chocada, pois achei que era pegadinha. Eu não esperava esse comportamento do personagem, ao menos, não tão cedo. O que Damon fez pode dar uma nova chance para Delena longe da cama e completamente vestidos. A interação dos dois me fez lembrar da terceira temporada, onde a agonia de querer ter e não poder foi marcante no início do romance deles. Até eu senti a ideia do amor que consome transbordar para todos os lados. Posso até dizer que foi como se Delena tivesse acontecido pela primeira vez. Damon mostrou que quer mudar por Elena, isso é uma grande decisão, mas tenho que ser a chata em dizer que ele não tinha direito algum em ficar bravo. O Salvatore já omitiu coisas piores dela. Nem tudo é uma maravilha!

 

Stefan e o soco na cara

 

Já digo: o soco foi desnecessário porque Damon não soube de tudo o que aconteceu. O que vejo é que há uma forçada de barra em tornar Stefan o péssimo irmão, sendo que esse posto é do Damon e ninguém pode tirá-lo de lá. O que foi “esquecido” é que Stefan não matou Enzo e foi imperdoável o fato dele não ter tido a chance de se explicar. Na verdade, foi triste ver Stefan não querer conversar sobre isso naquele instante. A situação dele ficou ainda mais sem pé e nem cabeça quando, do nada, ele se lembrou que o Outro Lado está ameaçado. Desde quando Stefan usa prioridades como desculpas? Desde quando ele se esquece do que é importante para brincar de charada? Outra falha foi vê-lo desesperadíssimo para que Damon não descobrisse a verdade sobre Enzo ao ponto de entregar o jogo sem precisar dizer nada. Desde quando ele desliza desse jeito? Stefan era para estar na mesma storyline que a Bonnie, independente do Markos querer a cabeça dele. Achei surreal demais ele apenas concordar com o plano de Damon, como se fosse um sonho ficar no mesmo teto que Elena e o irmão.

 

O que doeu muito mais que o soco foi o discurso que ele fez para Caroline. Stefan sempre abraçou mais problemas do que pode carregar a fim de fazer com que as pessoas se sintam melhores. Ele acha bonito se sentir um lixo enquanto brinca de Papai Noel oferecendo felicidade gratuita aos outros. Por detrás de toda a segurança adquirida com muitos pontapés, Stefan mostrou seu maior ponto fraco: de se preocupar com que os outros pensam. Eu não acho isso ruim, pois ele não é perfeito. Em meio ao Damon e à Elena, alguém precisa ter uma fraqueza, mas Stefan tem todas as fraquezas do universo. O Salvatore faz as coisas para proporcionar o bem e, no fim, qualquer coisa que faça soa errado. Ele nunca teve a autoestima e a segurança de Damon, por exemplo. Stefan é humano demais. Por isso, já estou me preparando psicologicamente para mais uma puxada de tapete daquelas que custará o personagem em mais um season finale. Estou bem preocupada.

 

Devo dizer que Stefan ficou ótimo na poker face, nada culpado pelo que aconteceu com Enzo, o que pode ser entendido como uma demonstração do medo de ser odiado por Damon. O Salvatore estava convicto na própria mentira e achei isso bárbaro. Inclusive, ele foi até genial ao tentar aliviar a culpa de Elena ao relembrá-la das mentiras que Damon já contou. Devo dizer também que a amizade Stelena caminha na medida certa. Que continue assim.

 

Adendo sobre Defan: houve uma troca de sapatos. Damon começou a assumir o papel de herói em meio à falsa injustiça do melhor amigo ter sido morto e Stefan se tornou o motherfucker que mereceu um soco na cara. Confesso que a resolução poderia ter sido muito pior. Na cena do incêndio, Damon assumiu a bronca para proteger o irmão e Stefan hesitou antes de tirar Luke da emboscada pensando no que fazer para tirar Damon de lá. Há uma lealdade distorcida entre os dois que pesa muito mais que o amor que eles sentem pela Elena. Trágico!

 

Comentários finais

 

Não era para o Markos ser assustador? Depois de 20 episódios, os Viajantes só sabem se mudar e cantar, como se tivessem em turnê. É enrolação pura mesmo. Socorro!

 

Enzo não vai descansar até ter o que quer, ou seja, voltar à vida. A única coisa que quero é que alguém do mal retorne para causar muito mais que o BFF do Damon. Algum chute?

 

No mais, a série bem que tenta criar situações complicadas, mas os benefícios mágicos sempre acontecem. Os perigos se tornaram tão previsíveis que dão sono, como aconteceu com Luke. Era fato que Enzo o tiraria de lá. E que episódio sem propósito, hein? Não foi para canto algum.

 

Eu espero que essa enrolação seja compensada no final da temporada. Inclusive, devo mencionar que a audiência deste episódio caiu demais ao som de Rolling in the Deep. Isso apenas indica a baixa aceitação da temporada. Os fãs simplesmente assumiram uma posição típica: esperar a série terminar para colocar os episódios em dia. E se colocá-los em dia.

 

Agradeço mais uma vez pelo amor esbanjado nos comentários. Vocês são uns lindos <3.

Stefs
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