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20/jun

Não tem como negar: Teen Wolf é extremamente viciante. Depois que se passa do piloto, a coisa flui que é uma beleza. Digo isso porque fui uma de muitas pessoas que simplesmente largou Scott e Stiles por causa daquele velho ditado: a primeira impressão é a que fica. Os efeitos visuais meio que me fizeram rir e, por causa deles, não teve quem me fizesse seguir em frente. Lembro-me como se fosse ontem quando a MTV lançou não só essa série como Awkward, e eu escolhi a segunda para fazer reviews. Eis que os tempos mudaram, o blog implora por novas séries, e quem sabe eu comece a resenhar a 4ª temporada que estreará nesta segunda-feira. Isso é uma suposição, pois não sei ainda se estou preparada para isso.

 

Para quem não sabe, Teen Wolf é uma série teen (dãh!) de 2011, produzida pela MTV Americana, tendo como showrunner o tio Jeff Davis. Com 3 temporadas completas, a história gira em torno de Scott McCall, um garoto que se apresenta banal e asmático, detentor do sonho de ser titular no time de lacrosse e sem um pingo de talento para conquistar as garotas. Tudo isso muda quando ele é mordido por um lobisomem. A premissa é inspirada no filme de mesmo nome lançado em 1985, que tem como estrela Michael J. Fox. O protagonista foi “transferido” para a série, contando com mudanças para que a trama funcionasse na televisão.

 

O contexto sobrenatural do hit da MTV alteou e continua a altear algumas sobrancelhas, pois, à primeira vista, a série parece oferecer mais do mesmo. Não é bem assim. Posso dizer que houve um pouquinho de ceticismo com o sucesso de Teen Wolf, pois a série parecia ser igual às outras. Não foi fácil ela conquistar confiança, especialmente em uma época em que Twilight ainda bombava. Quem assiste sabe que não é mais-uma-série-de-lobos-vampiros-e-afins com-triângulo-amoroso-boring-para-sustentar-a-trama. Se é uma coisa que a série preza e muito é a amizade. Sem contar que ela leva bastante em conta o desempenho de cada personagem, de um jeito que eles não só cresçam em grupo, mas como indivíduos. Romance é um efeito colateral que não tem tanta relevância, mas isso não impede que o fandom se morda diariamente para defender o seu shipper favorito.

 

Por que Teen Wolf é awesome?

 

Teen Wolf chama a atenção por muitos motivos, como a quantidade de personagens e o desenvolvimento da trama. Esses dois pontos ajudam a série ter temporadas incríveis. A storyline central faz com que todos deem conta do recado e eu acho isso muito mágico, pois há um balanço. Raramente alguém fica muito tempo fora dos acontecimentos. Quando há ausência (ou saída de um ator/atriz), há uma justificativa plausível. O jogo de TW é começar cada temporada com um plot fixo. Depois, apresentam-se os subplots que engolem pouco a pouco a turma de Beacon Hills. É um caminho de muitas curvas que se funde no final, acarretando cliffhangers de dar saltos na cadeira. Nada é colocado na trama por acaso. Não é à toa que a série é famosa pelas teorias de fãs.

 

A organização dos personagens é feita por grupos, o que facilita na hora de acompanhar a história. Pouco a pouco, conhecemos o por quê de fulano estar ali. O cast tem uma dinâmica muito boa, um detalhe imprescindível para qualquer seriado funcionar. Não há aquela necessidade gritante de dar mais atenção ao protagonista e deixar o resto de lado, pois o background de cada temporada pede que todos trabalhem na mesma página. Assim, pais, filhos, visitantes e o que estiver disponível em meio ao caos ganham importância.

 

Outro ponto que vocês precisam saber é que não há aquele melodrama excessivo da adolescência (quem briga para ficar com quem, por exemplo). Ninguém é perfeito, mas nenhum cidadão perde tempo em resmungar sobre o quanto o mundo é cruel. Quem tem direito a isso é Stiles por causa dos inúmeros problemas pessoais, mas ele sempre dá o seu melhor e não se deixa abalar. Há momentos felizes e infelizes, pois faz parte do mundo adolescente. O drama ganha peso por causa do sobrenatural, o que faz a turma jovem amadurecer mais rápido para dar conta do recado. Mesmo com a transformação, Scott não se torna invencível do dia para a noite. Stiles não começa a sentir ódio do melhor amigo por ser “inferior”. Ninguém se torna imbatível. Todos têm falhas. Acima de tudo, ninguém é endeusado. Teen Wolf é uma série muito humana e não se deixa vencer pelo apelo sobrenatural quando o objetivo é mostrar que os personagens sentem como qualquer outra pessoa.

 

O protagonista da série evolui e todos os envolvidos o acompanham. Isso é excelente, pois cada um transmite uma mensagem dentro do que representam. TW não causa mudanças bruscas na personalidade dos personagens, pois eles mudam conforme o que aprenderam durante o desenrolar das temporadas. Também é importante dizer que não há a frescura de triângulo amoroso (ao menos não até a 3ª temporada) e cada um “possui” o seu respectivo interesse – mesmo que não tenha se tornado real ainda. Esse é um dos pontos que mais enlouquece grande parte do fandom, pois há muitos shippers platônicos. Oficialmente, só há Scott e Allison como namorados nas duas primeiras temporadas, um romance concreto e saudável. Alguns diriam que é um relacionamento perfeito até demais, mas é muito fofo, gente, não tem como negar.

 

Enquanto algumas séries trocam a vivência no mundo real dos personagens pela vivência sobrenatural, Teen Wolf mantém o elenco jovem dentro da rotina costumeira, como ir à escola. Mesmo com a zoeira rolando solta, Scott e Stiles são impulsionados pelos pais a saírem de casa, independente do que acontece no momento. As rotinas são muito pé no chão, mesmo com os impasses incomuns da cidade. É no antro estudantil que ocorrem as melhores cenas, especialmente quando há os jogos de lacrosse. Beacon Hills pode ser um farol para qualquer criatura se assentar, mas ninguém abre mão de ser adolescente. Por isso, há muita amizade, lealdade e cumplicidade, especialmente quando lidam com trabalho em equipe. Ninguém é mais importante que ninguém e todos tentam caminhar no mesmo ritmo.

 

Há muita lição de moral em TW, detalhe esquecido em séries sobrenaturais – e é o que mais me revolta quando envolve um bando de adolescentes. Afinal, essa é a fase que cada um se descobre e muitos elos de amizade são fortalecidos. Scott e Stiles são os maiores exemplos disso. Na saúde ou na doença, eles estão sempre juntos. Todos os personagens possuem um propósito, um passado atormentado e um presente imaturo. O genial é vê-los crescer. Scott, Stiles e Allison formam o trio que mais amadurece. O mesmo acontece com os personagens secundários (um pecado tremendo chamá-los assim), cujas histórias e os atores são brilhantes.

 

Isso não quer dizer que não há espaço para inveja e luxúria, pois há sim. Tem ódio, tem vingança, tem desespero, tem fracasso. Tem insegurança. Tem choro. Para segurar a onda, temos o elenco adulto que é apaixonante e o ponto fixo da galera jovem de Beacon Hills. Os pais mantêm a sanidade dos filhos na maior parte do tempo. Geral tem pai, tem mãe, tem cachorro… Lares perfeitos ou arruinados. Lares comuns. Em Teen Wolf, uma calamidade muda a rotina das pessoas e traz os desafios. Por causa do peso familiar, Scott e Cia. trabalham juntos com os responsáveis e é muito bacana vê-los se engajar na trama, seja para dar um conselho ou para lutar. Os mais velhos são respeitados, sempre interveem e não largam os filhos só porque eles são teimosos. Eu não tenho palavras para descrever como amo o Xerife, Melissa e Chris. Eles são tudo de bom.

 

As mulheres da série são sensacionais, bem como os homens. Teen Wolf conseguiu algo que muitos programas de televisão penam para conquistar: fazer o elenco todo ser amado. Claro que há reclamações (Tyler Hoechlin não saber atuar!) por causa do fandom extremamente presente e barraqueiro, mas isso não quer dizer que não há adoração em massa. Digo isso porque sempre tem alguém que eu não vou com a cara, mas, nesse caso, amo todo mundo, o mesmo carinho que tenho pelo elenco de Pretty Little Liars. Rola um hate, normal, mas não tem como não viciar no cast ao ponto de querê-lo na sua casa.

 

Eu não posso me atrever a citar meus favoritos, mas adianto que sou apaixonada pelos Argent (JR Bourne, I love you!). Tenho um carinho incondicional pela Allison, outro milagre, pois tenho tendência a detestar a protagonista. Ela amadurece demais ao longo das temporadas por causa de muitos tapas que a fizeram entender que realmente pode tomar as próprias decisões e cuidar de si mesma. Allison ganhou meu amor ao reconhecer que todo o caso em Beacon Hills não é brincadeira para adolescentes, o que abriu espaço para aumentar a confiança dela no pai. Ela mudou o código dos caçadores e aprendeu que sentir não é crime. Enfim, ela é xodó.

 

Não posso deixar de dizer que amo o Stiles, Scott, a besta do Jackson, até o Greenberg que não tem um rosto, mas possui o amor e o ódio do Coach. Enfim, o elenco contribui para fazer de Teen Wolf uma das séries mais legais do gênero teen.

 

Balanço das temporadas

 

Em meio a um clima sombrio e com muita névoa, a 1ª temporada começa com uma mordida. O felizardo? Scott McCall. O incidente dá aval ao retorno dos lobisomens em Beacon Hills, uma realidade que balança a vida do personagem, bem como do melhor amigo, Stiles Stilinski, a Hermione Granger que sabe de tudo, justamente por querer entender o universo sobrenatural. Logo em seguida, conhecemos Derek Hale, um homem solitário com um passado cabreiro que promete ajudar o novo lobisomem do pedaço. Porém, até ele é tragado pelo caos que se instala na cidade por causa da presença de um Alfa que não só coloca a vida dos amigos de Scott em risco, como atrai a família de caçadores, os Argent.

 

Ao longo de 12 episódios, conhecemos os outros personagens por causa da vivência na escola. Jackson e Lydia formam o casal metido e egocêntrico que ganha mais importância na 2ª temporada. Porém, devo dizer que amo o Jackson por causa das asneiras dele. Allison Argent é inserida como aluna nova e, com ela, o bando de caçadores se instala para aniquilar os lobisomens. Mesmo com um grupo que se diferencia pelo objetivo, Scott e Stiles norteiam as storylines e fazem com que todo mundo atue junto em busca de uma solução. De um jeito atrapalhado e emocional, ambos são sempre o ponto de partida para os dilemas de cada temporada.

 

É na 1ª temporada que acontece o que conhecemos de apresentação e de desenvolvimento dos personagens, detalhes impulsionados pelos saltos na trama. Há o peso da transição e da descoberta que não se resume apenas no que Scott se transformou. Stiles tem que aceitar que o amigo não é “normal” e Allison precisa engolir as verdades sobre sua família. É aqui que todos começam a escolher o melhor caminho e, a partir disso, fomenta-se o caráter.

 

Eu não achei a 2ª temporada tão imbatível quanto a 1ª, mas ela é minha favorita por causa da expansão da storyline dos Argent. A chegada de Gerard, o vovô da Allison, dá aval a uma treta entre lobisomens e caçadores. Além disso, ficamos por dentro da hierarquia das duas facções – como funciona o trabalho de um lobisomem Alfa (e outras coisas bem legais) e o trabalho estratégico dos Argent. Para Scott, essa suposta guerra rende novas experiências e um pouco mais de compreensão sobre a importância de pertencer a um bando. Isso faz as ideologias do personagem confrontarem com o novo comportamento de Derek. Mesmo com a tensão, o que pega mesmo é a visão radical de Gerard que não hesita em abraçar a camisa da família para matar qualquer um que tenha problemas com a Lua Cheia, ao ponto de mudar o código dos caçadores. Por mais que Scott e Cia. tenham os próprios dilemas, Allison se destaca um pouco mais, pois a sujeira da família dela vem à tona.

 

A temporada também conta com 12 episódios e eu a achei mais sombria do ponto de vista dos Argent. Muitas coisas acontecem ao mesmo tempo e eu só consegui ver a Allison na sua luta interna de não ser uma adolescente fraca. Stiles também começa a demonstrar sinais de amadurecimento ao ser mais cuidadoso e mais estrategista, inspirado nos incidentes sobrenaturais. Até mesmo Scott muda, pois ele começa a sentir o peso da liderança.

 

É nessa season que se inicia a adição de novos personagens, como meu querido Isaac. Outros grupos se formam, outros se cimentam, alguns personagens ganham força e outros perdem. Há uma ascensão e uma queda em massa, mas só os de boa fé seguem para a 3ª temporada.

 

Ela é mais longa por ter 24 episódios. Mesmo com a quantidade, Jeff manteve o mesmo ritmo na hora da divisão dos episódios: cada parte da temporada (12 – 3A e 12 – 3B) possui plots diferentes de um jeito que elas conseguem se individualizar. Na 3A, aparenta-se a existência de 2 inimigos e isso causa um pouco de confusão. Quando a 3B inicia, amplia-se o cliffhanger, mas a trama sofre com a ausência de momentos de tirar o fôlego e com a lentidão de alguns episódios. Sendo bem sincera, não gostei tanto do resultado e fiquei bem contente por saber que a 4ª temporada retornou ao formato antigo.

 

Devo dizer que gostei mais da primeira parte. Há bastante ação e muitas cenas de fazer um bebê chorar. Não que na 3B não tenha, mas eu perdi o fôlego apenas nos últimos episódios da segunda parte da temporada. Eu senti que a trama travou, se revezando entre episódios arrastados e sem propósito, com alguns mais animadinhos. A amplitude de plots foi bem utilizada na medida do possível, mas o resultado não teve tanta qualidade em comparação às duas primeiras temporadas. A parte boa é que a 3ª temporada explorou detalhes que em 12 episódios seria meio difícil por causa do curto espaço de tempo, como os flashbacks que tiveram foco total.

 

Na segunda parte, quem rouba a cena é Dylan O’Brien e acredito que a temporada não teria sido finalizada tão bem se não fosse pela atuação dele. O atrapalhado Stiles ganhou a atenção merecida ao ser o impasse principal da trama, o que propiciou um tremendo desafio ao ator que teve que interpretar o mesmo personagem, mas com facetas diferentes. Também devo dizer que a 3B foi de partir o coração por motivos de spoilers (que todo mundo a essa altura já deve saber). Me dá arrepio só de pensar sobre isso, de verdade. Nunca superarei.

 

O bacana dessa temporada é que Scott e Cia. sentem o peso de ser um bando de adolescentes, uma verdade jogada na cara deles o tempo todo. Isso mexe muito com a galera que não quer mais ser a equipe que só encontra os corpos. Há muita negação no começo da temporada, especialmente por parte dos Argent, mas ninguém fica de braços cruzados por muito tempo.

 

Com a grande quantidade de episódios, exigiu-se mais plots e mais personagens novos. Por Teen Wolf ter nascido com temporadas curtas, ampliá-la permitiu que algumas histórias se dispersassem. Sem contar que, a princípio, o cérebro explode com tanta informação. Não houve perda total de qualidade, mas não conseguiu ser superior. Para mim, TW funciona melhor com seus dignos 12 episódios.

 

Motivos a mais para assistir Teen Wolf

 

O que mais me cativou em Teen Wolf foi o cuidado com as tramas. Todas são bem amarradas. O foco na mitologia trouxe alguns deslizes como a falta de coerência na timeline de alguns personagens, tais como Derek, mas nenhum showrunner é perfeito. Dá para ignorar muita coisa em TW, pois o sobrenatural e o elenco são muito atraentes. É bem comum séries desse gênero se apoiarem apenas nos protagonistas e deixar os demais na sala de espera, mas, em Teen Wolf, a sujeira é despejada na cabeça de todo mundo. Eu fiquei bem surpresa com isso, pois há um tremendo trabalho em equipe.

 

Teen Wolf se tornou minha joia rara por ser humanizado e por se ater à mensagem. Sem contar que a série provoca o desejo de querer fazer parte de tudo o que acontece. Não tem como não ser arrebatado pela vontade de pertencer ao universo e de querer ser amigo de todos os personagens. É viciante demais!

 

A inclusão dos pais lacra a vida. Tê-los é um presente dos Deuses, pois acho uma falha tremenda meio mundo achar que o herói ou a heroína precisam ser tão arruinados ao ponto de não terem um parente vivo. Quem disse que uma mãe não pode ajudar o filho lobisomem? Quem disse que um pai militar não pode educar a filha a ser melhor que um simples código? Além do elenco adolescente aprender entre si, eles se dão a chance de também agregar conhecimento com base nos conselhos dos adultos. Os mais velhos têm um espaço participativo tremendo, algo que fica mais marcante na 3ª temporada.

 

Scott e Stiles possuem uma amizade inabalável, emocionam quando se chamam de irmãos e fazem chorar quando juram proteger um ao outro. Não é aquela amizade que começa bem e que fica ruim só porque um se tornou melhor. Acima de tudo, os dois prezam a normalidade, mesmo com o sobrenatural pesado de Beacon Hills. O “ser adolescente” é essencial e esses dois são muito atrapalhados nesse quesito. Vale dizer que os diálogos de Teen Wolf, especialmente os do Stiles, são de se jogar da cadeira.

 

Cada temporada de Teen Wolf é uma lição de casa mitológica, algo que me fez lembrar de Supernatural que costumava ter um molde parecido. A série pesa muito nesse contexto por ser o background que sempre situa o que está por vir. Para quem gosta dessa pegada, TW honra ao máximo, pois não adianta ter um bando de lobisomens sem ter outras criaturas para apimentar a vida da galera. Enfim, eu poderia dizer muitas coisas sobre o hit da MTV, mas não posso arruinar a experiência de uma pessoa ser contaminada por uma mordidinha. Sem contar que o post ficaria enorme (sendo que ele já está, vejam bem!).

 

O que posso dizer como adulta é que a série conta com episódios bem escritos. Há os escorregões e TW não foge disso. Porém, Jeff Davis criou uma história adolescente que tem uma mensagem positiva dentro da faixa etária do público-alvo. As experiências dos personagens coincidem com as dessa galera que ama TW, o que é muito legal. Mesmo com o sucesso, não houve uma reviravolta radical que tirasse a série do propósito ou anulasse a personalidade da turma.

 

Acredito que há coisas que podem ser trabalhadas e melhoradas, como o background dos personagens. Isso me faz lembrar do Daniel Sharman que pediu um desenvolvimento para o Isaac, o que denuncia o pecado que precisa ser corrigido pelo showrunner. Muitos têm suas histórias soltas no ar, o que não é justo, pois, mais tarde, fica claro que o tio Jeff não sabe bem o que faz.

 

Só sei que, ao longo de 3 temporadas, Teen Wolf preservou a parte mais importante: a mitologia. Inclusive, o amadurecimento do grupo franzino que se vê forçado a crescer antes da hora. Mal posso esperar pela 4ª temporada.

 

PS: Teen Wolf tem uma trilha sonora do &$¨@*!@. E a abertura é @#@#@$@$.

Stefs
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Escreva seu comentário antes de ir <3
  • Francielli Lopes

    Hahaha .Essa série é incrível *O* ansiosa demais pela 4° temporada

  • heyrandomgirl

    Nossa, quem não passou por isso, né? Eu digo o mesmo por mim Hahahaha. Depois que começa, não tem como largar. Nem acredito que a série retorna amanhã, tô até emocionada <333333333

  • Francielli Lopes

    *O* amo Teen Wolf, tive um certo preconceito no começo por ser uma série que parecia ser clichê mas depois da primeira temporada viciei. Esperando ansiosa a 4°

  • heyrandomgirl

    Eu tô com medo pq estou sem internet e tô desesperada já. Terei sonhos ruins sobre isso HAHAHAHAAHAHAHAH

  • Mylene Pedrazzi

    SÓ DIGO UMA COISA: TW É VIDA!!!

    Vamos assistir a quarta temporada e morrer de amores mais uma vez <3