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16/jul

15. Um fator que você mudaria na trama dos livros.

 

Eu mudaria tanta coisa nos livros, a começar pelo fato da Hermione ter ficado com o Rony (eu não poderia deixar de comentar isso em uma oportunidade tão propícia #risos). Já disse durante o desafio que não concordei com o fato do Neville não ter sido o responsável em aniquilar a Bellatrix, como também não aceito de forma alguma as mortes do Remus e do Snape. Sei que é dramático, de um jeito que dá dó e simpatia, ver o herói perder tudo, mas Harry venceu a guerra sem o direito de conhecer melhor um dos melhores amigos do pai e o homem que fez tudo por amor a sua mãe. Isso ainda me indigna demais.

 

Claro que isso são meros detalhes perto do Epílogo. Se eu não amasse tanto a Rowling, tenham certeza que já teria queimado não só esse fatídico término de Relíquias da Morte, como também Enigma do Príncipe. Eu o detesto muito. Se não tivesse tanto amor por esse livro, faria questão de arrancar as páginas dos tais 19 anos depois. Eu achei a conclusão meia-boca para os padrões da própria escritora. O único momento que se salvou para mim foi o Draco na plataforma. Saber que ele encontrou um meio de se redimir derreteu meu coração completamente. Ah! E a última frase: tudo estava bem. De resto, eu pediria gentilmente para minha amada Jo dar uma revisada, especialmente no nome das crianças.

 

Idealizem a cena: eu, a pessoa que mais detesta o Dumbledore, me vê o nome desse senhor atrelado ao da pessoa que mais amo, Snape. Albus Severus. Really? O mesmo comentário vale para os demais, James Sirius, Lily Luna… Pelo amor do hipogrifo, o que foi isso?

 

A ideia foi homenagear e tudo mais, mas um nome é pior que o outro. Tinha que ser coisa do Harry. Certeza que quando os Potter anunciaram o nome das crianças, Rony e Hermione resolveram fazer o mesmo. Rei mesmo é o Scorpius e o Teddy. Amo/sou.

 

Esses 19 anos depois me mataram mais que todas as páginas de Enigma do Príncipe. É sério! Albus (meu Deus!) começa a resmungar sobre não querer ir para a Sonserina, algo que já vimos em A Pedra Filosofal, Teddy Lupin me aparece agarrando Victoire Delacour Weasley, etc. e etc. Assim, eu não entendi o que a Rowling quis mostrar. Sei que ela ofereceu um revival na plataforma, um retorno ao início, ao momento de glória e de pavor diante da ideia de embarcar pela primeira vez no trem rumo à Hogwarts. Esse ponto me deixou bem comovida e nostálgica. O problema é que são páginas em que não senti os personagens como adultos. Parecia até que eles estavam prestes a voltar para a escola.

 

Tanto tempo se passou e os personagens pareciam adolescentes. Harry e Gina eram os únicos que se casaram e que se tornaram responsáveis (uma ironia, porque os dois nem parecem marido e mulher). Hermione e Rony empacaram na infância, especialmente o Weasley que não deixou de soltar uma piadinha para a filha Rose não se aproximar do Scorpius (shippo demais!). O Epílogo só me fez relembrar com azedume o quanto não suporto o Rony. Por que a Rowling não levou a sério a ideia de matá-lo? Uma salva de palmas ao Rupert Grint, pois ele ajudou a amenizar demais o personagem.

 

Concluiu-se o Epílogo com a cicatriz que não incomoda mais o Harry. Essa foi a única parte válida, pois o resto foi totalmente dispensável. Eu tenho uma vontade de rasgar essas páginas, mas a Rowling já fez muita maldade ao matar metade dos personagens e isso me custaria o livro todo para desabafar minha revolta.

 

Amanhã o desafio continua com a seguinte questão: profissão que escolheria depois da formação em Hogwarts

Stefs
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