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05/jul

4. 1 professor, 1 feitiço, 1 criatura mágica.

 

Nomear um professor favorito é um serviço complicado, pois vomito arco-íris por muitos. Amo demais o profº Lupin, o profº Snape e o profº Flitwick, os três melhores homens de Hogwarts. Nomear Remus foi algo que considerei, pois o personagem me abriu um leque de informações sobre os Marotos, fez do chocolate um estilo de vida e foi o melhor teacher de Defesa Contra as Artes das Trevas. Porém, ele ficará em 2º lugar (só hoje!) porque não posso ignorar minha extrema e eterna admiração por Minerva McGonagall.

 

A profª McGonagall é ranzinza, dedicada e durona, mas de um jeito muito bom. A bruxa é talentosa, não tem papas na língua, suporta qualquer feitiço de peito aberto e tem um passado que só me fez ovacioná-la ainda mais. Se é uma pessoa que sabe brincar com ironia de um jeito bem-humorado é ela. Durante o desenrolar da saga, Minerva se mostrou digna de respeito, como também de ser temida, seja pelos companheiros de trabalho – que sempre prezaram as opiniões dela – ou pelos Comensais da Morte que tiveram que lidar com essa senhora que não arredou o pé de Hogwarts e manteve-se até o fim como uma pedra no sapato (e como uma meio sangue insolente, linda e maravilhosa).

 

Na minha opinião, a prof.ª McGonagall é a personagem feminina mais forte da saga. Para mim, ela foi a que mais apanhou e deu a volta por cima. Depois dos Marotos, ela é a melhor pessoa da Grifinória. Inclusive, foi a que mais norteou Harry, ao contrário do Dumbledore que só o explorou (podem vir haters!). Falando nesse salafrário, ela sempre foi muito leal ao falecido diretor de Hogwarts, o que sempre detestei, mas, ao mesmo tempo, sempre admirei. Minerva nunca agiu sem antes consultá-lo ou sem pensar no que ele faria, e nunca o contestou sem um motivo pertinente.

 

Foi em Enigma do Príncipe que a bruxa mostrou o que tem de melhor, pois a escola caiu nas costas dela. Nunca me esquecerei da cena em Relíquias da Morte na Sala Comunal da Sonserina. Vale mencionar o bate-boca com a Umbridge em Ordem da Fênix. Assim, muito épico.

 

Minerva nunca passou por cima dos próprios valores. Nunca mostrou ser o tipo de pessoa que é fácil de controlar ou de assustar. Imagino a dificuldade do profº Snape em lidar com ela durante o período em que assumiu a cadeira do diretor. Essa senhora deve ter dado muita dor de cabeça. Enquanto o trio ia atrás das horcruxes, ela permaneceu na escola como um plano de contingência. Foi impossível não amá-la mais forte por ser essa mulher cheia de atitude. Quando o passado dela pipocou no Pottermore, tive que tomar um drinque para me recuperar, socorro!

 

Quando eu crescer, quero ser igual a ela.

 

Feitiço

 

 

Só de zoeira, amaria ter a meu favor o feitiço Limpar. É muito difícil lavar a louça nesse frio, como mandar ver naquela faxina básica. Sofro demais!

 

Falando sério agora, eu não diria que o feitiço que escolhi para este desafio é meu favorito, mas um que sempre chamou minha atenção: a maldição Cruciatus. Tudo por questões da psicologia por detrás dela, algo que achei bem interessante. Vou explicar!

 

Em Ordem da Fênix, Harry tentou usar a maldição Cruciatus contra a Bellatrix para que ela sentisse a mesma dor que ele, motivado pela ira devido à perda de Sirius. A atitude não foi o que me fez pensar, mas o que a Comensal da Morte disse: você precisa querer lançar esse feitiço para que ele dê certo. Ter aquela vontade verdadeira, tanto mental, como emocional. Harry estava motivado pelo emocional ao tentar usar Crucio contra Bellatrix, sendo que nunca foi preparado psicologicamente para isso. É aí que esse feitiço se torna meu ponto de interesse por gerar a seguinte indagação: onde foi parar a humanidade desse povo que não hesita em lançar essa Maldição Imperdoável? O quanto se precisa perder para que ele seja efetivo?

 

Ao menos, não me lembro de um membro da Ordem da Fênix lançar esse feitiço ou qualquer outro batizado pelo Voldemort. As três maldições sempre foram intrínsecas aos Comensais da Morte. Para usá-las, não basta estar chateado, triste, revoltado. Você precisa querer machucar, manipular e, quem sabe, matar. Às vezes, me pergunto se essa sede em querer também é um meio para qualquer maldição atingir o oponente de um jeito eficaz.

 

Bellatrix é a personagem que, ao longo da saga, mostrou ausência total de humanidade. Como ela chegou lá? Sabemos que a prima de Sirius Black sempre gostou de ser o que é. Sempre gostou da arte das trevas. Sempre detestou o mundo trouxa. Não é à toa que seu “feitiço-assinatura” é o Crucio. Essa foi a Maldição que a tornou popular na companhia de Rodolphus e Rabastan Lestrange, e Bartô Crouch Jr. Ela ajudou a torturar os Longbottom até o casal perder a sanidade. Isso bota em cheque o quanto uma pessoa precisa perder ou não se importar com absolutamente nada para que uma Maldição como essa funcione.

 

Bem que a Rowling poderia responder isso, né? Tenho certeza que Bellatrix não nasceu assim. Ela pode ter crescido sarcástica e malévola, mas, para isso engrandecer, só penso em algo muito dark dentro da família para levá-la a insanidade (isso se chama ausência de Sirius Black! Contra fatos não há argumentos – usando o slogan Romione).

 

Criatura Mágica

 

Eu adoro os elfos domésticos. Eles são muito, muito, muito úteis. Eu amaria ter uma elfa como a Winky, uma companheira para compartilhar a faxina e, de quebra, beber uns bons drinques. Acho que de tão carinhosa que sou com bichinhos de estimação, os elfos me venerariam (vlw flw!). Eles não largariam do meu pé, bem sei, porque sou muito gracinha.

 

Inclusive, não serei mentirosa em dizer que sempre quis ter um elfo para me ajudar com as tarefas de Isaura. Acho que Dobby e eu teríamos sido uma dupla sensacional, pois cada faxina seria um flash.

 

Amanhã o desafio continua com a seguinte questão: estudante favorito da Era Potter em Hogwarts.

Stefs
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