Menu:
04/dez

Literalmente, o Papai Noel mordeu todo mundo na traseira neste episódio de Chicago Fire, que lacrou mais um mid-season finale graças a um cliffhanger que me fará subir pelas paredes até ano que vem. Típico! Estou com aquele gosto amargo na garganta por causa dessa dura espera. Aguardei uma sequência de milagres natalinos, mas todos foram anulados. Aquele clima de esperança, felicidade e lágrimas foram sabotados por Murphy de cosplay de homem do trenó. Claramente, essa turma estava imersa naqueles dias intermináveis, em que não deveríamos sair da cama. Ninguém foi poupado da rasteira. Não posso com isso!

 

Mesmo com a possibilidade de coisas ruins acontecerem em um clima tão otimista, admito que esperava mais do episódio. Um choque tremendo ou lágrimas intermináveis. Volto a sentir falta dos chamados semanais de mais impacto, verdade seja dita. De novo, houve foco em relacionamentos e, pelo visto, a storyline do Peter será responsável em tirar essa temporada de Chicago Fire dessa vibe morníssima. Oremos!

 

Episódio 3x10

A promo deste episódio mostrou que as coisas não seriam fáceis para Dawsey. Sinceramente, não sei de que lado ficar. Gabby foi totalmente errada na semana passada, mas, pelo menos, tentou matar o climão, algo que Matt não se deu ao trabalho de contribuir. Repito quantas vezes for preciso que não concordo com o Mills ter sido o escolhido para balançar mais as coisas, e ainda bem que o paramédico foi sequestrado. Só assim para esse casal resolver as diferenças sem fazer ninguém de estepe, outro detalhe que o Tenente não demorou a usar como “sua verdade” contra o falatório magoado da noiva. Um comentário que me deixou bem desgostosa.

 

Afinal, o personagem sempre aparentou certa maturidade no quesito relacionamentos, não há desculpa para se sentir tão inseguro e agir feito um idiota, vamos combinar. Ok que com Gabby é amor de verdade, mas dava para ser menos babaca, né?

 

Meu coração está partido com essa confusão toda, uma sequência de mal-entendidos que, por mais que sejam tolos para alguns, é o que costuma acontecer na vida real. Por um lado positivo, esse atrito é até bom para Dawsey, pois ambos nunca enfrentaram uma crise que os fizessem questionar o que sentem um pelo outro. A storyline romântica encaminhou nos conformes, perfeitinha demais, e precisava de um sustinho. Ambos vêm de uma temporada de eterna lua de mel, curtição e fofuras ao extremo, e, sendo bem honesta, não acho que os dois se conhecem tão bem para terem avançado para um patamar mais sério.

 

Claro que torço pela felicidade dos dois, amo a maneira como a história deles se desenvolveu, mas não dá para negar que esses personagens têm muito que aprender ainda, especialmente no quesito diálogo. Um ponto de dificuldade que ficou escancarado no episódio passado.

 

De novo, Casey preferiu ser “dono da verdade” ao invés de baixar a guarda e bater um papo. Ele foi sacana em jogar “verdades” sem sentido, totalmente insensível. Achei que só o cold shoulder para cima da Gabby continuaria por causa do Mills, mas, quando o personagem chama Severide para uma noite pós-expediente de farra, vi a catástrofe. Por mais que a traição não tenha sido consumada, juro que meu sangue foi parar na testa quando o vi capotado naquele sofá. Fiquei aliviada, mas, por outro lado, achei muito falso da parte dele abaixar a bola só porque sentiu remorso. Por medinho de ter pulado a cerca. Por medinho de ter dado a mancada que tanto o incomodou ao ver Dawson e Mills juntos.

 

Episódio 3x10

E se realmente tivesse acontecido? No mínimo, Matt culparia a noiva e diria que fez o que fez por causa do que ela disse sobre o relacionamento deles, sobre ela correr atrás do ex para “reacender” uma antiga chama. A prova disso é quando o celular entra em cena e Mills acaba como um dos culpados do embate dos dois. Juro, ele me tirou do sério neste episódio.

 

Em contrapartida, Dawson me surpreendeu, pois jamais esperaria vê-la se humilhar por alguém como aconteceu no decorrer do episódio. Claro que esse “alguém” é o boy, não é qualquer pessoa, mas, considerando que a bombeira é muito orgulhosa, achei estranho demais vê-la com o rabo entre as pernas. O impulso para isso foi a culpa de confessar suas inseguranças para Mills – das quais o noivo magicamente escutou. O peso do assunto não resolvido a fez agir diferente, pois, quando estava brigada com a Shay, a personagem não poupou em nenhum momento a cretinice. Que mudança, não?

 

Chorei com o Boden e a Donna. O momento mais lindo deste episódio, sem dúvidas, e que trouxe aquele gostinho de milagre natalino. Amei os surtos dele sobre manter ou não a tradição de um nome, cheio de insegurança, todo trabalhado na neurose. Ri demais com as entrevistas dele com Connie e Otis. Boden não tem limites!

 

Episódio 3x10

Na outra via, sofri demais com o parto da Donna. Nada mais lindo que o pai dar as boas-vindas para o filho. Derreteu meu coração, mas… Senti-me uma megera ao pensar que tudo estava muito perfeito para uma gravidez de risco. Afinal, foi fácil demais Donna dar à luz no caminhão, não me julguem. Quando a tempestade caiu sobre ambos, fiquei mal pela mudança brusca de emoções, do momento feliz que logo se transformou em trevas. Repito meu apelo de não querer que essa criança vá dessa para melhor. Tenho certeza que, se isso acontecer, o casal do pop terminará. E eu gosto do Boden com o sorriso cheio de dentes, por favor.

 

O único bafo do episódio pertenceu ao Sr. Peter Mills. Logo no começo do episódio, senti a falsidade desse Lullo. Até parece que ele pagaria de moço compreensivo. Jamais que esse safado pediria desculpas para o paramédico, não depois do show que fez na semana passada. Esse novo vilão tem uma reputação forte, que claramente traz um pouco de terror nas redondezas de Chicago. Estou em pânico sobre como essa trama se desenrolará, que rendeu um cliffhanger maldoso. Adoro o Mills, mas só penso na pobre da Sylvie que só se envolveu em furada desde que chegou. E o coração do Cruz, gente? Chamem o Voight, por favor!

 

O mid-season finale de Chicago Fire foi dividido em pequenos momentos que serviram para inserir o clima natalino. Quem reforçou isso foi o Molly’s II, o único milagre dessa festividade, cujo caminhão terminou estacionado por uma boa causa. Tenho que dizer que morri de rir com o Herrmann dando entrevista e o veículo destruindo o evento da comunidade. Foi mara!

 

Também achei muito fofa a cena em que Dawson e Brett conversam na lavanderia. Sei bem que os fãs da Shay detestaram, pois era um momento clássico e íntimo dessas personagens. Babei de qualquer forma e gostaria que Sylvie se tornasse amiga da Gabby.

 

Nos vemos de novo com as resenhas de Chicago Fire no dia 6 de janeiro. <3

Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3