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14/dez

Então que o clima natalino se entremeou nos arredores de Mystic Falls. Esperava um clima mais solidário, porém, o que aconteceu no mid-season finale de The Vampire Diaries foi uma sequência de lástimas. Para uma época do ano em que todo mundo deveria ser presenteado com um milagre natalino, as coisas se desenrolaram de mal a pior. Algumas por motivos justos, outras nem um pouco. Acho que nem preciso dizer que me refiro a Liz, né? Quando você pensa que a cota de absurdos dessa série terminou, lá vão Plec e Dries autorizar mais um pouco de bagunça (consigo até ouvir as risadas de deboche delas).

 

Tirando as novas invenções nada brilhantes dessas duas, o episódio foi até que bom por motivos de Kai. O personagem provou que tem potencial. Parece que agora conseguiram acertar no vilão, isso tendo Markos como referência, já que ele é uma das manchas da série.

 

Em contrapartida, o episódio foi muito corrido e muito disperso. Não gostei da separação dos personagens. Cadê aquele sentimento de fé que TVD sempre transmitia em momentos tão complicados? Morreu! É fato que, se não fosse Kai, que representou o ponto de equilíbrio, a trama teria se perdido por causa da atenção desnecessária em alguns subplots que poderiam ficar na fila e aguardar. Não precisava investir em tudo ao mesmo tempo. Deveriam ter focado apenas no coven Gemini e em outros assuntos com base no clima natalino.

 

Bem que tentaram trazer o Natal para o mid-season finale por meio do flashback que, no fim, não serviu de nada. Foi uma memória com sentimentalismo unilateral da Bonnie. Sim, foi lindo vê-la no passado, ao lado de Elena de chapinha e de uma Caroline que dava gosto de torcer, contentes e saltitantes. Foi a única parte do episódio que me comoveu verdadeiramente, pois sinto muita falta dessa amizade.

 

Sozinha, Bonnie só pensava no quanto perdeu, um sentimento, como qualquer outro, intensificado devido ao clima natalino. No fim, se firmou a revolta da bruxinha por continuar empacada. Ela oficializou a ausência de esperança. De novo, a personagem partiu meu coração, montar aquela árvore de Natal e queimá-la foi golpe baixo, e a cena que uniu Beremy foi minha morte. Não aguento mais vê-la abandonada e espero mesmo que essa promessa dela ir para o lado negro da força vingue, pois acharia surreal ela sair do inferno de Kai saudável, com a mente e as emoções no lugar, como se nada tivesse acontecido. Bonnie teve um breakdown na semana passada e é bom que usem isso para torná-la mais amarga.

 

Porém, como é TVD, capaz dela sair rebolando e cantando Put Your Graffiti On Me.

 

E aonde vamos com o novo hábito de Jo e Ric abrirem um episódio? Como disse na resenha passada, esse súbito amor muito me incomoda. Nem com Jenna as coisas se desenrolaram tão rápido, o que enfatiza a falta de tato de criar angústia, de permitir que os personagens se conheçam, que se apaixonem e mergulhem nos conflitos sobrenaturais. Daquele jeito que nos envolve e nos faz se apaixonar junto. Ok que Jo trouxe um alívio por ser bruxa, mas, por outro lado, e por mais que os dois tenham sido umas belezinhas neste episódio, o instalove me faz querer arrancar os olhos de ódio, verdade seja dita.

 

Pensando em Ric, tento descobrir a utilidade dele. Depois de 10 episódios resumidos em falar asneira para Stefan, ter conflitos sobre ser vampiro e sair nos tapas com Damon, o que lhe resta? Era evidente que Dalaric se acertaria depois do babado do ascendente, ambos não vivem sem o outro, mas está óbvio que não há proposta para Ric. Não gosto quando um personagem se torna dependente de outra storyline para se movimentar, como acontece o tempo todo com Matt. Foi dito que ele daria suporte aos Gilbert, mas o que vi foi um homem se lamuriar por não controlar os instintos do vampirismo, acusar as pessoas sendo que fez menos ainda para ajudar Bamon, e espancar o BFF por ter sido hipnotizado.

 

Desculpem, mas o valor de Ric no universo TVD acabou assim que ele morreu na 3ª temporada. Uma conclusão épica e que deveriam ter respeitado. Ele já foi útil e esse revival da presença dele, até então, está sem futuro. Vamos combinar que é meio intragável esse retorno, um detalhe que frisa o empenho das duas showrunners em destruir o que Williamson solidificou com maestria por 3 anos. É feio mexer no job dos outros, sabiam? Só fico de boa porque gosto muito do Ric. Senão, o teacher estaria na minha zona de tiro.

 

Kai e os geminianos (menos eu, porque não fui convidada)

 

Por mais que ame criticar Plec e Dries, abençoadas sejam essas mulheres por terem se permitido a usarem o único neurônio chamado inteligência para a criação do Kai. Eita homem maravilhoso! Dono do meu ser! Rei, príncipe, supremo de Mystic Falls.

 

Kai tem me feito muito feliz. Até diria que, depois de Bamon e da Elena sem memória, ele é a razão de tornar esta temporada um pouco mais digerível. Não tanto, mas tem ajudado. Ao contrário de Markos, o bruxão assumiu essa ausência de vilão sem um pingo de dificuldade. Ele não precisa se provar, a não ser quando pensamos em Klaus, um personagem insuperável no que condiz à mitologia de TVD. Agora acredito um pouco mais na possibilidade do personagem causar estardalhaço e tirar essa cambada do comodismo. Por enquanto, a única coisa que esta temporada tem acertado é no desenvolvimento da storyline desse cidadão.

 

Porém, não podemos esquecer que há incontáveis falhas, como a facilidade e a praticidade com que Kai consegue as coisas, sendo que passou séculos empacado em 1994. O fato dele dominar até mesmo o ângulo da fronteira foi demais para minha saúde. Sem contar que, já que Damon tem ganhado espaço e se tornado o sabichão, que burrice desse cidadão não ter somado 1 + 1 ao prender o bruxão além da borda mágica. Dá zero pra ele!

 

Porém, a crueldade e o sadismo de Kai têm sido a cereja do bolo (um bolo que ainda não existe, pois os demais personagens estão no flop tour). Ele aparatou em Mystic Falls com o grande potencial de trazer o que tem faltado há dois anos na série: a sensação constante de perigo. Como venho dizendo nas resenhas, estou farta dessa tranquilidade, dessa postura imbatível da vampirada, detalhes que não ajudam e só empobrecem a trama. As showrunners podem ter tornado Kai imprevisível e altamente perigoso, mas ainda falta muito para consertar os outros erros que estão enraizados na série.

 

No caso, a ausência do elemento surpresa. Tudo bem que tentaram criar esse choque ao fazerem Kai absorver toda a magia da fronteira, algo que foi fácil sacar antes mesmo do personagem abrir a boca. Como uma eterna mala sem alça, só consegui ver nessa atitude mais uma quebra de proposta. Para quem acompanhou as notícias antes da temporada estrear, sabe que a meta era fazer Elena e Cia. recuperar o lar. O pôster desta temporada trouxe essa ideia, gente, e Plec e Dries solucionaram esse “dilema”, literalmente, com um passe de mágica. Em segundos, uma dificuldade que deveria unir esse povo desapareceu. Não há mais luta, sufoco e perigo que faça essa galera brigar por algo em comum. Sempre há alguém que soluciona qualquer caos “acidentalmente”.

 

Algo está errado.

 

Sendo assim, Kai tem sido a última esperança para amenizar nem que seja 10% da vergonha que TVD se tornou. Vê-lo torturar Jo foi forte e agonizante. Sem dó e nem piedade. Fiquei com dó ao mesmo tempo em que surtava com cada investida maligna do bruxão. Ele é insaciável. Não tem juízo. Acho que, no quesito família, Kai é pior que Klaus. Vejam bem: o híbrido pode ter matado os pais e empalado os irmãos, mas ele tem um respeito imensurável pelo Always and Forever. Com Kai, nada disso rola – lembrando que ele pertence a um contexto aonde coven vem em primeiro lugar, relevância contrária ao pensamento dos Mikaelson. O novo vilão não está nem aí. Mata mesmo, pisa, cospe e canta beijinho no ombro.

 

A pressão causada pela presença de Kai fez Liv agir de um jeito um tanto quanto inesperado. Disse na semana passada que esse lado emocional dela tem me deixado infeliz, pois gostava da versão que não hesitava em jogar Elena na parede para dar umas porradas. Quem assumiu o ceticismo e o negativismo foi Luke, justamente a ponta que sempre foi a mais emocional. Por mais que sejam gêmeos, Liv assumiu a posição de irmã mais velha. Ela optou em aniquilar Jo ao invés de matar o brother, algo que achei justo, pois não saiu da proposta da storyline dela. Bem como da dele. Ambos sempre se protegeram, vide season finale da temporada passada.

 

 

E agora? Kai tem toda a magia do universo em seu corpinho, magia suficiente para fazê-lo ser um demônio por alguns episódios. Pergunto-me se ainda rolará o “duelo” entre Jo e ele. Não nego, caí na risada sobre “posso vencê-lo”, como se fosse uma batalha à la Game of Thrones. Já espero a morte da médica. Tem muito bruxo para pouco espaço e rainha é a Bonnie.

 

Delena

 

Nunca pensei que diria isso, mas Delena está mil vezes mais tolerável que Steroline. What a time to be alive! Acho que é um milagre natalino, pessoal! Calma que não me esqueci do realismo da coisa toda, pois, por detrás do “vamos salvar a Bonnie” está o pretexto “precisamos nos apaixonar de novo”. Infelizmente, a bruxinha e o ascendente são as desculpas para mantê-los próximos. Contudo, notei a meta de fazê-los se conhecer novamente. Além disso, o tempo que ambos têm ficado separados amenizou o Delena Diaries.

 

O lado bom disso é que Elena e Damon têm conquistado um espaço separadamente, o que, de novo, mostrou que eles são melhores assim, sem o romance. Ao menos, não no estilo que foi imposto por duas temporadas.

 

Esse clima suave entre os dois tem sido uma grata surpresa. Espero que mantenham esse ritmo, pois está meio que parecido com o desenrolar da 3ª temporada. Lento, pausado, cuidadoso. Tenho medo de elogiar demais, pois ainda há marcas do sire bond e da amnésia da Santa Gilbert em mim, então, é fácil aguardar uma trollagem. Uma trollagem que aconteceu no final do episódio por causa do visco e ri do vácuo. Nada de beijo. Plec e Dries são as mães que assumem esse shipper. Não se esqueçam!

 

Na companhia de Ric, Damon voltou a apresentar sua melhor versão, com sarcasmo, risinhos cínicos e a falta de paciência para quem tá começando agora. Características evidentes desde que retornou do inferno de Kai e não tem mais Elena como namorada. O vampiro amorna e fica chato na companhia da Santa Gilbert. Com o BFF, ele volta a ser como nos velhos tempos. Friso: esse Salvatore é melhor sem a ex e vice-versa. Ambos ficam agradáveis de acompanhar. Torço para que acertem a mão no romance Delena dessa vez, mas acho dificílimo.

 

Adendo: o que foi o Damon perguntando ao Ric sobre o tema lógica x garota que acabou de conhecer? Queria saber qual é a base para fazer diálogos tão incoerentes algumas vezes.E o chilique de Ric, afirmando que Damon está empenhado contra o Kai pensando no próprio umbigo? Por ser a 2ª vez que frisam isso, acredito que será o “desafio” do personagem provar o contrário nesta temporada.

 

Ninguém sai! Sangue de vampiro não cura tumor!

 

Sobre Steroline, o que ficará comigo é: sangue de vampiro faz coleira mágica, mas não cura tumor. Ric é salvo com massagem cardíaca depois de morrer além da borda mágica, mas sangue de vampiro não cura tumor. Pessoas que deveriam permanecer mortas retornam, mas sangue de vampiro não pode curar tumor.

 

Você faz tudo com sangue de vampiro, mas não curar um tumor.

 

Sabe o que foi o pior disso? Colocar essas palavras, que ficaram nas entrelinhas, na boca do Stefan. O Cruzeiro, o salvador, o bom samaritano, aquele que tudo conforta. Na teoria, seria muito mais fácil aceitar que sangue de vampiro não cura tumor vindo desse personagem, justamente por causa do peso dramático, muito maior em comparação ao Damon. Revejam a cena: você é absorvido pela emoção das palavras dele, começa a ficar mal pela Caroline, e a camuflagem de um novo absurdo é feita com sucesso quando os personagens envolvidos se abraçam. Não estou nesta vida para ser otária!

 

Da mesma maneira que tentaram romantizar a opção de Elena em deletar as memórias, tentaram dramatizar a futura morte da Liz dando ao Cruzeiro Stefan a afirmação que entra para o hall de fiascos de TVD. Admito com absoluta frieza que o estado de saúde da mama Forbes não me comoveu por saber o que vem depois disso. Foi sacanagem, do mesmo nível que o sire bond.

 

Desculpem, mas fazer isso com a xerife foi o mesmo que inventar o sire bond. Intragável, sendo que ambos os shippers não dependiam de uma invenção X para ter um romance. Forçaram a barra por motivos de sangue de vampiro não cura tumor. Pelo amor de Deus, né? Se era para matar a Liz, que fizessem isso quando ela foi capturada pela cambada do Tripp.

 

Um comparativo: Elena já gostava do Damon e inventaram a coleira mágica. Uma coleira que fez a protagonista rastejar por um amor que já existia antes da macumba acontecer. Tentaram uma dramática que desrespeitou o encaminhamento da storyline Delena muito bem solidificada na Era Williamson. Sem contar a descaracterização extrema dos personagens envolvidos. Agora, Stefan e Caroline são as vítimas e começam a ter o mesmo descuidado. Ambos tinham uma sintonia cativante na temporada passada, o que me inspirou a torcer por eles. Dava para investir em um relacionamento entre os dois já naquele cochilo no acampamento dos Viajantes. Mas cadê que fizeram? Preferiram inventar um tumor que não cura com sangue de vampiro.

 

A desculpa: Dries queria que Stefan se desencantasse com “graciosidade” da Elena enquanto tornava o sentimento da Caroline unilateral. Ridículo, sendo que o Salvatore nem perto da Santa Gilbert ficou na temporada passada. Não investiram em Steroline antes por estupidez, o mesmo Delena que acabou no flop tour (e quem sabe melhora nesse 6º ano).

 

Por mais que digam que uma coisa não tem nada a ver com a outra, alguém poderia me explicar o que a Chorona Forbes se transformou da última temporada para cá? Se fosse uma insatisfação só minha, tudo bem, mas bastam dar uma boa vasculhada. Não sou a única infeliz com uma das poucas personagens que ainda presta (ou, como preferirem, prestava). Isso, filtrando muito bem, pois muitos acabam com Steroline por torcerem para outro shipper.

 

Sim, Caroline mudou radicalmente por causa da necessidade do romance. A Caroline que apoiava o Stefan antes não chega nem perto dessa Caroline centralizadora e mimizenta. E não estou sendo chata, porque a própria personagem reforçou essa descaracterização ao dizer que Elena tem sorte em ter o Damon para apoiá-la. Foi o fim da picada! A Chorona Forbes sempre foi contra esse Salvatore, não que isso seja motivo de caos, mas ela sempre foi muito convicta disso. Sim, ela torcia pela felicidade da amiga, mas não fazia questão de se misturar com o boy da vez.

 

Outro absurdo dessa cidadã neste episódio foi tagarelar de um jeito que soou como se Stefan nunca tivesse ligado para ela. Caroline sofreu um reboot na memória também? Tudo bem, ela sustentou o Salvatore esse tempo todo e ficou chateada com o cold shoulder dele, mas o ínfimo diálogo mostrou o quanto ela ganhou nuances da versão dos livros – a Caroline egocêntrica que tem a vida dos outros como medidor da própria felicidade.

 

Quem é essa Caroline Forbes, pessoal? Gostaria muito de saber! Entendo que a personagem sempre foi insegura, mas, o que acontece agora, é que a vampira se tornou uma histérica por tudo que envolve o Stefan.

 

Inclusive, todos sabem do meu amor pelo Stefan e, para eu começar a ter birra dele, o negócio é seríssimo.

 

Mais um pouco de revolta: não sei vocês, mas, para mim, Elena era a pessoa que deveria contar a verdade sobre Liz para Caroline. Stefan ter tomado a iniciativa (WTF o discurso dele também) anulou toda a mensagem do flashback. Ao menos para minha pessoa, o retrocesso tinha como intuito relembrar o que as amigas representavam uma para a outra. A iniciativa do Salvatore anulou essa mensagem, especialmente quando se pontuou que “o trio nunca passou o Natal separado”. Se fosse a Santa Gilbert, não só enfatizaria o significado dessa ligação que não existe mais entre as personagens envolvidas, como honraria a memória da Bonnie.

 

Daí inventam aquele chaveiro que enfatizou uma nova cena à parte e inventada (como o beijo na chuva Delena, que só existia na cabeça do Damon) para dar força ao encontro Steroline. Não, né? Para que o retrocesso se o resultado seria outro? Para que relembrar uma amizade linda, sendo que o crush ganharia o benefício? Já vi isso com Delena no auge da loucura: sem senso de prioridade.

 

Os outros plots

 

Aplausos para o Matt. O menino me representou. Adorei vê-lo fora de si para dar cabo em Enzo e foi muito bacana o trabalho em dupla com Jeremy. Uma pena que acabou tão rápido. Foi ótimo também ver o little Gilbert melhor e consciente, ao ponto de aconselhar o BFF que estava personificado nos instintos do Tripp. Matt simplesmente arrasou ao jogar Enzo na van, com direito a musiquinha. Uma pena que Kai avacalhou meu presente de Natal.

 

Alguém cancela o Enzo? Se eu já achei essa obsessão por Stefan tosca, agora esse papo de ciúme feat. recalque me fez rir. Promoveram o Michael para ser avulso com o Zach? Para recriar outro triângulo (Steroline + ele)? Para agir como um boy de 15 anos só porque o outro é bem quisto? Só porque a Caroline não gosta dele? Como disse no Twitter, Stiles (Teen Wolf) não virou um babaca por causa dos benefícios sobrenaturais do Scott, o melhor amigo. Isso porque ele é adolescente. Enzo não tem mais idade para brincar disso, né? Muito wannabe Damon, sendo que também tá no flop tour.

 

E aquela cena linda e maravilhosa Defan? Aquele abraço dos dois doeu na minha alma.

 

Falando sério agora: o episódio ia bem até colocarem mais um sequestro da Santa Gilbert como cliffhanger. Sério? Isso se tornou tão besta quanto curar alguém com sangue de vampiro (menos tumor). Muito 2009, sendo que TVD nem tem o suspense de antes.

 

Por outro lado, esperava coisa pior desse mid-season finale, ainda mais por ter sido escrito pela Dries. Tudo se desenrolou até que bem, mas com muita pressa, sendo que há milhões de episódios pela frente. Fiquei feliz por todos ganharem Mystic Falls como presente de Natal, a cidade é o coração da série, mas qual é o plano daqui por diante? Liv, Luke e Jo não dão 1 Kai. Pensar em Defan atrás da Santa Gilbert me dá fadiga. Já temo a 2ª parte da temporada que, pelo visto, terá uma Bonnie surtadíssima.

 

Sobre a Dries: essa mulher sempre se deu melhor em escrever episódios esporadicamente. Pena que depois que se tornou showrunner, o status subiu na cabeça e vemos toda semana a tragédia que TVD se transformou.Agora, estamos de férias!

 

The Vampire Diaries retorna no dia 22 de janeiro.

E não se esqueçam: sangue de vampiro lhe dá o amor em 7 dias, mas não cura tumor.

Stefs
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