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18/fev

Mas este episódio doeu no fundo, bem no fundo do meu coração. Foi tão romântico e ao mesmo tempo tão perigoso. Foi impossível acreditar que, no final do dia, tudo terminou até que bem, sem vampiro saltar para cima de lobisomem e vice-versa. Um climinha perfeito para Freya se infiltrar e mostrar a que venho. Bem como Dahlia que tem motivo mais do que suficiente para aparecer em New Orleans a qualquer momento.

 

Não posso esquecer de mencionar o fato de ter chorado, pela milésima vez, pela morte do Kol. Estou cansada de ficar viúva desse Mikaelson, por favor!

 

Imaginei que o episódio manteria o ritmo da semana passada, acelerado e eletrizante, depois da explosão. Quando Elijah surgiu de súbito nas costas de uma Cami desesperada, pronta para morder quem se atrevesse a tocar em Hope, achei que haveria uma perseguição. Esse clima esmoreceu quando os preparativos do casamento de Hayley entraram em cena, tomaram a trama e fizeram cócegas no meu coração.

 

Tenho que dizer: quero casar em New Orleans.

 

Esperava que a cerimônia fosse terminar em tragédia. Que no fim dos votos, nenhum lobisomem se tornaria híbrido, o que acarretaria uma bela saia justa para Hayley, Klaus e Elijah. Tudo aconteceu nos conformes, com perfeição. Fiquei desconfiada com essa calmaria. Afinal, desde quando um plano termina bem no Quarter, né? Dessa vez, a paz estava com a galera.

 

Amei o momento girl talk entre Rebekah e Hayley. Não deu para não rir quando a bruxa revela que colecionou vestidos de noiva com o passar dos séculos. Sempre gostei dos momentos de ambas e achei essa cena muito linda. Essas duas não podem jamais ficar de cara uma com a outra, fato!

 

Acho que nem preciso dizer que foi destruidor demais ver Elijah chorar diante da Hayley. Meu Deus! Não sabia onde enfiar a minha cara. Só sei que queria pegar esse homem e consolá-lo. Fui totalmente pega de surpresa com a reação da little wolf, pois achei que ela fraquejaria. Não dá para esquecer aquela noite ardente com o boy. Um boy que apoiou a decisão dela por saber que é certa e justa por causa de Hope. Hayley, você é sortuda demais!

 

Foi um tiro quando Hayley se abriu para Elijah, deixando claro que as 3 palavrinhas mágicas, que ficaram nas reticências, poderiam ter feito a diferença. Quem saiu na frente foi Jackson, que nunca disfarçou, desde a temporada passada, o que sentia pela little wolf. Mesmo assim, esperei, que nem uma criança aguardando o algodão doce, um Haylijah revival, mas ganhei um balde de lágrimas de ambos que me fez lamentar dolorosamente essa separação.

 

Para torturar ainda mais, lá vai Elijah sendo otário testemunhar o casamento. I can’t.

 

Elijah é tão apaixonado pela Hayley. O sentimento dele esparrama para todos os lados. Nem mesmo nos gestos comedidos ele esconde ou disfarça o que sente por essa mulher. A maneira como o personagem se colocou contra ao novo pensamento maligno de Klaus foi mais uma amostra de amor verdadeiro. O vampiro teve toda razão em barrar o irmão. Apesar de estar triste, ele ainda se ateve a importância do casório e respeitou a decisão da amada.

 

A intervenção de Elijah foi certíssima. O diabinho dos Mikaelson, que estava deliciosamente de bom humor enquanto tramava em benefício próprio, não raciocina muito bem quando ou está paranoico ou quando sente que seu lugar está ameaçado. Foi lógico ele afirmar que Klaus só queria eliminar Jackson por recalque, com pavor de que Hope encontrasse um “pai” melhor. Sem contar que há outro motivo, meio solto no ar, que impulsionará esse desejo de eliminar o Alfa dos lobisomens: o fato de também ser híbrido e não pertencer à panelinha.

 

Agora com uma oferta enorme de híbridos, obviamente que Klaus quererá o exército para si.

 

O que me preocupa é que Klaus entrará em um ciclo repetitivo. Ele tentou fazer o mesmo com Marcel. A velha possessividade com as coisas que acredita piamente serem suas virá à tona. New Orleans não podia ser do antigo pupilo porque foi o lar dos Mikaelson. Jackson não pode ser um bom pai para Hope, pois foi Klaus quem a fez. Jackson não pode ser um bom líder por não ser híbrido. De novo, esse cidadão frisou: eu faço e eu aconteço. A baby só foi apresentada para Deus e o mundo por fidelidade. Para reforçar que é ele quem precisa ser obedecido, não Jackson. O personagem pode até não ter matado o “rival”, mas nada como manter o “inimigo” por perto.

 

Matar Jackson seria não só uma grande burrada, como uma motivação para Hayley se impor contra Klaus. Ela é a rainha do exército que esse Mikaelson cobiça. Ele quer o outro lado do trono. Seria música aos ouvidos do híbrido ser chamado de rei, já que nunca ocupou esse patamar. Afinal, male, male, Marcel continua como o sambista do Quarter. Só sei que um Klaus Mikaelson invejoso é pior que um Klaus Mikaelson paranoico. Quando o personagem teima com algo, a obsessão permanece até a hora da rasteira. Já prevejo mais embates entre Hayley e ele.

 

O casamento foi emocionante. Por mais que eu torça para Hayley e Elijah, não dá para não desejar também um Jackson para chamar de seu. Tudo bem que ainda rola uma desconfiança, porque o cara continua muito perfeito, todo líder, marido e futuro padrasto que arranca suspiros. Ainda aguardo um escorregão para alimentar o parasita do Klaus. No mais, suspirei bem forte quando a little wolf assume que casou com ele por si mesma. Como não amar? Foi romântico, totalmente, até o momento em que essas duas crianças se beijaram.

 

Queria muito que Jackson não desse mancada com a Hayley, mas ainda prevejo um caos tremendo entre esses “novos” lobisomens, que curtiram à beça a transformação prometida. Marcel e companhia não demonstraram tanta felicidade assim, já que, oficialmente, eles se tornaram minoria e a ponta mais fraca do Quarter.

 

Já disse para mudar a série para “The Crescentes”. Vampirada está na cota da série.

 

Adeus, Kol!

 

Posso não ter chorado nada com The Vampire Diaries na semana passada, mas, com The Originals, me debulhei. Kol é meu Mikaelson preferido, um eterno sobe e desce do pódio por motivos de Elijah. Mas minha queda por garotos que precisam ser remendados se prova até na ficção, vejam bem. Só risos! Sabia que o personagem bateria as botas, mas nunca estaria preparada para rever isso. Foi um golpe baixíssimo porque, de novo, o bruxão perdeu a vida no auge da sua humanidade.

 

Em TVD, essa criança se divertia com música e videogame, e em TO, ele deu o que restava de si mesmo para Davina. O irmão que mais queria que evoluísse, que entrasse em sincronia com os outros, deu adeus de novo.

 

Estou sofrendo!

 

Foi impossível não sentir o coração bater na garganta quando Klaus, Elijah e Rebekah largam tudo e vão passar os últimos minutos com o irmão insolente, levando a bandeira Always and Forever. Socorro! Gente, a Rebekah segurando Kol foi demais para mim. Davina aos pés dele abrindo o berreiro também. Vale dizer que achei que um dos brothers o transformaria em vampiro, mas daria em nhaca por causa da maldição.

 

Como adoradora do personagem, foi difícil enfrentar outra despedida. Ainda estou chateadíssima. Acho muita injustiça o fedelho do Finn continuar vivo, aquele imprestável com cérebro de minhoca. Mereço?

 

Eis que temos uma lacuna bizarra em aberto: o corpinho do Kol será consagrado e o espírito perambulará pelos ancestrais com o intuito de… Voltar! Não boto muita fé nisso, mas bem queria que acontecesse para a Plec cair em contradição sobre “acabou a farra de personagem morrer e voltar”. Apenas observo!

 

Os outros romances

 

Quero que Aiden e Josh me adotem. Quero ser filha deles. Quero ficar no meio de ambos, de mãos dadas, com meus olhos brilhando em formato de coração que nem em desenhos japoneses. Quero casar esses dois! Nada aconteceu com esses personagens ainda e quero nem ver quando um deles – ou os dois – bater as botas. Toda vez que penso nisso, ainda mais agora que um é híbrido, quero morrer também. E quis morrer ainda mais quando Aiden ganha a bênção do Jackson e corre atrás do boy na cerimônia. O que foi as mãozinhas dadas? Chorei!

 

Marcel olhou para Rebekah e Rebekah olhou de volta. Alguém casa esses dois também.

 

Preciso ir para New Orleans para desencalhar, tô percebendo isso.

 

E agora, Freya?

 

Freya esclareceu o que virá agora: Dahlia será atraída para New Orleans por causa da mágica de Hope que começou a se manifestar. Isso quer dizer que não tem escapatória, que a bruxona realmente colará no Quarter em breve e só quero ver como geral se comportará. O que encuca foi ela ter trazido Finn de volta. A luta será quem contra quem?

 

Kol deixou de herança para Davina a tal adaga. Que não me venham com ideia de matar o Klaus de novo.

 

Ainda não acredito que Finn voltou. O que esse cidadão fará de bom, me expliquem?

 

Elijah vai trabalhar com Marcel e estou bem interessada em assistir essa parceria.

 

E o que dizer da Hope gritando e esperneando, gente? Quero roubá-la!

 

Preparada para o barraco do Klaus para ter o exército de híbridos. Imagino até ele tentando matar Jackson com um travesseiro.

 

The Originals volta no dia 9 de março.

Stefs
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