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11/fev

Ainda não me recuperei deste episódio. Se bobear, foi o melhor da temporada até então, cheio de reviravoltas que tiraram meu coração do lugar. A trama foi eletrizante e se concluiu de uma forma completamente inesperada. Quem imaginava que Elijah fosse encerrar o samba do Finn como num filme tirado da Temperatura Máxima? E o que dizer sobre Hope que confirmou o que os showrunners disseram: detentora de poderes? Só tenho uma palavra para resumir minhas reações conforme tudo transcorria: socorro!

 

Finn abriu o episódio destemido na macumba para encontrar Hope, repetindo sua missão de ponto de atrito. Sem contar que suas atitudes rebateram em Klaus, Rebekah e Cia., que se moveram às pressas para impedir que esse Mikaelson saísse vitorioso. Poderia ter sido pior.

 

Dentre tantas coisas bacanas deste episódio está Freya, que reapareceu muito cedo para quem sumiu cheia do suspense. Se Finn morreu, ela será o próximo obstáculo dos Mikaelson por saber da existência de Hope. Não só isso, como também atrairá Dahlia para Nova Orleans (por ser caçada), outra ameaça para a criança mais amada do Quarter. De acordo com o relato dessa moça, sobre ter despertado em anos pré-determinados só para que a juventude e a beleza fossem mantidas, já se mede a nobreza da irmã de Esther. Loucura é de família!

 

Fiquei abismada com o tratamento de Freya ao rever Finn, pois ficou em aberto no episódio passado, e que indaguei na resenha, se ela também se vingaria dele. Acho que até a bruxa sabe o quanto esse irmão é otário e aproveitou a oportunidade, o que lhe deu certa vantagem sobre sua vingança particular. Agora, me digam: onde ela estava quando o bruxão foi atrás da Hope? Juro que esperei um encontro entre Elijah e ela. Seria épico!

 

Para esquentar ainda mais as coisas, nada como trazer Kol, o Mikaelson esnobado, para o cerne da bagunça. Enquanto Finn provocou tensão, esse cidadão elevou as emoções, especialmente as de Klaus que se viu na saia justa e teve que enfrentá-lo – o que pode muito bem ter sido a primeira vez. Inclusive, Kol ainda garantiu mais uma discussão sobre família, poder e vingança, uma tríade que persegue essa turma há séculos.

 

Family is power

 

Juro que esperei Kol bater as botas neste episódio. O personagem sempre foi meio que “descartável”, então, já estava preparada para a 2ª despedida. Nos primeiros minutos do episódio, o bruxão continuou a se movimentar de acordo com seus interesses que, no caso, era sobreviver. Ele perambulou, à beira da morte, por todas as oportunidades. Foi uma tremenda surpresa vê-lo empacar justamente ao lado do irmão que planejou fervorosamente a morte – uma ideia que parece ter morrido e dou amém. Fiquei passada!

 

Finn e Klaus representaram os dois caminhos que Kol deveria seguir. Eles testaram, talvez, pela última vez, o caráter desse cidadão que, definhando, não tinha mais aonde se segurar. Até não ter uma saída, o personagem agiu dentro do próprio jogo, transitando e medindo as melhores ofertas. No fim, coube a essa criança decidir o que queria. Klaus ou Finn? O plot foi entregue nas mãos dele, uma história que recebeu um norte inesperado. Quando Finn insinua que quebrará o feitiço em troca do sangue do híbrido, imaginei que tudo estaria acabado, que o bruxão não se redimiria nem que fosse 10%, e que voltaria a ser little bitch. Vocês não sabem como fiquei feliz com a súbita decisão desse moço.

 

Depois de séculos, Kol conseguiu a posição que sempre almejou: na panelinha do Klaus. Não como figurante, mas como peça essencial. Uma peça do espetáculo. Foi demais vê-lo empenhadíssimo, especialmente para mostrar aos dois irmãos que é digno de confiança. Foi surreal vê-lo abandonar os próprios interesses para brincar na companhia daqueles que, male, male, admira. Fiquei orgulhosa! O apoio da Rebekah me fez vomitar arco-íris.

 

As cenas Kol vs. Klaus me deixaram com os pelos arrepiados. Um desabafo escarrado de ambas as partes, sem filtro, sem blindagem. Kol cuspiu tudo que sentia, botou Rebekah para dormir e sambou ao fazer o irmão vomitar sangue. Klaus rebateu com dignidade também. Foi genial vê-los berrar com as emoções à flor da pele. O ponto altíssimo da discussão foi o híbrido frisar que Kol é um Mikaelson. Objetos das loucuras da mãe. Desprovidos de amor. Por mais que sempre tenha achado injusto esse cidadão empalar os irmãos, algo que sempre foi em benefício dele, foi sensacional ouvi-lo admitir que fez o que fez, sem arrependimentos.

 

O discurso de Klaus se tornou arrebatador ao frisar que Kol é sangue do seu sangue, parte da sua família. Uma afirmação que não precisa de provas, pois a maior evidência de que há amor da parte dele por esse irmão mora em TVD. O híbrido jurou vingança na soleira da casa dos Gilbert, com os olhinhos lacrimejantes, em nome do Mikaelson insolente. Nessa treta, nem teve como escolher um lado, pois até Kol tinha razão. O torto da família, excluído por séculos.

 

Kol surpreendeu de todas as maneiras possíveis e inimagináveis. Não pude com ele, praticamente aos prantos por estar condenado graças à macumba de Finn. Uma baita evolução para quem parecia irrefutável a mudanças. De certa forma, o bruxão encontrou um tipo de redenção ao ser posto à prova, e não teve como não se emocionar quando ele se uniu à Rebekah para barrar o dono do baseado mágico. Fiquei com o coração pequeno quando Klaus se oferece para ser ponto para canalizar poder, o voto de confiança final entre os irmãos.

 

Vê-los agir, pensar e se mover juntos impulsionou a trama há uma sequência de ápices indescritíveis. Parafraseando Rebekah, é esse lado do Kol que mais gosto, quando ele baixa a bola e se empenha a fazer algo útil. Os três mostraram que família é poder, fortalecendo a palavra-chave da série. No fim, a essência dessa situação nem foi proteger Hope, mas, sim, vingar a confiança que nunca existiu.

 

Só sei que o trio me deixou orgulhosa. A cena final foi… Formidável! Abstém-se de qualquer comentário.

 

A micareta do Finn

 

O bruxão trouxe vários aspectos inesperados também que contribuíram para um final ainda mais inesperado. Acreditei que ele venceria, pegaria a Hope e correria para a floresta. A presença súbita de Freya meio que deu essa sensação, até porque ela não escondeu o interesse pela filha do Klaus. Com a chegada dela e a possibilidade de aproximação de Dahlia, o episódio deixou claro que essa parte do samba não pertence a esse Mikaelson. Espero que tenha morrido, sinceramente. Esse mané já deu tudo o que tinha que dar.

 

Como já disse, não sou fã do personagem, mas Finn tomou a trama para si e arrasou. O personagem trouxe muita ação e só me fez pensar no pior. Tudo que parecia acontecer, não aconteceu. O bruxão continuou dissimulado ao extremo. Obcecado. Destemido. Por mais que estivesse poderosíssimo graças aos pais, o personagem tomou na cara ao ver que acreditar na mágica não dá lucro, pois, de novo, ele foi traído pelo caráter de um Mikaelson. No caso, Elijah. Mais uma vez, o vemos cair do cavalo por pensar algo que não condiz com a realidade. O bruxão perdeu o sorriso quando o usurpador da Freya não cedeu à pressão psicológica.

 

Se nem Klaus cedeu com o golpe de saber como Tatia morreu, quem dirá Elijah que, pelo visto, lidou com um trauma e provocou um encerramento épico. Jamais imaginaria que ele traria esse enorme revés no plot de Finn. Uma explosão, um pensamento tão humano. Melhor cliffhanger da temporada, pelo amor dos Crescentes!

 

E agora Hope?

 

Falando em Crescentes, a vida dessa turma está muito fácil. Cadê as dificuldades? Rachei horrores quando Jackson e Hayley entram na pauta sexo e morri de amor quando o lobito mostra o berço da Hope. Melhor ainda foi ver que o personagem não pagou de traidor, ao menos não por enquanto, e lidou muito bem ao saber do segredo da sua garota amada.

 

O que me deixou encucada foi esse papo de vários Alfas abrirem mão do trono para serem banhados com o mojo da Hayley. Assim, nem todo mundo é puro de coração e é fácil imaginar que metade dos envolvidos fez isso por mera ganância. Afinal, nada impede uma treta entre alcateias (e ninguém está pensando nisso). O foco é criar um exército para Hope, mas o que fazer se as bolas de pelo virarem a casaca? Ok que lobitos têm mais senso de lealdade em comparação aos vampiros, mas nada impede que o curso do plot seja diferente do esperado.

 

Hayley merece aplausos por ter sido rainha da situação de novo. Essa mulher não cansa de ser maravilhosa, né? A maneira como ela lidou sabiamente com o dilema de Finn e escutou Marcel, que reforçou a necessidade do exército para proteger Hope, foi preciosa demais.

 

Nunca superarei a Hope, estrela cadente deste episódio. O que dizer daquele band-aid na testa dela? Quando vi, desacreditei! Sofri forte quando Cami percebe que o carro morreu por causa da bebezinha (sendo que pensei na Freya). Espero que não viagem muito na maionese quanto a esse plot. Deixem assim que já está de bom tamanho.

 

Meu voto de mozão 2015 vai para Elijah. Pode vir aqui em casa arrumar as fechaduras. Que alguém encontre esse homem embaixo dos escombros.

 

E seguimos com a micareta dos bruxões rumo ao Quarter.

Stefs
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  • pensei que tivesse havido um feitiço para a mama Mikaelson poder engravidar e então ela teve a Freya e depois o Finn, só que a primeira cria tinha q ser sacrificada como agradecimento…

  • heyrandomgirl

    Hope atua muito mais que Elena Gilbert, fala sério! HAHAAHAHAHAHAHAHAH Elijah sambou tão bonito contra o Finn e fiquei feliz porque ele não fazia porcaria nenhuma dos últimos episódios pra cá.

    Eu queria entrar no meio do Kol e do Klaus pra beijá-los e acalmar os ânimos #sonhaotária hahahaahhaah

    Jackson é MUITA PERFEIÇÃO, POR FAVOR! Gente, me derreto toda com ele, mas ando tão desconfiada com essa boa vontade… Se ele trair a Hayley, nossa, como ficarei POSSESSA.

    O episódio desta semana tá de chorar, força!

    Beijos, mammy!

  • heyrandomgirl

    Ahhh sobre o Elijah, Freya e Finn são os primeiros dos Mikaelson. Freya foi sacrificada para o Elijah nascer, e o Finn jamais perdoou isso. E a Freya tbm não, o que explica o ódio dela pelo resto da linhagem.

  • heyrandomgirl

    Tô aqui me perguntando sobre essa vassoura, sendo que não citei vassoura na resenha HAHAHAAHAHAH AJUDA! Teve vassoura no episódio? Nem dei importância se teve kkkkkkkk

    Hope tem um grande futuro, mas é spoiler do episódio desta semana hahahahah

    NÃO ME FALA DO KOL, meu marido Mikaelson sempre cagado na noite #chorando

    Todas as suas afirmações foram respondidas no episódio desta semana, então, não estragarei a experiência ahhaahahah

  • Já percebeu que o Finn mexe com todo tipo de magia sem medo? Tá que ele está canalizando os pais, mas pelo amor… me arrepio todo quando ele começa com o voodoo.

    Okay, boiei no assunto da vassoura e estou me sentindo inocente. Em compensação, o que dizer do Klaus nesse episódio? E a Hope? Gente eu sabia que essa menina era babado, além de híbrida ainda é uma bruxinha que já sabe que a Cami é do bem e já está sendo boa samaritana (foco que ela previu o futuro kkkkk).

    Gata, esse episódio foi muito mais do que tudo. Espero que Hope seja uma pessoa equilibrada emocionalmente e boazinha quando crescer porque senão sai de baixo.

    Eu também me perguntei por onde ela andava quando Finn estava atrás da Hope. Mas me conte o que ela tem contra o Elijah, eu estou perdido porque se eu entendi direito ela é a primogênita depois de um feitiço feito por uma bruxa recalcada para que sua irmã também bruxa porém não praticante, casada e bem amada pudesse ter filhos. Então o que o Elijah tem a ver com isso já que o Finn que veio depois dela?

    Kol foi só orgulho nesse episódio, mas será que ele realmente mudou? Tem como esse momento não ter tocado o coração dele? Os Mikaelson foram só orgulho nesse episódio (inclusive o Finn que teve um fim rs)! Por um momento também pensei que o Kol ia foder com o irmão, ai ele vai lá e me enche de emoção. Como você disse: finalmente na panelinha como tempero principal. E a Rebekah? Estava super esperta lá dentro do manicômio, mas quando chega aqui fora toda hora dorme.

    Reparou no poder da Freya? Nem canalizando todo o poder dos pais e os vampiros + os objetos mágicos o Finn conseguiu achar a Hope, com muito menos a Freya conseguiu. Já estou aqui imaginando a Hope dentro do berço batalhando com a Freya/Dahlia (qual será?). Imagina só ela segurando a mão do Klaus e da Hayley como se estivesse dizendo "pode deixar comigo", ai ela começa a rir e a Freya/Dahlia voa longe, seria top demais (sim, imaginação fértil on).

    Elijah realmente surpreendeu, mas ainda não entendi a piada sobre pular a vassoura. Eu acho que agora a intenção é ajudar os lobos com a maldição, antes de quaisquer segundas intenções. Depois do casamento é que as coisas vão ferver, mas se o Klaus realmente cumprir a promessa de matar o Jackson, deve servir como exemplo.

    De cara eu sabia que o truque do band-aid foi a própria Hope, já que ela é filha de dois híbridos e não se pode esquecer esse detalhe (O que a Cami viu no band-aid e percebeu que não tinha machucado por baixo?). Mas quando o carro parou eu também pensei que fosse a Freya, fiquei até meio apreensivo, mas quando o carro ligou de novo fiquei tão pasmo quanto a Cami.

    Não acho que o Elijah está debaixo dos escombros, pra mim ele botou o anel de novo e fugiu – Tu não é vampiro, não é rápido?

    Como sempre arrasando nas resenhas, né?! Até daqui há alguns dias.

  • Thuany Ramella

    Fiquei pasma com essa bebê, gente!!! E eu super achando que era a Freya!
    Gostei muito desse episódio, não esperava que o Elijah fosse conseguir, confesso, mas foi um final ótimo para o Finn.

    A cena do Kol e do Klaus lavando a roupa suja de mais de mil anos foi muito foda, fiquei arrepiada! Again, não esperava por isso!

    Não quero acreditar que o Jackson possa vir a trair a Hayley, adoro ele, gente *-* HAHAHAHA Mas já vi no promo do próximo episódio que o Sr. Klaus já está tramando contra ele ¬¬

    Vamos aguardar os próximos dramas da família Mikaelson (:
    Beijos mammy ;*