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13/mar

Admito que senti um pouco de saudade dos pentelhos do Welch e do Pridgen. As coisas no 51º Batalhão voltaram a ficar bem mornas e o que salvou esta semana foi o avanço da storyline do Mouch. Gosto muito do Mills, mas ele me tirou do sério, mais por causa de certas atitudes que da decisão de retornar para o Esquadrão. Digo isso porque entendo o desejo dele de voltar para a profissão da qual é realmente apaixonado, já que sua função na ambulância foi prêmio de consolo. Ele não está feliz e, se não fosse pelos colegas de trabalho, esse cidadão estaria na ruína.

 

Até chegarmos lá, conhecemos o cara responsável em atiçar os ânimos outrora adormecidos de Mills: Scott. Não tenho muito o que dizer sobre o novato e fiquei bolada porque não o exploraram nos chamados. Nem que fosse por 5 segundos para sentir o drama, mesmo ciente de que o 18 promete porrada e bomba. O que me preocupou mesmo foi o fato dele ser amigo das antigas de Severide, de uma época que, com toda certeza, o Tenente deveria ter sido um sem noção.

 

Isso ficou meio provado por causa de April, um dos nós de Chicago Med, que deixou no ar o que aconteceu sobre um possível salvamento. Pode ser algo bom ou ruim, não sei. No fim, Scott derreteu meu coração ao se revelar pai solteiro, mas, no fundo, quis que a teoria do Otis se confirmasse só para acarretar uma nova onda de tensão. Vai que o jogo muda, né? Uma vez temperamental, sempre temperamental. Não importa as circunstâncias.

 

Sylvie ganhou um pouquinho mais de atenção para minha felicidade. Perguntei-me o que diabos a deixou tão desconfortável diante das afirmações de Cruz. Afinal, nem todo boy gosta de balada e o bombeiro não faz esse tipo. Não foi preciso ouvi-lo para saber que ele gosta de vida sedentária.

 

O esclarecimento foi válido. Brett gosta do Cruz, e dizer que não quer uma vida afugentada no sofá foi muito corajoso da parte dela. A personagem chegou sem eira e nem beira em Chicago e, se somarmos todas as atitudes esquisitas da paramédica, ficou claro que tudo que fez foi para sair da zona de conforto. Morar em um bairro badass, por exemplo, não foi uma questão de necessidade, porque ela tinha grana. Foi para se provar. Para provocar adrenalina. Para se desafiar.

 

Juro que fiquei bem tensa ao vê-la na balada, rodeada de gente, pois Sylvie ainda é ingênua e muito sensível. Ela é pulso firme, tem arrasado, mas tem complexos dentro de si mesma. O 2º chamado atenuou essa impressão e serviu de wake up call. Lá se vai um shipper amado!

 

Quando disse que fiquei aborrecida com algumas atitudes do Mills, me refiro ao súbito histerismo em querer se provar. Sou a favor de bater no peito e mostrar que é bom, opa!, mas não desse jeito. Esse cidadão me largou Sylvie no 1º chamado com a desculpa de que o Esquadrão precisava de mais mãos. Compreensível, mas não deixou de ser irresponsável. A parceira poderia muito bem precisar das mãos dele, algo que sobraria para Gabby, a única que poderia dar auxílio se desse nhaca.

 

1º chamado, Mills quis mostrar serviço e aptidão. Já no 2º, ele quis se aparecer mesmo. Fiquei tensa, pois foi muito fácil prever uma queda brutal. O resultado foi Severide não ter dado a mínima.

 

Mas o auge da minha ira foi vê-lo berrar que a vaga era dele. Pior, que Severide precisava, em outras palavras, demitir Scott. Está bem triste ver esse personagem, anteriormente parte do cast de protagonistas, chegar ao ponto de mendigar um posto, sendo que nem desempregado está. Nesse quesito, estou com o Tenente 3, pois, até que se prove o contrário, o novato merece mais a vaga.

 

E vamos rir: Capp assumindo o resgate no lugar do Mills. Não está fácil!

 

E, sendo bem sincera, acho que Mills sabotará esse exame. Ornaria com esse súbito desespero.

 

O peso emocional do episódio estava na storyline de Mouch que também reforçou o tema de complexos. De novo, meu coração saiu do lugar. Platt também contribuiu e me deixou no chão, sendo Deusa mais uma vez. Achei bacana o bombeiro não ter segurado a mentira do final do episódio anterior. A cumplicidade e a honestidade desses dois ainda me matará, verdade seja dita!

 

A cena final dele com Lizzie me fez chorar que nem um bebê! Espero mesmo que essa mocinha seja de boa fé, pois não quero vê-lo de coração partido. Justamente porque o personagem tem muitos medos e muitas inseguranças. Espero que dê tudo certo!

 

Finalizando, não posso deixar de dizer que outro ponto positivo deste episódio foi a mistura Fire, P.D. e Med. Apenas me imagino tendo que resenhar as 3. Está na hora da NBC me pagar, somente.

 

Já estou um pouco empolgada com o próximo episódio. Se é uma pessoa que também precisa de um destaque é o Herrmann. Vamos aguardar!

 

PS: ainda tento entender o que foi o Casey neste episódio. Preferi me abster de qualquer comentário para não aumentar minha birra, sabem? Vê-lo em um clube de stripper foi uma ofensa. Mesmo não tendo feito absolutamente nada. Não mereço! Cilada na certa.

Stefs
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