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05/mar

Mas que nervoso passei assistindo este episódio. Está na hora de Chicago Fire mudar o nome para Chicago Zica, já falei, porque eita lugar mais complicado de trabalhar. Já teria subido pelas paredes, verdade seja dita! Se eu achava pouco a presença do Welch e do Pridgen, nada como ter outro caso de blasfêmia para apimentar as coisas. Uma tal de negligência que pôs Casey no centro da roda para sofrer 40 minutos de bullying.

 

Confissão: revirei os olhos com mais alguém querendo processar a turma do Boden.

 

Gosto muito quando a trama trabalha apenas um chamado ou situa a problemática dentro de casa. Quando há os 3, sem nenhum tipo de elo, o climão facilmente esfria. Esta semana, tudo foi aflitivo ao extremo, desde as tensões no Batalhão até os comportamentos toscos de Pridgen. Não teve como não ficar na expectativa do próximo golpe. Mesmo querendo arrancar meus olhos, me diverti à beça também, e só sentirei falta do Pat por ser mais engraçado que palhaço no picadeiro. E odeio palhaços, vejam bem.

 

Senti muitas coisas no decorrer deste episódio. Destaque para birra e nojo. A birra pertence ao Casey. Amigo, você conseguiu e espero não me tornar sua hater. Severide já experimentou meu hate fulminante e acho até bom o fato de não ter começado a resenhar CF desde a 1ª temporada. Teria uma fila de inimigos. Enfim, parece que a infantilidade de Kelly foi transferida para Matt. O Tenente 81 sempre pagou de mais maduro que o Tenente 3. Quando digo que ri à beça, um dos motivos foi vê-lo pedindo arrego. Para os dois chefes.

 

Ok que o envolvimento com Beth foi nas escuras, mas assisti-lo boladão, querendo partir para a porrada com Welch, quase chorando na casa do Boden, me fez rir. Cadê o valentão que tanto gosto?

O riso parou com o cold shoulder para cima da Gabby. Aquele quique do 1º chamado foi minha morte. Achei um horror! O personagem anda muito leite com pera pro meu gosto e me mata ver Dawson se debatendo por dentro, tentando ao máximo agir de boa.

 

Não dá para te defender Matt Casey.

 

Entendo que tempo é tempo, mas o cara me pediu essa mulher em casamento do jeito mais lindo do universo e, do nada, meio que diz: “não me interessa com quem ela sai”. Gente, cadê o amor? Cadê Dawsey? Maior reflexo do que Linstead pode virar, assistam (batendo na madeira até com os pés)!

 

Ainda no bloco dos leite com pera, tivemos Pridgen e sua cartada quase perfeita. Não entendo como um cidadão tão infantil conseguiu subir na vida. Essa é uma pergunta que faço diariamente porque não faz sentido pessoas como esse personagem, que parecem que nunca saíram da creche, assumir postos de liderança.

 

Coerência do mundo, cadê?

 

O primeiro chamado nem precisou mostrar a que veio para me deixar totalmente tensa. Mal respirei quando Pridgen mandou o Team 81 passear, deixando toda a responsabilidade nas mãos do Team 3. Se não bastasse, um doido me salta da janela, o elemento da negligência. No fim, o que aprendemos de lição com esse senhor, que nem merece ser chamado de Chief, é que ele não é adaptável. Ele é prático. Não se esforça em nada. Nem para conhecer o ambiente e as pessoas com quem trabalhará.

 

O terror e a oferta são os únicos meios que justificam sua sobrevivência como “chefe” por tanto tempo. Pridgen é aquele tipinho que só quer vencer, sem se preocupar com quem se ferra no processo. Ele é aquele tipo de chefe que não tira a bunda da cadeira, se movimenta porque é obrigado e, se pudesse, resolveria tudo via WhatsApp.

 

Foi insuportável acompanhar Pridgen, mas admito que seria de bom tom segurá-lo por mais um episódio. Apesar dos pesares, o personagem prendeu o interesse na trama. Não sei vocês, mas esta temporada de Chicago Fire tem oscilado demais, e criaturas como esse tal Chief e Welch apimentam mais que qualquer chamado. Queria que Pat permanecesse, só por ter almejado uma humilhação pública. O usurpador merecia passar vergonha depois da mentira descabida que quase custou o job do Casey e da humilhação contra Otis.

 

Mas nada ganhou do comportamento dele para cima do Casey. Gente, parecia ensino médio. Um marmanjão daquele trollando o job do colega por causa de uma mulher. Se já é feio uma miga brigar com outra por causa de um boy, imaginem a minha expressão quando esse cidadão bolou e se empenhou num plano das trevas para desbancar o Tenente. Por recalque, sendo que Beth nem estava mais envolvida. Com nenhum dos dois! Ver a proporção disso e o empenho de Pridgen em dissimular seu erro foi a parte 100% enojante. Quando Severide interferiu, quase fui para Chicago roubá-lo da Gaga.

 

Severide tem sido o pai da casa. Aquele que toma conta dos trâmites. Seria arriscado dizer que ele amadureceu um pouco mais por causa da Shay? Considerando o lado pentelho e mulherengo, algo muito intrínseco do personagem, essa pegada de ser consciente e responsável tem um pouco a ver com o fato de ter atuado no caso da melhor amiga. De ter sentido na pele a pressão de reconhecer irresponsabilidades que podem ser levadas adiante ou sem a justiça necessária ou por tremenda injustiça.

 

Esse moço que foi objeto quase permanente do meu desafeto se tornou um belo de um ativista a favor dos amigos. Pirei quando o Tenente se opôs a vigiar o melhor amigo no último episódio e pirei de novo quando ele simplesmente diz NOPE na cara do Pridgen. Melhor que isso foi o cinismo de Severide, todo trabalho na poker face contra o sorrisinho maligno do “Chief”.

 

Mais precious que isso foi Welch. Como comentei na resenha anterior: ele não foi transferido para o Batalhão à toa. O personagem não veio nos calcanhares de Pridgen para tirar qualquer um daquele lugar do eixo. Ele veio já trabalhado no papel de cúmplice. Qualquer coisa que pudesse dar errado, estaria nas mãos dele a resolução final. Claro, do ponto de vista do Pat. O bombeiro é o que chamaria fácil, fácil de bode expiatório. De rato. Só estava ali de segurança para o “chefe” caso alguma coisa saísse do controle.

 

Welch chegou com seu caráter duvidoso, continuou a pentelhar, mas acreditei que ele se recusaria a destruir Casey. Fiquei chocada quando o personagem declarou seu amor pelo Batalhão e o quanto a turma tem sido bacana. Os escritores de Chicago Fire amam uma redenção. Claro que fazê-lo recusar um testemunho não é o bastante para perdoá-lo por tudo que provocou, especialmente contra a Gabby, mas a decisão o tornou mais interessante. Dá para explorá-lo. Fiquei muito curiosa em saber o background desse trollador e, não adiantam negar, esse cidadão deve ter muita história para contar.

 

Outro ponto que me fez rir: Welch dando montinho em Casey, protegendo-o dos tiros no último chamado. O olhar tipo mas você me salvou, mesmo? foi demais para minha saúde.

 

Os outros plots

 

Amo Donna e Boden com todo meu coração, mas nada ganha de Mouch e Platt. Fiquei extasiada por, finalmente, terem dado a ele um pouco mais de atenção. E que plot, hein? Tudo bem que ri no começo com esse papo de inseminação artificial, porque, depois do cadastro em um site de namoro, é bem a cara desse personagem dar uma dessas. Só não esperava que fossem realmente ir a fundo.

 

Fiquei bem insegura sobre como Platt reagiria ao saber que o mozão é papai e, como sempre, ela superou minhas expectativas. Embora Mouch tenha dado para trás, algo que me deixou no chão, a Sargento brilhou muito nessa situação inesperada. A personagem arrasou na firmeza das palavras, demonstrou o quanto ama esse homem atrapalhado e que estará ao lado dele. Esperei que ela fosse com o boy conhecer Emmett, seria hilário, mas não é o momento. O bombeiro precisa passar pelo empecilho mais difícil e, quem sabe, mais tarde, Platt faça parte do mesmo quadro. Não tenho palavras, só sei sentir!

 

É bem triste ver Mills correndo atrás do rabo. Já não tem plot e quer voltar à estaca zero? Manda para Chicago Med que ainda dá tempo!

 

Posso dizer que shippei Otis e Gabby por meros segundos? Me julguem! Otis é muito amor e casava fácil com aquele fofo. Sempre me apaixono pelos cotas das séries, nunca vi! Sylvie foi genial com o double date (ela é sempre genial) e nos levou até o pobre Phil, o Lorde Inglês (créditos a minha Twin). Sério, foi muito triste vê-lo perdido na conversa. Ainda mais por ser date da Dawson, a garota que tem o maior ego de Chicago e só gosta do bom e do melhor. Mas foi divertido!

 

E encerramos com o retorno de Boden! Que ele use boné com mais frequência. Ver o real Chief da série em clima rotineiro foi muito amor.

Stefs
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