Menu:
05/mar

Estou jogadíssima com este episódio de Pretty Little Liars. Não houve um rastro de reticências para nos fazer refletir, mas, por outro lado, as tensões e o estresse das Liars e de Ali foram o bastante para me deixar inquieta. Rumo a mais um final, que está cheio das promessas, como “revelar” a/o Big A, a meta nas próximas semanas é dar fim/sentido a algumas pontas soltas que vêm desde a perda de Mona. É fato que a storyline dela, a partir da sua morte, continua extremamente confusa e este episódio não ajudou muito.

 

Porém, devo admitir que esse mistério está cada vez mais assustador. Vestígios de ossos corroídos no barril? Ok que se bobear é um porco ou um rato que estava lá.

 

Ainda há muita incerteza sobre as coisas que Mona poderia ter feito e que podem ter sido obra de A – como a planta da casa de Ali. De certa forma, destrinchar o antes da morte dessa personagem por meio de James trouxe um pouco de suspense. Isso nos aproximou mais de Varjak, que também não se sabe se é truta ou A.

 

A trama não abrirá novos plots, pois o foco agora é Varjak e é com esse nome que seremos encaminhados para mais um season finale. As informações deste episódio foram picotadas, o que fortaleceu essa confusão e essa impressão de corrida contra o tempo. No fim, não teve nada demais. Só aquele velho desvio do que realmente interessa para dar foco a outras coisas menores. No caso, a prisão de Hanna. Tá, não é tão “menor” assim, mas era óbvio que aconteceria. A única coisa que faltava era o momento propício, e cá estamos.

 

O empenho de A em acabar com a vida das garotas atingiu o auge. Quando você pensa que as Liars estão prestes a acarretarem uma reviravolta, lá vai o enigmA mostrar que as coisas não são tão fáceis assim.

 

Definitivamente, não há mais nada a explorar na trama, a não ser preencher essa imensa lacuna entre Mona e A, duas pessoas que começo a ter mais certeza que se conheceram. Tenho quase certeza também de que a gênia chegou a cumprir parte do seu plano, no caso, ver Big A antes de se fingir de morta. A personagem intencionou voltar com o rabo entre as pernas para o “A” Team e, se Marlene não estiver mentindo sobre uma única pessoa no jogo, a adolescente chegou até o pote de ouro e pagou caro.

 

Atrelado a isso, há a possibilidade de Ali conhecer também. Não de hoje, mas de muito, muito, muito tempo! Outra lacuna imensa que precisa ser preenchida.

 

Desde a semana passada, foi escancarado que alguns personagens sentaram cara a cara com A, o que também reforça que esse cidadão/ã pode ser alguém próximo das Liars. Isso não é uma suposição, pois, como disse na semana passada, a oferta de personagens nesta temporada foi baixíssima. As chances de ser alguém que não gostamos ou que não teve, em tese, influência de nada nos 5 anos de PLL são altíssimas. Porém, volto a frisar o que Hanna disse: é alguém que menos esperamos, possivelmente um tremendo golpe baixo.

 

Só assim para A enganar Cyrus e o advogado de Mona. Se fosse um rostinho estranho, duvido muito que teria ido tão longe. É fato que todos os membros do “A” Team foram conhecidos das Liars, mas, além de Mona, quem teria essa grande influência em Rosewood? Não é Ali, então…(até que se prove o contrário)?

 

Lembrem-se que Varjak é um personagem muito ligado à Holly. Duvido que Ali não saiba quem é. Ela colocou o bendito nome do cara ou da moça no passaporte. Não sou otária!

 

A está tão atrevido/a que se sentiu no direito de forçar Ali assumir um crime que não cometeu e, de quebra, apontar um cúmplice. Meio caminho para fazer as outras meninas migrarem para a cadeia também. Essa situação me fez pensar que só uma pessoa de muita autoridade imporia isso para a Rainha da Maldade e, se ela sabe quem é por detrás do capuz, sua atitude no final do episódio é totalmente justificável. A personagem nunca foi little bitch de ninguém e chegou a hora de revidar. Ainda mais se souber quem a inferniza.

 

Todo aquele objetivo de A em criar um caso investigativo em torno da morte de Mona tem rendido ótimos frutos. Até então, não há brechas. Nada como preparar um circo com apresentações impecáveis. No caso, evidências irrefutáveis. A começar por Ali, barrada em dizer a verdade. Literalmente, a dondoca foi amarrada pelas suas mentiras. E eu bem que pensei que A forçaria uma confissão de tudo que rolou desde o 1º ano da série… O buraco é mais embaixo e é até que bom a personagem provar do próprio veneno. A diferença é que ela está quase se afogando, e nem será preciso enfiá-la no barril para dar mais pânico.

 

De novo, Ali teve que provar que mudou. A pode desmoroná-la junto com as Liars, mas ninguém combaterá nada se não houver confiança. Não prejudicar Hanna foi sua afirmação de que não é mais a garota de antes. Ao menos, não por enquanto. Digo isso porque não havia opção para a personagem. Mike não era uma boa testemunha e Cyrus, seu álibi e esperança de sair da cadeia, representa –até viver – uma mentira que inventou. A não aceitação do acordo foi chocante para mim, pois não confio nela.

 

Foi difícil acreditar que a dondoca se opôs. A esperava que a Rainha da Maldade cedesse. Como eu. Mas a menina se negou, o que acarretou na 2ª jogada: incriminar Hanna.

 

Vê-la fragilizada por causa das investidas de A me tirou alguns centímetros do eixo. Dessa vez, a personagem me convenceu um pouquinho. Foi totalmente compreensível a Rainha da Maldade cogitar o acordo em troca de segurança. Ela estava aterrorizada em um lugar que, em tese, deveria ser seguro. Tenho que admitir também que senti mais firmeza nessa mudança de atitude. Nesse desejo de fazer as coisas certas e de tentar remendar a amizade com as Liars. Nada como sentir na pele tudo o que provocou desde a 1ª temporada – ser mandada, ver sua verdade sendo invalidada, etc..

 

O dilema de Ali não havia benefícios. Confessando ou não, a personagem cumpriria pena por algo que não cometera. O interesse mesmo foi acusar uma das meninas como cúmplice, mais uma proposta do plano maligno de A. Não era um acordo interessante. Em nenhum sentido. Só seria excelente se houvesse a promessa de que a Rainha da Maldade seria liberada no mesmo dia. Aí sim a dondoca não hesitaria em assinar o passe de saída, só para fugir de Rosewood.

 

E Hanna foi algemada. A aflição da personagem foi muito vívida e juro que pensei que fosse uma armadilha de Veronica para proteger Spencer. Quem exerceu um papel tremendo neste episódio foi Caleb, que merece um novo elogio por sempre ser tão sensato quando é preciso. Realmente, não há outra opção para o quarteto a não ser dizer que A está por detrás de tudo. O duro é Tanner e Cia. acreditarem. Ele teve um pouco de razão e esperei que nem uma otária por um grande revés que já preparasse o campo para a suposta revelação de Big A. Queria mesmo ver o enigmA surtar ao se dar conta da carta coringa das meninas.

 

Quiquei pelo quarto quando as mensagens do celular de Hanna foram deletadas. Foi genial, especialmente a SMS enviada em seguida, que casou perfeitamente com a ilusão vivida por Spencer em Londres. A ideia de recomeçar. Agora, não só as evidências contra Ali são sólidas, como as contra Hanna também.

 

Hanna foi a Liar que dançou direitinho conforme a música de A. Ela fez tudo o que o enigmA queriasem se esforçar. A personagem já estava fadada a se dar mal a partir do momento que meteu o bedelho no depósito. Agora, com o sangue nas roupas de Mona e o vídeo que tem uma loira atacando a falecida, caímos no ditado: contra fatos não há argumentos.

 

Pergunto-me quando é que a fita da terapia da Bethany entrará em cena, pois até o falecido livro do Ezra foi resgatado.

 

Falando no Ezra, até que enfim o personagem serviu de alguma coisa. O mesmo vale para Emily que provou um pouco do seu valor. Foi uma boa jogada trazer o teacher para o cerne da trama, justamente quando tudo está pegando fogo e quando os fãs o acusam de Varjak.

 

Claro que, se olharmos para a situação de um jeito malicioso, tendo em mente a versão dark do Ezra, é fato que esse cidadão seria o perfeito Varjak. O personagem jamais confirmaria que tal nome pipocara no livro, ainda mais se for ele mesmo. Um cidadão inteligente, que se acomoda em uma mansão que me fez lembrar da riqueza dos Fitzgerald. E come pizza, sinal de que não permanece por tanto tempo no mesmo lugar, visando praticidade.

 

Ou uma segunda vida no coração de Rosewood.

 

Incluído a isso, Ezra sacou muito rápido que James poderia ter atendido a um pedido de A e não de Mona. Um insight que fincou na timelime em que a gênia perdeu o domínio do jogo.

 

Enfim… São muitas suposições em torno desse moço. A verdade é que Ezra conhece Ali com as pontas dos dedos e não entendo porque economizam demais na participação dele. Ok que faz parte do mistério, e nada mais sensato que resgatá-lo como ajudante das Liars em um momento crítico para provocar mais angústia. Porém, desde a temporada passada, poderiam investir mais no personagem, especialmente por ser do passado da Rainha da Maldade. O que aconteceu em Ravenswood jamais será o suficiente para mim.

 

Gente, só eu achei Melissa dócil demais? Sei que teve o plano de Veronica envolvido, mas não consegui engolir aquela voz atenciosa, aquela empatia por Spencer. Pela milésima vez, as mentiras imperaram entre as Hastings e as duas voltaram ao pé de guerra. Gosto assim!

 

Engraçado que Melissa sofreu neste episódio o mesmo tipo de teste de caráter que Ali. Porém, não me passou despercebida a falta de preocupação sobre Hanna ter sido presa. Vê-la desesperada, tentando se corrigir para Spencer, foi bizarro. Tão bizarro quanto ver a Rainha da Maldade fragilizada. Não tenho esse costume, gente!

 

Melissa também mexeu comigo ao demonstrar certo desespero em proteger a irmã e ter soado completamente errada, mas isso não chegou a ser nem a ponta do iceberg! A estranheza da personagem foi muito bem evidenciada nos seus diálogos. Ela nunca aparece, mas seus comentários sempre calham em momentos de estresse das Liars. Essa moça repetiu que as pessoas fazem o que acham que é certo de acordo com determinada situação. Que independente de ser bom ou ruim, qualquer coisa é válida para proteger quem ama. A irmã de Spencer apareceu pouco, mas deixou mensagens nas entrelinhas.

 

O que chamou ainda mais minha atenção foi Melissa dizer que é preciso se distanciar para ter uma visão geral de um relacionamento. Isso arrematou na afirmação de Hanna sobre A ser quem menos espera. Um sinal de que as Liars que não estão na cadeia deverão se distanciar do jogo e limpar a mente para saírem das mesmas suposições. Um engate para a tal revelação de Big A prometida por Marlene (e que soa como uma pegadinha).

 

Adendo: o que dizer da Spencer em Londres? E dela com o Colin? Faz tempo que ela não dá uma de pegadora, né? Amo Spoby, mas também amo quando as Liars ficam com outros caras. É natural!

 

Finalizando…

 

O episódio frisou a pergunta: quem é Varjak? A salvação das Liars! A salvação de Ali! Uma incógnitA que Ezra levantou uma sábia questão: ou trabalha para A ou é A. No caso, aposto no trabalha para A, mesmo que Marlene tenha dito que só há um/uma A na série. Não consigo engolir o fato de uma pessoa manejar toda essa tramoia, sério. É humanamente impossível!

 

O plano está tão intrincado que me pergunto como Ali e Hanna sairão da cadeia e como as outras contornarão isso. As evidências são sólidas. Não há como contestar. Ou seja, não há saída! Ainda não boto fé que A tire a máscara ou o capuz no final da temporada. Porém, podemos ser surpreendidos e há uma parte de mim que está otimista.

 

Então, pessoal, foco no Varjak! Não se falará de outra coisa daqui por diante. O interessante é que os nós começam a ficar mais apertados e está fácil demais confundir certos acontecimentos, como o que Mona realmente fez e o que não fez. Ou revelam esse tal Varjak ou todas as Liars estarão no xadrez em breve.

 

Vale lembrar que Emily é a única imune no quesito sangue e espero que ela faça algo. Não aguento quando a Liar levanta a bandeira da Ali. Gosta de ser otária!

 

Espero que Ali, a little bitch, tenha renascido das cinzas, porque a história precisa dessa parte da personalidade dela. A atitude final da personagem foi sensacional! Surtei quando a Rainha da Maldade se recusou a assinar a papelada. Com aquele olhar maligno que anunciou um novo game on! Com aquela postura de evil queen. Quero muito ver o que acontecerá, pois ninguém se recusa a fazer o que A mandou. Ainda mais em um momento tão crítico, sem sinal de salvação nem para ela e nem para as outras meninas.

 

Um comentário (não sei se rolou teoria sobre isso) que me esqueci de mencionar na semana passada sobre o livro Bonequinha de Luxo: Varjak é gay (informação não implícita no livro). O dilema é: não se sabe que plot a Marlene está seguindo (livro ou filme), pois a relação entre Holly e Varjak, e quem eles são, se distanciam do papel para o que é visto na adaptação. Considerando PLL, há uma oferta gigantesca de mulheres homossexuais e heterossexuais em comparação aos homens.

 

E, do nada, pensei em Caleb como possível A. Lembrei da trocadinha de olhares entre Ali e ele antes da casa do Toby explodir. E é o único até então que manja demais de tecnologia.

 

Gente, sinceramente, não sei o que esperar daqui por diante. Sugestões?

Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3