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18/mar

Este episódio ficou sob medida! Aprofundou os dois únicos plots, até então, rumo ao season finale, trouxe uma bela lição de casa e garantiu deliciosos momentos de tensão. As coisas voltaram a ser interessantes, uma pena termos que lidar com um novo hiatus, mas o que importa é que Dahlia está mais próxima do que imaginamos. Finalmente! Já não aguentava mais os mistérios sobre essa mulher. Estou bem satisfeita, pois tudo que queria ver/saber foi muito bem inserido na trama.

 

Demorou, mas acho que chegamos ao ponto que realmente instigou meio mundo desde o começo desta temporada. Quem é Dahlia? O quanto essa mulher é louca? O que ela realmente quer? Como era a relação dela com Freya? Nada como embasar tudo isso da melhor maneira possível: com flashbacks. Como comentei na resenha passada, estava desesperada por causa dessa ausência eterna de informações mais concretas sobre a irmã de Esther. Levou tanto tempo que imaginei que essa personagem era uma pegadinha. Acho que nem preciso dizer o quanto fiquei feliz, né?

 

Uma das coisas que mais gosto em qualquer storytelling, especialmente quando brinca com o presente e com o passado, é ver como determinados pontos se encaixam. Sem o mínimo de esforço. O passado de Dahlia tem sido uma mão na roda para explicar, especialmente, como era o antes de Esther até os filhos pós-Elijah se tornarem vampiros – razão da qual Freya acabou por ser a única criança usada pela bruxona. Por meio da narrativa da menina Mikaelson, entendemos porque o primogênito é tão importante ao mesmo tempo em que mais detalhes escabrosos vieram à tona.

 

Em poucos segundos, foi fácil captar o quanto o essa mulher é muito parecida com Esther, senão, pior. Parece que esse desejo de criar algo a própria imagem, não parar até ter poder e perder muitos parafusos por causa de uma ambição, é genético. As mulheres dessa família não têm limites! Essa sede de ser maior que o universo só me fez lamentar pelo Mikael, a pessoa que mais sofreu durante toda essa tramoia das irmãs. Ele viveu séculos crente de que Freya tinha morrido. Depois, veio a punhalada em forma de Klaus, a aberração. Não me espantaria nem um pouco se esse homem simplesmente abortasse o desejo de matar o híbrido para dar fim nessas duas.

 

Adorei saber mais detalhes da relação entre Dahlia e Freya, como elas sobreviveram por tantos séculos até empacarem na imortalidade. Doeu ver a little Freya aos prantos querendo a mãe enquanto a bruxa maligna despedaçava seu coração. Fui completamente tragada pelo recontar e entendo a facilidade com que Elijah e Rebekah engoliram essa verdade – até que se prove o contrário. A irmã mais velha pode até ter saído do propósito do seu primeiro aparecimento na série, porém, não teve como não se solidarizar. Quase deixei passar o quanto essa história é meio repetitiva.

 

Enquanto a narrativa se desenrolava, só via Klaus, tanto na tia maluca quanto na sobrinha subjugada. O retrocesso ficou de muito bom tom, nada exagerado e, como disse, se entremeou com a história de Esther deixando um gostinho de quero mais.

 

Se é uma coisa que aprecio muito é uma boa contação de história. Freya ganhou 5 estrelinhas ao narrar sua vida como escrava de Dahlia. Foi muito fácil confiar nela. Foi difícil captar buracos que ficou na responsabilidade de Klaus cutucá-los. Até mesmo o viés romântico funcionou, pois, depois de tantos séculos, duvido muito que ela não tenha encontrado um boy para chamar de seu. Se até Rebekah caiu nessa no período em que vivia na coleira do irmão, quem dirá a bruxa que teve a vida delimitada e limitada pela tia maluca. Está bem difícil desconfiar, ainda mais quando voltamos ao coração de The Originals: família sempre em primeiro lugar.No caso, irmãos em primeiro lugar.

 

O repeteco: Freya é um Klaus de saia. Ela também se tornou uma “aberração” e foi manipulada até descobrir a própria verdade. Como o irmão, a personagem foi lapidada para ser o que não queria e aguentou o punho da fúria da tia quando tentou combatê-la. Uma mulher que a minimizou com o passar dos séculos. Soa familiar, né? Porém, não dá para negar que o híbrido sofreu mais que a bruxa por causa das ainda existentes torturas psicológicas e físicas de Mikael.Por outro lado, ambos se assemelham por terem sido moldados para atender ambições. O que traz uma quebra é que, até onde sabemos, Dahlia nunca agrediu a sobrinha como o papa Mikaelson fez com o renegado.

 

No geral, ambos possuem histórias destruidoras. O passado da bruxa tem muito a ver com o de Klaus. Um foi usado por Dahlia e outro por Esther, o que rebate perfeitamente no que Freya afirmou sobre os Mikaelson terem sido vítimas de má criação. Querendo ou não, é isso que os tornam iguais. Querendo ou não, é isso que unificou algumas partes que foram inspiradas em um conceito sobre família particular para cada um.

 

Freya tem um pouco de cada irmão. Como Kol, ela não pertence a santa Tríade. Como Finn, ela é leal a um dos pais, no caso, Mikael, ao ponto de exigir revê-lo. Como Rebekah, ela se apaixonou quando não devia. Como Elijah, foi destroçada mentalmente. Como Klaus, ela se sustenta no poder. Uma perfeita representação dos Mikaelson, com o diferencial preocupante de não ter uma falha psicológica.

 

Digo isso porque, aparentemente, a bruxa tem todos os parafusos no lugar. Nem no hospício deu a entender que ela era maluca. Freya saiu daquele lugar com um desejo de vingança contra os irmãos e, do nada, assentou esse desejo que tinha muito potencial para matar Dahlia. Assim, a personagem não deveria ser um tanto surtada? Afinal, essa moça foi proibida de ter uma vida como qualquer garota da sua idade. Ela deveria ser tão paranoica quanto Klaus. Talvez, em um nível tenebroso hardcore, já que foi “punida” pela atitude de Esther desde criança.

 

Só sei que a nova Mikaelson renegada está chorosa demais e querendo participar demais, com um autocontrole digno de desconfiança. Até Finn perdeu uns parafusos, gente, e ele nem sofreu tanto assim. Só estava obcecado demais em atender os caprichos da mama. A personagem é muito focada e consciente do que quer para quem viveu encarcerada por séculos. Ok chorar e lamentar por ter sido refém de uma doida, mas Freya ainda me cheira mal por ter a sanidade no lugar, algo que nem Klaus consegue manter, mesmo quando é “bonzinho”.

 

Agora, resta saber se ela é honesta, pois a história ficou muito gracinha. Até então, acredito em partes, pois seria burrice se unir aos irmãos só para capturar Hope. Confesso que ainda acho que Freya camufla um dark side que a fará mudar de time rapidinho, bem no estilo Kol. Considerando a súbita aliança com Finn e o desejo de vingança dos irmãos aclamado por Rebekah, essa mulher ainda não é 100% confiável. Porém, sambou e amei a chamada de atenção para cima do Klaus.

 

Agora, se há verdade no flashback, Freya cai, basicamente, na mesma problemática do Kol: ter que se provar para Klaus e ganhar um espaço na santa Tríade. Agora, se há mentira, o que intimamente espero, é fácil prever um escambo: barganha da liberdade pela Hope. Porém, Dahlia quer um coven aos seus moldes e jamais deixaria a sobrinha escapar. E, sério, queria muito que essa personagem tivesse se mantido no desejo de capotar os irmãos, porque, male, male, eles são os motivos dela ter sofrido por séculos. Não acredito tanto assim nessa súbita reciprocidade pelos Mikaelson que tomaram o seu lugar.Revirei os olhos com aquele frufruzinho para cima da Rebekah.

 

Mas não estou com Klaus nessa neura. O passado de Freya faz sentido. O que realmente interessa é como ela se comportará quando o jogo realmente começar. Aí sim sua real faceta se manifestará.

 

Vale dizer que deu para sentir na pele a crueldade e a ambição de Dahlia. Se essa mulher for realmente tudo que Freya relatou, quero mesmo que Klaus sofra. O personagem está muito chato!

 

Os outros plots

 

Rebekah causou conflito. Um conflito dentro de si mesma que tem tudo para acarretar auges e mais auges de tensão e de suspense. Quero muito saber o que Vincent falou para a fisionomia da sua esposa Eva. É fato que essa briga interna da personagem está apenas no começo. Ela oscilou bastante por causa dos apagões e, considerando que a pessoa dentro do corpo é muito sensível, é mais do que evidente que a bruxa do mal a rasgará de dentro para fora.

 

Tenho que dizer que adorei o Vincent. Claro que achei que ele saltaria no pescoço da Cami, o que me deixou aflita durante as cenas deles, e não foi de surpreender quando rolou um flerte. Dei muita risada com as atitudes do personagem, como o choque de saber que ficou apagado por 9 meses. Um subplot já desnecessário, pois a humana do Quarter não tinha nada para fazer. Apesar que, por ser marido da Eva, é bem capaz que um pouco de ação seja acarretada por motivos de Rebekah.

 

Quando achei que Davina cresceria, me botam a menina para dormir. Poderia ficar chateada com isso, mas estamos no final de mais uma temporada. Assim como os lobisomens, não há nada para a bruxinha fazer, já que sua história com Kol acabou. Só resta a adaga, mas, tirando um cochilo, ficará meio difícil saber se o objeto ainda é importante. Foi meio chocante saber que “Rebekah” a capturou. Fiquei embasbacada!

 

E o que dizer do Aiden? Sério mesmo que um cara que namora o Josh, o maior vitimizado do Klaus, ouviu o diabinho e começou a agir dando indícios da punhalada do pop contra o Jackson? Tá autorizado morrer! Não me conformo que esse cidadão tenha levado a sério o mimimi do fanfarrão de Nova Orleans por causa de um selo Alfa. Espero que ele esteja mesmo cuidando das paradas, viu? Só cuidando, embora a súbita transformação do comportamento dele indique cilada.

 

Hayley, você me chateou ao amortecer para cima do Klaus. Mulher, você carregou a Hope nesse seu corpinho seco, morreu, voltou, apanhou, foi vítima da galinha preta, foi arremessada na parede, e não jogou esse idiota da janela por quê? Gente, não consigo lidar com essa versão do híbrido e repito o quanto quero vê-lo perder tudo. Um efeito em cadeia descontrolado. Nossa, rirei horrores!

 

Esta temporada começou com um tremendo alarde entre bruxas e vampiros, e acredito que é o que teremos nos próximos episódios. Ainda mais pela presença do Treme Coven que ganhou mais nuances sob o ponto de vista de Vincent. Esses bruxos são mais fortes e não cedem. Obviamente que é Rebekah que estará no meio disso e volto a repetir que o fato dela ter uma storyline mais interessante, menos chorosa e menos dependente dos irmãos no quesito ação, me deixa muito feliz.

 

O que deu para captar no final deste episódio é que alguém terminará sentindo uma culpa tremenda no final da temporada. Klaus? Elijah? Freya? Esther? Há muitas opções na roda, muitos inimigos e poucos aliados, e uma só Hope. Dahlia chegou e essa mulher testará toda a boa vontade desse grupo que diz que quer proteger um bebê. Pergunto: quem realmente quer proteger essa criança? Porque falar é muito fácil, quero ver na hora que a brincadeira começar.

 

Ainda não sinto firmeza no Klaus com tamanha responsabilidade e os créditos caíram depois do surto para cima da Hayley. É o jeito dele lidar com as coisas, claro, mas da última vez que esse cidadão centralizou tudo em si mesmo, só rendeu tragédia. Acima de qualquer criança, o que move esse personagem é o mesmo que impulsiona Dahlia: poder. Ele corromperá quem precisa, como fez com Aiden, e será responsável em alastrar sangue, como aconteceu ao querer o trono do Marcel.Tá na hora do Elijah deixar de ser irritantemente elegante e burocrático e dar um choque no irmão.

 

Por mais que não tenha ficado escancarado, Klaus voltou ao desafio do 2×01: ele realmente colocará a família em primeiro lugar? Até que pode, mas será tarde demais.

 

The Originals retorna no dia 06 de abril.
Stefs
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  • heyrandomgirl

    Oieeeeeeeeeeee! #alok hahahahahah

    Depois do último episódio de TO, com aquele fim da Esther, tenho medo do que acontecerá com o resto. Davina principalmente, que se tornou a maior avulsa ever junto com a Cami. Ambas mostraram um potencial tão bacana no começo da temporada e tudo simplesmente morreu. :( Acho triste, porque elas ficam de lado, sendo estepe, e não ganham um pedaço da trama para si. As duas sempre estão em cena dependentes de alguém.

    Hahahahahahhaha eu tenho vários shippers em TO. Não tenho um fixo e gosto disso, sabe? Tinha o costume de ficar empacada com um só até passar mal, mas adoro uma troca – qdo faz sentido, algo que amei com Gia e Elijah.

    Mas Hayley e Elijah é amor demais, acho que não há como superar esse amor, embora ache o Jackson um chamego (tá vendo, não consigo ser fiel a um só hahahahaha).

    Beijosss!

  • Autran Kevinlyn

    Obrigado por me responder Stefs!

    Já já nos vemos no prision world, ok?

    Só um ponto a ressaltar. Sobre a saída fácil, ou esvaziamento de certos personagens que tinha a carga inicial de alguns plots. O que acha? Davina(principalmente), Marcelo, Esther, Mikael.

    Nem fuja, eu vi que você correu dos meus shippers…..em TO eu posso!

    Até mais!

  • heyrandomgirl

    Hellooooo volse aqui de novo! Tudo certinho e contigo? *O*

    Narducci tem o mesmo efeito do Kevin na vida da Plec: segurar as tolices dela. Tenho certeza que todos os vieses amorosos são dela, mas quem dá uma amadurecida é/era os migos. Pode ver que há mitologia em TO e em TVD não mais desde que o tio saiu. Nem pro Young ser promovido para ajudá-la, porque Dries como showrunner só decepção.

    Narducci investe mto e espero que nunca largue essa série. Ele que não ouse!

    O piloto backdoor e o piloto em si teve suas semelhanças, mas o 1×01 trouxe mais elementos no quesito plot. No que seria realmente relevante. Mas, sinceramente, não vi nada uau!, só a partir do 2º mesmo. hahaahhhaa

    Sobre os flashbacks, em TO os escritores podem destrinchar mais, até porque muita coisa dita em TVD pode ser distorcida sem comprometer tanta a qualidade, tipo o plot da Tatia. O retorno da Esther em TO tinha que ser justificado e a storyline dela precisava de respaldo, então, nada mais simples que "inventar" como a moça morreu de verdade para começar a corromper Elijah. E isso é fácil porque os Mikaelson sempre foram uns bons mentirosos.

    Dá para trazer várias quebras na vivência deles de TVD pra cá, desde que, por exemplo, não mexa no contexto sobre híbridos, que nasceu na série mãe. Acho que não tem risco de destoar o que aconteceu na mãezona, porque TO parece que nunca fez parte do universo da Elena.

    A 2ª temporada deixou mais clara a independência de TO para TVD. Não é à toa que não há crossover – sendo que deveria, mas Klaus e Cia. receberam um percurso diferente, mais sólido, nadando em outras mitologias que não batem mais com TVD. Pra trazer ainda mais essa quebra, eles precisam dos flashbacks para não depender de Stefan e Cia. toda hora.

    E e eu prefiro assim. O episódio 100 de TVD que marcou o primeiro "crossover" foi um fiasco. Um roteiro medonho.

    E, como vc citou, Tyler virou outra pessoa qdo foi para TO e acho que deveria ter ficado, pois há híbridos agora. Uma pena que o estragaram e o limitaram a avulso que meio mundo quer que morra hahahahahahahaha

    Celeste e Genevive mto rainhas. <3333333 Achei muito desnecessário Esther dormir tão cedo, ainda mais junto com Mikael, porque deu a crer que a potência da temporada seria ambos. Gosto da Freya em certos momentos, mas trazê-la tirou um pouco do foco. Mas tem um ponto positivo, já que a personagem desviou a treta já cansativa entre Klaus vs. Mikael. Espero que ela cause mais ruído, pois essa união com os brothers está mto mal contada.

    Eu amo TO! De todas as maneiras possíveis, especialmente a storyline das bruxas. Minhas favoritas! Marguerite reina quando escreve <3

    Beijossssssssssssss!

  • Andressa

    pois é foi o Kol que ajudou a Davina a amadurecer e agr ela ta sozinha, vamos ver o que a Plec vai inventar pra essa bruxinha. Elijah também tá ficando meio zzzzzz, mass acho que é porque já foi o segundo episódio bem calminho,sem muita ação.
    O flerte que rolou entre Vicent e Camille KKKKKKK , embrulha o pacote e sai da série dsjkhadk
    Outra coisa que me deixou meio confusa foi o final , aquele rádio ligar lá, aquilo foi a Hope ou a Dahlia? meu deuus mal posso esperar pra Dahlia vir lacrando tudo, hiatus de novo afff não aguento mais beijoos fofa <3

  • heyrandomgirl

    A história da Freya foi muito awesome! Mas ainda quero que ela dê uma de louca e bote Elijah e Klaus pra correr. Tô achando até o Elijah meio chatinho, sabe? Mas nada ganha do rei híbrido que já está saindo do foco da missão para inflar um pouco mais o ego. Hayley tinha que ter lhe dado uns quiques.

    Vincent MTO BOM! HAHAHAHAHAHAHA As expressões dele, passado, jogado na BR com as verdades do Marcel foram DEMAIS. CALMAE que foi o Finn que matou nosso amado Kol. Esse sim tinha que ser morto, torturado e afins u.u Eu tbm não superei essa morte e ver a Davina arrasada me fez passar mal. Quero esse menino de volta para já!

    Davina tinha que ter uma história que a amadurecesse mais. Ela só era mais confiante por causa do Kol e voltou a ficar completamente sozinha sem saber como agir. Botá-la para dormir me chateou um pouco, mas, pensando na atenção já recebida, quem sabe resta a ela um surto no season finale? Tomara!

    Beijossss! <3

  • Andressa

    review muuuito boa, adorei a história da Freya, fez total sentido pra mim, muito bem construída e a atriz foi ótima.Mas ainda to na dúvida se ela é confiável mesmo, não sei.
    Realmente Klaus tá meio chatinho, tomara que quando a Dahlia vier q mude ele um pouco, oq q foi aquele discurso com a Hayley? também fiquei bem decepcionada da híbrida não jogar o nik pela janela aff
    Adoreeei o Vicent, todas as expressões que ele fez, ficaram engraçadasKKKKK(PORÉM AINDA TENHO ÓDIO DESSE CARA PQ ELE MATOU O KOL,IDAI QUE É OUTRA PESSOA,ELE É UM VIADO).
    Foi só eu falar que a Cami tava sem utilidade que os escritores colocam ela pra fazer alguma coisa ( porém PSICOLOGA DE NOVO??? KKKKK senda humano ela não tem outra coisa pra fazer mesmo )
    A Davina foi outra que eu questionei qual iria ser o plot dela agora q o Kol morreu :(((( Eu fiquei bem surpresa de uma maneira positiva e negativa ao mesmo tempo, queria que ela como uma bruxa forte da colheita, ajudasse agr os originals a deter a Dahlia ( davina é forte não tanto que nem a Dahlia é claro, mas ela poderia ajudar em alguma coisa eu acho) , porém foi bem bom ela ser uma vítima da Bek/Eva , quero ver como que ela vai escapar dessa. Obs; Ainda to me recuperando da morte do Kol, e mostra a Davina toda fofa, estudando, não dormindo pra achar um feitiço pra trazer ele de voltaa, aai meu coração kolvina </3
    A Eva, o plot tá bom, apesar de eu não estar tão animada em comparação a vinda da Dahlia, já to pensando que essa bruxa locona ai vai capturar a hope e talvez ajudar a própria Dahlia, ISSO IA SER FODA PRA CARALHO.Hiatus de novo, não aguento mais, Plec tá de zuzu com nós, beijoos linda =D