Menu:
30/abr

Não. Isso não é uma ilusão. Disse que não tocaria nessa “fic” porque foi um insight repentino na calada da noite. Até que, em um final de semana, disse: why not? Oblivion nasceu como uma one-shot, inspirada no episódio 5×18 de The Vampire Diaries. Mais precisamente nas ilusões entre Stefan e Elena. O título vem da música do Bastille, que embalou a revolta do menino Salvatore na 4ª temporada.

 

Como disse no primeiro post, essa história “nasceu” com a meta de explorar as vidas humanas de Elena e Stefan. Não, não haverá caninos afiados. É uma fic que colocaria na categoria de Universo Alternativo, com um pouco da série, dos livros e do que eu achar conveniente. É meio fiel e infiel, porque se eu me prender ao que aconteceu com relação a esses dois personagens, não conseguirei escrever. Resumindo: terá invenção minha sim e, se reclamarem, não terá casamento.

 

A meta é: postar 1 capítulo por mês. Precisamente, na última semana. Tempo para escrever e revisar. Ou desistir.

 

Então, eis o capítulo 2.

 

 

Capítulo 2

 

Querido diário

 

Pensar no retorno à Mystic Falls o fez empacar a escrita.

 

Como também o cheiro forte de coisa velha impregnada no seu quarto outrora esquecido.

 

Estava de volta em um lugar que dera as costas há mais de 4 anos. Retornar exigia não só um diário recém-saído de uma papelaria. Exigia também um Stefan Salvatore novinho em folha.

 

Se alguém o visse ali, sentado, desbravando os sentimentos do seu primeiro dia em Mystic Falls, o chamariam de maluco. Havia uma lei no universo em que garotos não podiam escrever em diários. E ele amava diários. Costumava ter aos montes.

 

Tal lei sempre o fizera rir. Especialmente quando era avacalhado. O comportamento que via como inusitado era tratado como “exótico” pelo seu-nada-querido-irmão-mais-velho – pensar nele o fizera segurar a respiração por alguns segundos.

 

Escrever mantivera sua sanidade com o passar dos anos. Era a melhor terapia. Por ser aquele tipo de pessoa que sente demais e fala de menos, escrever calhava perfeitamente quando não sabia destrinchar suas emoções. Isso o fazia buscar nas palavras o sentido naquilo que o deixava confuso.

 

E estar em Mystic Falls deixou seu cérebro em parafuso.

 

Conhecia aquela cidadezinha com as palmas das mãos. Tivera certeza disso em apenas algumas horinhas nos arredores, que demarcaram o seu retorno. Seus pés o guiaram de um estabelecimento a outro, até estacionar ali, na ainda famosa mansão Salvatore.

 

Um lugar que, a seu ver, tinha perdido um pouco da magia. Sua família nunca tivera uma boa fama nas redondezas, mas isso era algo que não estava a fim de recordar.

 

Escrever era um hábito da sua mãe. Um hábito agora seu. Precisara de meios para desabafar e encontrara nos papéis uma fuga. Seu irmão mais velho sempre fora muito egoísta para oferecer algum tipo de suporte, e teve que descobrir sozinho como lidar com o luto. Passado o drama, escrever se tornara um processo que o fazia refletir antes de agir.

 

Na sua mesa, havia novos papéis e novas canetas. Sentara ali para dar uma folga ao coração, sempre tão dolorido e injuriado das coisas que nunca conseguira dizer em voz alta.

 

Seu maior defeito… Ruminar algo até cair na real de que não tem mais solução.

 

Stefan apoiou a mão embaixo do queixo e meditou. Não fazia a menor ideia do que escrever. Não quando ficara muito tempo sem enfrentar uma página em branco. Havia muitas emoções dentro dele, mas nenhuma queria se manifestar.

 

Sem isso, não havia inspiração para completar o Querido Diário abandonado no topo da página.

 

Poderia falar da sua mudança, que nem poderia ser chamada de mudança. Mystic Falls era sua terra de origem. Nascera ali, crescera ali… Fugira. Retornara.

 

Aquela cidade era uma espécie de imã.

 

Mystic Falls era uma cidade que não considerava uma cidade. Era uma bola minúscula perdida em algum ponto da Virgínia. Vivia nublada, cheia de névoa, e o dia era engolido em poucas horas pela noite. Parecia a Suíça no inverno. Dias curtos e noites longas. Beirava ao melancolismo.

 

Não que ligasse. Não era um adolescente emo ou gótico, embora a Sra. Flowers amasse azucriná-lo com isso, desde que era criança. Adorava meia-luz, era fato, mas porque achava romântico e elegante. Não melancólico.

 

Mas se sentia melancólico por ter retornado. Só não queria admitir, percebeu, girando a caneta entre os dedos. Sem admitir o que lhe afligia, seria difícil preencher com palavras a página que ainda o desafiava. Estava em Mystic Falls. De novo. Para recomeçar.

 

Tinha que lidar com isso.

 

Pensou na viagem até ali. Ocorrera nos conformes. Viera de carro e aproveitara cada parada. Fora muito bem-recebido pela Sra. Flowers assim que as solas dos seus sapatos eliminaram a poeira do asfalto, no tapete com dizeres de boas-vindas. Passara o resto da tarde arrumando um quarto que sempre fora seu. Um local que, há algumas horas, não fazia referência ao que era agora.

 

Stefan era um adolescente prestes a começar o último ano do ensino médio. Brilhante, era o que mais tinha nas suas recomendações. Mas não se sentia nem um pouco brilhante naquele momento.

 

Decidiu fugir da tarefa por alguns instantes. Girou a cadeira com o impulso dos pés e ficou de frente para a cama. Não precisou de muito para notar que a mansão Salvatore não tinha mudado. Seu quarto poderia estar um pouco diferente da maneira que o encontrara, mas aquelas paredes de madeira marrom escura, aquela pouca luz dos lustres cheios de lâmpadas, a fraca brisa que dispersava o cheiro de mofo… O clima ainda era soturno.

 

Era muito fácil ficar deprimido com alguns minutos de silêncio.

 

A Sra. Flowers fora uma exímia cuidadora da mansão. Uma propriedade com histórias impregnadas em cada pedaço de madeira da qual se sustentava. Ela ficava no coração da cidade. No meio. Indo ou vindo, toda a população de Mystic Falls era obrigada a encarar aquele lugar.

 

Só era difícil desviar algumas lembranças quando encarava algum ponto daquela casa. Sentiu arrepios quando saudara a sala e ficara empacado por alguns segundos medindo seu quarto, escorado na porta. Observara cada detalhe, reativando memórias, todas vívidas e bem contornadas.

 

Soltou um suspiro enquanto seus ouvidos apuravam rangidos vindos da escada.

 

Poderia pintar as paredes, pensou, a testa formando três linhas de reflexão. Poderia trocar a cama. Ou, quem sabe, trocar as cortinas que atenuavam o cheiro de mofo que ainda existia em um ambiente há muito tempo fechado. No mais radical, poderia jogar tudo fora. Seria ideal em vez de se estressar em repaginar algo que não remetia ao seu eu de agora. A um eu sem tantas responsabilidades. A um eu que precisava de um novo ponto de partida.

 

Levantou-se, atraído por uma estante que ficava próxima da escrivaninha. Tinha sido sua pequena biblioteca particular. Um armário tão velho quanto sua cama, liberando um cheiro tão terrível quanto das cortinas assim que o abriu. Coçou o nariz com uma mão, afastando o cheiro com a outra. Reconheceu alguns dos seus livros preferidos largados ali, todos de história, e que não fizera questão de levá-los embaixo do braço quando se mudara.

 

Essas sim eram lembranças boas. Mas abdicara de todas elas.

 

Seu dedo indicador tocou cada lombada com saudosismo. Lembrou-se que costumava empilhar outros diários ali – trancando contra curiosos.

 

Agora, tudo estava perdido ou queimado. Sua regra de memórias fora corrompida.

 

Queria encontrar frustração dentro de si. Frustração por ter retornado ao lugar que, em tese, não deveria. Havia muitas memórias ali. Mais ruins que boas. Memórias dos pais. Memórias de amores antigos. Memórias de uma outra pessoa que não se atrevera a pensar nos últimos anos.

 

Justamente por ser a pessoa que carregava uma culpa que ainda consumia. Mesmo ciente de que não tivera culpa de nada.

 

Esse era Stefan, se culpando pelas coisas que nem provocara. Outro ponto que queria mudar completamente. Mystic Falls estava diferente. Então, também seria diferente. Quem sabe, menos empático. Empatia o fez ser por anos um projeto de boneco com rótulo trouxa.

 

Tal pensamento o fez rir e retornar a sua escrivaninha.

 

Arregaçou as mangas do moletom e se inclinou sobre a página do diário. O clique, clique da caneta soou como um temporizador para ajustar seus pensamentos. Analisou o que queria transferir para o papel com base no que sentia naquele momento.

 

Um momento em que decidira voltar a registrar suas memórias.

 

Mudanças. Era essa sua palavra de ataque.

 

Querido diário,

 

Eu o encontrei por acaso em uma loja de conveniência de um posto de gasolina e me perguntei como uma loja de conveniência vendia um diário. Isso, na entrada de Mystic Falls. A única explicação para isso é a volta às aulas. Cadernos, livros, canetas, diários, agendas… O que for possível para ser vendido, ainda mais no meio do percurso pós-férias, é um lucro extra.

 

Honestamente, não faço a menor ideia do que escrever nessa primeira página. Sempre é difícil começar, mas, uma vez feito, as coisas têm a tendência de simplesmente fluírem. Menos a minha vida que parece mais empacada que caminhão em uma rodovia.

 

Dessa vez, não me refiro a problemas familiares. Ou problemas afetuosos. Ou descobrir que fui traído no quarto ao lado desta bendita casa. Acho que aprendi a segurar mais meu lado sentimental. O lado que me deixa idiota. Não gosto tanto dele assim como antes, mas, se der algum tipo de vantagem, acho que vale a pena investir. Apenas, cansei de ser aquele que tudo conserta.

 

Dessa vez, quero uma vida para mim. Quero começar, como se estivesse nascendo agora. Saindo das sombras. Não me curvando a minha mísera existência.

 

Passei anos da minha adolescência me perguntando o que deveria fazer da vida. Nunca tive uma resposta concreta, pois vivi anos em função da minha família. Do bem-estar dela. Sempre visei pela sanidade do meu pai. Pela sanidade da minha mãe. Pela sanidade do meu irmão – aquele que não deve ser nomeado ou pensado, pois se é algo que funciona com D é a lei da atração.

 

Não que eu não tenha chegado a canto algum com essas experiências… Amadureci mais rápido do que imaginei. Contudo, passei a viver depressa. Nunca tive outra companhia a não ser um pedaço de papel ou um bom livro. É, é esquisito, ainda mais por estarmos no século 21, mas são fragmentos do que sou. Fragmentos dos quais não tenho usado em benefício de mais nada.

 

Pois eram sinais da minha reclusão.

 

Vivi os últimos anos em rebeldia. Farreei de um jeito que aquele que não deve ser nomeado morreria de orgulho. Há um momento em nossas vidas que simplesmente nos entregamos a momentos arredios, talvez, para corromper algum pedaço do nosso ser. Permiti-me a isso, com todo meu ser, deixando cacos espalhados… E que não me deixam orgulhoso.

 

Meu retorno não foi aleatório. Apenas, precisava da minha casa. Ok que há as péssimas memórias, mas aprendi com todas elas. Elas não me definem, embora as memórias, especialmente as ruins, criem raízes. Elas podem florear sem espinhos ou se tornarem ervas daninhas.

 

Lembranças deixam marcas. A questão é separar o bom do ruim, superar e seguir adiante.

 

E eu quero superar e seguir adiante. Não quero mais ser o cara recluso. O cara que caminha de cabeça baixa. O cara que se encolhe ao menor toque humano por acreditar ser dispensável.

 

Sim, já fui muito otimista, mas acho que minha fase de farra me endureceu.

 

Acho.

 

Só foi ver uma garota que o bobo Stefan se manifestou.

 

Não, não virei pegador, isso é coisa daquele que não deve ser nomeado, mas foi uma questão de energia. Mystic Falls é um ovo. As pessoas são facilmente atraídas umas para as outras. E eu fui atraído por uma página esvoaçante de diário. Se é uma coisa que ainda acredito é que certas coisas não acontecem por acaso.

 

Achei até que a garota me reconhecera – sendo que nunca a vi na minha vida. Ao menos, acho, pois se há uma verdade é que todas as crianças de Mystic Falls cresceram juntas e há grandes chances de eu ter compartilhado meu lanche com elas em algum momento. Ainda acho minha memória muito boa, mas não foi o caso do meu encontro com a garota chamada Elena.

 

Enfim, completarei 17 anos em breve. Começarei em uma “escola nova”. Estou 100% disposto a mergulhar em novas experiências.

 

E lidar com a garota chamada Elena foi um desafio e tanto. O antigo Stefan teria devolvido imediatamente a página. Teria sido gentil e as coisas ficariam por isso mesmo. O episódio chamado de uma página de diário censurado me fez ir além do esperado. Tudo bem que dou os créditos a ela por ter puxado conversa, o que me obrigou a me apresentar, mas foi um momento estranho e cômico.

 

Ela estava enlouquecida pela bendita página. Admito que estava enlouquecido para ler, mas o interessante foi a pequena tortura da minha parte que a fez quase se ajoelhar para querer o papel de volta.

 

É, foi meio sacana. Como disse, o antigo Stefan teria devolvido a página e simplesmente dado as costas, seguido de um tenha um belo dia. O tímido e apavorado Stefan.

 

Todo caso, o resultado final me fez querer insistir em diferenças como aquela. Não de testar minha gentileza para além da minha zona de conforto, mas de realmente participar. Quero experiências novas. Memórias novas. Não tenho o intuito de suprimir o que já aconteceu, pois somos a soma da nossa vivência. E essa garota me deu um pouco de vontade de existir… De ser insolente.

 

Há muitas possibilidades, muitas chances… Mas, agora, se eu quiser sobreviver em Mystic Falls, precisarei substituir parte da minha compassividade por uma dose de sangue frio…

 

A caneta tombou e Stefan se deu por satisfeito. Parecia um começo ideal, não só para um diário, mas para o novo ciclo da sua vida. Acabou de delimitá-lo em partes. Seus olhos perpassaram pela folha, reconhecendo os pontos-chave da escrita. Era aquilo que queria.

 

Tinha uma vantagem. A vantagem de estar sozinho naquele não tão novo universo. Poderia moldá-lo da melhor maneira possível. Ao menos, era o que esperava.

 

Pegou-se pensando na garota da página do diário. Literalmente, pensou nas mediações de Mystic Falls. O tamanho do metro quadrado por pessoa. Ela não deveria morar longe. E deveria ter sua idade. Deveria estar na escola.

 

Matutou, girando a cadeira com as pontas dos pés. Tentava descobrir porque tinha ficado tanto tempo parado e empenhado em fazê-la se desesperar por aquele pedaço de papel.

 

Foram os olhos, deduziu. Eram afáveis, mas havia algo por detrás deles.

 

Embora sorrisse tão naturalmente, como se sua vida fosse perfeita, havia a melancolia típica de Mystic Falls enraizada nela.

 

Os olhos. Conseguiu relembrar perfeitamente do tom castanho. Da forma como uma linha tensa se formou no meio da testa dela quando demorara a lhe devolver o que queria. E os cabelos compridos, castanho-escuros, lhe davam uma áurea pacífica que facilmente o tragara.

 

Definitivamente, era uma garota difícil de esquecer.

 

Pensou se a encontraria. Em breve ou não. Não sabia dizer se agiria da mesma forma. Não parecia, mas era tímido. Tímido de acanhado. Seu cavalheirismo extremo era sempre zombado pela sua melhor amiga. Ela o via como um personagem de um livro da Jane Austen: altivo, gentil e cavalheiro com as damas em perigo.

 

Teve que rir, mergulhado nas lembranças da melhor amiga. Queria mesmo ver a cara dela ao dizer o que tinha feito como recém-chegado a uma terra muito sua.

 

O dia seguinte seria o primeiro dos desafios que esperava. Teria que checar sua matrícula. Checar o horário de aula. Bufar com as classes que teria. E, talvez, arrumar um emprego. Parecia bem normal. Bem de praxe. Gostava disso.

 

Fora atraído por dois batuques na porta. Era a Sra. Flowers. Pela posição escorada na parede, deduziu que fazia muito tempo que estava sendo espiado.

 

Sorriu, alegremente, percebendo a expressão dela mudar do impassível para o suspeito.- Antes que anuncie o jantar, alguma chance de você se familiarizar com o nome Elena?

 

– Se for a Gilbert, sim. Diria que sou familiarizada até demais.

 

Stefan coçou o cenho. Aquele sobrenome não lhe era estranho.

 

– Elena Gilbert – ele sussurrou, meio distante. – Outra chance de ser Elena Qualquer Coisa?

 

– Só há uma Elena popular na cidade. – a Sra. Flowers o encarou, ainda desconfiada. – Por que o súbito interesse?

 

– Porque acho que minha primeira anfitriã foi Elena Gilbert.

 

Sra. Flowers sorriu. Muito contida. Stefan não sabia se era de desdém ou de diversão.

 

– Uma bela cilada para quem acabou de chegar, não?

 

Foi inevitável não concordar. Estava intrigado. Atordoado com a lembrança da garota.

 

Uma lembrança que poderia muito bem libertar o bobo Stefan.

 

 

N/A: gosto muito da Sra. Flowers e me achei no direito de usá-la! Hahahahaha <3
Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3
  • heyrandomgirl

    HAHAHAHHAHAHAHA peraí que vou pegar o seu toddynho com mto amor e carinho!

    Sra. Flowers é muito querida! <333333 Essa foi a mudança súbita de plot que me pegou pela traseira e não tive como dizer não hahahhahaha. Já vejo várias coisas humanas para ela em Mystic Falls ahahahhahaha

    Não tenho experiência com fanfics de TVD, então, confiarei nas suas palavras. Escrever do ponto de vista do Stefan foi mais difícil do que pensei e tenho uma absurda facilidade em escrever personagens masculinos. Não foi dessa vez e já estava ficando deprimida junto com ele u.u hahhahaahahahah

    E, como disse, esse Stefan além de humano é fã de Harry Potter, porque minha vida é feita de menções à saga. Não sou obrigada! hahahahahaha

    Beijos, sua linda, e obrigada pelo comentário <3

  • lari

    OH, MÃE! PEGA O TODDY EU NÃO ESTOU ME SENTINDO BEM!!!!!!! A senhora Flowers é um ser humano impossível de não se amar, ela nós livros é tão <3, quando eu vi que citou ela quase cai da cama! Esse Stefan humano está se saindo muito bem do que eu imaginava, não é tão clichê quando o vimos em fanfics UA, sendo assim VEM CÁ DA UM ABRAÇO. Eu me acabei de dar risada com 'aquele que não deve ser nomeado', pobre Tio Voldy, tendo que se igualar a Damon Salvatore, que bad ein? Enfim, amei demais a descrição, louca para o próximo capitulo "… escrever calhava perfeitamente quando não sabia destrinchar suas emoções",