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29/abr

A verdade sobre este episódio: decepção. Sabe quando você balança a cabeça em negação por não acreditar no que acabou de acontecer? Foi assim que me senti! Klaus, você já foi melhor, amigo!

 

Digo isso porque o personagem terminou este episódio do jeito que venho cogitando há tempos: afirmando que seus atos foram por poder. Não estou sabendo lidar com isso. Considerando a proposta inicial dada ao híbrido nesta temporada, mais a sede que o levou quase a insanidade para proteger Hope, o caos culminou no de sempre. De novo, Klaus foi lá e pensou com o umbigo.

 

Vai ser sensacional vê-lo dar a louca? Vai, porque Joseph manda sempre muito bem. Mas o que o personagem aprende? Nada! Friso de novo: Klaus é protagonista. Se fosse para mantê-lo como vilão, que o mantivessem em Mystic Falls. Lá sim todas as suas atitudes seriam justificadas.

 

A trama foi um tanto quanto controversa. Minhas emoções e impressões estão bem divididas. Como na semana passada, nada foi há canto algum. Dahlia permaneceu com suas brincadeirinhas e tornou essas 24 horas para capturar Hope em 48. Ok que é interessante segurar um plot, ainda mais tão perto do season finale, mas o tempo que transcorre agora em The Originals está ficando cada vez mais chato. Até o retrocesso que envolveu a bruxona e Esther não me fez feliz.

 

Assim, ou você entra na história como vilão para ser vilão, ou não faça mistério se o intuito é humanizá-lo. TO não contou com um inimigo nesta temporada. Tudo voltou para o Klaus, o real meliante que provou que não está nem aí para nada. Tudo bem que a ação/reação dele, ainda mais quando é traído pelos irmãos, é retaliação, normal, mas considerar a morte da Hayley? Que fase!

 

Antes de chegar nesse ponto, vou falar sobre Dahlia. A personagem que rendeu parte da minha decepção. Ela foi a incógnita da temporada para cair nas deficiências do Klaus: mimimi sobre abandono e como compensar isso com poder. Não me comovi um só segundo com essa senhora porque só captei recalque envolvido.

 

Em contrapartida, o retrocesso foi esclarecedor. Achei bem legal mostrarem o quão é importante a primogênita da linhagem Mikaelson e o quanto Freya é realmente desequilibrada – algo que cobrei em algumas resenhas passadas. De resto, só vi mais do mesmo versão clube da Luluzinha.

 

A indagação maior em torno de Dahlia foi: qual o real motivo dela ser tão cruel e tão insistente quanto ao “pacto” feito com Esther? Como disse Hayley na semana passada, essa senhora poderia muito bem se esquecer disso e viver feliz. Contudo, vimos uma mulher poderosa e perigosa ser motivada por uma causa familiar, que orna com a série, mas não no como a personagem foi situada na história.

 

Ela entrou praticamente como uma bomba atômica. Dois episódios depois, com escasso conflito psicológico, a bruxona se inclina na versão jovem de si mesma para, er, choramingar? Só para convencer Klaus? Não achei nada disso genial. O melhor momento da personagem foi no duelo criador e aberração. Só! Chego aqui com a conclusão de que Finn foi o rei da temporada. Ele sim me tirou do eixo, trouxe angústia e conflito. Quem diria, né?

 

De novo, criaram alguém pelo reflexo de Klaus, só para conseguir manipulá-lo com facilidade. “Minha dor é sua dor”. “Te entendo amigo”. “Família é um porre”. Mesma missa. Freya foi a primeira, que foi até chamada de upgrade do híbrido, toda sinistra, com ar de perigo, e terminou de joelhos, arrasando na choradeira, presa ao mesmo discurso (Dahlia tem muito poder, ninguém vencerá e blá-blá-blá). Ela foi tão renegada quanto o brother, focou a culpa em Esther (e o brother em Mikael), e ambos chegaram perto da equiparidade se não fosse a súbita quebra da storyline dessa cidadã, resultando só em planos não concretizados.

 

Dahlia vendeu a mesma fórmula. Chateação por ter sido abandonada por Esther, o que a fez despirocar e focar no poder. Ela também foi cruel e egoísta, como Klaus. Um tanto quanto maluca, como Freya. Mas não engoli em um só momento o tratamento afável com a menina Mikaelson, nem mesmo esse altruísmo em querer cuidar de Hope. Planos são planos. Cobranças são cobranças. Duvido que essa cidadã tenha abolido o que a trouxe ao Quarter. Espero um revés enorme nessa storyline. Adoraria vê-la estragar Klaus e sair vitoriosa. Não é possível que manterão essa simplicidade e essa superficialidade prestes ao fim de mais um ano.

 

Entendam: a bruxona chegou, aterrorizou geral, acarretou até a morte do Mikael para chamar o sobrinho para um chá em um “universo paralelo”? Para ficar de mimimi diante de um trecho chato do seu passado? Toda pressão em cima dessa personagem para revelar mais um caso de dor de cotovelo? Really? Queria uma vilã com sangue nos olhos, não lágrimas. Cadê a dama impetuosa do flashback do ponto de vista da Freya?

 

Só não cuspo totalmente no flashback porque a Dahlia jovem mostrou ser dona do mesmo desequilíbrio da Freya. Comportamento que firmou o quão enlouquecida se torna a primogênita bruxa da família Mikaelson. Uma pena que essa versão doida ainda não se manifestou.

 

O retrocesso não abordou esse meu raciocínio, mas tenho certeza de que quando Esther foi lá pedir ajuda para engravidar, Dahlia fez da proposta um meio de vingança. Se é uma coisa que alguns Mikaelson não aceitam é felicidade dentro da própria família. Sempre encontram um meio para fulano se sentir culpado, vide Elijah e Hayley, ou há a dificuldade de cantar Let It Go, vide Klaus e Rebekah na temporada passada. Mama Mikaelson foi feliz com Mikael até a aberração nascer. Dahlia se escondeu na solidão, se tornou amarga, e, na menor chance, foi lá e puxou o tapete da sister fragilizada (por ter abolido a magia). O que rendeu uma perfeita manipulação.

 

Nessas cenas das jovens bruxas tentei encontrar semelhanças com, talvez, Klaus e Elijah. Ambos sempre foram unidos. Elijah sempre protegeu Klaus, especialmente da tortura do Mikael. Dahlia tentou proteger Esther de Mikael por se tratar de um assassino. Tudo em nome do Always and Forever. Mas não vi nada disso. Só reciclagem.

 

Esse negócio de agir por dor de cotovelo é coisa do Klaus. Ele sente inveja e não lida com a felicidade alheia. Justamente porque não sabe administrar a própria felicidade. Por mais que tenha havido pensamentos concordantes entre Dahlia e ele, não acho isso o bastante para fazê-lo dar amém a essa súbita aliança. Por isso, penso que, para esse cidadão não sair empalando Rebekah e Elijah pela milésima vez, se unir a dita vilã da temporada foi um meio para acarretar “diferença” do que esse cidadão já fez, tendo em vista sua trajetória.

 

Contudo, houve uma quebra de proposta da S2. A aliança me incomodou e não soou coerente. Klaus aceitou, sem plano B. Cadê o maluco do episódio passado? Não gosto dele todo paranoico e egoísta, mas de todas as coisas que uso para ofendê-lo, burro não estava no meu dicionário.

 

Outra coisa que me incomodou foi a manipulação prática, como tem acontecido com alguns plots desta temporada. Dahlia não contou com uma pressão psicológica até aparatar em New Orleans e também não contou com uma dificuldade em convencer Klaus. Uma barragem que a fizesse partir para a ignorância. Ela é uma ótima oradora, mostrou que sabe cutucar a ferida, mas, sério, só teremos isso dela? O híbrido mordeu a isca muito fácil, como se a ideia de ver a tia cuidar da Hope, enquanto usa o poder de ambas, fosse poética. Em nenhum momento ele usou a tag #SaveHopeSaveTheWorld. Sério, esse cidadão se iludiu sem pestanejar.

 

Klaus nem ligou para o fato de ver a little one crescer de modo a não ficar maluca como Freya. Ele quis poder. Sim, esse jovem ama a filha do jeito dele, mas Dahlia deu meios para esse mesmo jovem ser imbatível. Considerando o cochilo forçado, acham mesmo que o novo piti foi porque Hayley tirará a menina de cena? Jamais! A titia foi certeira nessa proposta irrecusável. Uma proposta que o híbrido aceitaria em condições, digamos, mais normais, junto com um contrato. No fim, “proteger minha filha” saiu pela culatra. Porque não é um proteger fraterno. É um proteger por interesse. Basicamente o que Esther fez com ele: todos aqueles mimos foram dados porque o menino estava guardado para um plano maior. Same Hope.

 

Não esperava vê-lo ceder tão fácil e foi frustrante. O personagem sempre almejou controle total para detonar os inimigos, fatos reais, mas terminou traindo o que vem “insistindo” desde o começo da temporada. Como viver?

 

Pior foi vê-lo simplesmente aceitar a morte de Hayley, como se ela não fosse nada. Se fossem outras pessoas, tais como Aiden, que não tem nada a ver com a vida dele ou ligação com os Mikaelson, tudo bem. Vimos esse cidadão meter a rasteira por menos que isso. Mas a pressão que ele pôs em cima da little wolf para depois concordar com sua aniquilação foi desprezível. O personagem aceitou a proposta ciente de que Elijah e Rebekah se voltarão contra ele. Mas, tendo Dahlia e Hope, as bruxas fortes, que se dane, né? Vê-lo intencionado a usar o Mockingjay, focado no que pode conquistar, também não estava no meu caderninho.

 

Foi muita “ingenuidade” para quem estava de TPM na semana passada, pronto para atravessar quem o empacasse. Agora, geral ficará chocado e, blá-blá-blá, vocês sabem… Dahlia precisa fazer esse cidadão implorar para honrar seu papel de vilã (o que acho difícil).

 

Pior ainda foi a facilidade da remoção da adaga. O que ele realmente aprenderá depois desse caos com o resultado das suas decisões? Muito provavelmente esse cidadão nem refletirá sobre isso, pois simplesmente anularam qualquer melhora ao fazê-lo assinar o contrato com o diabo.

 

Simplesmente.

 

A palavra de ordem deste episódio.

 

Klaus agiu pelos motivos errados. Se fosse em TVD, maravilha, mas não é! Sim, ele estava pau da vida com os irmãos. Entendo que a tomada de decisão, a princípio, tenha sido por retaliação – porque é isso que esse cidadão faz. Ele não vai tirar satisfação. Ele gosta de tirar sangue. O triste é que a trama girou para chegarmos ao de sempre: mais um momento de ganância desse Mikaelson. Uma quebra da versão do personagem na temporada passada que, a essa altura, só faltava enfiar Hope no bolso.

 

E, sério, não quero pensar que Klaus cedeu por carência afetiva. Não quero mesmo!

 

Minha outra esperança é que Klaus tenha agido assim para sabotar Dahlia. Para provar que seu plano era mais eficaz que qualquer um que Elijah poderia bolar. Afinal, o personagem também gosta do sabor de vencer, especialmente quando todos se viram contra sua pessoa. Quero acreditar nisso. Simplesmente porque foi fácil demais o híbrido marchar de encontro a tia e pedir colinho.

 

Os outros plots

 

O discurso da Hayley no celular me deixou sem chão. Não só por ouvir verdades, mas por já absorver qualquer mensagem de antecedência como Swan Song. Vide Aiden. Refrisando o que comentei na semana passada: little wolf pode ter perdido o brilho desde que se casou com Jackson, mas tem sido a única realmente empenhada no bem-estar da filha. Sim, o plano continua a ser idiota, mas é o pensamento comum de uma mãe. Fugir. Ela não tem a malícia dos Mikaelson e, de quebra, não saiu da meta que é fazer parte dos Crescentes.

 

Freya não morreu ainda por quê? Não aguento mais! Os objetivos dela continuam embaçados e, considerando o grande revés do Elijah, duvido que saberemos o que essa moça realmente quer/quis. Ela se tornou a isca do seu próprio plano e achei demais. Sinto que a vingança dela não passava de ódio à Dahlia, talvez, do mesmo nível de Klaus contra Mikael. Só isso que consigo ver. Ainda me pergunto qual é/foi a real necessidade dessa moça, porque tudo o que ela trouxe à mesa não vingou.

 

Falando em Elijah, sambou nesse episódio, hein, migo? Vamos combinar que as politicagens desse cidadão eram irritantes. O personagem foi inteligente, reverteu o jogo com a elegância típica e se mostrou um belo estrategista. Deu um quique digno na Freya e bolou um plano que Klaus acharia ruim só por “eveja”. Jackson e ele me fizeram rir, o lobito cutucando a ferida e recebendo o golpe no mesmo nível de volta. Por mais que esse Mikaelson tenha se dado bem, os bolas peludas venceram porque Hayley resolveu ser rainha dos Crescentes. O tenso é que ela está jurada de morte. Está aí uma grande chance da alcateia recuperar o brilho.

 

Marcel também me fez rir. Assim, ele foi o primeiro a correr atrás da adaga para forçar Klaus a dormir e, ao saber que o mestre não matou Aiden, deu de louco e o chamou de “melhor arma”. Tenho que dizer: esse personagem precisa voltar aos trilhos da S1. Ele era bem mais interessante.

 

E o que dizer da Cami? Tive que rir da sacudidela dada por Elijah com relação ao que ela sente por Klaus. Só acho que o passado da família dela tem que vir à tona, porque está chato demais vê-la só como psicóloga ou entregadora de café.

 

Adorei rever Vincent! Ele querendo abolir a magia da vida foi demais para a minha saúde. Queria que ele permanecesse, especialmente se Davina aceitar o posto de chefinha das bruxas. Um plano que vejo futuro, pois é uma chance da personagem crescer e ser independente. Conquistando o bolsa magia, menina D é Deusa.

 

O ponto negativo é que Davina abraçará esse fardo por causa de um motivo que não deixa de ser errado. Afinal, os olhinhos dela brilharam não pela ideia de ser líder e de ganhar um pacote plus de magia que faria Voldemort morrer de “eveja”. Foi por causa da ânsia de trazer Kol de volta. Lindo, mas, considerando que a passagem de tempo não a beneficiou (ela ainda está de luto), tenho medo do que isso pode gerar. Sem contar que D está linkada à Rebekah, outra que perdeu a ação desde que Eva se dissolveu, correndo o risco de morrer.

 

Como disse na semana passada, a bruxa endureceu e precisa de novos jobs para ter consciência de que pode se virar sozinha. Mas nem se acanhe em trazer o Kol de volta, ok? Aceito, viu?

 

Não menos importante, houve o adeus ao Aiden. Uma coisa que senti neste episódio é que houve muitos cortes secos nas cenas dramáticas. No caso, as que envolveram Josh e o funeral. Quando a emoção vinha à tona, Klaus ou outro personagem roubava a cena. Achei péssimo, embora tenha conseguido chorar horrores. Meu shipper sendo levado pelas águas do Bayou, só tristeza.

 

Concluindo

 

Não acredito que Hayley morrerá. Considerando o quanto The Originals tem capengado na audiência e a química irrefutável com Elijah, acho que chegou o momento dela realmente ser Queen. Acredito que essa moça tem plena capacidade em assumir o barraco e mandar Klaus passear. Sério, odiarei se o híbrido sair vitorioso, porque, de fato, ele se tornou um vilão. Dahlia precisa salvar o season finale ou me afundarei em desgosto.

 

No mais, o episódio teve bons esclarecimentos, mas o que me interessou foi o bolsa bruxaria. Depois desses desdobramentos infelizes, temo muito pelo finale. A temporada está cheia de más resoluções e, sinceramente, não sei o que esperar.

Stefs
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  • heyrandomgirl

    VCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC! Achei que tinha saltado desse barco da alegria que só trabalha com verdades. #tapa

    [quote] "Roda dentro Roda, é isso que Julie e Narducci nos têm feito, rodar dentro de uma storyline já vista por várias vezes, só que com uma nova roupagem, pode isso produção?" [/quote] Sinto-me EXATAMENTE dessa forma. O episódio não foi ruim, manteve a qualidade de sempre, mas OI? Mesma storyline, só com alguns rostinhos diferentes, perto do season finale? Gente, Narducci está sendo contaminado pela Plec, fatos reais.

    Dahlia enfraqueceu aos meus olhos tbm. Não sinto mais afinidade, porque me gasta quando vilanizam alguém e dão um jeito de humanizar. Em algumas histórias isso é ok, mas TO não teve ngm pra agitar as coisas depois do Finn. Daí vem a tia, toda linda e trabalhada na maldade, pra chorar as pitangas só pq foi mais uma vítima de abandono? Nem Lily Salvatore está assim, minha gente!

    Tbm quero acreditar que um está enganando o outro, porque esse amém mútuo me fez torcer o nariz. Sério, está tudo tão "conformado" que começo a temer que Klaus realmente agirá tendo Dahlia como influência para, na próxima temporada, tentar PELA MILÉSIMA VEZ uma redenção. Aff.

    Hayley precisa ser Queen logo. Essa passividade dela tbm anda me irritando. KD O GIRL POWER DESSE NEGÓCIO? HAHAHAHAHAHAAHHA

    Olhe, não aguento quando o Klaus sempre tem razão barra é aquele que todos temem. Pfvr, nem o Presidente Snow de Jogos Vorazes segurou o trono dele por tanto tempo [adoro meus exemplos literários, com licença kkkkkkkkkkkkkkk]. Essa imunidade, como se o híbrido fosse mais forte que o Super-Homem, me irrita. Saudade do Finn! Meu sonho é ver os lobitos da Hayley dando montinho no Klaus, pq precisa.

    Esse negócio da família ter tudo a mão tbm me tira do eixo. Até então, nenhum deles contou com uma dificuldade real e, quando tem, vão lá levar a arma fatal para o combate e PUFF.

    Davina! <3 Já enrolaram demais para investirem nessa menina. Tá na hora de ter aulas com a Bonnie, que cansou de ser capacho e anda cuspindo lindamente na cara dozotro.

    Josh tinha que matar todos u.u Jackson tbm. Ai, bem fato que minha preferência pelos Mikaelson está em baixa.

    Dahlia precisa mostrar que é realmente vilã e seguir para a S3. O mesmo que desejo pra Lily Salvatore. Tipo, há duas mulheres com potencial e espero que não as estraguem.

    Freya pode morrer, <3

    Beijossssssss!

  • Autran Kevinlyn

    Oi Stefs????/ Tudo bem?

    (Me recusei a comentar o epi anterior, mas a carinha do Elijah por ter empalado o brother me matou. Pobre Aiden.

    ZzZzzzZzZzzZ…E parece que o título do sexto episódio dessa temporada se aplica a esse, ou seja, "Wheel inside Wheel", Roda dentro Roda, é isso que Julie e Narducci nos têm feito, rodar dentro de uma storyline já vista por várias vezes, só que com uma nova roupagem, pode isso produção?

    Não que o episódio tenha sido ruim, mas Klaus continua a agir como um simples vilão de Mystic Fall. Só que dessa vez para suprir o seu mimimi emocional de séculos, ele se junta a Dhalia para introduzir um novo modelo de família…claro sem mãe original? Por poder? Como assim Hayley não significa nada para você? Odeio mesmo quando os produtores força a barra para justificar o hibrído! ODEIO! Como se ele sempre tivesse razão.

    Com uma tática parecido do seu sobrinho neto Finn, Dhalia leva Kaus à sua mente para mostrar o inicio da birra com a finada Esther. Dessa vez o flashback viking, o que vimos foi o mais do mesmo, traições em família e vingança cegada. Houve aí uma quebra da construção em Dhalia, sim! Uma personagem que nos foi apresentado como um terror por Esther e Freya, agora se mostra movida por privações sentimentais em família. Isso enfraqueceu a proposta da personagem. E para mim, não houve nada pior que Dhalia e Kluas juntos por poder e oferendendo Hope como barganha. Quero acreditar PIAMENTE, que o hibrído está enganando a titia, porque senão, o salto para trás do personagem será enorme.

    Como já disse, por mais estúpida que Hayley se mostra no bayou ela está fazendo isso simplesmente, porque é mãe e quer proteger a sua família. E dou muito apoio a lobinha por continuar com sua matilha de hibrídos, os Mikaelsons já tiraram a paz de muitos, e Hope não será mais a última.
    Como o disse o filosófo hibrído Jackson, "Essa luta não é nossa"

    Essa coisa dos Mikaelsons, sempre terem tudo e todos à mão é algo que incomoda, por isso achei muito bom o Vincent, não ter se rendido ao pedido do Elijah, os originais são muito mimados quando querem.

    A única coisa interessante para mim foi o plot da Davina em trazer o Kol de volta. E a sugestão de ser a líder de 9 covens. Até pensei no plot louco de união de líderes como os "Gemini" ou Jack e Hayley. Seria uma virada incrível para a menina que anda mais sumida que a moral de BonBon Bennet.

    PS: Josh…tive pena. Plec destruidora de shippers, sem amor próprio.
    PS:Acho a Leah Pipes uma atriz excepecional, apesar do pouco espaço recebido.
    PS: Se Dhalia se for na finale, vai ser a maior cagada da Plec desde sangue de vampiro que…vc sabe.

    Até a próxima!