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19/abr

Primeiramente, preciso dizer que gritei, bati palmas, soltei fogos de artifício com o anúncio da saída da Nina. Sou totalmente a favor do cancelamento de The Vampire Diaries já nesta season (desconsiderando por alguns instantes a renovação desnecessária para um 7º ano), e nada mais delicioso que ver manifestação de que a série já deu tudo o que tinha que dar vinda do elenco. Se a audiência não é um produto influente para os produtores e para a emissora, nada mais impactante que ver alguém do main cast dar adeus. Uma pilantragem sem limites, vamos combinar, porque esse contrato não estava assinado há eras e a CW podia sim finalizar a série agora.

 

É aquela ilusão de que TVD sobreviverá sem a Elena. É o mesmo que The O.C. sem Marissa – que terminou um fiasco porque geral abandonou, mesmo tendo Seth e Summer, os melhores da série.

 

O episódio desta semana provou de novo que TVD precisa acabar antes que fique pior. Ok que fico contente com a ideia da S7 ser unicamente Defan, mas não há nada que funcione no quesito trama para os dois. Até porque as chances de explorá-los morreram quando o fanservice entrou em cena. Tentam, tentam, tentam, mas ou caem na obviedade ou investem em absurdos por causa de shipper. Do meu ponto de vista, Damon e Stefan não segurarão a série sozinhos, algo que Plec jura ao ponto de depositar sua fé apenas nos lindos olhos do Ian.

 

A verdade: Santa Gilbert se tornou o produto essencial de um triângulo (que perdeu toda a graça com forçadas dali e daqui). Sem ela, a geração OTP não fica feliz. É fato que os fãs ainda assíduos só assistem TVD por causa de um casal. Quem é trama na fila do pão, né, gente?

 

Enfim, este retorno de The Vampire Diaries foi muito melhor em comparação aos que vieram após um hiatus. Os primeiros minutos foram carregados de suspense que relembraram os melhores anos da série, até Stefan e Caroline entrarem em cena. Nunca pensei que indagaria isso, mas aí vai: quando esses personagens se tornaram tão desnecessários? Não suportei nem o Salvatore, que tem um histórico incrível quando está desligado e se resumiu a uma situação ordinária. Mil vezes resgatar o ripper, uma repetição que seria mais conveniente, a alimentar os caprichos da Miss Forbes, outra que estava insuportável.

 

Ainda me pergunto qual foi a dificuldade de fazer Caroline uma vampira desligada badass (mulher passiva ao homem não ganha estrelinhas da Stefs).

 

O que realmente interessou foi Lily que, de quebra, fez Enzo trazer à mesa uma fatia do passado que os interligou. 18 episódios depois e esse cidadão volta a ser interessante. Lamentável!

 

Amei o passeio em 1903 que explicou a transição de humano para vampiro do único ser que não teve uma história crucial nesta temporada. Achei a sacada sobre o lugar que transcorreu o encontro entre Enzo e Lily sensacional – Southampton, lar do Titanic em 1912. E esse cidadão estava mesmo trajado a caráter. O bom desse retrocesso é que vimos não só a real faceta da mama Salvatore, mas a faceta de um Enzo antes de ser vampiro. Algo que não vimos. Ele era ingênuo, algo característico da época, ainda mais quem tinha rótulo de 3ª classe. Em meados do século 20, muitas pessoas só queriam saber do “novo mundo”, ou seja, de ter uma nova vida em NY. O personagem representou esse desejo atrelado aos males dessa década até que bem.

 

Humano, Enzo foi tão otário quanto Stefan e Damon um dia foram, ao ponto de acreditar que Lily era um anjo. Assim como Katherine um dia foi o anjinho para os irmãos Salvatore. Sem dúvidas, o throwback foi o que aconteceu de melhor neste episódio e queria imaginar que esse cidadão contará com algo realmente bom nos próximos episódios para compensar 17 de fiasco.

 

Após o flashback, Lily se tornou mais enigmática. Mais interessante. Ela realmente tem toda uma pinta de boa mãe, o que inspira sérios danos para quem morde a isca. Essa senhora provou que não é confiável. Ela vence pela fofura, gente. Fui otária quando a mama Salvatore relatou seus saltos até o navio para Enzo, degustando o prazer de ter uma nova família que voltou a lhe proporcionar a empatia que foi tomada pelo marido. A vida dela no tal sanatório merecia uma abordagem, mas sei que jamais acontecerá. Nada tem vingado nesta temporada, fato.

 

Lily também se revelou uma mulher que não teve uma vida empolgante até arregaçar as mangas e moldar uma família ao seu reflexo. A sensação de ser tratada como um lixo, bloqueada de tudo e de todos, até mesmo dos filhos, culminou na busca por um novo pertencimento para suprimir o abandono. Até entendo, pois a personagem foi isolada do convívio humano assim que transitou para o vampirismo. Ao menos, é o que essa senhora disse.

 

Porém, não consigo deixar de pensar em vingança, embora não haja ninguémpara a mama injetar veneno, a não ser os meninos Salvatore. Recobrar o lar, uma ideia que morreu assim que Kai absorveu a magia dos Viajantes da fronteira de Mystic Falls? Pode até ser, mas o objetivo dela ainda não está muito claro, razão mais do que suficiente para acarretar inquietação.

 

A resolução de quem é Lily Salvatore foi dada na conversa com Damon. Ela respaldou o que aconteceu no retrocesso. Ela afirmou que o vínculo com os filhos não existe mais, sendo substituído pela família que ainda (até o fechamento desta edição) está no Prison World. Essa senhora se reconectou com a vida por meio de estranhos. Não só isso, como se reconectou ao seu poder.

 

É o poder dela que Mystic Falls muito provavelmente temerá. Afinal, a personagem é vampira e bruxa, arco e flecha, uma arma que poderá causar um tamanho estrago nas redondezas.

 

Das poucas coisas que se salvaram neste episódio, está a cena em paralelo que a mostrou se explicando para Stefan enquanto Damon, minutos antes, narrou o que deveria ser dito. A edição ficou incrível. Inclusive, percebi que sinto falta do lado motherfucker do Salvatore mais velho, que sempre dava um jeito de provocar o little brother sem um pingo de tato. Isso era o que tornava esse cidadão interessante.

 

Depois de todos os esclarecimentos, entramos em mais um ponto delicado quanto ao storytelling de TVD. Aquele momento que você desliga o botão trouxa e nota que há algo errado – mesmo não querendo notar, porque foi algo bacana demais. Quase um milagre no contexto da série que não desenvolve uma boa mitologia há eras: a família de Lily é uma mistura de bruxa feat. vampiro.

 

Alguém traz a Abby Bennett para batermos um papinho?

 

Hora do tiroteio – Parte 1: vampiro agora é bruxo, whaaat??

 

Bruxas têm uma conexão com a terra. Nós conseguimos sentir a natureza. Vida. Quando Abby se tornou uma vampira, ela perdeu isso.
– LISPECTOR, Bonnie (3×17)

 

Antes da parte crítica, tenho que dizer que gostei desse revés. Por mais que exista Abby para contradizer o novo investimento de trama desta temporada, é algo meio inédito. Vimos todos os tipos de seres sobrenaturais em TVD, mas não um vampiro mágico. Tivemos lobo + vampiro, e agora vampiro + bruxo. Sim, é um absurdo, como Edward Cullen fazer filho, mas, a essa altura do campeonato, só nos resta aceitar e esperar que esse restinho de história vingue. Se não vingar, será a clara confirmação de que a série não tem mais mojo que a sustente.

 

Venho afirmando desde o começo desta temporada que há uma tentativa dos envolvidos em resgatar a época dourada de TVD. No caso, a 3ª temporada, a melhor de todas e a que tem sido vitimizada. Alguns suspenses, o vilão (Kai), a mitologia (Gemini)… Itens da S6 que tentam reavivar o que a série tinha de melhor: a história com tramas bem boladas e planos intrincados. Deu certo e daria mais se Plec e Cia. focassem somente nisso. Mas já superei essa “falha”, porque não tem mais remédio.

 

O dilema é que essa turma tem cutucado o que não é para cutucar, com o intuito de embasar suas investidas atuais. Maior exemplo: o quando Elena se apaixonou por Damon. Agora, um vampiro ser bruxo, sendo que Abby mostrou na 3ª temporada que isso é impossível. Daí, temos essa cascata de incoerências que são explicadas superficialmente pela boca de algum personagem. Neste caso, dona Jo. Foi convincente? Para quem se lembra do caso da mama Bennett, claro que não foi.

 

Esse é outro plot que veio para destruir um arco construído com amém do tio Kevin. Na época em que Esther era a bruxa das bruxas. O que aprendemos naquela época é que não importa o tamanho da macumba, vampiro é vampiro, bruxa é bruxa. Uma inimizade de séculos que impede esses dois seres sobrenaturais “existirem” em um só corpo. E, outra, Abby se transformou em vampira para quebrar o elo Bennett.

 

Traduzindo: virou vampiro acabou a magia.

 

A turma de Lily ganhou uma explicação pela boca de Jo. Uma explicação corrida e confusa, sendo que, antigamente, tínhamos constantes lições de casa. Do A a Z. Por meio da história, tínhamos o motivo minuciosamente trabalhado até a conclusão/resolução. Como tem sido frequente nesta temporada, mais um personagem dá um resumo pior que página da Wikipédia com dados incorretos.

 

Esse novo plot de vampiro ser bruxa, bruxa ser vampiro, me deixou em êxtase, admito. Fiquei empolgada graças ao bom cliffhanger, que me deixou ansiosa para saber o que acontecerá em Mystic Falls. A saída de Nina é outro fator influente para essa minha ansiedade, como a do Trevino e a já destruída mansão Salvatore (o set). Lily não tem um plano – ainda –, e os próximos episódios precisam explaná-lo para garantir um finale bem destrinchado e arrebatador. Se boto fé? Não. Só tenho certeza que chorarei horrores com o que pode acontecer com a Elena.

 

Pelo posicionamento de Lily, ficou subentendido que os próximos episódios não serão fáceis. Friso isso mais por questões de apego. Se os Viajantes roubaram Mystic Falls, algo que doeu, independente de ter sido uma história ruim, a mama Salvatore promete um grande estrago que terá a ver com um monte de despedidas. Isso se ainda pensarmos na morte de alguém, pois não será TVD se alguém não morrer, não importa a saideira da Dobrev.

 

É uma boa investida. Mil vezes melhor que sangue de vampiro não curar câncer. Senti o gosto de mitologia no ar, algo que TVD não tem engatado desde a 4ª temporada. Já é uma pena ter só 4 episódios pela frente para esse assunto ser explorado. Como fã, pessoa de bem, e que precisa de novidades, inventar essa maluquice foi de bom tom, pois o coven Gemini, a real estrela da temporada, não será esquecido. Quem sabe, Abby aparece por aí!…

 

Mais uma vez, fico com a sensação de que o único propósito de Plec e Cia. é destruir de má fé o que Williamson criou/contribuiu. Não tem outra explicação, porque há sim bons escritores na equipe e que não podem fazer muito devido à ordem “foca no shipper”. Essa turma tem buscado informações demais na 3ª temporada, como se tivesse o único propósito de desmanchar toda a mitologia de lá. Vampiro sendo bruxo, Elena se tocando dos feelings por Damon em um momento X, enredo Klaus e Caroline destruído por um booty call na S5…

 

O que mais querem pisar em cima? Sim, levo tudo para o pessoal.

 

Da mesma forma que a família de Lily ganhou entonação de mistério e de possível chacina, não tenho dúvidas de que essa bagunça se encerrará tão rápido quanto a cantoria dos Viajantes – que foi ridícula, vale o lembrete. Ela é o último investimento da temporada, a única esperança. E a atriz é maravilhosa, mostrou que é excelente ao transitar perfeitamente da mama que faz bolinhos para uma ripper entendedora de magia negra. A verdadeira faceta dela se revelou e estou louca para vê-la desmontar Mystic Falls.

 

A personagem está pronta para fazer só Deus sabe o quê nessa cidade que ninguém morre. A cena do ascendente foi awesome demais. Senti o perigo ali, calhando na descrição de único adjetivo de Enzo sobre Lily: terrível. O quanto essa madame é cruel?

 

Sério. Espero muito que essa storyline funcione. Quero que meu pessimismo esteja errado!

 

Hora do tiroteio – Parte 2: Elena Gilbert se lembrou da humanidade, whaaat??

 

Aqui está outra história que foi linda até a 3ª temporada e esmoreceu. Aqui está outra prova de que Plec e Cia. têm curtido pacas cutucar os nós muito bem atados do 3º ano de TVD, o que tem rendido furos e incoerências no storytelling da série. Isso no quesito completo. Do 1 ao 6.

 

Há tempos (basta zapearem as resenhas antigas) que reclamo da transformação de Elena Gilbert. Sei que meio mundo também faz isso, mas, no meu caso, a decepção veio ao acompanhar a heroína se tornar uma piada. Uma personagem que deveria representar muitas garotas, até eu mesmo sendo idosa, perdeu o encanto. Perdeu o lado destemido. Perdeu a chance de amadurecimento. Ela empacou não só na idade, mas na vida.

 

Como também venho dizendo há muitas resenhas, o papel de uma protagonista, acima de tudo, é ser convincente/inspiradora o bastante para torcermos por ela. Uma torcida que também morreu assim que os produtores resolveram centralizar de vez TVD na roleta que aponta qual é o shipper da vez.

 

Repetindo: Plec jura que TVD sobreviverá apenas com os olhos lindos do Ian, mas isso é o que chamo de uma bela negação para não assumir os erros dos 3 últimos anos (incluindo este).

 

Elena deixou de ser mágica. Ela deixou de ser a personagem que você repudia pelos motivos idiotas de praxe – ser intrometida, fresca, indecisa, perfeitinha. Algo normal, pois há uma oferta tremenda de heroínas que incomodam por causa dessas, e de outras, características. Especialmente quando elas são superestimadas, como foi a Santa Gilbert nas 3 primeiras temporadas. Normal, ainda mais para quem curte vilões ou quem desmorona a princesa da história – como Caroline na season 1.

 

Porém, Elena Gilbert passou a ser odiável por ter se tornado o alimento de um triângulo de um jeito nada saudável. Nada pertinente. Roubaram toda a personalidade que a tornava a heroína. 3 anos depois sem Kevin Williamson, a mocinha se tornou um joguete. Um produto adaptável aos nortes da trama que têm apenas como intuito atual deixar uma parte do fandom feliz.

 

Não adianta tapar o sol com a peneira. Bastam ver as outras temporadas. Elena Gilbert tinha mais independência na trama. Mais desejo de trazer mudanças. E isso não tem nada a ver com Stefan. Ela enfrentou Katherine porque quis. Ela quis ser caçadora porque quis. Ela foi lá cutucar o Klaus porque é isso que heroínas/heróis fazem. Do 4º ano pra cá, essa sede se dissipou, tornando-a passiva, uma personagem que só vagueia. O brilho dela foi tomado e essa cidadã passou a ser dependente de todos, e do Damon, para ter o que fazer – e empacou.

 

O que me deixa triste nisso tudo é que Elena Gilbert só voltará a ser Elena Gilbert porque Nina partirá. Vejam o que aconteceu neste episódio: a personagem, depois de mil anos, voltou a pensar na própria humanidade. A cura é apenas a finalização de uma história que, automaticamente, emendará com a lembrança da garota que morreu na season 3. De novo, Matt agiu como estopim para fazê-la refletir, com o acréscimo da gravidez da Jo. Detalhes que não deveriam ser abandonados porque essa moça nunca quis ser vampira. Toda vez que ela entoou estar feliz como é, tive vontade de amarrá-la em uma camisa de força. Não sou paga para isso, gente.

 

Tenho certeza que tudo seria diferente se Elena realmente tivesse agido do 4º ano pra cá como vampira. Ela saberia como é ser sobrenatural, o que lhe daria uma opinião com embasamento sobre o que se tornou e, claro, se gosta ou não. Mas não deram essa chance. A personagem transitou, ok, mas nada foi desenvolvido. Caroline contou com um tutorial, desdobramentos do lado bom e ruim de ter caninos afiados, e a Santa Gilbert, que costumava ser o coração de tudo, passou batida pelo que seria essencial para solidificar sua história na série.

 

Se ela tivesse vivido o vampirismo, talvez, a mesma personalidade teria sido mantida e mais nuances seriam adquiridas por conta da transformação/vivência. No passado, apostei na versão de vampira protetora: ela ainda cuidaria dos amigos ao mesmo tempo em que se beneficiaria dos poderes. Infelizmente, um salto que tinha tudo para ser interessante não funcionou, como tudo na storyline dela desde que deixou de ser humana.

 

Elena não aprendeu sobre quem se tornou, não se redescobriu como vampira, e é inadmissível sair da boca dela algum tipo de aceitação sobre isso. Como venho indagando desde que ela apagou as memórias do Damon: como aceitar/superar algo se você não enfrentou o problema como gente grande? Muita poesia para pouca ação.

 

Doeu lá no fundo ver Elena retomar a sede pela sua humanidade. Fiquei feliz, e ao mesmo tempo furiosa, pois ela sempre teve o desejo intrínseco de ter uma vida. Uma família. Ela deixou isso claro para o Stefan, meu povo, o cara que estava apaixonada na época, algo que Bella Swan simplesmente ignorou ao querer ser igual ao Cullen. Lembro-me que bati palmas quando Santa Gilbert disse isso, pois sim, sou dessas que aceita romance, mas desde que a mulher tenha independência sobre as suas decisões. Que não seja submissa, só isso.

 

Que eu saiba, se tornar sobrenatural não apaga as memórias, mas o vampirismo funcionou como um reboot da personagem. Só sei que foi mágica a reflexão de Elena sobre sua vida e seus sonhos. Tarde demais, ela se tocou diante do caos no hospital, com tanto paciente mordido, de que não há prazer em ser como é. O desprezo de Matt foi absolutamente crucial para engatar essa mudança já previsível por causa da saída da Nina (duvido que a Santa Gilbert morra). Sou psicóloga dessa criatura há muito tempo, e foi música aos meus ouvidos esse desejo “enrustido” pela humanidade.

 

Mesmo assim, foi triste ver Elena recapturar seus desejos só por causa da saída da pessoa que lhe dá vida. Se Nina não saísse, tenho certeza que a personagem continuaria imutável.

 

Por um lado, acho a busca pela humanidade algo extremamente positivo, pois não daria a cura a outra pessoa a não ser ela. Voltar a ser humana soa como uma conclusão perfeita. Os Salvatore não podem ingerir esse troço, nem Lily. Não há outro alguém a não ser Elena Gilbert. Até espero que, no mínimo, Damon pare com as frescuras, que já rolaram aos montes na 4ª temporada por causa desse negócio, e dê logo a chave da felicidade a sua namoradinha (mas ainda acho que a moça encontrará o tesouro).

 

Os outros plots

 

E Stefan voltou a ser Stefan. Amém, porque não suportei 30 minutos dessa “nova versão desligada”. Sério, estava prestes a dar um soco na cara dele. O confronto com Lily foi emocionante para uma narrativa manipulada por Damon. Por alguns segundos, acreditei que o falatório vinha do coração dessa senhora, pois a encenação ficou muito convincente. Situar as similaridades de mãe e filho tornou tudo intenso e forte. Como se houvesse amor. O que me estressa agora é saber que o Cruzeiro Salvatore não fará nada na história por ter que ir atrás da Caroline.

 

Sobre Caroline: valeu a apunhalada nas costas de Stefan. Era essa a versão desligada que deveria ter sido trabalhada e não (mais uma) a vampira sem emoções mimizenta. Conseguiu ser mais chata que a Elena ao enterrarem aquela do 6×16 que aparentou um banho de sangue. É fato que a personagem tinha tudo para lidar com a perda da mãe com superioridade. Ela sempre foi independente e firme quanto aos seus valores. Pelo menos, não está fácil deixá-la online. A maluca está mesmo empenhada nas férias sem sentir nada.

 

Adendo: o esquema do Stefan abrir e fechar os olhos para sinalizar a mudança me fez lembrar do Ric deitado na máquina de ressonância, que apontou o alter ego do mal. Vejam, S3 de novo.

 

Sarah merece todos os prêmios por ter sabotado Enzo. Por que não deram esse poder a ela antes? Só achei uó darem a personagem o desejo pelo vampirismo. Já passamos dessa fase, né? Mas que esses dois explodiram uma química nos minutos finais, ah!, explodiram.

 

Considerações Finais

 

O mesmo clima dos últimos episódios antes do finale da 3ª temporada está impregnado nesta: o hospital (Ric com o problema de personalidade) e Elena sentindo o peso do caos (que aconteceu de novo por causa do Matt, que quase morreu com ela na S3). Enfim, acho até viável concluírem essa temporada tendo como base os acontecimentos do 3º ano, sem desconstruir nada, claro.Uma ave Fênix Santa Gilbert despertando em uma maca toda humana. Sim, estou sonhando altíssimo e preciso me proteger da queda brusca.

 

Agora, temos vampiro feat. bruxo, aka Hereges, e uma Lily ainda sem um objetivo claro. Uma passeata de aberrações que valem 6 Kai. Talvez, o produto final seja bom… Vai saber, né?

Stefs
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