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19/abr

Primeiramente, preciso dizer que gritei, bati palmas, soltei fogos de artifício com o anúncio da saída da Nina. Sou totalmente a favor do cancelamento de The Vampire Diaries já nesta season (desconsiderando por alguns instantes a renovação desnecessária para um 7º ano), e nada mais delicioso que ver manifestação de que a série já deu tudo o que tinha que dar vinda do elenco. Se a audiência não é um produto influente para os produtores e para a emissora, nada mais impactante que ver alguém do main cast dar adeus. Uma pilantragem sem limites, vamos combinar, porque esse contrato não estava assinado há eras e a CW podia sim finalizar a série agora.

 

É aquela ilusão de que TVD sobreviverá sem a Elena. É o mesmo que The O.C. sem Marissa – que terminou um fiasco porque geral abandonou, mesmo tendo Seth e Summer, os melhores da série.

 

O episódio desta semana provou de novo que TVD precisa acabar antes que fique pior. Ok que fico contente com a ideia da S7 ser unicamente Defan, mas não há nada que funcione no quesito trama para os dois. Até porque as chances de explorá-los morreram quando o fanservice entrou em cena. Tentam, tentam, tentam, mas ou caem na obviedade ou investem em absurdos por causa de shipper. Do meu ponto de vista, Damon e Stefan não segurarão a série sozinhos, algo que Plec jura ao ponto de depositar sua fé apenas nos lindos olhos do Ian.

 

A verdade: Santa Gilbert se tornou o produto essencial de um triângulo (que perdeu toda a graça com forçadas dali e daqui). Sem ela, a geração OTP não fica feliz. É fato que os fãs ainda assíduos só assistem TVD por causa de um casal. Quem é trama na fila do pão, né, gente?

 

Enfim, este retorno de The Vampire Diaries foi muito melhor em comparação aos que vieram após um hiatus. Os primeiros minutos foram carregados de suspense que relembraram os melhores anos da série, até Stefan e Caroline entrarem em cena. Nunca pensei que indagaria isso, mas aí vai: quando esses personagens se tornaram tão desnecessários? Não suportei nem o Salvatore, que tem um histórico incrível quando está desligado e se resumiu a uma situação ordinária. Mil vezes resgatar o ripper, uma repetição que seria mais conveniente, a alimentar os caprichos da Miss Forbes, outra que estava insuportável.

 

Ainda me pergunto qual foi a dificuldade de fazer Caroline uma vampira desligada badass (mulher passiva ao homem não ganha estrelinhas da Stefs).

 

O que realmente interessou foi Lily que, de quebra, fez Enzo trazer à mesa uma fatia do passado que os interligou. 18 episódios depois e esse cidadão volta a ser interessante. Lamentável!

 

Amei o passeio em 1903 que explicou a transição de humano para vampiro do único ser que não teve uma história crucial nesta temporada. Achei a sacada sobre o lugar que transcorreu o encontro entre Enzo e Lily sensacional – Southampton, lar do Titanic em 1912. E esse cidadão estava mesmo trajado a caráter. O bom desse retrocesso é que vimos não só a real faceta da mama Salvatore, mas a faceta de um Enzo antes de ser vampiro. Algo que não vimos. Ele era ingênuo, algo característico da época, ainda mais quem tinha rótulo de 3ª classe. Em meados do século 20, muitas pessoas só queriam saber do “novo mundo”, ou seja, de ter uma nova vida em NY. O personagem representou esse desejo atrelado aos males dessa década até que bem.

 

Humano, Enzo foi tão otário quanto Stefan e Damon um dia foram, ao ponto de acreditar que Lily era um anjo. Assim como Katherine um dia foi o anjinho para os irmãos Salvatore. Sem dúvidas, o throwback foi o que aconteceu de melhor neste episódio e queria imaginar que esse cidadão contará com algo realmente bom nos próximos episódios para compensar 17 de fiasco.

 

Após o flashback, Lily se tornou mais enigmática. Mais interessante. Ela realmente tem toda uma pinta de boa mãe, o que inspira sérios danos para quem morde a isca. Essa senhora provou que não é confiável. Ela vence pela fofura, gente. Fui otária quando a mama Salvatore relatou seus saltos até o navio para Enzo, degustando o prazer de ter uma nova família que voltou a lhe proporcionar a empatia que foi tomada pelo marido. A vida dela no tal sanatório merecia uma abordagem, mas sei que jamais acontecerá. Nada tem vingado nesta temporada, fato.

 

Lily também se revelou uma mulher que não teve uma vida empolgante até arregaçar as mangas e moldar uma família ao seu reflexo. A sensação de ser tratada como um lixo, bloqueada de tudo e de todos, até mesmo dos filhos, culminou na busca por um novo pertencimento para suprimir o abandono. Até entendo, pois a personagem foi isolada do convívio humano assim que transitou para o vampirismo. Ao menos, é o que essa senhora disse.

 

Porém, não consigo deixar de pensar em vingança, embora não haja ninguémpara a mama injetar veneno, a não ser os meninos Salvatore. Recobrar o lar, uma ideia que morreu assim que Kai absorveu a magia dos Viajantes da fronteira de Mystic Falls? Pode até ser, mas o objetivo dela ainda não está muito claro, razão mais do que suficiente para acarretar inquietação.

 

A resolução de quem é Lily Salvatore foi dada na conversa com Damon. Ela respaldou o que aconteceu no retrocesso. Ela afirmou que o vínculo com os filhos não existe mais, sendo substituído pela família que ainda (até o fechamento desta edição) está no Prison World. Essa senhora se reconectou com a vida por meio de estranhos. Não só isso, como se reconectou ao seu poder.

 

É o poder dela que Mystic Falls muito provavelmente temerá. Afinal, a personagem é vampira e bruxa, arco e flecha, uma arma que poderá causar um tamanho estrago nas redondezas.

 

Das poucas coisas que se salvaram neste episódio, está a cena em paralelo que a mostrou se explicando para Stefan enquanto Damon, minutos antes, narrou o que deveria ser dito. A edição ficou incrível. Inclusive, percebi que sinto falta do lado motherfucker do Salvatore mais velho, que sempre dava um jeito de provocar o little brother sem um pingo de tato. Isso era o que tornava esse cidadão interessante.

 

Depois de todos os esclarecimentos, entramos em mais um ponto delicado quanto ao storytelling de TVD. Aquele momento que você desliga o botão trouxa e nota que há algo errado – mesmo não querendo notar, porque foi algo bacana demais. Quase um milagre no contexto da série que não desenvolve uma boa mitologia há eras: a família de Lily é uma mistura de bruxa feat. vampiro.

 

Alguém traz a Abby Bennett para batermos um papinho?

 

Hora do tiroteio – Parte 1: vampiro agora é bruxo, whaaat??

 

Bruxas têm uma conexão com a terra. Nós conseguimos sentir a natureza. Vida. Quando Abby se tornou uma vampira, ela perdeu isso.
– LISPECTOR, Bonnie (3×17)

 

Antes da parte crítica, tenho que dizer que gostei desse revés. Por mais que exista Abby para contradizer o novo investimento de trama desta temporada, é algo meio inédito. Vimos todos os tipos de seres sobrenaturais em TVD, mas não um vampiro mágico. Tivemos lobo + vampiro, e agora vampiro + bruxo. Sim, é um absurdo, como Edward Cullen fazer filho, mas, a essa altura do campeonato, só nos resta aceitar e esperar que esse restinho de história vingue. Se não vingar, será a clara confirmação de que a série não tem mais mojo que a sustente.

 

Venho afirmando desde o começo desta temporada que há uma tentativa dos envolvidos em resgatar a época dourada de TVD. No caso, a 3ª temporada, a melhor de todas e a que tem sido vitimizada. Alguns suspenses, o vilão (Kai), a mitologia (Gemini)… Itens da S6 que tentam reavivar o que a série tinha de melhor: a história com tramas bem boladas e planos intrincados. Deu certo e daria mais se Plec e Cia. focassem somente nisso. Mas já superei essa “falha”, porque não tem mais remédio.

 

O dilema é que essa turma tem cutucado o que não é para cutucar, com o intuito de embasar suas investidas atuais. Maior exemplo: o quando Elena se apaixonou por Damon. Agora, um vampiro ser bruxo, sendo que Abby mostrou na 3ª temporada que isso é impossível. Daí, temos essa cascata de incoerências que são explicadas superficialmente pela boca de algum personagem. Neste caso, dona Jo. Foi convincente? Para quem se lembra do caso da mama Bennett, claro que não foi.

 

Esse é outro plot que veio para destruir um arco construído com amém do tio Kevin. Na época em que Esther era a bruxa das bruxas. O que aprendemos naquela época é que não importa o tamanho da macumba, vampiro é vampiro, bruxa é bruxa. Uma inimizade de séculos que impede esses dois seres sobrenaturais “existirem” em um só corpo. E, outra, Abby se transformou em vampira para quebrar o elo Bennett.

 

Traduzindo: virou vampiro acabou a magia.

 

A turma de Lily ganhou uma explicação pela boca de Jo. Uma explicação corrida e confusa, sendo que, antigamente, tínhamos constantes lições de casa. Do A a Z. Por meio da história, tínhamos o motivo minuciosamente trabalhado até a conclusão/resolução. Como tem sido frequente nesta temporada, mais um personagem dá um resumo pior que página da Wikipédia com dados incorretos.

 

Esse novo plot de vampiro ser bruxa, bruxa ser vampiro, me deixou em êxtase, admito. Fiquei empolgada graças ao bom cliffhanger, que me deixou ansiosa para saber o que acontecerá em Mystic Falls. A saída de Nina é outro fator influente para essa minha ansiedade, como a do Trevino e a já destruída mansão Salvatore (o set). Lily não tem um plano – ainda –, e os próximos episódios precisam explaná-lo para garantir um finale bem destrinchado e arrebatador. Se boto fé? Não. Só tenho certeza que chorarei horrores com o que pode acontecer com a Elena.

 

Pelo posicionamento de Lily, ficou subentendido que os próximos episódios não serão fáceis. Friso isso mais por questões de apego. Se os Viajantes roubaram Mystic Falls, algo que doeu, independente de ter sido uma história ruim, a mama Salvatore promete um grande estrago que terá a ver com um monte de despedidas. Isso se ainda pensarmos na morte de alguém, pois não será TVD se alguém não morrer, não importa a saideira da Dobrev.

 

É uma boa investida. Mil vezes melhor que sangue de vampiro não curar câncer. Senti o gosto de mitologia no ar, algo que TVD não tem engatado desde a 4ª temporada. Já é uma pena ter só 4 episódios pela frente para esse assunto ser explorado. Como fã, pessoa de bem, e que precisa de novidades, inventar essa maluquice foi de bom tom, pois o coven Gemini, a real estrela da temporada, não será esquecido. Quem sabe, Abby aparece por aí!…

 

Mais uma vez, fico com a sensação de que o único propósito de Plec e Cia. é destruir de má fé o que Williamson criou/contribuiu. Não tem outra explicação, porque há sim bons escritores na equipe e que não podem fazer muito devido à ordem “foca no shipper”. Essa turma tem buscado informações demais na 3ª temporada, como se tivesse o único propósito de desmanchar toda a mitologia de lá. Vampiro sendo bruxo, Elena se tocando dos feelings por Damon em um momento X, enredo Klaus e Caroline destruído por um booty call na S5…

 

O que mais querem pisar em cima? Sim, levo tudo para o pessoal.

 

Da mesma forma que a família de Lily ganhou entonação de mistério e de possível chacina, não tenho dúvidas de que essa bagunça se encerrará tão rápido quanto a cantoria dos Viajantes – que foi ridícula, vale o lembrete. Ela é o último investimento da temporada, a única esperança. E a atriz é maravilhosa, mostrou que é excelente ao transitar perfeitamente da mama que faz bolinhos para uma ripper entendedora de magia negra. A verdadeira faceta dela se revelou e estou louca para vê-la desmontar Mystic Falls.

 

A personagem está pronta para fazer só Deus sabe o quê nessa cidade que ninguém morre. A cena do ascendente foi awesome demais. Senti o perigo ali, calhando na descrição de único adjetivo de Enzo sobre Lily: terrível. O quanto essa madame é cruel?

 

Sério. Espero muito que essa storyline funcione. Quero que meu pessimismo esteja errado!

 

Hora do tiroteio – Parte 2: Elena Gilbert se lembrou da humanidade, whaaat??

 

Aqui está outra história que foi linda até a 3ª temporada e esmoreceu. Aqui está outra prova de que Plec e Cia. têm curtido pacas cutucar os nós muito bem atados do 3º ano de TVD, o que tem rendido furos e incoerências no storytelling da série. Isso no quesito completo. Do 1 ao 6.

 

Há tempos (basta zapearem as resenhas antigas) que reclamo da transformação de Elena Gilbert. Sei que meio mundo também faz isso, mas, no meu caso, a decepção veio ao acompanhar a heroína se tornar uma piada. Uma personagem que deveria representar muitas garotas, até eu mesmo sendo idosa, perdeu o encanto. Perdeu o lado destemido. Perdeu a chance de amadurecimento. Ela empacou não só na idade, mas na vida.

 

Como também venho dizendo há muitas resenhas, o papel de uma protagonista, acima de tudo, é ser convincente/inspiradora o bastante para torcermos por ela. Uma torcida que também morreu assim que os produtores resolveram centralizar de vez TVD na roleta que aponta qual é o shipper da vez.

 

Repetindo: Plec jura que TVD sobreviverá apenas com os olhos lindos do Ian, mas isso é o que chamo de uma bela negação para não assumir os erros dos 3 últimos anos (incluindo este).

 

Elena deixou de ser mágica. Ela deixou de ser a personagem que você repudia pelos motivos idiotas de praxe – ser intrometida, fresca, indecisa, perfeitinha. Algo normal, pois há uma oferta tremenda de heroínas que incomodam por causa dessas, e de outras, características. Especialmente quando elas são superestimadas, como foi a Santa Gilbert nas 3 primeiras temporadas. Normal, ainda mais para quem curte vilões ou quem desmorona a princesa da história – como Caroline na season 1.

 

Porém, Elena Gilbert passou a ser odiável por ter se tornado o alimento de um triângulo de um jeito nada saudável. Nada pertinente. Roubaram toda a personalidade que a tornava a heroína. 3 anos depois sem Kevin Williamson, a mocinha se tornou um joguete. Um produto adaptável aos nortes da trama que têm apenas como intuito atual deixar uma parte do fandom feliz.

 

Não adianta tapar o sol com a peneira. Bastam ver as outras temporadas. Elena Gilbert tinha mais independência na trama. Mais desejo de trazer mudanças. E isso não tem nada a ver com Stefan. Ela enfrentou Katherine porque quis. Ela quis ser caçadora porque quis. Ela foi lá cutucar o Klaus porque é isso que heroínas/heróis fazem. Do 4º ano pra cá, essa sede se dissipou, tornando-a passiva, uma personagem que só vagueia. O brilho dela foi tomado e essa cidadã passou a ser dependente de todos, e do Damon, para ter o que fazer – e empacou.

 

O que me deixa triste nisso tudo é que Elena Gilbert só voltará a ser Elena Gilbert porque Nina partirá. Vejam o que aconteceu neste episódio: a personagem, depois de mil anos, voltou a pensar na própria humanidade. A cura é apenas a finalização de uma história que, automaticamente, emendará com a lembrança da garota que morreu na season 3. De novo, Matt agiu como estopim para fazê-la refletir, com o acréscimo da gravidez da Jo. Detalhes que não deveriam ser abandonados porque essa moça nunca quis ser vampira. Toda vez que ela entoou estar feliz como é, tive vontade de amarrá-la em uma camisa de força. Não sou paga para isso, gente.

 

Tenho certeza que tudo seria diferente se Elena realmente tivesse agido do 4º ano pra cá como vampira. Ela saberia como é ser sobrenatural, o que lhe daria uma opinião com embasamento sobre o que se tornou e, claro, se gosta ou não. Mas não deram essa chance. A personagem transitou, ok, mas nada foi desenvolvido. Caroline contou com um tutorial, desdobramentos do lado bom e ruim de ter caninos afiados, e a Santa Gilbert, que costumava ser o coração de tudo, passou batida pelo que seria essencial para solidificar sua história na série.

 

Se ela tivesse vivido o vampirismo, talvez, a mesma personalidade teria sido mantida e mais nuances seriam adquiridas por conta da transformação/vivência. No passado, apostei na versão de vampira protetora: ela ainda cuidaria dos amigos ao mesmo tempo em que se beneficiaria dos poderes. Infelizmente, um salto que tinha tudo para ser interessante não funcionou, como tudo na storyline dela desde que deixou de ser humana.

 

Elena não aprendeu sobre quem se tornou, não se redescobriu como vampira, e é inadmissível sair da boca dela algum tipo de aceitação sobre isso. Como venho indagando desde que ela apagou as memórias do Damon: como aceitar/superar algo se você não enfrentou o problema como gente grande? Muita poesia para pouca ação.

 

Doeu lá no fundo ver Elena retomar a sede pela sua humanidade. Fiquei feliz, e ao mesmo tempo furiosa, pois ela sempre teve o desejo intrínseco de ter uma vida. Uma família. Ela deixou isso claro para o Stefan, meu povo, o cara que estava apaixonada na época, algo que Bella Swan simplesmente ignorou ao querer ser igual ao Cullen. Lembro-me que bati palmas quando Santa Gilbert disse isso, pois sim, sou dessas que aceita romance, mas desde que a mulher tenha independência sobre as suas decisões. Que não seja submissa, só isso.

 

Que eu saiba, se tornar sobrenatural não apaga as memórias, mas o vampirismo funcionou como um reboot da personagem. Só sei que foi mágica a reflexão de Elena sobre sua vida e seus sonhos. Tarde demais, ela se tocou diante do caos no hospital, com tanto paciente mordido, de que não há prazer em ser como é. O desprezo de Matt foi absolutamente crucial para engatar essa mudança já previsível por causa da saída da Nina (duvido que a Santa Gilbert morra). Sou psicóloga dessa criatura há muito tempo, e foi música aos meus ouvidos esse desejo “enrustido” pela humanidade.

 

Mesmo assim, foi triste ver Elena recapturar seus desejos só por causa da saída da pessoa que lhe dá vida. Se Nina não saísse, tenho certeza que a personagem continuaria imutável.

 

Por um lado, acho a busca pela humanidade algo extremamente positivo, pois não daria a cura a outra pessoa a não ser ela. Voltar a ser humana soa como uma conclusão perfeita. Os Salvatore não podem ingerir esse troço, nem Lily. Não há outro alguém a não ser Elena Gilbert. Até espero que, no mínimo, Damon pare com as frescuras, que já rolaram aos montes na 4ª temporada por causa desse negócio, e dê logo a chave da felicidade a sua namoradinha (mas ainda acho que a moça encontrará o tesouro).

 

Os outros plots

 

E Stefan voltou a ser Stefan. Amém, porque não suportei 30 minutos dessa “nova versão desligada”. Sério, estava prestes a dar um soco na cara dele. O confronto com Lily foi emocionante para uma narrativa manipulada por Damon. Por alguns segundos, acreditei que o falatório vinha do coração dessa senhora, pois a encenação ficou muito convincente. Situar as similaridades de mãe e filho tornou tudo intenso e forte. Como se houvesse amor. O que me estressa agora é saber que o Cruzeiro Salvatore não fará nada na história por ter que ir atrás da Caroline.

 

Sobre Caroline: valeu a apunhalada nas costas de Stefan. Era essa a versão desligada que deveria ter sido trabalhada e não (mais uma) a vampira sem emoções mimizenta. Conseguiu ser mais chata que a Elena ao enterrarem aquela do 6×16 que aparentou um banho de sangue. É fato que a personagem tinha tudo para lidar com a perda da mãe com superioridade. Ela sempre foi independente e firme quanto aos seus valores. Pelo menos, não está fácil deixá-la online. A maluca está mesmo empenhada nas férias sem sentir nada.

 

Adendo: o esquema do Stefan abrir e fechar os olhos para sinalizar a mudança me fez lembrar do Ric deitado na máquina de ressonância, que apontou o alter ego do mal. Vejam, S3 de novo.

 

Sarah merece todos os prêmios por ter sabotado Enzo. Por que não deram esse poder a ela antes? Só achei uó darem a personagem o desejo pelo vampirismo. Já passamos dessa fase, né? Mas que esses dois explodiram uma química nos minutos finais, ah!, explodiram.

 

Considerações Finais

 

O mesmo clima dos últimos episódios antes do finale da 3ª temporada está impregnado nesta: o hospital (Ric com o problema de personalidade) e Elena sentindo o peso do caos (que aconteceu de novo por causa do Matt, que quase morreu com ela na S3). Enfim, acho até viável concluírem essa temporada tendo como base os acontecimentos do 3º ano, sem desconstruir nada, claro.Uma ave Fênix Santa Gilbert despertando em uma maca toda humana. Sim, estou sonhando altíssimo e preciso me proteger da queda brusca.

 

Agora, temos vampiro feat. bruxo, aka Hereges, e uma Lily ainda sem um objetivo claro. Uma passeata de aberrações que valem 6 Kai. Talvez, o produto final seja bom… Vai saber, né?

Stefs
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  • Deborah

    kkkkkkk morri com o OREJENAL kkkkk
    Concordo com vc.
    E realmente Plec e Dries podem até não admitir seus erros, mas até que tentam arrumar… Pena que nem sempre funciona rsrs. Mas vale a tentativa 😉

    Bjs flor!

  • heyrandomgirl

    Queria ser vc, uma fã baby, curtir TVD de boa e fingir que não existo! Hahahahah Mas a sala dos escritores é um buraco negro, onde tudo se promete e nada se cumpre. Pior que politicagem. Basta tbm dar uma passeada no Twitter da Plec, ela ama dar umas tiradas e dar block nos fãs, só porque a turma tem razão ao dizer apenas verdades. Chegamos a esse nível! hahahahaahhaha

    O contrato não estava assinado desde o começo desta temporada e não articularam nada que tirasse Elena de cena, no mínimo, por acreditarem que Nina daria para trás. Era o único contrato em aberto e a carruagem continuou a seguir, como se nada estivesse acontecendo. Acho que se tivessem anunciado antes, desde o início da S6, essa seria a última. Povo continuaria a acompanhar pelo endgame amoroso e isso daria por encerrado. Não foram inteligentes.

    Bonnie é muito deusa! <3 Tinha que ser protagonista sim, a única mulher de TVD que tem me representado, porque as outras….. Bamon e Kai são meus favoritos. Sinto falta do maluco emo, porque ele sim impôs suspense, tensão, medo. Pena que o ator migrará para outra série – da Plec. hahahahahahaahha

    Tbm queria que Kevin voltasse :( Mas até ele finge que TVD não existe hahahaah

    Beijosss!

  • heyrandomgirl

    Falaaaa menino Autran! Não queria contar, mas a CW me paga para cobrir os acontecimentos em Mystic Falls hahahahahaahha

    Agora os episódios serão emendadinhos uns nos outros. Não terá salto no tempo, amém! No máximo, o último, considerando a saída da Elena. Uma tese. Pior que senti falta da Bonnie, mas ela não caberia na trama que apenas focou na história da Lily, que engatou os Salvatore para o centro da bagunça. Ao menos, é o que espero, pois Stefan atrás da Caroline desligada é muito para minha velhice.

    Você será guiado para o tapete da disciplina por suportar a Caroline. HAHAHAHAHA Brincadeira! Eu não consigo, porque ainda voto que ela poderia ter lidado com a perda da mãe diferente da Elena. Perderam a chance de fazê-la ser protagonista da própria história, já que sem a BFF, ela será o centro das atenções na série de agora em diante. Embora eu queira Bonnie norteando TVD. The Bonnie Diaries. Lindo, perfeito, tudibom!

    Tbm adoro o Matt e a história dele sempre me decepciona. Todo ano é a mesma coisa: Dries faz a promessa e eu caio que nem trouxa. Isso desde a S5. Tbm acho que esse ódio dele da vampirada e de tudo que é sobrenatural deveria ter sido alimentado, daria a ele muito o que fazer, mas é aquela coisa… A vampirada é BFF dele. Mas amaria uma inversão de valores.

    Sobre o mix chamado Hereges: Ah! Mas reclamo sim, porque a série pontuou com propriedade que vampiro não é bruxo, que essa turma é inimiga e blá-blá-blá. O fato de Kai absorver magia foi tolerante por se tratar de um coven novo. Ele precisa de outro bruxo para ter poder, praticamente um X-Men, no caso, um X-Bruxo. Até aí, valeu a iniciativa, trabalhar aberrações, já que tivemos todos os tipos de vampiros e calhamos com Klaus sendo um misto de dois inimigos tbm. E por ser um coven novo, isso dá história nova. Abre margem para invenções, desde que sejam justificadas – algo que não tem acontecido nesta temporada.

    Mesmo que The Originals justifique essa mistura, TVD vem de um viés diferente. Agora, elas são séries independentes. Não seguem o contexto uma da outra, salvo o Other Side que trouxe os outros Mikaelson que faltavam por necessidade de trama. Conseguiram separá-las ao ponto de crossover ser incabível. Se os Originais ainda fossem parte de TVD, talvez, faria sentido vampiro ser bruxo. Afinal, isso ficou esclarecido na S2 de TO. As loucuras da Esther serviriam de exemplo para justificar as mais variadas aberrações, mas não há. Não adianta trazer o que tem dado certo em uma, sem descontruir a outra. Hope ela pode ser o que quiser, a história passada dela permite, mas e os Gemini? Cadê o respaldo? Só da boca da Jo? Não é o bastante! Aqui o que rola é a storyline Bennett, e não dos Mika. hahahahahahaha

    Talvez, teria soado melhor se dessem o plot mastigado, daquele jeito que gostamos, com retrocessos. Não foi assim com Dahlia? Por que não mostrar o passado dos Gemini? Como se deram essas aberrações. Quem sabe, os próximos episódios expliquem, mas duvido muito porque jogaram tudo na boca da Jo.

    E, please, mencione qualquer coisa menos esse fiasco do plot da Katherine, porque foi TOSCO demais ela ser mil e uma utilidade. Como ter mil e uma cópias. Ficou TERRÍVEL, cheio de furo, sem explicação. Preferia esses Hereges de agora que aquele bando de Viajantes que não fizeram porcaria nenhuma. hahahahahahaha

    Beijosssss!!!

  • heyrandomgirl

    Alowwwwwww, Deborah!!!!

    Pra vc ver como a narrativa da série mudou. Jo nem parecia Jo, e, quando vi a cena de novo para bater screencap, comecei a rir no estilo Kai, sabe? Ficou pior que a 1ª impressão hahaahahhaahahahah Gente, não custava dar uma trabalhadinha, né?

    Apesar dos pesares, também gostei dessa mitologia. É o único fio de sustento para o final da temporada e começo da outra. Male, male, Lily centralizou os Salvatore, o que já pontua a falta de necessidade da Elena. Quero clã Gemini sambando e torço para que, quando os 6 Kai chegarem, que venha o OREJENAL. Porque só o OREJENAL me dá coisas HAHAHAHAHAHA Só assim para esquecer desse papo de que vampiro agora é bruxo. Socorro!

    Acho que toda minha mágoa com o que aconteceu com a Elena aflorou neste episódio. Fiquei bem triste. Gostava muito dela, não era a heroína top do bairro, mas era mil vezes melhor em comparação ao que se tornou: um produto. Só vejo críticas com a saída da Nina, desse jeitinho mesmo que você descreveu. Mischa Barton passou pelo mesmo, geral pensava que Marissa era dispensável, mas ela cabe no mesmo caso da Gilbert: a personagem era parte do Ryan. Ou seja, de um shipper. De um romance.

    Seth e Summer eram adoráveis, mas Marissa e Ryan eram a fonte essencial do conflito. E, claro, os carros-chefe. No fim, The O.C. não conseguiu completar a temporada sem ela.

    E quem sai de TVD por conta própria tem minha torcida, embora haja outros talentos que insistem, tais como o Paul. –'

    As cenas Steroline = eu com raiva do Stefan. E amo o Stefan hahahahahahaha. A cena do bar foi lamentável e é bizarro dizer que Matt e Tyler brilharam depois de tanto tempo. Amei o menino Matt mantendo o repúdio pela vampirada que alimenta desde o início desta temporada, bem como Tyler que deixou de ser o mimizento chutado pela Liv e enfrentou o barraco, sem temer a transição para uma bola de pelo. Esses meninos.

    Ai, seria DEMAIS Elena despertando como humana do jeito que despertou como vampira. Está aí um paralelo ÉPICO! Confesso que estou temerosa com esse fim de trajetória, pois quero que seja bem fechadinha. Nada de comeback, featuring, menção por email, nada. Ela precisa desaparecer completamente, como já aconteceu com o Jeremy (não é o melhor exemplo, mas o menino nem é mais mencionado). Não quero que até mesmo no fim ela seja usada como ponte para um dos Salvatore – o que me faz temer de novo a bendita escolha. Espero que ela tome a cura, arrume as malas, e adels suckers! hahaahahahhaah

    E, sim, esta temporada vale mais que a 4ª e a 5ª. Plec e Dries podem não admitir os erros, mas que tentam arrumar – e acabam piorando – ah!, mas tentam sim.

    Beijos, lindeza!

  • Autran Kevinlyn

    Oi Stefs? Ainda com saco para Mystic Falls?? jajaja

    Gostei muito do episódio em si. Parece que episódios em dupla funcionam bem melhor que solo. Se seguirmos a linha de qualidade dos episódios… 14,15,16, 17 foi o maior cagaço, 18 foi bem melhor. Que a Bonbon não derreta meus olhos, mas o roteiro foi inteligente e não nos deixou sentir falta dela. Aliás, já estou até vendo eles dando a desculpa "Ela foi pra Sta Fé ver o boy caçador arrependido desenhista emo". Meresso.

    Falar a verdade ainda suporto a Care, ela não me deu tanta vontade de morrer quanto a Elesma desligada. A cena inicial foi de um terror psicológico muito bom.
    Me julgue, mas eu gosto do Matt Blue blue…ele é fofo. Ele é humano…e já pegou a vadias da linhagem Petrova. A patada que ele deu na Elena, e no Stefan quando Monique foi morta, deveria ter sido levado adiante, nascido um ódio dali sem lá.

    Damon inseguro? Não mereço;
    Elena pensando na vida…achei bonitinho, mesmo, mas demorou hein fia?

    Sobre o plot da Mama Salvatore e ela ter transformado Enzo…apenas gostei, e mostrou como o Malarkey consegue ser sexy ainda no inicio do século.

    O que Dries e Plec querem com Sarah???? Ménage???? 100or…

    Agora a parte séria, não vi necessidade para tanto mimimi dos fãs quanto a nova mitologia da série. Lembro muito bem da história da Abby e como ela deixou de ser bruxa ao ser transformada. Ainda temos outro exemplo que é a finada Esther.

    Mas pera…Kai, não é um bruxo em si autêntico. É meio que uma aberração…é uma esponja de magia…então não torci tanto o bico com essa mesclagem, pois quando ele não tem magia…ele não é bruxo. Bom, mas tudo bem…achei uma delícia esse tom sinistro da mitologia e a esperanças de vermos nosso vilão chique conceitual de barba e emo de volta, agora com presas. E se chorar teremos híbrido de bruxa com lobo!

    Stefs…A Zoiuda Fofa da Hope (os gêmeos são meninos jajaja), segundo Narducci. é meio "tríbrida".

    A Davina, segundo "(1×05 TO)", não tem magia própria. Garotas da Colheitas, recebem poder das outras…que depois volta para terra, não?

    Kath antes de possuir Elena, era Duplicata, Vampira e Viajante assim como o pai.
    Lembrando que: Viajantes eram bruxos, Kath era uma viajante sendo vampira assim como Nadia.

    A quinta temporada foi sofrível, mas eu lembro disso.

    Bjossssssssssssssssssssssssssssssssssss
    Muitoooooooooooooooooooooooooooo
    Stefssssssssssssssssssssssss

  • Laine

    Bom vc deve saber mais dos bastidores de TVD do q eu, já q sou uma fã há 6 meses e não peguei bem no auge onde as mudanças foram radicais e pra quem tava seguindo as mudanças junto com a serie a cada ano acaba tendo muito mais percepção das coisas. Eu acho que se eu acompanhasse a serie desde 2009 eu já teria desistido de TVD, pq realmente tudo foi se perdendo, tbm acho q JP não tá nem aí o q é uma pena. Sinceramente se eles sabiam da saída da Nina desde o inicio, os produtores já deveriam ter planejado como a Elena iria sair, fazendo isso aos poucos desde a 4 e 5 temporada, focando mais nos outros personagens de forma natural e até acho q seria legal se em alguns episódios ela nem aparecesse e dai ia se criando novas dinâmicas e claro voltando o foco pra mitologia. É como VC disse se fosse bem planejado 7 temporada teria um grande potencial, a forma como a season 6 foi feita já poderia ter sido usada antes pro povo se desapegar da Elena e trazer mais Defan em foco. E realmente Bonnie daria uma verdadeira protagonista, pq tem caracteristas fortes de uma heroina como a coragem, lealdade, altruismo e a independência q as personagens femininas precisam mais hoje, mas principalmente Bonnie é um personagem de ação q poderia ajudar a mover mais a trama pq sua ligação com a mitologia em TVD é muito forte. Pra mim a dinamica Bamon e Kai foram as melhores coisas dessa temporada pq o resto foi pura enrolação e decepção. Uma grande pena!!! Vou pedir a papai do céu trazer de volta Kevin… Hahaha eu sei q to me iludindo,
    Bjus!!!

  • heyrandomgirl

    Oie, Laine, obrigada pelo duplo comentário! <3

    Perto do que já aconteceu nesta temporada, esse está na minha lista dos "foi bom, mas dava para melhorar". Hahahhaahahahha O que salvou mesmo foi o flashback do Enzo com a Lily, porque o restante poderia ser cortado na sala de edição.

    Eu gostei do plot vampiro + bruxo, mas não deixa de ser uma incoerência. Tivemos a Augustine, um plot que flopou e que explicaria perfeitamente esse papo de vampiro ser bruxo, ou vice-versa, com mais autoridade. Enzo poderia ter sido um, por que não? Afinal, a história dele está interligada com a da Lily.

    O grande problema desta temporada é entregar tudo fácil e tratar o enredo superficialmente. O que a Jo disse de explicação não foi o bastante para mim. Foi claramente um espremer de história porque a temporada está no fim.

    Neste episódio poderiam ter largado Delena e Steroline de mão, mas o romance ou troca de casal já virou o miolo de TVD. E por essas e outras que não acredito no futuro da série que perdeu o propósito no seu 4º ano. A audiência deste só aumentou minha expectativa, porque caiu mais em comparação ao 6×17. Se TVD tivesse se apoiado em um tema como em TO, com certeza teria vida para mais um ano sem a Elena.

    Mas a Elena é o produto que ainda segura o resto da audiência, quem ainda assiste por cima ou pensa em ver, mas não o farão. No caso, quem ainda torce por Stelena. Praticamente, ela saindo, não há mais nada para contar ou uma quantidade boa de pessoas para ver (já não tem, mas fingem que tem).

    E, tendo em vista que só rolou absurdo na trama – como sangue de vampiro não curar câncer -, não tenho esperança de que tudo melhore 3 anos depois da saída do Kevin. Até porque ainda terá Steroline – o shipper que todos amam agora. E, por eu gostar mto de Bamon, não quero que siga pelo mesmo caminho, porque vão estragar, como fizeram com todos os casais.

    É mto pessimismo da minha parte, é. Não acredito mais na Plec, ainda mais porque ela terá outros projetos além de TVD para se dedicar no meio do ano. Por mais que seja a Dries a showrunner, é a Julie que autoriza e que ainda responde pela série. Se ela está tão tranquila agora, a tendência é piorar. Virou relaxo. Literalmente.

    Sendo bem dura, ngm mais se importa com TVD. Só querem o endgame. Se a partir da 4ª temporada tivessem aprofundado o plot Defan, se inspirando no cerne que faz TO funcionar – o da família – teria mais fé na 7ª temporada. Mas Damon e Stefan deixaram de ser indivíduos para serem os caras que combinam com a Elena em determinada estação do ano. Desde que Delena assumiu, Stefan não tem mais nada, e ficou enlaçado a uma Caroline chatíssima – sendo que ele é rei sem humanidade.

    E, outra, Caroline como protagonista não cola. Bonnie sim merecia o protagonismo, porque ela é o combo perfeito. E ela é esquecida por não ser importante para o miolo, ou seja, para a guerrinha entre casais. Não é à toa que ngm liga para o que ela faz. Só ligam agora porque a aproximaram do Damon, o que, automaticamente, criou tensão na linha DE.

    Plec é boa. Dries tbm. Mas atenderam os fãs e os fãs continuarão a exigir. O desafio é convencer que há romance sem Elena. Bem como há escritores que ainda criam plots condizentes, e não absurdos para eliminar personagem X para o romance Y engatar. Sire bond? Sangue de vampiro não curar nada? Vampiro sendo bruxo? São nessas horas que você liga a tolerância. Se eu não escrevesse as resenhas, já teria largado TVD no 4º ano.

    Obrigada novamente pela visita e pelo comentário *-*

    Beijossss!

  • Laine

    Voltei de novo. Eu tinha q dividir minha opinião com vc na 4 temporada tinha Katherine, Klaus e o trio DE/SE em cena e
    nem por isso a temporada foi boa ou a audiência foi uma maravilha, certo. Foi
    a partir dai q a coisa desandou e foi um fiasco com desconstrução de
    personagem e plots chatos e isso piorou na 5 temporada. Tudo
    deu errado a partir do momento q os fãs que passaram a moldar TVD do
    jeito q eles quisessem, a partir daí tudo virou previsivel pq não era
    mais JP tomando as decisões pra nos surpreender, mas sim um grupo de fãs
    sem noção q foram aos poucos destruindo tudo e JP se deixou levar. Enfim, deu nessa merda q
    tá hj, outra coisa a Elena virou fantoche dos seus fãs o q é horrivel.
    Espero q as DE insanas vazem da serie peguem o mesmo barco da Ninoca e
    deixem TVD em paz pra quem ainda acredita q a serie possa se
    reencontrar. O maior desafio
    da JP não é continuar a serie sem Elena, é criar novos plots q sejam bem desenvolvidos pq é aí q está o
    maior erro dela, no desenrolar bem as tramas, e as vezes focar em
    personagens q não movem a historia e fora q TVD virou fanservice. Eu
    ainda estou otimista q a 7 temporada possa ser um recomeço pra TVD sem o
    fanservice das DE.

  • Laine

    Minha primeira impressão sobre o episodio foi: Achei fraquissimo o unico q salvou o eps foi surpreendentemente Enzo. O
    resto ou foi chato ou forçado. Tô cansada da voz irritante da
    Carol, pq eu quero ação, fúria e não um musical. E cadê Bonnie q de novo
    foi esquecida? OMG como JP esquece dessa personagem q pra mim é fundamental e muitas vezes é quem traz um pouco de dinamismo nas cenas, principalmente com Damon, e fora q sua ligação com as mitologias da serie são muita mais fortes do q Carol por exemplo q está lá apenas… pra ser uma carinha bonita substituta da Elesma. É isso q a Carol da season 6 se tornou uma substituta. Resumindo 6×18 pura encheção de linguiça, um tedio. Mas, dai depois fui tentar assistir legendado pra tentar entender algumas coisas e … continuei achando chato, porém sua resenha levantou alguns pontos interessantes q me fez refletir sobre a trama. Acho q essa nova mitologia não vai destruir o q Kevin fez pq na verdade os bruxos iguais ao Kai não são bruxos comuns (q tem a sua magia q vem do equilibrio da natureza). Na verdade são uma aberração ou um erro genetico, enfim, pelo o q eu entendi um bruxo comum provavelmente transformado em vampiro seria apenas vampiro, já alguém com as mesma habilidades como Kai seria bruxo vampiro pq a parte vampírica seria sua fonte de magia. É meio bizarro isso, mas confesso q achei um máximo. Tbm acho q essa trama entorno da Mama não vá acabar no fim da temporada, talvez, ela será melhor explorada pra 7 e isso aqui seja apenas o começo. Concordo com vc sobre steroline desligado foi frustrante, eu torci por eles nas ultimas temporadas e senti q no fim me decepcionei. Achei q Stefan desligado daria trabalho de verdade, mas o q vi foi um jogo de gato e rato tanto é q ele voltou muito fácil ao normal o q torna tudo bem previsivel. Na primeira vez q vi a cena do encontre entre mãe e filho eu achei tudo muito forçado, não me comoveu, e olha q tudo q é entorno de DEFAN sempre mexe comigo, mas agora eu entendi q tudo foi uma farsa, Lily só estava fingindo pra trazer o filho de volta, e q na verdade fora Damon quem o trouxe de verdade atraves de Lily, acredito q até o fim da temporada os irmãos ainda irão se confrontar, ambos tem mantido segredos um do outro, Stefan esconde Sarah e Damon esconde a verdadeira face de Lily acho injusto q eles ainda vão ter q adiar essas revelações por causa da Caroline o q será um grande desperdício de trama assim como o retorno da Bonbon foi desperdiçado. E falando na bruxinha acho q Lily ainda vai forçá-la a resgatar sua familia bizarra. Espero q esse novo grupo de sobrenaturais venham pra trazer mais tensão e ação pra uma trama q tá cheio de mimimis. Agora falando sobre a Nina fiquei feliz por sua saída, não gosta da Elena, pq raramente consigo me identificar com protagonistas como o mesmo perfil de Elena da mesma forma q odeio Bella Swan. Acho q Katherine, Carol e Bonnie são personagens femininas muito mais interessantes, embora a Carol dessa temporada perdeu a sua essência se tornando pra mim insuportável. E além do mais quando penso na saída da Nina eu me lembro q não teremos mais mimimis de DE, q esse fãs insanos, preconceituoso e arrogantes talvez vazem da serie junto com Elena. Aí q maravilha!!! TVD vai se libertar da ditadura das DE. Eu sou uma fã recente da serie então seria sofrido acabar com TVD agora q a brincadeira tava ficando legal. Não vejo a hora de todo esse mimimi da cura e da humanidade da Elena chegar ao fim. Q venha 7 temporada com novas mitologias, quero mais DEFAN, quero Bamon pq eu sou apaixonada por eles, pq nos livros DE/SE já eram uma relação fadada a dar errado, enquanto Bamon é impecável. Quero a gangue reunida pra encarar novas aventuras, quero mais amizade em cena pq nos últimos anos foi esquecido. Ainda acho q TVD pode encontrar um novo recomeço sem o fanservice. Bom é isso texto enorme queria falar mais alguma coisa, mas ficaria ainda mais grande. E parabéns pela review gosto do seu olhar critico. Bjus!!!