Menu:
02/maio
(Esta resenha une CPD e SVU, já que o episódio foi de 1 hora)

 

No sistema de justiça criminal, alguns assassinos são tão depravados que levam várias agências policiais para trazê-los à justiça.

 

Esse é o caso de uma pessoa mais conhecida como Doutor. E não é do Doutor Senhor do Tempo a que me refiro. É um homem branco, de 40 e poucos anos e de sorriso bondoso. Greg Yates, professor de medicina, dito como gente fina, daquele tipo que os alunos amam ter por perto. Uma figura que é facilmente convidada para uma cervejada por ser tão bacana ao ponto de não ver problemas em ser chamado pelo primeiro nome. O que ninguém sabia é que por detrás desse comportamento simpático havia um monstro. Um monstro que participava dessas confraternizações não com o intuito de se divertir, mas para escolher sua próxima vítima.

 

Não qualquer vítima. Tinha que ser enfermeira, morena, de estatura mediana. A preferência que fundamentou o modus operandi de um Doutor que não tinha nada de Doutor.

 

Com apenas uma olhadela, uma análise de canto de olho ou por cima dos ombros, ele captava oportunidades. Ele estudava a mulher e a rotina dela. Todas, escolhidas aleatoriamente. Todas, semelhantes por causa do padrão determinante que o atraía. Mulheres caíam na graciosidade desse homem que não passava de um Rato. Um Rato que passava despercebido, mas, quando surgia, era atraente demais para não se deixar levar.

 

Ele era um cavalheiro. O primeiro passo de uma abordagem fatal.

 

Nossos pais não estavam errados ao dizerem, quando éramos crianças, que não é bom falarmos com estranhos. O Rato agia em um dos pontos fracos das mulheres: a gentileza. Que mulher não gosta de ver um homem oferecer a mão para segurar algumas sacolas, não é? Elas eram abordadas sozinhas, aceitavam o sorriso afável e a gentileza desse cidadão, sem imaginarem que já estavam emboscadas. Depois de um posso ajudar, a simpatia culminava no cerne da estratégia: abuso sexual e morte.

 

Há ratos e ratos, mas Yates é daquele tipo que gosta de se vangloriar. Não basta apenas degustar da covardia. A glória vem após o crime: pintar as unhas das vítimas de verde. Uma assinatura que levou duas Unidades de polícia a chegarem na primeira pista: um carro verde-escuro.

 

Esse foi um caso arrastado por 10 anos e não chegou a ser concluído. Foi em 2004 que esse crime em série by Yates começou. Em New York, envolvendo a Sargento Olivia Benson que assumiu o novo arco dessa investigação que, anteriormente, culminou no engavetamento. Foi um caso impossível de ser resolvido naquela época, pois esse personagem hediondo soube jogar. Ele até se depilava para não deixar qualquer resquício de DNA.

 

Por mais que as vítimas fossem pontuais quanto a descrição do Rato, nenhuma chegou a ver o rosto, restando a descrição física e o modus operandi que se espalhou por várias cidades. 10 anos sem resolução… Até agora.

 

Esse ciclo se reiniciou em Chicago, a cidade selvagem do Sargento Hank Voight. Junto com seu time da Unidade de Inteligência, o 51º Batalhão do Corpo de Bombeiros, liderado por Wallace Boden, e a Unidade de Vítimas Especiais de Benson, ele botou a liberdade do Rato em contagem regressiva. Obviamente que reabrir um caso não é tarefa fácil. É o mesmo que reabrir cicatrizes. Nesse caso, eram cicatrizes criadas por algo visceral.

 

Victoria foi a primeira vítima desse desagradável retorno, com as mesmas características de 10 anos atrás: enfermeira (do hospital Chicago Med), morena, estatura mediana. Uma tríade que mostrou que o apetite do Rato não se alterara. Até as Unidades chegarem a um rosto, muito trabalho foi feito.

 

O primeiro suspeito logo veio à tona: Will Halstead, irmão de um dos detetives de Voight, Jay Halstead. Um elo pertinente entre o passado e o presente que poderia acarretar na acusação perfeita. Mas isso não aconteceu. O médico só estava no lugar certo na hora errada, tendo em vista o 1º ciclo: morava em NY e conhecia uma das vítimas de Yates. A mudança para Chicago, coincidindo com o timing que o Rato saiu do esgoto, foi o que chamou atenção. A teoria não passou de uma acusação por osmose que não vingou.

 

O Rato mostrou paciência e petulância. Não tremeu um só minuto. Considerando 10 anos de imunidade, por que deveria temer uma nova abordagem? Jamais ele imaginaria que o cerco logo se fecharia, uma aproximação certeira por causa do carro verde-escuro, mas que não poderia ser levada adiante por não haver evidências. A única evidência era Yates, que manteve o low profile, não deixando nenhum rastro de DNA. Uma inteligência notável que poderia ser usada para o bem, mas que acabou alinhada e afinada para crimes contra a mulher.

 

No percurso, ele foi sagaz em contornar a investigação. Não temeu ao ser levado para interrogatório e criou álibis, ao ponto de usar uma das detetives da Unidade de Inteligência de Voight. Erin Lindsay não passou de isca para disfarçar a morte de mais uma mulher, dando a ele uma prova gratuita de que não cometera tal crime. Por estar com ela, conquistou certa imunidade.

 

Tal atrevimento também lhe deu vantagem de tempo para a coleta do seu maior prêmio: Nadia Decotis.

 

Ela era morena. Estatura mediana. Mas não enfermeira. A primeira quebra de um modus operandi de anos. Uma cartada que não passou de uma mensagem para o Departamento de Polícia de Chicago. Assim como Will, Nadia estava no lugar certo na hora errada. Mas não teve sorte.

 

Law & Order: SVU (16×20) | Daydream Believer (3)

 

Um bolo e um lenço. Foi tudo que Nadia deixou antes de ser carregada a força para NY e terminar no santuário de Yates – uma praia. Uma ideia desumanamente literária.

 

Nada como voltar ao lugar de origem para, talvez, encerrar o novo ciclo dessa trajetória doentia. Aonde tudo começou. Nada como tirar mais uma vida embaixo do nariz da Sargento Benson, uma retaliação não só a ela, mas aos policiais por terem chegado tão perto. Por terem farejado onde não devia, ato rebatido com mais arrogância e sarcasmo por parte do Rato que não conhecia a palavra limites.

 

O que se seguiu nesse percurso foi estarrecedor. A 3ª parte do ciclo, sem a esperança de justiça. A parte que nos revelou que a jovem Nadia não voltaria para a Unidade de Inteligência.

 

Voight e Benson modelaram a ratoeira perfeita para capturar o Rato que continuou a dar trabalho. Nadia não bastou, pois, da mesma forma que fizera em Chicago, ele deixou um novo rastro para desviar as atenções dos policiais. Tudo friamente calculado, bem pensado, custando mais duas mulheres, ao mesmo tempo, que caíram na gentileza de um estranho.

 

Yates é aquele tipo de Rato que tira o sono e que dá vontade de fazê-lo passar por tudo que provocou. Pela dor, pelo medo, pelo constrangimento… Fazê-lo passar pela linha tênue que o assegurava longe da justiça. É inegável, ele foi malevolamente genial em cada passada, desde usar a detetive Lindsay como álibi, roubar o carro dela e trocar as placas, até fazer do tempo seu melhor amigo.

 

Enquanto Benson e Voight estavam em um canto, Yates já estava em outro.

 

Assassinos em série são viciados. Yates mal tirava a vida de uma mulher e já estava de olho em outra. No caso, Nadia. A única emoção que esse Rato apresentou foi ao reviver cada crime, como se estivesse no ato. E foi isso que brilhantemente o condenou.

 

O Rato chegou perto de ser desleixado, mas mentes criminosas perspicazes não agem dessa forma. Deve haver algum botão na mente deles que ainda os deixa conscientes do que fizeram, com uma capacidade tremenda de reviver os detalhes. Tudo por questões de adrenalina. Em NY, os ataques que ocorreram não foram por impulso, foram calculados, como tem sido há 10 anos.

 

Esse foi aquele tipo de Rato inalcançável. Com grandes chances de não ser preso e de sair imune. Essa foi a sensação ao acompanhar esse caso que acabou no tribunal, tendo em vista o ocorrido com Nadia.

 

O grande problema: como colocar um monstro na cadeia sem evidências? Sem nenhuma digital ou impressão de DNA para reverter o jogo? A única prova era Yates. No meio do impasse, a ousadia dele passou dos limites ao anunciar que se defenderia, sozinho, despachando a advogada. A insegurança afetou a todos, pois, sem provas, não há o que contestar. E o Rato sabia disso, o que o impulsionou a brincar com a justiça novamente.

 

O homem teve sagacidade e ousadia ao assumir a própria defesa. O que poderia vir disso? Claro que o primeiro pensamento foi a esperança de vê-lo tropeçar nas palavras, ter uma crise trêmula ou simplesmente desistir. Não foi nada disso que aconteceu. Assustadoramente, Yates soube se defender, dando início a um belo teatro que acarretou a sensação agridoce de que a justiça não vingaria dessa vez. Mas vingou. Com paciência, mas vingou.

 

Certos são aqueles que usam o emocional para quebrar alguém e foi isso que aconteceu com Yates. Sem provas, só havia ele para quebrar. Só havia ele para anunciar os crimes que cometera. Como fazê-lo falar? A sensação de que a justiça não vingaria só aumentava, a vontade louca de pisar em cima desse Rato ou esmagá-lo latejava até as têmporas. Argumentos e mais argumentos verídicos quebravam a acusação, todos soando como uma verdade absoluta. Incontestável. Nem mesmo o Sargento Voight escapou das atenções do criminoso, tão cara de pau que voltou o ocorrido com Nadia para um homem que segue a lei.

 

Não só isso, como desmoronou a detetive Lindsay em segundos.

 

Da mesma forma que o Rato foi certamente brilhante em atrair suas vítimas, ele foi tão brilhante o quanto em expor uma narrativa convincente. A sua verdade. Uma verdade que o quebrou ao cair na ratoeira de Rafael Barba, o momento ápice daquele teatro que revelou a faceta de um homem que não passava de um monstro. Um monstro que se deliciou diante de todos ao reviver o que fizera com Nadia. Yates permitiu que todos assistissem seu lado visceral vir à tona, incitando perguntas desconcertantes, saindo da postura de homem inofensivo para mostrar seu real eu. Nojo não descreve nem metade dos sentimentos no desenrolar dessa cena.

 

O Rato não poupou medidas para virar o jogo. Foi fácil acreditar que ele venceria. Todos os argumentos dele foram plausíveis e verídicos. Bem como todas as réplicas que desmontaram as agências policiais envolvidas – e que chegaram perto de descrer da vitória. O mais intrigante é que Yates sabia de determinadas informações pessoais de antemão, algo assustador, especialmente sobre Nadia. Um passado remexido sem respeito.Não era para menos…

 

No final de tudo, só resta nojo. Não há gosto de vitória quando vidas são perdidas no percurso. Mas houve justiça.

 

Yates pagava de cara rotineiro, dócil, boa pinta. Como Adrian, homem que também causou em Chicago por meio de um incêndio culposo que custou a vida da paramédica Leslie Shay. O Rato era tão “normal” que até tinha uma namoradinha – que não passava de outro álibi.

 

Essa foi a história de um animal esperto. Que se condenou na sua última encenação.

 

RIP, Nadia…

 

Nadia se viu empacada no mundo da prostituição e das drogas. Um estilo de vida que facilmente a arruinaria. A reviravolta aconteceu por meio de um cartão, com o nome da detetive Lindsay. Uma relação que começou com uma desistência para se tornar uma forte amizade, baseada em admiração e respeito. Ela foi salva desse universo e passou a ser uma jovem promissora. Que estava prestes a concretizar o sonho de ser policial.

 

Ela foi uma pessoa que chegou perto de desistir, mas buscou sua melhor versão, duelando com o passado que ainda a agarrava pelos calcanhares.

 

Nadia só queria fazer a diferença. Não só na própria vida, como na de outras pessoas. Os efeitos colaterais que a tiraram da rota serão inapagáveis. Não foi apenas a secretária da Unidade de Inteligência que morreu, mas uma amiga. Uma amiga que só queria felicitar sua salvadora.

 

E que não chegou nem perto de cantar os parabéns.

 

Concluindo…

 

Não conseguiria tratar esse final de crossover do jeito que trato sempre. Não consegui nem usar a palavra, não só por achar agressiva, mas por me incomodar. Resumindo a obra: a história foi devastadora. Pode não ter sido tão emocional quanto o 1ª crossover triplo dessas respectivas temporadas de SVU e de CPD – por causa das crianças –, mas cutucou lá fundo. Foi estressante acompanhar o plot de Yates por saber que não é apenas uma ficção. É algo que acontece todos os dias e, no Brasil, sabemos que a lei não é sempre efetiva.

 

O episódio foi frio e calculista, como seu vilão. Não houve tanta pressão emocional por ser uma tramoia psicológica. Uma tortura instigante. Ver aqueles corpos não foi tarefa fácil, especialmente da mulher no apartamento. Os sentimentos e as lágrimas só vieram quando Nadia foi capturada, embora o choque da situação, como um todo, tenha sido mais desconcertante. Justamente porque a personalidade de Yates moldou a atmosfera do crossover, impedindo o vínculo emocional.

 

A 3ª parte foi a mais dolorosa (e melhor), pois o passo a passo dele, preparando o novo ataque, me fez querer arrancar os olhos. Foi terrível! A trama de Yates ficou muito bem bolada, com amarrações que trouxeram ótimas e inesperadas reviravoltas. Foi tudo tão bem construído que tive esperança de que Nadia sairia viva por causa do desvio de atenção para as mulheres no apartamento. Um desvio que foi meio caminho para anunciar o que não estava pronta para ouvir.

 

O episódio teve um aspecto clínico, não só pelo personagem pagar de Doutor, mas por tudo ter sido meticulosamente arranjado. Desde a depilação até a ausência de digital. A única “falha” que pontuo foi a ausência de um esclarecimento sobre o que motivava Yates. Erin insinuou uma mulher do passado, algo que se encaixa nesse tipo de perfil, e houve alguns diálogos que deram a entender que os ratos desse Rato seriam as mulheres.

 

A perda da Nadia me chocou. A maneira crua e fria com que a personagem foi exposta me deixou sem chão. Uma perda que rebateu na crueldade de Yates, sem dúvidas, dono do posto de melhor vilão de crossover, chutando Adrian. Agradeci muito por terem poupado detalhes.

 

Só outra cutucadinha: esperava a morte de um dos personagens principais. Foi tanta pressão sobre essa incógnita, que me recusei a acreditar que a escolhida foi Nadia. Por mais que tenha sido afirmado que essa perda teria a ver com Lindsay, jamais colocaria essa moça na roda, especialmente porque a storyline dela estava bem encaminhada. Por mais que não sentisse firmeza na facilidade com que a personagem evoluía, previa uma história interessante. Seria a chance de mostrar como um cidadão comum pina o distintivo no peito. Nesse quesito, achei uma tremenda burrice eliminá-la.

 

Espero, mesmo, que morra alguém relevante no futuro. Não me entendam mal, adorava a Nadia, mas quero que a próxima morte seja de alguém grande, tipo o Al, – mas não exatamente o Al, ok? Toquem em qualquer um menos no Voight e no Olinsky (e no Antonio, e no Jay, tá parei!).

 

 

Enfim, adorei como tudo se desenrolou, respeitando o modo de investigação da Benson. Afinal, o caso era dela e foi de bom tom mantê-la na chefia. O episódio foi um filme muito bem feito e produzido, com um final digno de cinema. Voight entrando na cela, como não quer nada, me fez gritar. Muito cliffhanger cinematográfico que nos deixa a ver navios quando os créditos sobem. Outro ponto positivo é que todos os personagens trabalharam. Até o Mouse entrou em cena e achei sensacional vê-lo do ladinho do Hank.

 

Tenho que elogiar Sophia Bush por ter sido o vínculo emocional dessa tramoia intrincada. Imagino o quão difícil deve ter sido para ela encarnar uma posição tão delicada em uma situação que abomina. Permitir que sua personagem fosse um farol para Yates, agir como isca, me fez passar mal (e querer vomitar porque as olhadas dele para ela me deixaram enojada ao cubo).

 

Um adendo sobre os Halstead: Jay dando um surto foi muito eu quando alguém enche o saco da minha irmã. Acho que começo a entender um pouco esse temperamento do detetive, pois não teria agido diferente. O que se destacou é que o personagem ainda não confia em Voight. Ele simplesmente apontou e afirmou que o boss (e Olivia) daria um jeito de pinar Will como culpado de qualquer maneira. Nossa, amo Hank, mas o grito desse cidadão, descontrolado, foi outstanding (e merecido).E Jay e Will têm uma irmã! Mostra essa ruiva right now!

 

E, claro, foi demais a maneira como inseriram Will na história. Ele foi praticamente um raio no meio do caso. No final, esse crossover nem pode ser chamado de triplo, porque Chicago Med estava ali o tempo todo. Foram 4 séries em uma, como não amar?

 

Meu medo: Platt. Se explorarem o luto dela, não haverá vida. Agora que sabemos o quanto ela também se envolve emocionalmente com as pessoas, será arrasadora a reação da Sargento sobre Nadia.

 

Só acho que está na hora de SVU e de CPD serem uma só série, um só amor. Há muita química entre os dois casts. Não desmerecendo Chicago Fire, claro, mas a turma do Batalhão nunca faz parte da festa como deve porque os membros são bombeiros, então…

 

Agora, vamos rumo ao final de temporada. Segura!

Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3
  • rafael silva

    obrigado mais me ajuda ai de novo, na 3 temporada, capitulo 9 e 10, o 10 teria que ser a continuação do 9 porque o patrulheiro la matou o cara, dai no 10 nao teve a continuação

  • rafael silva

    uai onde esta esse episodio que nao encontrei em nenhum lugar. parece que falta entre o 20 e21 da 2 temporada, nao mostra o cara sendo preso etc..

    • Hey, Random Girl

      Rafael tudo bem? Você precisa assistir a esse episódio na seguinte ordem, por se tratar de um crossover entre 3 séries:

      Chicago Fire – 3×21 – We Called Her Jellybean (1)
      Chicago P.D. (2×20) | The Number of Rats (2)
      Law & Order: SVU (16×20) | Daydream Believer (3)

      Beijossss!

  • Daniela Messias

    "Eu queria muito enfiar meus polegares nos olhos dele, afundar até sair do outro lado do crânio. Não só com ele, mas com todos esses monstros." ² Estou 100% com vc!! acho q poderia concordar mais e mais se fosse possível hehe
    Mas os produtores são espertos demais! Fizeram todo aquele com o Al p nos enganar..e conseguiram!
    Voight é sempre A+! De vez em quando imagino " O que ele faria?" hahahah
    Gostei da parte sobre as bíblias e resenha da resenha hahahah
    beijoos!

  • heyrandomgirl

    Esse crossover foi pior que o 1º triplo dessa temporada, mas fiquei mais mexida com o anterior que com esse. Porque só senti nojo mesmo e mta revolta, pqp! hahahaahahahha Eu queria muito enfiar meus polegares nos olhos dele, afundar até sair do outro lado do crânio. Não só com ele, mas com todos esses monstros.

    Eu ainda tinha uma ideia fixa do Al hahahahaha Fui pega de surpresa porque não li spoiler, cheguei na balada de roupa errada, e tomei na testa. Ter-rí-vel!

    Nossa, acusar o Voight pede gaiola! Que nojo, que nojo, ele narrando aquelas coisas ARGGGHHHHH! Aquela cena final foi maravilhosa. <333333 Ele tinha que visitá-lo só como lembrete hahaahhahaha

    Ahhhh, mas se você quiser digitar, digite. Aqui não tem política de comentário curto. Se vc ver as bíblias que recebo em TO e em TVD, são quase a resenha da resenha ahahaahahah Pfvr, sinta-se à vontade!

    CPD e SVU é mto amor no coração! Química maravilhosa! <3

    Beijosss sua linda! <3

  • Daniela Messias

    Para mim, esse crossover foi chocante em todos os sentidos!
    -Eu sempre costumo opinar suas resenhas de acordo com os parágrafos, mas dessa vez vou me limitar! rsrs-
    É triste imaginar que pessoas possam obter algum tipo de prazer ao fazer coisas como o Yates fez…eu sentia uma amargo só de olhar p ele, que foi logo transformado em nojo ao ver a reação dele quando escutava os detalhes do sofrimento e agonia passados pela Nadia… Nossa, sem mais!
    E eu garanto q não esperava que fosse ela a escolhida da vez! Fiquei o/ quando encaixei as peças no lugar. Foi realmente muito triste!
    E quando ele acusou o Voight?? aah q ódio!! Fiquei a todo instante torcendo p Hank sair da onde estava e acabar com o traste! (aquela cena final foi tão uii, delícia *.* hehe)
    Esse comentário poderia virar um livro pequenininho se eu pudesse hehe mas vou ficar por aqui!
    beijoos e até!
    P.S eu amoo CF, mas SVU e CP é muito amoor s2 por mais crossover's lacrantes!