Menu:
06/maio

Obrigada Voldemort por ter me mostrado que Klaus estava com parte do juízo no lugar com relação à Dahlia. Nossa, os minutos finais do episódio me fizeram respirar de alívio. Isso porque já estava passando mal com tantas cenas excruciantes que inchavam gradativamente a bomba atômica dentro de mim. Juro que estava preparada para explodir nesta resenha, mas chego aqui feliz – em partes.

 

Admito que estava cética quanto aos desdobramentos que se seguiriam depois do que aconteceu na semana passada. Estava meio conformada de que Klaus tinha virado a casaca de verdade, verdadeira, como também já estava me preparando para abandonar The Originals. Não seria a primeira vez, como aconteceu na S1 (que foi por motivos de falta de tempo), pois já vejo histórias repetidas, recicladas e readaptadas em TVD e não preciso de mais disso na minha vida.

 

The witch is coming

 

Temia a centralização da trama no Klaus, pois os dois episódios anteriores não o beneficiaram. Até que a coisa transcorreu bem. Tenho que resmungar de novo sobre a passagem de tempo lerda que ficou ainda mais lerda por causa do plano do híbrido em cercar as pontas fracas para compor sua encenação. Algo que poderia ter transcorrido com mais rapidez, já que essa lentidão é um tanto quanto atípica para uma série como TO. Ainda bem que aquele maldito relógio tocou.

 

O foco do episódio foi debater questões de lealdade e de votos entoados há muito tempo. Questões que motivaram Klaus a sair pelo Quarter completamente desvairado, sendo cachorrinho de Dahlia. Temas que não passaram batidos em outras storylines, tais como de Hayley e seus lobitos e de Davina e sua nova ascensão. Compromissos desta temporada resgatados para talhar os eventos desta semana, a fim de provocar a mudança desse jogo que ainda visa a destruição da bruxona. Voltamos a necessidade de alinhar e de resgatar objetivos, bem como de definir com quem e como cada um jogará daqui por diante.Tudo para alcançar um resultado satisfatório no finale.

 

Se acredito no sucesso? Tenho lá minhas inseguranças, especialmente quando penso que este episódio também fincou algo que não estou pronta para encarar: Rebekah retornando à estaca zero. Ou seja, ao seu corpo original. Amo a Holt, sinto muita falta, mas Maisie deu novos ares à personagem que tem tudo para voltar a mimizice de antes – especialmente com Marcel. Não quero!

 

Para atingir resultados, nada como sangue e cadáveres. O que deu intensidade as cenas referentes aos ataques de Klaus nem foi o impacto dos golpes baixos, mas o background de cada um dos afligidos. Os personagens em foco mostraram o quanto abraçaram suas mudanças. Suas decisões. E isso não teve nada a ver com o híbrido ou Dahlia por ter partido de uma conformidade pessoal. Essa onda de certeza mostrou o quanto a turma estava consciente de quem deveria confiar ao mesmo tempo em que refrisou o quanto determinadas escolhas/circunstâncias não acarretaram nenhum arrependimento.Um viés que pontuou o amadurecimento e o desprendimento de muitos dos Mikaelson. Elijah demonstrou carinho por Gia da mesma forma que Hayley por Jackson. Rebekah tremeu só de pensar em saltar para o corpo original. Personagens-chave que poderiam apresentar qualquer sinal de regressão se mantiveram fiéis as escolhas feitas no meio da temporada. Escolhas que definiram o status atual do qual cada um se encontra. Nesse quesito, TO se deu muito bem, porque já me basta a reciclagem da história e da personalidade de Klaus.

 

A confortabilidade desses personagens que citei sobre o que optaram para a vida contribuiu para tornar os ataques de Klaus muito mais baixos e dolorosos. Fiquei horrorizada, não só por ser injustiça, mas por corromper o status de pureza. Aiden foi a primeira perda, morrendo sem ao menos entender o que acontecia por ser ingênuo quanto à maldade que habita no Quarter. O mesmo valeu para Gia, para os lobitos e até para Cami, que entraram em uma treta que não lhes pertencia.

 

É fato que ver Klaus matar os queridos dos irmãos não é mais chocante – e já virou clichezão. Porém, o impacto desses novos ataques muito bem calculados teve um tremendo efeito por causa da destruição dessa pureza, dessa segurança da turma com relação a uma escolha. Acredito que o buraco só foi mais embaixo porque o híbrido cutucou pontos fracos visando não apenas um desequilíbrio emocional, mas um convencimento. Ele agiu mais pela necessidade de convencer a titia de que havia mudado de lado, embora carregasse a raiva da empalada, o motor que o impulsionou a cometer atrocidades. Como manda o manual.

 

Em contrapartida, o episódio não teve nada de novo no quesito ação – só os minutos finais. Tirando as bruxas e os lobisomens, Klaus repetiu o modus operandi de The Vampire Diaries. Frustrado, o lado brutal do personagem voltou a cair como uma luva perto de um novo season finale. Isso sinaliza a ausência de outra fórmula para ele ser awesome ao mesmo tempo em que batalha por justiça, sem precisar anular o lado paranoico, narcisista e assassino. O arrastão dele em se alimentar, esfomeado e boladão, foi tão forçado quanto a quebra do link de Rebekah com as crianças. Ok que esse cidadão nunca lidou com isso, mas essa necessidade de engrossar os sentimentos dele só para tê-los como justificativa de seus atos já está ficando chato.

 

As torturas que se seguiram me deixaram na corda banda. Uma hora queria crer que Klaus estava de brinks, mas na outra me convencia de que ele estava de palhaçada, apenas confirmando a parceria com Dahlia. Houve muita veracidade nos atos dele e o que estragou foi o mimimi de que McDonald’s é melhor que a família que o apunhalou e blá-blá-blá. Um discurso que precisa ser polido e renovado. Parece até que esse moço nunca magoou, empalou e matou ninguém, né?

 

De Gia virando cinzas (só lágrimas!) até a transformação forçada da alcateia de Hayley, nada doeu mais que Rebekah. Quando ela raciocinou sobre o que Klaus queria que fizesse, quis invadir Nova Orleans para dar uma surra no híbrido. Para o parâmetro da série é meio inviável vê-la brincar de casinha, mas a versão bruxa é tão maravilhosa, um pensamento que aplico até para o Kol – não por motivos de Sharman, ok? – e para o Finn. Já estou bem triste com esse novo salto da personagem, pois ela tem grandes chances de ficar limitada. Achei injusto a menina Mikaelson se matar para atender um novo surto caprichoso do irmão.

 

Sem dúvidas, o ápice do episódio foi a mordida na Cami e esperei morte seguida de transição. Essa atitude firmou o quanto Klaus, supostamente, estava comprometido com Dahlia. O mais incrível é que ele acabou sendo vítima circunstancial da própria armadilha. Depois de tirar Gia de Elijah, nada como provar do próprio veneno ao atacar a mulher que também gosta. A prova final para a titia realmente acreditar que tinha ganhado na loteria. Acreditei nisso, até ter um surto quando foi revelada a conexão entre ambos. Juro que o ataque me deixou decepcionada – mas aí passou.

 

Poderíamos dizer que Klaus mudou de ideia sobre a tal aliança com Dahlia ao mordê-la? Essa foi uma interrogação que me abordou depois dessa cena. O personagem deu uma hesitada notável ao atacar Marcel, mas vê-lo tão implacável contra Cami me fez temer o estrago por causa dessa aliança. Pode ser que ele tenha mudado de time assim que se viu na saia justa? Pode ser. O híbrido já mostrava sinais de vacilo a essa altura da chacina. Sem contar que esse cidadão investiu forte na perspicácia de vender o pacote maligno com bônus vingança, algo que a titia nunca viu e se apaixonou.

 

Ninguém acreditaria nele se fosse ameno e até perdoo as vidas que se perderam no processo.

 

Outro ponto interessante é que Dahlia e Rebekah firmaram essa visão embaçada sobre Klaus. De um lado, uma convencia de que ele tinha mudado de time. Do outro, havia o berro carregado com uma certeza cega de que o híbrido não faria uma coisa dessas. Acreditei na Srta. Mikaelson, até o cenário mudar e focar na tortura aplicada em cima da alcateia.

 

Não confio em Klaus e deixo uma consideração: não acho que o personagem permitiu que Dahlia detonasse os lobitos para impedir que Hope fugisse com Hayley. No fundo, por mais que não tenha ficado explícito, sei que esse jovem queria acabar com essa zoeira de mais lobos como ele no Quarter, especialmente por não tê-los dominado. Considerando que esse cidadão não lida com competição, nada nessa cena o impediria de unir o útil ao agradável para limpar New Orleans, com o intuito de voltar a ser o híbrido dos híbridos.

 

Esse pensamento também calha com a falta de investimento desde que Jackson e Cia. transitaram. A história perdeu força, sendo que poderia ter amadurecido para dar uma recorrente dor de cabeça ao Klaus. Culpo a Hayley que humanizou tudo e todos por causa da filha. Maior exemplo foi quando ela abriu mão dos guarda-costas por não querer ninguém lutando a luta dela. Além disso, há a velha necessidade de frisar que ninguém pode derrubar esse Mikaelson. 2015 e ainda insistem nessa ladainha. Uma chatice, diga-se de passagem.

 

Hayley afetou a storyline dos lobitos com sua nobreza e conseguiu apagar até a si mesma. A little wolf precisava assumir esse trono com fogo e ferro. Compreendo a necessidade da personagem encontrar e viver em família, algo sempre vívido na história dela e que foi suprido por Jackson. Porém, os Mikaelson ensinaram que família também luta e não sai correndo para as colinas. Achei que neste episódio ela teria uma revelação e que arregaçaria as mangas, mas…

 

Tá, aconteceu, mas só nos minutos finais da prorrogação. Foi ótimo vê-la dar uns quiques no Klaus, como sempre é, mas precisava de mais, como um real plano de batalha para desmoralizar o híbrido-mor – algo que precisa acontecer com mais frequência na série – e para garantir a proteção de Hope. Pena que isso não aconteceu e espero, mesmo, que essa humilhação a acorde para a vida, porque não dá para lidar com uma rainha mole dessas. Desculpa, amiga, mas volte a ser solteira.

 

O bom é que, no final, tudo não passou de uma piada de mau gosto do Klaus. Ele mudou de ideia e deixou a cereja do bolo nas mãos da Cami que, efetivamente, sabe como matar Dahlia. Tenho que dizer que temi demais por essa moça, pois só vejo para ela o mesmo futuro do Matt: ser bode expiatório – como bem aconteceu quando Rebekah lhe pediu ajuda e mexeu com os sentimentos dela por Klaus, algo que achei tosco – ou ser mordida até dizer chega ou ser transformada. Plec já afirmou que jamais mataria o humano de TVD e acho que isso se aplica à psicóloga, não só por motivos de crush, mas porque ela já ocupou o posto de conselheira de guerra.

 

A confiança entre Klaus e Cami tem se tornado incrível. O híbrido com um alicerce fora da família já é um ponto extremamente positivo, pois ninguém em sã consciência se arriscaria em uma reviravolta que poderia ser uma nova mentira seguida de um novo golpe. Quero muito saber que plano esse cidadão sussurrou na mente dessa jovem inocente. Quero ver guerra de verdade!

 

E, sério, a forma fria como ela abriu Elijah só mostrou o quanto essa mulher é badass.

 

Os outros plots

 

D não é de Dahlia, mas de Decepção. Sério mesmo que ela se deixou levar pelo discurso do Klaus? A expressão dela ao ver Hope me fez chorar de desgosto. Ela perdeu a moral comigo por causa do episódio passado ao deixar de ser a vilã que foi paga para ser. A personagem nos calcanhares do Klaus me deu nos nervos, sério. Essa passividade para quem chegou sambando foi frustrante! Só senti a firmeza dela diante de Freya, pois ali sim vi o perigo vir à tona. Pena que o instinto do mal morreu e concluí que humanizar essa figuraça foi uma baita burrada.

 

A personagem perdeu totalmente o encanto e espero que no finale ela se recupere. Afinal, está mais do que evidente que essa senhora será apunhalada não só por um, mas por todos os filhos da única bruxa que, até o fechamento deste post, insinuou que amou verdadeiramente.

 

D não é de Davina, mas de Deusa. Danielle provou que amadureceu demais em comparação a S1. Espero que realmente explorem esse salto na storyline dela, porque precisa. O outro ponto positivo foi a sinceridade da personagem em assumir que só abraçaria o bolsa magia para trazer Kol de volta. Gosto de verdades. Um belo sinal de que a menina saiu da negação para tomar atitude. Vê-la tão imponente e decidida fez meu coração bater na testa. Quero vê-la dando uma surra na Dahlia e no Klaus para sinalizar quem é que manda agora.

 

Freya ainda está viva por qual motivo? A cena da Hope se espatifando nos braços dela foi precious demais. A expressão dela me fez rir! E, gente, para quem era uma bruxa desequilibrada, o medinho dela por Dahlia é meio injustificado. Lembremos do flashback em que essa moça enfrentou a titia-mãe. Cadê esse poder, considerando que essa cidadã ressuscitou o Finn?

 

Concluindo….

 

A meta agora é fechar os plots que restam e abrir margem para a S3. Muitas situações deste episódio foram forçadas para atender a trama em curto espaço de tempo e para alinhar o que possivelmente vem por aí. Agora, resta saber como esse povo matará Dahlia, se é que ela morrerá, com o grande vislumbre de Cami. Aproveito para elogiar os escritores: vocês foram bem convincentes no roteiro do episódio passado. Só por causa disso os minutos finais tiveram o mesmo efeito de um soco no nariz. Obrigada!

 

Espero que o finale seja superior. Este penúltimo episódio foi meio devagar para algo que deveria marcar o maior salto ever para mais uma conclusão da saga dos Mikaelson. Vamos aguardar!

 

Venham cá: se Esther é a bruxa que Dahlia amou…..

Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3
  • Deborah

    Oi Stefs!

    Realmente, de todas as nossas teorias acertamos só o retorno de mama Esther hahahaha. E que já foi embora de novo hahaha =P
    Mas que as nossas teorias eram sucesso eram! hahaha
    Vou comentar dps direitinho a finale, mas precisava antes comentar: pq vc não faz review pra House of Cards? Tenho certeza que seria mara! hahaha =). Além do que, quem sobrevive ao fandom de TVD resiste a qlq coisa hahaha

    Das séries que vc comentou eu admito que tmb dei meio que uma largada em SPN (apesar de adorar o Dean e o Sam) pq realmente chegou uma hora que a coisa tava complicada…rsrs. Mas sempre dou uma espiadinha nas reviews da atual temporada e adoro ver os episódios antigos na TV.

    Já fui mto apaixonada por Homeland! A série ainda é mto boa, mas dps da 3a temporada perdi o interesse, pois o que me chamou a atenção foi a história do "soldado terrorista" (achei um máximo toda a questão psicológica de tortura e lavagem cerebral), mas aí a trama foi dando uma boa mudada… E quando este arco se fechou admito que fiquei com a sensação de "objetivo cumprido" e não consegui voltar para a S4. Mas admito que é uma ótima série e a Carrie é uma ótima personagem! 😉

    Sabe, uma coisa que pra mim sempre foi mto louca em Homeland: sempre que vejo a Claire Danes não consigo não lembrar dela como aquela estrela de Stardust hahaha. Adoro este filme! O que é meio bizarro pois mais diferente da Carrie impossível hahaha

    Ah, eu amaria ver um perfil psicológico do Francis! hahahaha. E Claire é uma deusa mesmo! =)

    Bjs sua linda e até breve! <3

  • heyrandomgirl

    Deveria ter respondido esse seu coment antes de ver o finale. SOCORRO, ESTOU REVOLTS! HAHAHAAHAHAHAH

    Disso tudo que conversamos, acertamos a tia Esther. Mas tbm foi só isso! hahahahaa

    Ai, gente, mais um ano de Freya com aquelas expressões que me fazem rir. Não aguento!

    Espero que Josh apareça de novo ♥♥♥ Ele tem que segurar a onda da Davina, pois acho que essa moça passará dos limites.

    Kol tinha que voltar como Sharman, já que a série dele não foi escolhida. Torço pra que o 2×22 tenha sido esquema de final alternativo pra trazer a Esther e que ele voltará brusho kkkkkkkkkkkkkkkk Sou meio assim obcecada por esse homem desde Teen Wolf HAHAHAAHAHAH

    Ai, Debs, a Rebekah, indo e voltando tá me dando nos nervos, sinceramente #chora E concordo com isso que vc falou: ela e Kol como vampiros destruirão a evolução deles como bruxos. E ambos como alunos de New Hogwarts aprenderam tanto. Especialmente o Kol que teve uma trajetória mto linda nessa temporada.

    Klaus precisa de uma reforma completa, gente! Tá impraticável HAHAHAHA E tbm acho que a Gia será o calo entre Elijah e ele. Ficou a mágoa forte.

    Sobre as suas teorias da Dahlia, podiam ser todas elas e não a Esther kkkkkkkkkkkkkkkkk porque no final ngm sabia de porcaria nenhuma HAHAHAHAHAHA Espero mesmo que a matança mude Klaus. Não precisa torná-lo uma porta, mas mais sensato. Precisa mudar, gente, urgente!

    Eu tbm piro com história de irmãos ♥♥ Foi bem difícil largar as resenhas de SPN, mas chegou a um nível que comecei a ver tanto defeito que resolvi parar antes que destruísse minha experiência com a série. Esse é um fator que bem temo com TO. Senti tudo isso de novo quando Klaus deu a louca. E amo a série demais para ficar cutucando, às vezes, sem ter mta razão.

    AMO House of Cards. *abraça* Meu sonho seria resenhar a série, mas nem me arrisco. Sou muito arregona em algumas séries, porque tem um pessoal mto cri cri cri, embora não me importe tanto com isso – se me importasse, nem cutucaria TVD em que a galera é hardcore. Mas a coisa é tão boa que prefiro me fazer de cega.

    Tipo GoT que passa a ser ruim para quem é fã demais e leu todos os livros. Amo tbm, mas jamais faria resenha. Igual Homeland, que me sentiria uma hipócrita por manjar pouco desse norte político. Acho que me dou bem com teens kkkkkkkkkkkkkkk.

    Mas fico toda doida me imaginando fazendo perfil psicológico do Francis kkkkkkkkkkkkkkkk apesar que me divertiria toda. E amo a Claire. Ela é muito Deusa, gente! <3 Não vejo a hora de voltar.

    Farei esse esquema com TO e com TVD. Ver qual é a boa e, dependendo, canto Let it Go. Mas me conhecendo, uma vez que começo não paro ahahahahahha

    Beijoss sua linda! <3