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03/maio

Essa é a primeira vez, depois de muito tempo, que resenho um episódio que condiz ao que The Vampire Diaries um dia foi. Isso, considerando a timeline até o season finale da S3. Não lembro se cheguei a comentar por aqui em algum momento – já disse que confundo o que digo do que escrevo –, mas a S4 e a S5 não passaram de uma ilusão. Daquela péssima, desagradável e incoerente. Depois de muito resmungar, de muito criticar, chego aqui liberta. Livre de um estorvo.

 

Digo isso em âmbito geral, pois o que aconteceu esta semana foi estarrecedor. Fazia tempo que não via um episódio de qualidade total, se sustentando no que interessa. Com algumas reviravoltas das quais não contava, por estar acostumada a essa miragem, a sobrevida da série, talvez, tenha chegado. Lamentavelmente muito tarde, pois TVD precisa agora é de uma boa conclusão e não de um reboot.

 

TVD se tornou uma experiência “traumática” e se esquecer de tudo que já aconteceu é o mesmo que viver como Elena Gilbert vampira: alheia e em constante negação. Jamais me limitei a isso, como vocês bem sabem ao ler cada resenha. Tento ser o mais sincera possível. Há poucas semanas de mais um fim de temporada, tivemos tarde demais o gosto do que a série costumava ser. Triste.

 

Dois pontos foram relevantes esta semana: o freak show da Lily e a bendita cura.

 

Antes de chegar lá, preciso dizer que ri alto das cenas iniciais com relação às despedidas de solteiro de Jo e de Ric. Gente, que vontade-de-apertar-esse-povo! Quando ele é subitamente sequestrado, acreditei firme no Let it Go. Afinal, nada é perfeito em Mystic Falls e essa ideia de casamento está muito boa para ser verdade. É fato que o casal tem sido relevante só por ser o gatilho que fez Elena pensar na humanidade. Agora que a cura entrou em ação, não resta nada aos dois a não ser brincar de casinha.

 

Pensar que um ou o outro, ou os dois, morrerá/ão, é algo que estou conformada. Claro que não quero que isso aconteça, ainda mais quando penso no “drama” que foi trazer o teacher de volta. Mas, com o previsto comeback do Kai, duvido que um estrago não seja feito.

 

A festividade me fez feliz e percebi que fiquei até triste. O clima de series finale me pegou de jeito e não sabia que me importava tanto com esse negócio chamado TVD. Não passo da tia chata que destrói o coração das crianças, sei disso, mas só pensei no fim finalizado agora. E é muito estranho por ter muita, mas muita decepção envolvida.

 

O clima dos 3 primeiros anos de TVD estava neste episódio, com aquele gostinho que acho que meio mundo sentia falta: o de amizade. Os meninos e as meninas celebraram algo comum e isso fez meu coração bater forte em saudosismo. Fiquei jogada com a cena Magic Mike da Jo, bem como da baladinha um tanto quanto respeitosa dedicada ao Ric. Melhor que isso foi ver Stefan e Damon juntos – depois de mil anos – por alguns segundinhos, prestigiando a única pessoa da cidade que, provavelmente, contará com um final feliz. Bateu uma forte nostalgia. Ainda mais por relembrar o quanto essas festinhas uniam os personagens e davam palco para ação. Foi lindo!

 

Agora, vamos ao que interessa.

 

Lily Salvatore em: quem mexeu no meu queijo, digo, nos meus 6 Kai

 

Se matarem essa mulher no season finale será uma tremenda burrada. Fim.

 

Lily Salvatore. Que mulher! Se fiquei espantada com sua transformação no episódio passado, esta semana a Mama Salvatore me fez pirar. A dualidade dela se manteve firme e forte, bem como a sombra do imprevisível. Sabemos o que ela quer, mas o que acontecerá quando finalmente conseguir? Como venho dizendo, a personagem quer a tal família, mas para que fim? Só para brincar de casinha como Jo e Ric? Usurpar a mansão Salvatore e tingi-la de branco? Duvido!

 

A personagem se manteve irredutível e impregnou a trama de medo. Manteve a imprevisibilidade dos seus planos e criou uma ótima atmosfera de tensão. Ela ainda transmite desconfiança e gosto disso. Kai foi a melhor coisa que aconteceu nesta temporada, mas Lily Salvatore não está tão longe, já que nos deu motivos para ter expectativa sobre o que acontecerá no fim da S6.

 

Quando é para elogiar, elogio, então aqui vai: Lily contou com uma ótima caracterização. Ela tem personalidade, justamente por causa dessa briga interna sobre quem foi e quem é. Um embate meramente emocional. A madame não se tornou ripper porque quis, como também não perdeu as estribeiras porque Deus mandou. Aqui temos uma personagem transformada pelas circunstâncias.

 

Não que isso seja uma novidade em TVD, pois temos uma bagagem de personagens que mudaram com o que vivenciaram. Stefan e Damon são os maiores exemplos. No caso de Lily, suas medidas visaram sobrevivência. O vazio passou a ser seu problema principal, o que a faz correr para suprimi-lo com amor e carinho. O bacana é que ela não perdeu os ares maternais, o que ainda a faz carismática e ao mesmo tempo perigosa. Vide tratamento com Enzo e Stefan. Isso a torna uma pessoa que confiamos desconfiando, pois, de certa forma, há humanidade ali, algo direcionado aos 6 Kai. Mesmo quando libera o lado ripper, Mama Salvatore ainda pesa os seus atos.

 

Com um tique nervoso e uma fala firme, Lily se revelou aterrorizadora. Kai com um sorriso dá arrepios e Klaus nos fazia correr com apenas um altear de sobrancelhas. Os vilões de TVD são minimalistas em gestos e não saem do eixo sem um belo motivo. Mama Salvatore manteve a elegância e, claro, o lado maternal enquanto confrontava sua sede. Ela teve compostura ao estilhaçar o coração de Stefan, afirmando que ama os 6 Kai e não os filhos. Não foi preciso gritar e nem inventar algo como forma de chantagem. Essa compassividade e essa certeza do que quer e do quanto sabe se defender, aumentam a ansiedade sobre as próximas jogadas da personagem.

 

As cenas entre Lily e Stefan me destruíram. A confortabilidade dela em dizer que não ama os filhos foi demais para minha saúde. Por um lado, até entendo esse posicionamento, porque o Papa Salvatore não foi santo. Não sei se chegarão a abordar esse ponto da vida da Mama, acharia bem válido, mas já deu para sentir o drama quando a personagem pontuou o quanto sofreu, o quanto foi fraca em viver com um marido abusivo, terminando em um sanatório. Ao menos, essa é a missa que tem sido entoada desde a 1ª aparição dela, então, vamos encarar como a mais pura verdade.

 

O que pega é essa falta de amor pelos filhos. Uma suposta ausência de sentimento que, mesmo assim, não a torna capaz de matá-los. Foi chocante quando ela pensa em se matar por não aguentar suas emoções esparramadas por serem um sinal de fraqueza. Ela só endurece na companhia dos 6 Kai e essa abstinência a tem deixado desequilibrada. Daí, entramos nessa dualidade maravilhosa: ao mesmo tempo em que a personagem estava disposta a ser uma assassina – atacando Bonnie –, ela emanava o sentimentalismo que ainda vive dentro dela – não matando Jo.

 

Há sentimento nela sim, o problema é que ter companhia se tornou um vício. Uma necessidade que a tira da lembrança da sua versão anterior ao lado do marido e dos filhos.

 

A questão é que essa senhora não quer se permitir, pois colocou sua vida dependente de outra família. Isso foge da storyline dos Originais, pois Lily amou os filhos, sofreu horrores e terminou por renegá-los para manter seu bem-estar. Ela ainda é maternal, o dilema é que esse lado sempre é direcionado para outras pessoas. Daí, temos Esther de exemplo, que destruiu os filhos, roubando a humanidade deles, e o casamento. A diferença: sentir e ser humano prevalece acima do vampirismo na vida dos Salvatore. O que há são válvulas de escape.

 

Quem destruiu Stefan e Damon foi Katherine. Quem destruiu Lily foi Giuseppe. A destruição foi meramente por amor, um sentimento sempre substituído por algo/alguém. Os Salvatore se tornaram melhores perto da Elena. Lily se tornou melhor com os 6 Kai. Em nenhum momento os 3 focaram em vingança eterna (salvo Damon e sua promessa de atazanar Stefan até morrer), como os Mikaelson, pois foram sabotados pelas circunstâncias. O vilão não morava no mesmo lar, como bem aconteceu com Esther e Cia.

 

No fim, os Salvatore duelam por afetividade enquanto os Originais duelam com todas as péssimas emoções do ser humano (ganância, inveja, recalque, cegueira, falsidade… Querem mesmo que continue?).

 

Essa dissociação emocional é o maior problema de Lily. Ao contrário de Kai que é desequilibrado de nascença, ela tem uma carência profunda que começou com o homem que um dia amou. Não há como comedir a crueldade e o descaso dessa parte da vida dela, sabemos que as coisas não foram fáceis naquela época, mas o impasse é essa neura em suprir o abandono. Não é à toa que a Mama afirmou que Stefan não sabe o que é solidão.

 

Sendo bem sincera, acho que nem ela sabe o que é solidão por nunca ter lidado diretamente. Acredito no discurso, porque a Mama foi basicamente abandonada na vala. O vampirismo meio que caiu como uma luva, mas não apagou a dor. Porém, a dor que aciona o lado ripper é o símbolo da negação dela.

 

No mínimo, essa senhora nem chegou a enfrentar o passado, encontrando na sede por sangue um meio de ficar alheia ao que realmente a deixa angustiada. Com os sentimentos à flor da pele, ela ataca. O meio para preencher o que lhe falta, algo que acontece desde o episódio passado.

 

O esquema é: como os Salvatore dosarão essas duas facetas, trabalhando a humanidade da humanidade dessa senhora, para trazê-la de volta ao senso “normal”?

 

Stefan Salvatore em: saindo das férias coletivas

 

Finalmente Stefan parou de ser encosto de porta. Estava bem difícil suportá-lo junto com Caroline por causa dessa falta do que fazer. Não simplesmente isso, mas da falta de se meter em algo relevante. Esse cidadão estava apagado e foi o fim vê-lo ser mero coadjuvante desde que Damon retornou. Demorou, pessoal, mas esse Salvatore voltou a ser o Cruzeiro por motivos justos.

 

Adorei o posicionamento dele diante de Lily, os argumentos e as verdades jogados na face dela. Foi uma delícia saber/relembrar da aflição que é controlar a fome por sangue quando o lado ripper está ativado. Gargalhei quando ele agradece pelo gene estripador herdado da Mama, bem aquela reclamação de “mãe, você poderia me dar qualquer coisa, mas logo isso?”.

 

O espaço na trama fez o personagem dar o melhor de si. Sério, parecia até que Stefan estava com as emoções desligadas ao dialogar com a mãe. Ele estava frio, calculista, travando as emoções para não deixar Lily lhe escapar entre os dedos. Esse distanciamento foi precioso, pois deu oportunidade para que os sentimentos reais de toda aquela situação aflorassem com intensidade.

 

Fazia tempo que não via Stefan ser Stefan, algo que aconteceu neste episódio. Estou feliz e triste, porque o estorvo que move a trama voltou a cair aos pés dele. Foi difícil rever a tristeza típica nas feições desse Salvatore, especialmente quando essa senhora só faltou cuspir na face dele. Meu coração se partiu ao vê-lo tão triste, com as nuances do velho e bom Stefan Salvatore, melancólico, angustiado e solitário. Foi de chorar vê-lo dizer que faria Lily reconhecê-lo como filho de novo, se iludindo com um possível recomeço. Doeu mais ainda quando a Mama cutucou os pontos frágeis desse moço, porque não deixam de ser verdades amargas. Que sofrimento!

 

Mais triste que tudo foi ver Stefan tendo o coração partido pela primeira mulher que amou. Mãe é mãe, né? Mesmo assim, o personagem não desistiu da redenção dessa senhora. É isso que ele faz. Ele a quer de volta, uma boa meta para o futuro (S7) e acho que será uma história interessante.

 

Logicamente que Damon não lidaria com essa situação com prestatividade, pois, como foi pontuado por Stefan, Lily seria capturada e colocada em uma jaula pra começo de conversa. Na primeira chance, o brother mais velho botaria a Mama para dormir, fatos reais. Já que mencionei esse meliante, foi muito bom ver Defan em ação. Os poucos minutos deles contra a ripper foram precious!

 

Como comentei há algumas resenhas, TVD precisará explorar os irmãos com excelência para mais uma temporada sobreviver. Afinal, Defan deixou de ser a artéria da série por causa de romance.

 

Repito também que será a maior burrice a eliminação de Lily, porque ela será o gancho para criar possíveis storylines. Há muita coisa sobre os Salvatore que não foi contada. Isso, no âmbito familiar. Por mais que não tenha nenhuma fé na S7, que precisa sim ser a final, a ideia de ter Damon e Stefan agindo juntos, no cerne de tudo, me conforta.

 

Inclusive, S7 tem que mudar de nome: The Salvatores.

 

Elena Gilbert em: ressuscitando o melhor de The Vampire Diaries.

 

After 84 years, Elena Gilbert voltou a ser humana. Agradeçam pela saída da Nina, só assim para sermos agraciados com um momento que deveria ter acontecido na S4. Achei que jogariam esse momento para o penúltimo episódio desta temporada, mas o timing até que foi conveniente. Elena Gilbert voltou a ser humana e anunciou a libertação de TVD. What a time to be alive!

 

Quando digo libertação, me refiro ao que transcorreu assim que a humanidade a pegou de jeito. Foram nos 10 minutos finais que TVD se libertou junto com sua protagonista que, finalmente, se viu livre dessa bolha de ilusão.

 

O confronto com Lily fez Elena agir como Elena. Vê-la se virando, sem força, sem senso de nada, a não ser os insights para se safar do perigo, me fez surtar. Essa curta ação frisou o quanto Elena vampira nunca foi capaz de nada a não ser correr atrás do Damon. Um salto, uma transição muito esperada na época, que acabou trabalhado, moldado e destruído em nome do romance. Porque deve ser muito difícil escrever bons personagens femininos visando sua evolução e não sua regressão. Santa Gilbert versão sobrenatural foi um fiasco, falhou miseravelmente, e o contraste foi dado quando a versão humana entrou em cena.

 

Elena humana é igual Elena badass, considerando o universo TVD. Em curto espaço de tempo, o retorno da antiga Santa Gilbert trouxe uma diferença danada na trama. A personagem mostrou sua perspicácia, algo que morreu assim que virou vampira. Bem como sua coragem. Sendo bem sincera, essa cena foi a melhor dessa cidadã depois de praticamente 3 anos de letargia. Antes tarde do que nunca.

 

Daí, temos a pergunta-chave deste episódio: ser sobrenatural muda uma pessoa?

 

Sim. Elena Gilbert provou isso. Seu pré-julgamento e sua sagacidade voltaram assim que a cura fez efeito. Detalhes da sua personalidade que Damon Salvatore nunca conseguiu combater. Justamente porque essa moça como humana sempre preservou suas crenças e seus valores. Quando a pessoa é muito certa quanto ao que pensa e ao que quer, meliantes não distorcem isso. No caso, o crush, que a menor chance deu as costas.

 

Elena também foi corrompida. Voltar a ser humana ainda não é o suficiente, pois será preciso uma remodelagem para recuperá-la e honrá-la a tempo do finale. O que acalma é que o senso crítico da personagem retornou, algo suprimido pelo vampirismo. Elena Gilbert humana não é uma porta como Elena Gilbert vampira. Fim do enredo.

 

Quando digo que a ilusão acabou é pelo simples fato de que Elena não será mais otária. Tudo de ruim que aconteceu da S4 até metade da S6 foi culpa dela. Por segundos, achei que esse retorno seria romantizado por causa do crush e das primeiras memórias – as que Ric apagou. Estou tão acostumada a vê-la amar Damon, ao ponto de abolir os erros dele e o que tem de melhor em si mesma, que achei que essa cidadã deixaria, como humana, tudo que viveu com ele, bom e ruim, passar em branco.

 

Não só isso, como o que fez estando ou não com ele. Tem que rolar um shame!

 

Vejam bem: não é anormal vê-la com esse Salvatore. Contudo, por se tratar da versão original, sem vampirismo, se houvesse um novo amém, com direito a casamento e bebês, assistiríamos a descaracterização final da Santa Gilbert. E seria um completo desrespeito. Já aturamos demais a distorção que essa personagem sofreu para se adaptar aos nortes da trama. Chega!

 

É fato que Elena amava Damon antes de se tornar vampira e ainda o ama. Contudo, esse sentimento, até a S3, nunca foi maior que o caráter dela. Ela nunca deixou de falar a própria verdade e sempre se recusou a dar amém aos erros alheios, especialmente os não condizentes ao que acha certo e justo. Vê-la reagir, em nome dos velhos tempos, do jeito típico para cima do crush, me fez soltar fogos.

 

No fim do dia, voltamos ao realismo: Elena jamais manteria o relacionamento com Damon por saber, dentro de si, que ele não mudou.

 

O que aconteceu: os dois voltaram à estaca zero. Se gostam, mas ele precisa melhorar por ela. De-novo! Mesmo com toda a compassividade dele com ela e as tentativas funestas de querer mudar por ela, a versão com humanidade de Elena nunca deixou os erros e defeitos de Damon passarem batidos. Algo que a versão vampira fazia sem pestanejar. A maior prova disso foi o resgate da cena em que ele afirma que ser humano é algo miserável, e lá estava ela rebatendo tudo.

 

Damon aceitar a cura seria um ato de egoísmo. Porque ele só soube entoar que queria ficar com Elena. Mas e as conversas? Sério, os diálogos Delena do último episódio para cá foram pertinentes e valiosos, porque esses dois nunca debateram suas fantasias/desejos pessoais (só sexuais). Se esse Salvatore ingerisse o bagulho, seria outra descaracterização, porque, mesmo que tenha almejado ser humano no passado (algo debatido entre Defan), o ser desse personagem está no vampirismo.

 

Vê-lo enumerar as vantagens de ser vampiro, como arrancar cabeças, foi a prova de que esse cidadão não abriria mão da praticidade sobrenatural pela namorada. Como bem disse Enzo. No fundo, esse Salvatore gosta de estar no controle. Abrir mão do que tem seria o mesmo que se tornar fraco e impotente, e Damon não é fã dessas duas palavras. Tirar essa vantagem seria o mesmo que destruí-lo.

 

Seria uma reprise do que aconteceu com Elena: o forçariam a ser o que não é.

 

O que vi nesses 10 minutos finais foi o resgate de uma personagem que, literalmente, morreu e matou a essência de TVD. Por isso não confio tanto na S7, porque ela é o alicerce da história.

 

Por mais que tenha muito a ser trabalhado em curto espaço de tempo, vê-la humana de novo confortou meu coração. O que desejo agora é que Elena se volte para si e relembre todas as burradas que cometeu – como usar maconha para relembrar do crush morto. Quero que se lembre das atitudes vergonhosas, que reflita, como Caroline deve estar fazendo.

 

Os outros plots

 

Matt precisa sair de Mystic Falls urgente. Plec já disse que jamais o mataria, mas vê-lo sofrer desse jeito, enumerando os amigos assassinos, dando aquele conselho arrebatador para o Ric, foi minha ruína.

 

E menino Tyler? Pelo menos, ele voltou ao senso de que ser policial era o mesmo que ativar a maldição. A briga dele com Matt me fez lembrar da S2, na mansão Lockwood, palco em que o gene lobito entrou em ação. Saudade!

 

Que-agonia-dos-furos-de-mordida! Juro que pensei: quem é o viciado em drogas? Não me perguntem como cheguei a esse insight, porque foi a primeira coisa que se passou na minha cabeça. Quando vi de quem se tratava, dei saltinhos de alegria. E sambei quando Kai anunciou seu retorno com 6 clones seus. Esse cidadão está mais desvairado, deu para sentir naquela risada deliciosa, e tenho certeza que o lado arco-íris do Luke se dissolveu. Afinal, esse maluco se tornou alimento da família da Lily. Praticamente, uma tortura psicológica.

 

Ao contrário de Bonnie que endureceu, aprendendo a não ser capacho (sambou tanto para cima de Lily), Kai virá com tudo para se vingar e não prevejo associação com a Mama. Ele irá direto ao pote (e nos deixará, triste).

 

Quero saber o quanto Lily está devastada. Porque ela frisou e refrisou sua dor tantas vezes que temo pelo estrago em Mystic Falls. Duas bombas atômicas assim de graça? Dificilmente isso acontecerá de novo!

 

Agora quero ver Damon sendo humano. Gente, já morri de rir com a promo!

Stefs
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  • heyrandomgirl

    Você acha que tem toda essa autoridade de chegar aqui e escrever uma bíblia dessas? Você por favor se retrate! u.u hahahahahaha

    Cara, não lembro de nada disso que você citou, porque bloqueei a 4ª/5ª temporada completamente. Hahahahahaha Juro, se eu participar de uma competição agora sobre esses arcos de TVD perco forte, porque não gosto de recordar coisa ruim kkkkkkkkkkkk

    Damon decepcionou forte nesse episódio, continua a decepcionar e decepcionou de novo. Não aguento mais esse cidadão todo mimizento, indeciso, injustiçado no amor, aff! Enough! No final da temporada e ainda conseguiram tempo para destruí-lo um pouco mais. Do egoísta, ele saltou rapidamente para o homem de bem que quer tomar a cura com a namorada. Please! Me irrita quando romantizam o Damon e as atitudes dele, bem como as decisões estúpidas da Elena. Há adolescentes de 15 anos que fazem mil vezes melhor que esses dois, fato.

    Bonnie estava tão bem e deu uma caída nos últimos episódios. Parece que fizeram de propósito já que o brilho tem que ser da Elena até o finale hahahahahaha

    Sobre Stefan: curti pacas quando o Damon estava morto. Só foi o Salvatore perdido voltar que esse cidadão virou encosto de porta. Aff!

    Lily é muito rainha e é a que tem salvado as coisas. Porém, é facilmente ofuscada pelo Kai, mas nem ligo tanto. Ambos são ótimos! Achei que a Bonnie fosse morrer com aquele ataque dela, pôxa vida, foi bem no pescoço, e considerando que ela sempre é a vitimizada por tudo e todos, já estava conformada hahahahahaha.

    Acho que a Plec não fará nada na S7. Não tem mais romance para ela trabalhar e, junto com a Dries, ambas não conseguem criar mitologia, então hahahaahahha

    Matt sente uma raiva tão gostosa e não pode fazer nada, como lidar? Morrer, eu sei que não morre, porque ele é protegido da Plec. Tyler tbm, outro ridiculamente mal aproveitado, apesar que nem sinto toda essa raiva dele não. Só o acho um inútil e ele vem daquele perfil de garoto mauricinho – que não suporto -, mas até aí, quando esse cidadão estava com a Caroline houve uma suavizada. Pena que continuou como sombra e little bitch do Klaus. Mandava para TO. Jackson ia amá-lo como companhia hahahahahaha

    Elena humana era meu sonho de consumo, mas estou bem triste (considerando o episódio da semana passada). Nem me atrevo a falar mais dessa sujeita hahahahahaahha

    Kai como descanso de tela? HAHAHAHAHAHAHAHA BERREI!

    Beijosssssss!