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10/maio

Não sei muito bem o que dizer sobre este episódio de The Vampire Diaries. Embora meus sentimentos estejam bem divididos – por motivos que infelizmente não posso explorar nesta resenha –, até que o conjunto da obra não foi tão terrível. Plec e Cia. podem ter me causado mais raiva que felicidade nos últimos 3 anos, mas se há uma coisa que Stefs aprova no mundo, claro, dependendo do estilo da história, é quando dão cabo no/a protagonista.

 

Está certo que a promo do finale mostrou Santa Gilbert hospitalizada, o que me faz prever um belo coma, so….

 

Antes de comentar esse assunto, este episódio manteve a qualidade do anterior quanto ao suspense e às reviravoltas, dois pontos que conseguiram segurar o interesse. Parecia até que não tinha nada de errado com TVD, pois houve uma ótima dosagem de mistério graças aos ataques surpresas. Senti bastante insegurança, o que trouxe certa ansiedade. Por mais que soubéssemos que Kai já estava entre a turma, o ponto previsível de praxe, como praticamente tudo nesta temporada, sua aparição nos minutos finais foi efetiva.

 

Até mesmo o capote de Matt e de Bonnie, o que me fez temer pela vida dos dois. Independente da série ter perdido seu charme, chegamos naquele ponto em que qualquer um morre e meu psicológico estava automaticamente pronto para receber os golpes.

 

Nada como uma festa para ser cenário de uma tragédia. O clima de casamento carregou a trama com nostalgia. Voltamos a ter àquela sensação de que felicidade não dura em Mystic Falls e ansiamos o momento em que o vilão apareceria de penetra para destruir tudo. Não seria TVD se não houvesse um belo estrago.

 

As festinhas sempre trazem uma atmosfera superlight aos episódios e, dessa vez, não foi diferente. Parecia até que este era o último da temporada – e até adoraria que fosse, pois tudo se encaixou tão bem. Foi ótimo rever Caroline, sendo Caroline, administrando os preparativos e a divisão das tarefas. A personagem esquentou meu coração e me encheu de orgulho como não fazia há muito tempo. Acreditei que ela seria empurrada para os braços de Stefan, o que era muito evidente considerando que ambos se desligaram para se relacionarem, e amei o fato dela tê-lo chutado para se recuperar. Está mais do que certa, Miss Forbes! Só me pergunto o motivo desse milagre, já que Plec e Cia. amam dar barrigada em determinadas coisas só para fazerem o barro acontecer depressa.

 

E a barrigada aconteceu quando Caroline assume que se desligou só porque Stefan não a correspondeu. Algo assim que não queria ouvir, pois faz tanto sentido quanto sangue de vampiro não curar câncer. Só não cutucarei tanto nessa ferida porque Miss Forbes retornou à órbita pelo motivo certo e isso compensa a chateação que me abalou quando a ouvi dizer uma barbaridade dessas. E, outra, ela decidiu ter controle a ter Stefan, e isso me fez feliz. A personagem pode ter feito todas as escolhas erradas, mas, no final de tudo, optou por passar um tempo consigo mesma. E amei isso profundamente! Como já disse por aqui, mulheres podem sim se recuperar sem precisarem do colo do crush, e essa moça fez dessa minha frase uma bandeira. Proud!

 

Considerando que Miss Forbes será o tapa buraco da Elena, nada mais esperto que prolongar a angústia Steroline. Por mais que tenha perdido a simpatia pelos dois, sou muito a favor dessa jogada, justamente porque TVD perdeu o controle dos romances, tornando os relacionamentos tão rápidos quanto fast-food. Ter reticências entre ambos até a próxima season caiu como uma luva. Afinal, precisam consertar a burrada gerada por mais uma pisada no acelerador que fez esses dois se envolverem, do nada (e sentindo nada). Com esse tempo, é capaz que a dupla se recupere do que aconteceu depois do desligamento da humanidade. Ao menos, é o que espero.

 

A conversa Steroline foi muito boa, me deu a lembrança Stelena por causa da troca de opiniões e da qualidade do Salvatore em respeitar decisões femininas. Seria um abuso os dois terminarem com um “eu te amo”, sendo que amor não é fast-food para ser preparado, modelado e entregue tão rápido. Ver Miss Forbes marchando para longe do crush a fez recuperar o respeito. Ela foi honesta, especialmente quanto ao fato de ter ficado offline por um motivo que levemente reconheceu ter sido besta. Para uma pessoa control freak e sempre tão certinha, não exigiria menos que um distanciamento de Stefan. Ela está mais do que certa e saiu com dignidade e louvor.

 

Até porque Caroline é a que mais precisa desse espaço. A personagem se corrompeu. Como ela mesmo disse, saiu do controle. Em partes, culpa do Stefan que testou os limites dela, algo que achei desprezível. Mas, com sentimentos desligados, tudo é permitido, né?

 

O bacana é que em nenhum momento, desde a primeira aparição neste episódio, Caroline colocou Stefan como prioridade. Em atitudes pequenas assim que captamos a diferença dela com Elena, que não hesitaria em stalkear Damon (e essa cidadã costumava colocar os friends acima do crush). Achei digno da parte de Miss Forbes focar naqueles que cresceram junto com ela ao mesmo tempo em que contornava adoravelmente o caminho do boy.

 

Outras partes muito boas deste episódio foi rever os personagens no mesmo cenário. Achei que Tyler ativaria a maldição – quem sabe no finale –, e a treta com a Liv foi desnecessária. Ok que o intuito foi colocar um ponto final no relacionamento dos dois, já que Trevino também cantará Let it Go, mas poderiam ter pulado isso, né? Quando esse cidadão pega para ser babaca, ninguém segura! Como ele mesmo disse, é Lua Cheia, noite em que seu lado idiota está em alta. Não poderia concordar mais, apesar que a presença dele valeu pelas cenas Forwood.

 

O que dizer sobre Matt? Por que, Deus, não o tornaram um caçador? Tive um pequeno grande surto quando ele revelou a malinha com armas e deu um voto de confiança ao que chamamos de bela premonição de Bonnie – e que abriu este episódio lindamente, porque acreditei que fosse real. O que me incomodou nessa união de última hora foi a praticidade feat. burrice que teve aos montes nesta temporada: ambos me descem até o porão dos Salvatore, aonde havia uma louca delirante chamada Lily, sem um maldito plano B. Considerando que o humano levou o sonho da bruxinha a sério, era de se esperar que ela também o levasse. Até porque Miss Bennett estava sem os poderes no pesadelo e isso poderia muito bem ter acontecido ao estar diante da Mama Salvatore.

 

Bonnie me fez revirar os olhos ao ter aparecido no mesmo lugar, duas vezes, quase perdendo a vida em ambas. Assim, ninguém aprendeu, depois de 6 anos, que não se lida com o desconhecido com raciocínio humano? Matt até perdoo – ele é humano, ué –, mas a bruxa? Tão badass nos últimos episódios, disposta a tacar fogo nos amigos e inimigos? Sério, passei mal!

 

Fiquei bem triste por Lily não ter tomado a trama para si de novo. Contudo, o pouco que essa senhora apareceu foi o suficiente para causar tensão. Mesmo com curtas aparições, a personagem honrou sua típica imprevisibilidade. Mais uma vez, Annie nos banha com ótima atuação ao mudar completamente das trevas para a luz. Em 40 minutos, vimos Mama Salvatore toda animalesca, a mudança dos traços faciais beirando ao assustador, e, depois, toda mãezona a espera da família de 6 Kai, saltitante como se estivesse rumo a inauguração do Parque da Mônica. Tudo isso, como se em nenhum momento tivesse passado pelo perrengue forçado pelos filhos. Sensacional!

 

Refletindo: por que será que eu acho que Lily matará Kai? Afinal, ela só quer a bendita família e continuou a resmungar sobre isso. O brilho no olhar dela de expectativa até que foi puro, como se estivesse em um aeroporto esperando alguém especial. A essa altura, não dá para ter um objetivo maior – algo que cobrei desde que Jo falou dos Hereges –, mas se não a matarem, ao menos, será possível que essa senhora salve o dia. Seria awesome!

 

Até porque o gêmeo das trevas está muitíssimo poderoso. Ele deve ter absorvido o poder da turma de Lily e alguém da mesma estirpe precisa derrotá-lo. Agora, se Kai não agiu como esponja dos Hereges, Mama Salvatore terá 6 pilhas Duracell, arma mais eficiente que uma Bonnie, fatos reais.

 

Damon e Stefan em: na festa da boa vizinhança

 

Primeiro, ver o carrinho vermelho do Stefan me fez chorar. Segundo, as cenas Defan foram perfeitas. Só de vê-los juntos, senti um pouquinho de animação com relação a S7, algo que esmoreceu assim que os desdobramentos finais me fizeram ver o que logo comentarei.

 

Damon Salvatore humano. Não tiro nada do que disse na semana passada e repito: essa transformação seria a ruína do personagem. Todas as cenas que Stefan impôs na mente do irmão só me deu certeza disso, pois é exatamente daquela forma que o vejo sem o mojo sobrenatural – mais inseguro, mais invejoso, mais impotente, mais mimizento e mais violento. O vampirismo é o canalizador de todas as angústias desse Salvatore. Só matar/morder alguém que tudo fica ok.

 

Como humano, o que Damon faria? Beber soa como uma solução amena, pois só de pensar sobre uma versão agressiva, como na cena em que ele jogou o copo contra Elena, fico com muito nojo.

 

Um marido alcoólatra abusivo. Isso não é romântico. Nunca. É um homem – que nem deve ser chamado de homem – que muitas mulheres convivem e temem hoje em dia. Muitas não possuem coragem de ir até a delegacia para denunciarem um monstro desses. Especialmente por acreditarem, piamente, que o monstro que as agridem um dia parará e que o amor prevalecerá. Infelizmente, isso acontece por falta de suporte e por falta de coragem em pedir esse suporte. Me deu arrepios só de imaginar Elena Gilbert vivendo assim.

 

Os recortes sobre Damon humano casado com Elena e sem Elena atendeu minhas expectativas. Assim que a brincadeira terminou, cheguei a conclusão imediata de que esse Salvatore terminaria exatamente daquele jeito. Não sei quanto ao alcoolismo, mas acredito piamente que esse cidadão ficaria de saco cheio da rotina e, sem dúvidas, culparia a amada pela monotonia da sua existência. E, claro, a acusaria por tê-lo feito abrir mão do vampirismo.

 

As cenas do relacionamento Delena no futuro também atenderam minhas expectativas. Elena bem-sucedida e Damon um loser. #GirlPower. Até parece que a Santa Gilbert largaria a carreira para esquentar a cama, né? Pelo menos, essa parte da criação de Stefan fez jus à personagem. A imaturidade do Salvatore nesse delírio não foi uma surpresa, mas uma convicção. Não tiraria nada do que foi criado quanto ao não tão happy ending desse casal nas ilusões.

 

No presente, foi bacana Damon cogitar a vida humana por conta própria. Porém, contra fatos não há argumentos, no caso, o vampirismo é tudo que ele é. E romantizar a escolha dele pela cura me deixou muito triste. Nada do que Stefan pontuou, como contas a pagar e a probabilidade do romance acabar, o Salvatore mais velho pensou e foi forçado demais vê-lo ter o momento de luz diante do casal de idosos (fofos demais!) se amando. Esse senhor não estava preparado para essa transição, mas, considerando que é fim de temporada, foi preciso medidas rápidas.

 

Quando Stefan explica a Elena que o brother humano tinha “problemas existenciais”, sempre à procura de algo, pensei no vampirismo que supriu esse buraco. Agora, o outro vício desse Salvatore se chama Santa Gilbert, que amenizou sua existência tristonha. A pessoa que tapou outro buraco na vida dele. Por isso, nada das consequências mostradas nas ilusões fez diferença e lá foi ele pisar na jaca.

 

Quase. Damon chegou perto de fazer isso pelos motivos errados. Simplesmente porque ele pensou na Elena e na vida com ela, e não nele e na vida dele. Não nego que foi romântica a cena Delena na igreja, a última respiração do casal considerando o que aconteceu nos últimos minutos, mas não aceito essa barrigada. Um pontapé que colocou esse Salvatore perto da linha tênue da descaracterização. Imagino que o personagem continuará sendo vampiro na S7, mas, se a Santa Gilbert morrer, teremos a versão da ilusão perambulando por Mystic Falls: bêbada e mimizenta. Só com a sutil diferença de que será possível matar sem correr o risco de ir para a cadeia.

 

E ninguém merece acompanhar uma nova temporada com Damon Salvatore na lama. Não mesmo! Pode ser tão bom quanto ruim, pois sou mil vezes fã da versão sem coração do personagem. Contudo, só a mera ideia de Stefan correndo em círculos para consertá-lo me dá febre.

 

Ah!, ver Stefan chateado sobre perder o irmão para Elena, depois de 6 anos, também me deu febre.

 

Elena Gilbert em: queria estar morta

 

Como disse no começo desta resenha, ainda tenho minhas dúvidas de que Elena morreu, mesmo com a promo do finale. Revi a cena do casamento milhões de vezes e há sim um tranco bem forte no pescoço dela após o ataque do Kai. Contudo, acredito que o impacto de efeito foi na cabeça.

 

Na semana passada, estava meio otimista quanto a Santa Gilbert, embora metade de mim soubesse que em algum momento ela pisaria na jaca. E pisou, bonito. No Twitter, Plec afirmou para uma fã que o fato da personagem ter voltado a ser humana não altera em nada o que ela sente, e a prova viva aconteceu neste episódio. Sabe aquela coisa de Elena humana ser do Stefan e Elena vampira ser do Damon? Até o fim, delete!

 

Nesse quesito, também acho que seria surreal se Elena simplesmente deletasse o Damon da vida dela, considerando que os dois vêm de uma ligação forte. Porém, esperava mais sensatez da personagem. Uma sensatez nível Caroline. Queria ver Elena Gilbert respeitar o que escreveu para sua versão desmemoriada no diário: vá curtir sua vida, criatura. Vê-la, ainda mais agora toda humana, empurrando Stefan rumo a mais um capítulo da sua mesquinharia para cima do Damon, praticamente obrigando o namorado a ser humano para brincarem de casinha, foi a última para a coleção de decepções com relação à escrita voltada para a Santa Gilbert.

 

Elena estava humana e de cabelo liso, sua eterna assinatura em TVD, mas nada disso a honrou. Esse look a representou no passado, mas não ornou dessa vez por ela não ser mais a mesma. No casamento, não a reconheci. Só vi um eco do que a personagem um dia foi. Rolou mais estranheza que saudosismo, porque, mesmo de volta ao eixo, Santa Gilbert decepcionou. Ao invés de refletir sobre a zona que foi sua vida nos últimos 3 anos, lá foi essa cidadã focar no crush. Que dificuldade de matar velhos hábitos, né?

 

Se Caroline teve tempo para pensar, por que Elena também não teve? Ah! Sei bem a resposta…

 

No “fim”, ela continuou dependente de um amor. De quebra, se norteou por uma ideia tão absurda quanto deletar as memórias do crush por não suportar uma perda, sendo que viu várias na vida.

 

Vejam bem: se a personagem escolhesse Damon definitivamente (eles meio que terminaram na semana passada), e ela trouxesse como ideia a tentativa de ambos viverem juntos na brincadeira de humana namora vampiro, para no futuro ele se tornar humano, soaria mil vezes melhor. Foi medonha a barrigada para cima do Stefan e a forçada para convencer o crush de que ser humano é a 8ª maravilha do mundo. Queria estar entre Steroline para tirar sarro disso, porque mereceu.

 

E, na boa, foi muito conveniente soltar toda a reflexão sobre as vantagens de ser humano e de ter um happy ending nas costas do Damon. Elena nem pensou em todo o contexto dessa decisão, já que estava bitolada em fazer seu desejo uma realidade. Essa moça fez o que fez neste episódio por querer uma vida humana perfeita com o boy. Só! Soa justo, mas foi como se não houvesse outra forma de ser feliz e de ter uma vida perfeita com alguém que se ama muito. Além disso, Santa Gilbert nem ponderou sobre o quanto essa mudança afetaria seu Salvatore.

 

Quando a incoerência ataca a tempo do adeus: Elena passou anos afirmando que estava bem com o vampirismo. Neste episódio, ela meteu a louca ao afirmar para Caroline que queria voltar a ser humana desde que transitou. Acredito que esse desejo tenha encalhado dentro dela, claro, mas essa moça só respirou o ar do Damon nos últimos 3 anos e nunca declarou 100% o quanto é chato ser vampira. Muito pelo contrário, Santa Gilbert afirmou mil vezes o quanto a transição era uma beleza.

 

Quando a incoerência ataca a tempo do adeus²: Elena repetiu trilhões de vezes que aceita Damon como é. Daí, meio que o força a se curar, porque, no mundo dela, ser humano, de repente, é mil vezes melhor. Ok que tinha a preocupação dela envelhecer e ele não, compreensível. Porém, depois de tanto “eu te amo como você é”, qual foi dessa atitude que terminou de deixar a personagem ainda mais incoerente? Ela realmente regrediu a esse ponto, botando pressão para Damon se transformar sendo que claramente o crush não estava preparado?

 

Volto no que disse: conveniente demais só fazer um lado refletir sobre isso. Afinal, é uma decisão que não se faz em 24 horas. Cá temos outro efeito da saída da Nina (que está causando um prejuízo danado).

 

Mesmo infeliz com esse auê, tenho que admitir que a “exigência” da Elena teve um lado bom. Damon nunca respeitou as escolhas dela, sempre a pressionou, e foi demais vê-lo provar do veneno.

 

Pior que tudo isso que comentei acima foi vê-la desesperada, bebendo, pesando na do ex para ter um happy ending. Atitudes que não combinam com a Elena humana. Plec pode dizer que o regresso da personagem ao que era antes não deleta o amor pelo Damon, ok, mas tenho certeza que isso não destrói caráter e inteligência. Santa Gilbert parecia sem as memórias de novo, porque não saiu da nave da Xuxa. E isso me deixou decepcionada, porque ela fechou muito bem o episódio passado.

 

Sim, sou totalmente a favor da morte da Elena. Considerando tudo que aconteceu em TVD, essa mudança brusca causada em grande parte pelo fanservice, nada mais sensato que cortar a protagonista. Até porque, seria insuportável terminar a temporada com ela viva, o que obrigaria Nina a fazer aparições, sendo que está mais do que evidente que essa porta foi fechada. Não dá para viver de nostalgia, comeback e revival.

 

Se o foco da S7 é Defan, Elena não será mais necessária. Para que viver? Para o povo floodar com má educação as redes sociais da Dobrev? Por favor, que a façam dormir ou viajar eternamente.

 

Metade dos fãs só lamentou a possível morte de Elena por causa do romance. E isso é ridículo! Ela sempre foi muito mais que isso. TVD sempre foi muito mais que isso. Depois deste episódio, só vi tweets de “acabou TVD porque acabou shipper X”. What? Se fosse assim, já teria largado do doce faz tempo. A verdade é que chegamos aqui para ver uma personagem ser lembrada como a garota que esquentou a cama de fulano, sendo que deveria ser lembrada pelo caráter. Plec e Cia., podem entrar no hall do shame, porque só pensam assim por causa de vocês.

 

Elena Gilbert nunca foi um objeto, mas terminou como um objeto. Ela não terá a chance de se recuperar como heroína, algo que queria muito. A personagem morreu há muito tempo e este episódio foi apenas o golpe fatal. Vê-la, em seus últimos dias na série, empurrando um happy ending e desesperada em ser mais amada em vez de ser mais ela, foi um soco na cara. De fato, terminaram com a saga da heroína que deixou de ser heroína (desde a S3).

 

Nos últimos 3 anos, assistimos a morte gradativa de Elena Gilbert. Por pensar assim, o tombo dela não me chocou nem um pouco. Há muito tempo essa personagem está falecida para mim. Mataram a essência, a caracterização e a personalidade dela. Neste episódio, mataram a humana. Isso é mais frustrante que a morte propriamente dita.

 

Finalizando

 

A melhor coisa deste episódio foi os últimos minutos. Ver Kai se materializando, tocando o terror, me fez dar um pulo de alegria. O conjunto da obra foi estarrecedor.

 

A perda da Jo doeu tanto. Mesmo que não tenha simpatizado com ela (na verdade, sempre a vi como estepe para dar movimento ao Ric, já que ele passou 21 episódios sem fazer algo útil), não esperava tanta crueldade. Matá-la, ok, uma ideia aceitável em TVD, mas e os bebês? Nossa, fiquei arrasada, embora já soubesse – como bem falei na semana passada – que esse happy ending do teacher estava muito bom para ser verdade. Chorosa estou!

 

E chegamos à reta final. Não faço a menor ideia do que esperar. Só me resta passar essa semana em negação para chorar horrores com a despedida da Elena que, aparentemente, promete ser um golpe baixo. Resgatar as primeiras temporadas? Não estou preparada!

Stefs
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