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03/jul

Como combinado, eis a resenha do 2º episódio de Teen Wolf. Bem que poderiam liberar a 1ª parte da temporada também, né? Seria lindo ter a companhia dessa série todos os dias. <3

 

Este episódio foi tão bom quanto o anterior e abriu um leque para muitas coisas ao investir no mistério desta temporada. Corvos, corrente elétrica, chuva, visões noturnas reais/irreais e amnésia pertencem ao modo de operação dos novos vilões. Ao contrário do 5×01, que nos incitou com pequenos fragmentos influentes da S5, este veio para solidificar a história. Houve muita informação por meio de dois vieses: Tracy e Theo.

 

Como de costume, os primeiros minutos de um episódio de TW foram meio que decisórios. Por meio de Tracy conhecemos um pouco mais dos sinistros inimigos desta temporada: os Dread Doctors. Inclusive, se confirmou de que o sono de geral será afetado por causa deles. Um ponto que norteou a nova personagem com extrema facilidade para dar um abraço nesses cidadãos.

 

O momento de Tracy foi assim… Inexplicável! E nojento! Vale até um novo elogio para a edição de imagem e de som que, até aqui, estão espetaculares. Amando o efeito slow motion que intensifica o impacto – como a do vômito – ou as emoções de determinadas cenas – como Scott iniciando seu primeiro dia de aula. Essa personagem parece que assumirá a nova dor de cabeça em Beacon Hills, já que está inclusa na rotina do Lobito. É preciso remover os empecilhos, certo?

 

A cena do armário foi a melhor do episódio. O realismo dela foi de arrepiar!

 

O mesmo vale para o retrospecto que indicou que Tracy já estava contaminada pelos Doctors. No vidro, a máscara querendo ocupar o rosto me fez lembrar dos Berserkers – Scott teve um momento transformação. Vilões sobrenaturais que foram humanos antes me impactam demais, um ponto a ser trabalhado nesta temporada, por causa do peso psicológico. Até onde li, há pessoas reais por detrás daquelas máscaras. O drama é que esses inimigos ficarão na penumbra por mais de 1 season.

 

Ou seja, possivelmente não teremos todas as respostas na S5.

 

Pelo visto, o plot da Tracy é a causa do surto futuro de Lydia. E sinto que Parrish se envolverá, só assim para explicar as manifestações de poder dele mais adiante. O policial não pode revelar seus instintos sobrenaturais se não estiver na ação. Unir esses 3 foi uma bela sacada.

 

O mesmo vale para o arco do Theo que uniu Stiles e Liam, uma parceria inusitada. A princípio achei que não daria certo, pois menino Stilinski nunca escondeu sua relutância sobre o filho mais novo de Scott. Porém, o resultado ficou awesome, me rachei de tanto rir. Gargalhei quando o Beta me capota dentro do buraco, gente! Sensacional! Tem como deixá-los como dupla, assim, para sempre?

 

Theo será responsável por um subplot que ainda não está muito claro. De novo, não sei o que pensar dele e não consigo ainda levá-lo a sério por ser o Cody. Como o intuito é segurar a história dos Doctors a temporada toda, ele será o mistério que, provavelmente, norteará a S5A.

 

Gente, sério, as expressões de falsiane de Theo foram impagáveis. Ainda bem que o pouco que foi dado sobre a história dele gerou suspense o bastante para incitar a curiosidade. O que esse cidadão fez para dominar os pais? Ou os não pais? Houve questionamentos sobre isso (Stiles!) e vê-los cogitados nos minutos finais do episódio me deixou passada.

 

O único ponto positivo que tiro desse viés é o peso psicológico, o ponto-chave desta temporada. Junto com Tracy, Theo elevou a atmosfera paranoica e a vigilância constante. De um lado, a novata entregou seu medo noturno. Do outro, o novato amarrou com o suspense que rebateu em seu caráter de falsiane – e atacando a mente da sua suposta família.

 

Ambos já se tornaram interesses efetivos numa trama que mal começou. Isso deu aval ao ar de mistério que se entremeou na rotina dos personagens principais. Já gosto muito disso, fatos reais!

 

Vamos falar do menino Stiles

 

A paranoia de Stiles, que estava no auge neste episódio, foi turbinada. Comentei na resenha anterior – e na temporada anterior – que ainda espero algum resquício de Nogitsune nele, e acho que já posso aumentar um pouco as minhas expectativas. O que foi o surto para cima do Scott? Juro, me identifiquei pacas com o “você confia em todo mundo”. Nunca vi uma pessoa dar tanto o benefício da dúvida para geral – sou meio desconfiada e tento trabalhar isso com frequência – como o Lobito.

 

Isso não é apenas um ponto de preocupação, sendo que é evidente que o tema desta temporada poderá afetar Stiles de novas maneiras inimagináveis. O episódio foi incisivo ao nos mostrar como será o trajeto das pessoas até os Doctors – distúrbio do sono. A tal parassonia, lindamente justificada neste episódio, é um fio invisível, um pingo de surrealidade que entregará quem for de bandeja para os vilões. Tracy sinalizou reações totalmente associáveis a esse personagem.

 

Não só a ele, como nos outros. Os Dread Doctors podem estar na penumbra, mas possuem uma agulha de impacto para cada personagem. Kira tem problemas com eletricidade. Stiles deve ter algum distúrbio do sono escondido dentro dele. Lydia tem os pressentimentos de Banshee que a norteiam para lugares e, mais tarde, não a permitem lembrar com exatidão como se locomovera. Quem prevalece como o pote de ouro é Scott, aparentemente não afetável.

 

De verdade: nunca acreditei que Stiles está 100% bem. Na S4, houve sinais de que um distúrbio do sono ainda o incomodava, o que pode ter intensificado sua vigilância.

 

Agora, com todo esse chororô de encerramento escolar, duvido muito que o personagem comente alguma coisa com o melhor amigo. Scott já demonstrou dificuldade em associar o surto dele ao que aconteceu no passado, e admito que quis morrer com isso. Afinal, o menino Stilinski se transformou em outra pessoa ao ser possuído na S3. Tudo começou com pequenos tiques nervosos.

 

Scott sempre dorme no ponto, nunca vi.

 

Na S4, Stiles tentava se recuperar desse trauma, especialmente por ter custado Allison. Considerando que ele é neurótico e ansioso, dar a ele o distúrbio de parassonia soa óbvio. O emocional dele o condena, já aflorado antes mesmo das aulas começarem.

 

Acho que seria inaceitável se o primeiro capote não for dado nele, verdade seja dita. Até porque, destruindo essa amizade, o pilar de sustento se quebra. A última vez que Scott e ele ficaram separados, só deu em nhaca.

 

Theo tem grande participação no aflorar desses sentimentos, por ter provocado algo no passado que Stiles não fez questão de esquecer. Só consigo pensar em bullying, sinceramente. O mais tenso é que o personagem realmente se entregou as suas suspeitas, não baixou a cabeça só porque o novato estava prestando uma tal homenagem a irmã, e pressinto que não haverá pausa nessa investigação.

 

Acho que é possível esperar novos surtos desse jovem.

 

Será um sofrimento ver Stiles lidar com suas emoções, mas, sinceramente, quero vê-lo abraçar o dark side. Ele tem uma ferida ainda aberta e isso pode garantir ao Dylan mais um ano de bela atuação. Por enquanto, fico feliz com o sarcasmo e quero o novo mural de investigação dele.

 

Os outros plots

 

Tombei com o teste de direção da Malia. Enquanto o dilema em busca da mãe não chega, ela tem representado a parte cômica junto com Stiles e Liam. Deu para notar que a personagem terá relances do passado como 100% coiote no decorrer da sua rotina. Acho que será muito bacana, porque não sabemos de nada da vivência dela na floresta. Estou curiosa e espero que invistam. Pode ser um caminho para trazer a Desert Wolf para o centro da bagunça… Vai saber!

 

Gostei também do interesse de Scott pelo futuro, embora já saibamos que essa empolgação será temporária. Aprovei a ideia dele ser médico veterinário, consigo visualizar isso perfeitamente, mas nosso Lobito tem lá suas responsabilidades sobrenaturais, algo exposto no debate com Deaton.

 

Fico aliviada só de pensar que Liam não ficará a ver navios nesta temporada. Ao menos, não por enquanto. Esse instinto esquentadinho dele dará trabalho, mas não é o que o fará interessante. É o fato dele ser Beta, algo que Theo, aparentemente, está de olho. Só lobos desse nível podem roubar os poderes de Scott, certo? Certo! Há dois que podem fazer isso agora.

 

Vale uma menção ao Mason que merecia mais espaço na trama para brincar de ser o único humano na companhia de Stiles. Surtei muito com o interesse dele em entender o que aconteceu na temporada passada e da expressão de empolgação ao descobrir que o BFF é lobisomem. Sério, esse jovem merece mais espaço, porém, já tem muito personagem em cena.

 

Papa Stilinski sem aliança? É meu OTP vindo aí?

 

Não menos importante: aprendemos um pouco mais sobre as garras dos lobisomens alterados em laboratório. Uma mensagem de que alguém quer quebrar as regras sobrenaturais. De novo, teremos que aguentar firme, pois rostos não serão revelados tão cedo. Nem dá para pensar no Peter dessa vez porque ele está barrado no que, provavelmente, será o palco da grande ação: a Eichen House.

 

Cadê as teorias?

Stefs
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