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13/ago

Então que chegamos ao nada dramático summer finale de Pretty Little Liars. Não foi tão maravilhoso quanto o esperado, mas foi até que bom. A narrativa de CeCe pode ter dado certo, mas a promessa de choradeira, de choque e de absolvição para quem viria a ser Charles não vieram à tona. Este episódio se salvou por causa de momentos bons, no caso, os flashbacks, e a falha maior foi condensar informações cruciais em 40 minutos. Detalhe que só ampliou a sensação de vazio.

 

A ABC Family poderia ter dado mais um tempinho de crédito para o summer finale, pois se tratava de um momento importante. O correr e contar, que ficou nas mãos de uma só personagem, afetaram o compasso da trama e abriram espaço para os furos na narrativa (que Marlene chama de questionamentos). Só há uma coisa que não deu errado: o episódio respondeu a sinopse. Ou quase, pois a morte de Jessica continua a ser uma incógnita largada no meio do trajeto.

 

Houve alguns pontos satisfatórios e vários pontos esquisitos. Pergunto-me até agora o que diabos aconteceu, pois os episódios anteriores desta temporada foram muito bons. Este afundou tudo o que Marlene e Cia. construíram com relação aos mistérios de Charles e dos DiLaurentis desde o início da S6. Temos mais um final agridoce com um gosto maior de frustração.

 

No decorrer da S6, Marlene finalmente acertou a mão ao responder tópicos desimportantes depressa e ao impor mistério enquanto mexia com o psicológico das meninas. Neste episódio, tudo parou, mas não foi em um bom compasso. A começar pela tentativa de inovar o storytelling da série nos minutos da prorrogação, rendendo piadismo. Não era preciso toda aquela maquinaria que deixou CeCe igual ao Zordon dos Power Rangers, por exemplo.

 

O midseason finale também não precisava daqueles minutos iniciais. Há momentos válidos para investir no cliffhanger antes da trama propriamente dita desenrolar, mas, nesse caso, aniquilou a expectativa. Os primeiros passos da resolução já estavam muito bem engatados na semana passada, só precisava de uma continuidade, não de um preview de A em seu mentiroso suicídio.

 

Essa ideia nada genial negativou os efeitos impactantes, o Q a mais, que o final possivelmente teria, rendendo a rápida despedida das Liars e o salto temporal. Uma coisa em cima da outra, firmando que o tempo do summer finale não foi bem administrado.

 

A narrativa de CeCe foi envolvente, intrigante, provocou um raciocínio que nos obrigou a reviver certos momentos da série, mas faltou a sofrência típica, a tortura psicológica, o drama. Investiram em um repeteco do 4×24 que foi sem graça e cheio de buracos. A diferença agora foi o appeal das respostas que enriqueceu e calou a monotonia.

 

A história de A colocou a qualidade do midseason finale na corda bamba e isso não tem nada a ver com as informações dadas. Os flashbacks enriqueceram o episódio, sempre foram as melhores coisas de PLL, mas a tentativa de empurrar CeCe como vítima foi ridículo. Como perdoá-la depois de quase 6 anos de traumas causados nas personagens principais? Não tem o menor cabimento.

 

As motivações dela foram dignas de revirar de olhos. Amor pela Ali? Raiva das Liars supostamente felizes pela morte da Rainha da Maldade? Cadê a real razão de ter continuado o jogo? Só o vício? Desculpem, mas vício não explica crueldade. E a crueldade de CeCe não foi esclarecida. Ela é claramente dissimulada, afetada emocionalmente por ter sido renegada e traída, mas só vi uma versão manipuladora um pouco mais inteligente que Ali. Nada mais.

 

Por essas e outras que não consegui me compadecer pelas Liars e sei que não é problema de atuação. Até Spencer achei a deusa das lágrimas de crocodilo. Sério, não engoli, nem a solidariedade no quase salto de CeCe.

 

Por isso digo que o summer finale foi fraco – sem convencimento, sem uma motivação que gerasse a visualização de que A não podia viver sem uma camisa de força. CeCe estava muito lívida para quem passou por todos aqueles perrengues para ficar perto da família. Vale até dizer que sarcasmo não é maldade, e isso funcionou só para proteger a fragilidade de Charlotte DiLaurentis.

 

Charlinho is Flawless

 

As cenas do menino Charlinho renderam o tal tom de tristeza que Marlene prometeu. Confesso que fiquei sem chão quando ele coloca a bebê Ali na banheira para acalmá-la e não para matá-la. O fato de Kenneth ter chutado o filho, sem pensar duas vezes, especialmente por desgostar do menino se trajando de menina, é um tipo de impacto que pode sim mudar a visão de mundo de uma criança. Nesse quesito, essa desculpa que colocou A no Radley foi válida e pertinente.

 

Charles passou por uma onda de injustiças que é fácil perdoar por se tratar de um ser humano que, por mais besta que soe, não pediu para nascer. Ele foi vítima, muito novo, de uma treta familiar.

 

Foi uma fofura vê-lo com roupas de menina, todo charmosinho. Aproveito e dou os parabéns para quem fez a teoria de que ele teria sido tratado como uma garotinha pela Jessica. Não foi necessariamente assim, mas a ideia bate. Inclusive, o ator escolhido tem muito os traços da Vanessa, até os dentinhos, uma escalação maravilhosa e que foi convincente. Fincou com êxito a transição de gênero. Ambos faziam até as mesmas expressões, gente!

 

Sobre a transição de gênero: Charles virou Charlotte por ser algo intrínseco ao personagem desde cedo e que calhou como uma forma dele/dela ficar mais perto da família. Houve uma união de identidades. Não sei de onde tiraram que CeCe é maluca por ser trans. O que a desequilibrou com o passar dos anos foi não ter o amor da família. Além disso, ter sido enganada por anos. É uma história que teve um viés dramático. Nem toda mudança é feliz. Nem tudo são flores como a storyline da Emily.

 

Todo mundo anda habituado a erguer o dedo sem pensar. É uma narrativa. Nenhum escritor é obrigado a criar histórias felizes o tempo todo. Na vida, há muitas perspectivas e pontos de vista. Fico bem cansada com essas críticas sem o menor cabimento.

 

CeCe, Charlotte, is A

 

Um ponto feliz: meu pedido de que A fosse uma mulher foi atendido. Apesar dos pesares, gostei de ter sido CeCe. Ela era um dos poucos personagens coerentes para representar esse papel. Porém, poderia ter gostado mais, pois senti falta da vilanização.

 

Tudo bem, Marlene deixou avisado que o background de Charles seria de chorar, foi sim, mas não era exatamente disso que a trama precisava. Acredito que todo mundo queria um/a fucking awesome A, que saísse de cena como qualquer bom vilão de filme de terror.

 

Vejam bem: por mais que não tenha curtido tanto a revelação de Mona (peguei spoiler e minha experiência foi destruída), os minutos desse episódio deixaram várias pulgas atrás da orelha. Algo que não aconteceu nesse summer finale, só 5 anos depois (e foi muito WTF?).

 

A revelação de CeCe era algo que intimamente esperava. Nunca me saiu da cabeça que ela era parente da Ali. Nunca me saiu da cabeça a teoria das gêmeas – embora não tenha sido propriamente usada. Nunca me saiu da cabeça aquela fotografia cortada, que estava pregada no quarto aprisionado da Rainha da Maldade no Radley. Nunca me saiu da cabeça aqueles vestidinhos amarelos iguais, acenando para o 1×01, um figurino tão marcante que voltou a ser a razão de tudo.

 

Meu cérebro entrou em parafuso várias vezes com a narrativa da CeCe. No fim, ela estava o tempo todo sambando na nossa cara, especificamente na S3, pagando de parceira de Ali, xeretando a casa de Ezra, brincando de Red Coat. O diz que me disse de PLL desviou o caminho e, no fim, se mostrou efetivo. Afinal, a Rainha da Maldade despachou a irmã sem saber, confiou nela, não abrindo brecha para duvidarmos tanto do seu caráter. Um passe no “A” Team ok, mas não A.

 

O ponto negativo: não deu para temer CeCe. Foram quase 6 anos de espera por essa faceta que se revelou até que muito equilibrada para quem atormentou e quase matou as Liars (e que matou várias vezes). Esperava mais dessa vilanização. Não tenho do que reclamar da atuação da Vanessa, ela estava maravilhosa e levou o finale nas costas, mas sua personagem não provocou nada, só alguns momentos de risos e uns sustos de leve. Charlotte só foi ótima em esclarecer o prometido.

 

Repito: CeCe teve motivos fracos para tanta maldade, especialmente na transição da 5ª para a 6ª temporada, período que A estava mais descarada e mais impiedosa. Mais ousada. Vanessa mostrou que sua personagem não é ajuizada, maravilha, mas o problema foram as razões que, talvez, deveriam ser mais escabrosas. Isso, pensando na fase Charlotte. Seus motivos a enfraqueceram como vilã. O amor obsessivo era algo já escancarado, precisava de mais. E faltou. Muito.

 

Talvez, me sinta assim por gostar de vilões sem redenção. Por isso, esperava que A fosse o supra-sumo dos inimigos. Que estremeceria em um fim crucial. Atacar por amor? Ok, vivemos em um mundo que realmente mata por causa desse sentimento, mas humanizar CeCe quando há o capítulo Dollhouse é o mesmo que pedir para acontecer de novo – e irá, como vimos no 5 anos depois.O mais triste foi o amolecer das Liars. Não tinha motivo para todas berrarem para CeCe não pular. É como dar amém a qualquer tipo de agressão. Como se, ah! ok, o passado justifica os meios.

 

E isso não me deixou feliz. Nem um pouco.

 

Faltou uma justificativa capaz de dividir ainda mais as opiniões sobre essa personagem. Faltou a última marca profunda do A game.

 

Sobre as respostas

 

Citarei as que mais me incomodaram (mas acho que acabei por citar todas hahaha):

 

A blusa amarela: “Bethany roubou minhas roupas”. Basta você ser loira e usar algo amarelo para morrer. Aonde entra a visão de Jason? Ok que era a visão bêbada do DiLaurentis, mas algo não me desceu nessa parte da narrativa e parece que ainda há um buraco nesse acontecimento. Faltam personagens que desfilavam nessa noite – Melissa e Spencer. Duvido que A não as tenha visto.

 

CeCe e Ali: aonde entra o momento que Ali começou a ser wannabe CeCe, ao ponto de sacanear todo mundo? De novo, pareceu que a Rainha da Maldade não tinha um passado. Isso invalida qualquer mimimi sobre essa relação, pois ambas se uniram para sabotar os outros.

 

Sara é Red Coat e Black Widow: que morte terrível! Duas incógnitas, que enlouqueceram geral, dadas para uma menina que chegou ontem em Rosewood. E, venham cá, de onde veio esse desejo de se unir à CeCe sendo que não conhecia as Liars? Pior, proteger Emily?

 

Se A foi uma decepção para alguns, só consigo imaginar o que foi ver Sara sendo essas duas. Essa jovem fedia, como todas as namoradas de Emily, mas não precisava forçar a amizade. Ficou muito nonsense, tão quanto a ordem de explodir o Radley. A pista dizia que A só tinha um/a ajudante e poderia ser qualquer personagem. Até o Lucas! Pior que isso só os carões para tentar ser vilã. Terrível e decepcionante. Só valeu pela melhor cena da Emily em 6 anos: o soco maravilhoso!

 

O tenso é que Sara volta. Ela precisa justificar os motivos de ser Red Coat e o que fazia na mesma noite que Ali “morreu”. Marlene confirmou a presença dela na 6B e já estou de cara amarrada.

 

Bethany matou Marion: Marlene fez o auê no Twitter para explicar o furo que não é furo, mas é furo sim. Ela é geminiana e não admitirá o erro (sou assim também). Foi uma sacada tão estúpida quanto Sara ser dois personagens cruciais para a história de PLL. Contra o 4×01 não há argumentos e essa cena foi claramente um tapa buraco só para eliminar essa dúvida. E deu muito errado, né?

 

Mesmo que não tivesse esse deslize de storyline, Bethany matar mama Cavanaugh foi forçado de qualquer maneira. E o motivo? Só para encenar com menino Charlinho? Eles não eram amigos?

 

Mona matou Bethany: e por que a Melissa disse que a enterrou? Aonde entra Spencer nessa mesma noite, alucinada, caçando alguém com uma bendita pá? De novo, aonde estava CeCe e sua roupa amarela? Sara e sua roupa amarela? Todo mundo de roupa amarela? Capaz que até eu estava lá com minha blusa amarela e nem lembro.

 

Morte da Jessica: Marlene, pare de dizer mentiras.

 

Wilden: os fãs não perdem uma e até onde li a utilidade dele para Jessica é tão incoerente quanto Bethany ter matado Marion. Ele era criança, salvo engano, naquela época. Ser policial nessa idade não rola, né? Já me basta a mentira do Toby, pois oficiais formados têm lá seus 23 anos para cima. Bastam acompanhar séries desse gênero. São muitos anos na Academia e há quem vá servir no exército antes. Quantos anos menino Cavanaugh teria agora? E Lorenzo, muito mais velho que Ali.

 

Não serei tão chata: as respostas foram satisfatórias se pensarmos na sinopse. Aproveito até para elogiar o trabalho de social media e de marketing de PLL que esquentaram as turbinas para o midseason finale. Liberar as pistas foi bacana, mas um tanto quanto irritante. Só duas foram realmente boas, mas deu para ir acalmando as expectativas e dar espaço para a sensação de dever cumprido.Deu para sentir que Marlene realmente quis dar as respostas ao ponto de tomar muito cuidado em amarrar todas com a storyline da CeCe. Só que falhou em vários aspectos. Ela tentou calar os questionamentos e a mão na roda foi o salto no tempo – a razão da sensação de vazio.

 

5 anos depois…

 

O salto no tempo soava ser a coisa mais linda do mundo, mas se revelou pertinente para zerar a storyline das Liars e dar um jeito de começar tudo de novo sem olhar para trás. Literalmente, esquecer que todos os personagens, todas as pontas soltas, ou qualquer outra brecha que não envolva CeCe nunca mais sejam mencionadas. A foi revelada e respondeu o que interessava. Fim!

 

Agora, chegou a hora do reboot e não gosto disso, mesmo ciente de que os anos anteriores de PLL não serão esquecidos. O que me deixa tensa é centralizar Ali de novo na problemática. Acreditem: muitas coisas mudam em 5 anos e voltar para uma cidade que só deu dor de cabeça é uma delas. Porém, deu a entender que mais dos traumas das meninas serão trabalhados e já amei isso.

 

Mas chorei! Vê-las com um novo visual (Troian maravilhosa, por favor!) fez meu coração bater na garganta. Marlene gosta mesmo de filme de terror para fazer um reboot na própria série e não consigo nem imaginar o quanto isso será efetivo. A promo não mostrou muito quanto ao suspense, mas deixou um gosto saudosista por parte das meninas.

 

Temos um B (ele que, depois de CeCe, pode ser uma ela de novo) na jogada e mesmo com essa migalha não consigo ver futuro para PLL. Um bom, que consiga superar ou se equiparar a dramática maquinada por menina Charlinha.

 

Chego aqui com a sensação de que tudo foi uma mentira. Igual ao que senti no 4×24 em que não acreditei em absolutamente nada. De novo, muito simples sentar e contar algo, sem outra testemunha. Não vamos nos esquecer que PLL sempre será a série mais mentirosa de todas.

 

Concluindo

 

A resolução ficou a desejar, mas foi emocionante à sua maneira. Como disse na semana passada, me sinto uma mãezona por ver essas meninas crescerem e sinto maior orgulho de vê-las finalmente livres (ou quase) e contentes de partirem rumo aos seus sonhos. Chorei que nem uma boboca, querendo dar montinho em todas. O summer finale veio com gosto de series finale, com certeza.

 

E aí, pessoal? Gostaram de CeCe como A? Ficaram satisfeitos com as respostas? Nos vemos no ano que vem para mais um arco fresquinho das nossas Liars. Obrigada a todos que leram e comentaram!

 

PS: quando Sara lacra as meninas no cérebro de A, Marlene perdeu uma grande chance de usar uma das Liars. Tenho certeza que seria o golpe baixo mais digno da história da série.

 

PS²: vale um comentário sobre as mães no porão dos DiLaurentis. As piadas online foram ótimas!

Stefs
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  • Ai, concordo com você em vários pontos. Os furos foram grandes, acho que foi tudo meio corrido e mal explicado, mas não gostei de Cece ser -A. Eu esperei tanto por essa revelação, foi a primeira vez que assisti um episódio sem legenda mesmo, na hora do lançamento, porque não me aguentava de curiosidade. E foi decepcionante. Esperava algo grandioso, um(a) -A que me fizesse olhar com outros olhos para algum personagem que já tivesse visto na série. Eu acho Cece tão frágil pra ser -A, que pra ficar bom, no mínimo, eles deviam ter colocado motivos melhores, mais maldade e loucura nela, como você mencionou. Só hoje me motivei pra assistir o episódio legendado e não fez muita diferença, achei que realmente caiu de qualidade em relação ao que a série vinha apresentando e simplesmente não me convenceu.

    P.S.1: As liars nunca descobrem nada sozinhas, na real. -A deixou que elas descobrissem sua identidade, tando Cece quando Mona, e isso me cansa um pouco porque queria elas mais espertas em alguns momentos.

    P.S.2: Será que o "ele" que está atrás da Ali no futuro pode ser a pessoa que matou a mamãe Dilaurentis?

  • Hey, Sha, tudo bem? Desculpa a demora em responder seu comentário, mas aqui estou eu. <3

    Achei o finale muito corrido também. Espremeram tanta informação e isso afetou a profundidade da descoberta, a causa e, claro, a coerência. Assisti sem legenda tbm e até que aceitei CeCe, mas só pelo fato dela sempre ter estado no meio das meninas. Mas faltou appeal. Não impactou daquele jeito de deixar qualquer pessoa com raiva – porque é impossível não sentir raiva de A considerando tudo que foi feito contra as meninas.

    Achei que isso era uma problema só meu, mas essa facilidade de desculpar foi muito sem noção também. Não pior que humanizar o grande vilão de PLL.

    Ver as Liars paradas assistindo tudo acontecer foi realmente uó. Aquela sala toda foi uó hahahahahahah

    Espero que o "ele" seja muito "ele" mesmo para fazer as Liars retornarem para Rosewood a fim de protegerem Ali pela milésima vez. Sei que eu não voltaria, nem a pau, ainda mais se conseguisse tocar minha vida dentro dos conformes. Possivelmente, essa pessoa deve ter matado Jessica e, no mínimo, deve ter ficado de tocaia por 5 anos para mudar o jogo.

    Muitas coisas serão diferentes na S6B e não sei o que pensar sobre isso ahahahaha

    Beijos, sua linda, e obrigada pelo comentário! <3

  • Eu me senti exatamente como você! Episódio sem sal…motivos fracos. …e a sara nao devia nem ter entrado na série. …

  • Sim. .. a propósito. ..eu me senti mau com aquele lance do incesto da cece…tipo…foi pesado…ate que ponto ela foi pra ser A…:-(

  • Olha…eu nao consegui sentir emoção no episódio. ..e nem medo…o A que nos foi mostrado na série tinha uma figura masculina. ..tanto altura e porte….sei que sao outros atores…mais fazia parte do contexto…e outra ..o A fazia coisas terríveis….e na finale cece disse agir por amor….o A qur nos foi mostrado agiu por ódio. ..vingança. …oa motivos foram fracos….furos demais no episódio. ..nao teve emoção. ..história fraca….e a sara??? Nossa…aquilo foi o fim…ela so apareceu em dez episódios. …e foi forçado basicamente. ..eu tinha raiva das cenas dela…ela parecia uma enjoada fresca…e no fim…marlene faz um episódio desse…episodio sem noção. …sem sal…sem graça alguma. Eu queria ter.sentido emoção. ..queria ter saído dali e ter me sentido como se os cinco anos que eu vi a série tivessem valido a pena…mais me senti mau…enganada…e muuuuuuuuuuuuuuuuuito triste…porque eu esperei muito dessa finale….eu criei expectativas…e achava que esse episódio ia fazer toda espera…e todo o marketing valer a pena. ..mais nao fez….vou deixar de assistir. ..pois nao vejo mais salvação na série. …ta encaminhando pra ser igual a lost…tipo o final que nunca houve da caverna do dragao….elas estavam pagando seus pecados hahahahaha…e eu nao quero ver isso…pra mim a marlene teve a chance de lacrar e dar uma final diguina…e fazer todo mundo vibrar….mais ela preferiu nao rever suas histórias. …e se perdeu no seu próprio enredo…e fingiu que nada aconteceu. ..bem…acho que acabou por aqui. Obrigada pelo seu post!! Eu ameiiiii…me ajudou a conpreeder bastante coisa…e agora eu me.sinto um pouco melhor! :'* bye!

  • Eu me senti exatamente como você! Episódio sem sal…motivos fracos. …e a sara nao devia nem ter entrado na série. …

    • Hey Nanda, tudo bem? É tão bom saber que não estou sozinha com esse monte de sentimentos divididos. Concordo com você sobre o vilão fraco. A fez tudo por vingança e por discórdia, não apenas por amor as suas bonecas. O fato de terem humanizado o grande inimigo botou tudo a perder e um pouco da esperança de que essa bagunça seja explicada estará na S6. Até porque o plot da Sara será resolvido lá.

      CeCe teve um bom encaixe. Foi coerente, mas falharam na explicação. Ficou mto a desejar e não deu para temê-la. Foi impossível visualizá-la cometendo todas aquelas coisas. Acho que foi mais chateador que frustrante esse finale.

      E pegar o Jason foi pesado, né? Esse viés só teria calhado se CeCe realmente fosse uma ótima vilã. Nem nojo consegui sentir sabe? Ficou tudo tão bleh! HAHAHAHAHHA

      Só não largo PLL agora por questões de honra. Não consigo abandonar o que comecei por mais ruim que esteja hahahaha

      Obrigada pela visita e pelo comentário, sua linda!

      Beijoss!