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11/out

Por mais que este episódio tenha sido lentíssimo e tenha dado quase nada de informação, a mensagem por detrás dele adiantou um pouco como possivelmente as coisas seguirão a partir de agora. O que fazer quando se tem um propósito? Como essa sensação de propósito nos aflige? Como ele é despertado e abraçado? O que fazer quando sentimos que podemos ser extraordinários? Os monólogos do Suresh são minhas coisas favoritas em Heroes. Sempre cheios de significado, dando uma prévia do que os heróis terão que decidir para salvar o dia.

 

Neste caso, o futuro.

 

Esse gosto de ser extraordinário começou com Tommy. Ele fez o que fez para salvar a mãe e agora será perseguido. Pergunto-me se há uma forma mais modernizada para barrar os poderes dos EVOs, pois o personagem precisa usar o seu para fugir com Emily. Cadê Brad nessas horas?

 

Tommy mostrou um novo viés do quanto os EVOs são controlados nesse século 21 fictício, em que o sangue também não pode ser doado por aí. Apenas afirmando que ser evoluído é sinônimo de ser uma praga. Não posso com essas coisas.

 

Uma ideia que perpassou na mente de Joanne que mostrou o quanto é imbatível e irredutível no seu plano de vingança. Quando penso em limites, mais essa mulher os quebra com tremenda frieza.

 

Como comentei na semana passada, matutei como ela possivelmente reagiria ao saber que Luke é um EVO e não me surpreendi quando a arma foi parar no canto da cabeça dele. Na verdade, fiquei até chocada, pois a personagem não sente absolutamente nada. Nem hesita. Não sei o que seria da minha pessoa caso Joanne matasse o marido. Que relacionamento mais dissimulado, sério.

 

Uma pena que Heroes Reborn tem curta duração, pois amaria saber como aconteceu essa transformação. Sei que a causa foi o filho, mas como ambos simplesmente decidiram cometer assassinatos? Como Joanne abraçou matar EVOs como seu propósito – razão que a faz perigosa?

 

Só sei que se ela chegasse perto do Renautas, capaz que desse cabo nos EVOs entorpecidos por bel-prazer. Por isso não a acho uma vilã. Ela representa as pessoas com sede de justiça e se a justiça não acontece, nada como usar as próprias mãos. Essas são as mais aterrorizantes porque não têm limites.

 

Luke me deixou com o coração na mão – mesmo ciente de que ele não merece nem um pingo de perdão. Quando ele se indaga sobre o EVO que Joanne matou na caruda, fui pro chão. Vê-lo mais consciente – acho que ele sempre foi, na verdade – do que faz, tem tudo para acarretar uma mudança e me pergunto como isso acontecerá. Deu a entender que o personagem será importante para a trama e até acho que a responsabilidade do 13/06 lhe pertence. Afinal, estava quente e absorver o Sol, ainda mais quando não se tem controle, é um cenário batata para desastre.

 

Por enquanto, Luke não é muita coisa na trama, mas pode ser tudo quando as coisas em Reborn realmente esquentarem – o que já demorou, diga-se de passagem. O interessante é que o poder dele é interligado à natureza, um ponto de semelhança com Malina que domina os elementos.

 

Posso até ter achado os personagens atuais fracos e com poderes meio bleh, mas este episódio já mostrou um pouquinho da importância da natureza nessa nova briga. Malina não tem controle e exige treinamento. Luke a mesma coisa. Dois EVOs que podem gerar catástrofes. Agora, só resta saber como os outros e seus poderes casarão em uma mesma zona de conflito.

 

No caso, dona Miko que está completamente fora do cerne da trama. Ok que ela entrará no Renautas atrás do pai e acredito que mais nuances dessa tenebrosa tramoia serão reveladas (e Noah está dentro do prédio!). A personagem afirmou que esse senhor desconhecido também tinha poder, como de um videogame, e espero que essa habilidade inusitada realmente tenha algum propósito.

 

Por mais que Ren e ela tenham acrescentado vários nada, muito me identifiquei com o momento fangirl de geral ao ver Miko. Nossa, ri demais das reações.

Enquanto o bicho não esquenta para todos, quem continua na briga é Noah e Quentin. Ambos fizeram o favor de destacar Taylor e o óbvio aconteceu: a moça mudou de time. Isso é muito bom, pois a personagem é a única que sabe como funciona o Renautas por fora. Se os heróis querem combater essa máquina, nada como dominar cada parte do prédio para tocar o terror.

 

Doeu demais a cena da Molly e jamais esperei um suicídio. Pensei que ela teria mais importância, especialmente por saber o que realmente aconteceu no dia da explosão. Além de tombar, a personagem levou a causa da morte da Claire consigo. Como viver?

 

O tenso é que o que houve com Claire possivelmente fará Noah despirocar. Por qual motivo ele não voltaria para auxiliar os EVOs? Caramba, Molly!

Este episódio deixou nas entrelinhas o fascínio de Noah pela pesquisa. A maneira como ele olhou para Francis, com direito a mencionar Sylar, me deixou um pouco preocupada. Capaz que o que Molly levou em seu leito de morte o faria retomar os velhos hábitos. A única pessoa que realmente o controlou foi Claire e, uma vez sem a filha, o que o impediria de voltar a ser o cara que um dia odiamos?

 

Isso me fez temer ainda mais essa grande lacuna que afasta Noah ao que de fato aconteceu. Tornou-se muito preocupante. O bacana é que ele tem dois aliados agora que podem muito bem deixá-lo no eixo. Afinal, do time humano, papa Bennet é o único que manja da situação para salvar o futuro. Meu medo é que ele não salve porcaria nenhuma e faça parceria com a Erica.

 

E o que dizer sobre essa mulher? Detestável como na semana passada. Um Noah de saia, vetando Taylor de saber o que realmente acontece nos confins do Renautas. Vi muito dos Bennet nela e achei formidável Noah resgatar que os pais sempre protegem os filhos da verdade. Uma pulguinha efetiva que fez Taylor mudar de time sem pestanejar e deixar Erica furiosa.

 

No meio de todos esses acontecimentos, outra mensagem se revelou: o quanto os humanos não veem o EVOs como humanos. Erica só quer abundância e os vê como uma ameaça à raça humana. A desculpa dada foi o intuito de usar os evoluídos para acabar com todos os males do mundo, um pensamento incoerente quando se aplica o mal para beneficiar apenas um lado da moeda.

 

Noah foi magnífico em frisar que todos são humanos, e de fato são. Só com uma pitadinha a mais de sucesso. Queria beijar a enfermeira que ajudou Tommy a fugir. Melhor pessoa.

 

Agora, o babado esquentou. Tommy é a criança que Erica quer? Ter um Protetor agora se encaixa e a constante vigilância da mãe também.

 

E o que Dearing fará com Jose e o padre? O que Malina tem de tão influente? O destino está nas mãos dela e aí? O que que se aproxima e nenhum EVO pode saber?

 

A treta foi instalada com o resgate da Phoebe. Como ela se transformou, gente! Pobre do Quentin quando vê-la. Quem não assistiu Dark Matters, corre para conhecê-la.

 

Acelera essa aurora boreal!

Stefs
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