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19/nov

Amo mesmo quando focam nos meus amados avulsos, mas, ao mesmo tempo, fico de cara porque não dão a eles storylines tão pertinentes quanto dos personagens principais. Otis voltou ao posto de Little Miss Gossip e nos contará tudo sobre Chili e Jimmy. Herrmann continua sendo Herrmann e Mouch mostrou um lado dele que, definitivamente, o tornaria oficialmente meu pai – de fanboy para fangirl, o gene está bem ali, óh. Quem contou com algo interessante foi Cruz, que não só ganhou a extensão de uma experiência antiga como parece ser interesse do Patterson.

 

Enquanto esse quarteto debatia quem era nobre o bastante para ir ao show do Rush, Severide tomou toda a bronca do episódio. Riddle não deu tanto o ar da graça, mas deixou o recado em seus poucos minutos de cena: eliminar os líderes do 51º. O personagem é tão forte que, mesmo ausente, regou o episódio de paranoia. Uma força que ninguém sabe de onde vem, mas que é capaz de destruir tudo sem a menor explicação. É assim que esse senhor age. Esse ser maligno quer sangue mesmo.

 

Riddle bateu na mesma tecla: mudar a equipe. Tirando os líderes, nada mais sobra que um time facilmente manipulável. Expulsando Boden, Severide, Casey e Dawson, os demais não têm para onde fugir, a não ser se transferir para outro Batalhão – o que não é tão simples. Sem contar que o 51º tem toda uma história e dificilmente alguém das antigas abriria mão de workar ali.

 

O desafio emocional ficou nas mãos de Patterson que permanece como duplo agente, mas claramente não sabe para que time jogar. Por enquanto, ele paga de querer ser bom líder e obviamente que só acredita quem é otário. Quando ele parece que obedecerá Riddle, lá está ele todo abalado por algum ato de bondade do Boden. O problema dele é meramente o ego, o que o faz ser aquele tipo insuportável de pessoa que só quer mostrar serviço – isso, com base em um livro de instrução. Um modo de operação que esse personagem deixou claro como favorável. Nada como humilhar Severide com dicas das quais não se lida depois de formado.

 

Patterson deixa de segurar a onda quando vê que não é a estrela do show. Por isso o amor pelas câmeras. Algo que Severide ainda é, independente de não estar no posto de comando. Isso é o bastante para enlouquecer esse personagem que ouviu de Boden e de Casey o quanto o ex-Tenente é ótimo. Esse cidadão é aquele funcionário que detesta o estagiário e quer demiti-lo de qualquer jeito porque sabe que aquela pessoa abaixo dele trabalha mil vezes melhor e faz tudo com maestria.

 

Um detalhe que tem acontecido bastante nos chamados. Eles têm sido mais pertinentes para mostrar o quanto o time bom, especialmente Severide que tem se destacado cada vez mais na ação. Tudo por causa do sabote contínuo de Patterson que, para piorar, culminou uma suspensão de leve. Esse Tenente falsiane tem o mesmo gênio do Riddle, querendo empurrar seu estilo de trabalho para geral, sendo que assumir essa profissão é claramente muito mais que usar a mangueira (opa!).

 

De novo, voltamos àquela necessidade de interpelar o profissional com o pessoal e sabemos que a turma do 51º não atua assim. Uma vez que Severide fica de folga, o ponteiro dessa treta parará, muito provavelmente, em Dawson e Casey. Os dois não podem ficar em paz por muito tempo e espero que lidem com Riddle juntos. Vejam bem, Dawsey apareceu lindo e fofinho esta semana, não poderia concordar mais com Gabby sobre os dois vivenciarem um pouco do antes quanto ao relacionamento deles. É óbvio que nem ela e nem ele estão uma maravilha emocional.

 

Dawson até que parecia bem neste episódio, mas penso que só basta cutucá-la para tirá-la do sério. Ela ainda está sensível, o que barra Casey de voltar ao assunto bebê. Ambos estão fragilizados mais do que aparentam e facilmente são as pontas mais fracas do Batalhão. Claro que derrubá-los pode não ser tão simples quanto parece, o casal sabe ser uma muralha quando deve ser, mas, como disse na semana passada, Riddle joga com fraquezas. Dawsey possui uma que vale por dezenas.

 

Uma fraqueza que me deixou meio desconfiada com relação ao que houve com Boden. Aquela moça Serena fedeu assim que congelou na soleira do meu casal lindo. Fedeu mais ao deixar telefone. Fedeu mais ainda ao “se trancar do lado de fora”. Louca ou não, não parei um só segundo de pensar que isso foi outra armadilha do Riddle. Ele está mesmo focado em mudar aquele Batalhão, o empecilho da sua carreira, e jogar sujo faz parte do pacote. Chief não largaria do osso. Só com algo pessoalmente muito baixo, fora do Batalhão, para deixá-lo de molho.

 

Vamos pensar assim: todas as vezes que o 51º é ameaçado, há uma luz no final do túnel e geral se salva. Se Riddle está ciente disso, fato é que se for para tirar aqueles que o incomodam será preciso encontrar motivos que não tenham nada a ver com a rotina profissional. O que aconteceu com Boden é digno de um escândalo, pois ele serve Chicago e “agrediu” uma mulher. No caso de Severide, mais um pouco ele quebraria Patterson, motivo forte que o queimaria para sempre.

 

Tá, parei de inventar teoria. Seria muito fácil Riddle provocar esses danos (mas ainda acho que foi, me iluminem!).

 

Agora, temos dois personagens cruciais fora do Batalhão (ou quase) e só de pensar que Dawsey terá que segurar a onda, como um bom pai e uma boa mãe, tenho calafrios. Só prevejo grandes danos simplesmente porque Dawson e Casey são muito influentes também e cuspiram na cara do Riddle. Ambos propagam comportamentos, no geral, arredios com intrusos. Quero acreditar que não será fácil passar por esses dois, mas uma cutucadinha de leve parece o bastante para capotá-los.

 

O interessante dessa influencia de Riddle e da dualidade de Patterson neste episódio, é que deu a entender que parte desses efeitos colaterais cairão no colo de Cruz. Não sei, amigos, mas fiquei com a singela impressão de que o Tenente-Fake quer recrutá-lo. Não vi sentido no envolvimento com o problema pessoal justamente desse bombeiro que, coincidentemente, foi promovido no Esquadrão. Nada como moldar um “novo” funcionário ao seu reflexo, ainda mais o ingênuo de todos.

 

Ok que Cruz é leal demais com relação ao Severide, mas uma coisa que sempre foi clara no Batalhão é que ninguém ali hesita em crescer profissionalmente. Herrmann foi até o fim para conseguir uma nova posição, o mesmo Gabby e até Otis que agarrou o volante e tão cedo o abandonará. Para essa suposta nova escolha do Patterson, nada melhor que ser solidário com o mais suscetível, aquele que se acha um zero à esquerda. É uma baita oportunidade, mas quero acreditar que o rei da Zumba não cairá no charme daquele que fez questão de acabar com a raça do seu boss.

 

Independente disso, Cruz tem o problema do Freddie e isso me cheira Voight como tudo em Chicago. Apesar que, quando o menino foi embora, senti despedida no ar. Estou feliz por terem colocado o rei da Zumba dentro de uma problemática até que decente. É repetitiva, mas não deixa de ser pertinente por causa da realidade desse personagem.

 

Concluindo

 

O episódio continuou a prolongar o desconforto do Severide e abocanhou Boden sem direito a contradizer o que a mentirosa da Serena provocou. Os acontecimentos da semana foram mais divertidos que tensos, ri pra caramba dos comportamentos do Mouch. Foi uma breve calmaria para um Riddle que, não sei vocês, vai sentar naquela cadeira enquanto o verdadeiro Chief não for liberado pela polícia. Socorro.

 

E, fato, demoraram até demais para sabotarem Boden e Donna.

 

PS: então que lá no Distrito, Bunny sumiu. E aqui foi Maddox e Jamie, é? Cadê?

Stefs
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