Menu:
25/jan

O novo ciclo de Pretty Little Liars continua preso em introduções/apresentações. A diferença deste episódio para o anterior é que, dessa vez, houve um teste quanto ao desempenho das Liars diante do impacto da morte de Charlotte. Traquinagens que só têm se insinuado – mas sabemos muito bem de quem é essa obra que conta, por enquanto, com pinceladas leves nesse quadro ainda não tão dramático.

 

A trama continuou a soltar migalhas e aproveitou o clima morno para introduzir os novos namorados das Liars. Somado a isso, e sem conflito aparente, deram um pouco mais dos cinco anos antes do quarteto e não sei o que pensar. Quero imagens!

 

Primeiro: sobre Spencer e Caleb. O quanto isso é estranho? Aprendi a ser muito de boa com shipper, sempre sou a favor de trocas, especialmente em PLL, mas esse “casal” em específico finalmente bugou meu cérebro. O chamego de ambos, um com o outro, chega a ser um pouco ofensivo, pois só consigo pensar em como Hanna se sentirá. Se rolará aquela sensação de trairagem entre amigas.

 

Tudo bem que Spencer e Caleb estão livres e desimpedidos, e Hanna tem Jordan, mas é fácil prever uma mágoa. Sem contar que Hastings costumava ser fura olho e vê-la flertando com o ex de uma BFF chega a ser cômico com um misto de vontade de chorar. Sério, não sei o que pensar.

 

Jordan e Liam são lindos de doer o coração. Fico até chateada de pensar que a presença deles será temporária. Hanna parece tão bem com o noivo ao ponto de me fazer esquecer que um dia houve Haleb. Só não digo o mesmo de Aria que, depois deste episódio, me deixou encasquetada sobre o que fez nos últimos cinco anos. Claramente, essa Liar está emocionalmente estragada, pois é evidente a falta de ligação com o novo namorado e até mesmo com as amigas.

 

Uma falta de conexão que destacou Emily e fiquei bolada. Isso é inédito, porque não ligo para essa Liar desde a S3. Ela empacou no mais do mesmo e vê-la cinco anos depois com a possibilidade de ter uma storyline que não tem nada a ver com uma namorada é um milagre. E conquistou minha atenção. Afinal, está aí uma personagem que parece que não deixou o ensino médio. Continua igual!

 

PLL-6x12---Emily

Emily me deixou curiosa na hora da consulta. Uma consulta que denuncia um tratamento. Um tratamento que é constante. Uma constância para uma pessoa que se interligou a um Instituto que busca a cura para várias doenças. Durante o exame de sangue, cogitei câncer, como Sabrina, o que me deixou arrasada sem ter confirmação. Não é porque essa moça não é minha favorita que não sentiria o drama. Cogitar esse viés congelou meu coração, de verdade.

 

Pensando na trama e no tanto que Emily deixou de contribuir para PLL, inventar uma doença preocupante pode cair como uma luva. Sem contar que reafirmaria o pretexto da série em ser finalizada na S7 – algo que só acredito vendo. Estou com a Lucy sobre querer um fim trágico para as meninas. Elas ficaram por muito tempo na redoma sendo que tiveram várias oportunidades até de morrer. Se querem mesmo terminar essa história, é hora de não ter medo de perder uma Liar.

 

Até esse segredinho ser revelado, o desespero dessa personagem enraizou. Nunca pensei que isso aconteceria, mas tenho expectativa quanto a essa storyline e temo quebrar a cara. Emily nunca engatou uma história que prestou, permaneceu fadada aos romances, e sempre irritou por ser muito boca aberta. Detalhes que percebi uma mudança neste episódio, quando as meninas começaram a ver Aria como suspeita pela morte de Charlotte. De todas, Fields estava tranquila e muito mais sensata. Nem parecia aquela menina que acatava tudo que Ali dizia…

 

Por enquanto, penso em Emily com um problema cardíaco – hereditário do pai e que não foi explorado. Isso faria honra ao papa Fields que acabou esquecido em PLL (mas no fundo acho que será alguma infecção).

 

PLL-6x12---Aria

Aria nos holofotes como suspeita é um sonho quase realizado (já disse por aqui que a queria como A ou no “A” Team, e não desisto) e a ameaça para cima de Ezra reforçou que ela tem um lado meio maligno sim. Antes tarde do que nunca, investiram na tentativa de quebrar o quarteto de dentro para fora, algo que CeCe não se deu ao trabalho de fazer com louvor, focando nos namorados e nos pais.

 

Se o/a vilão/ã da vez for mesmo tudo isso que Marlene tem dito, quero acreditar que uma iniciativa como essa seja só o começo. De vítimas para suspeitas, um prato cheio para trazer de volta a paranoia que só Spencer carregou neste episódio. Quero e muito!

 

Além de Aria, Sara continuou como suspeita na companhia de Ezra. Bem típico de PLL elencar culpados e espero que o descarte aconteça com a mesma rapidez que rolou na S6A.

 

Sobre Ezra: deixei de confiar assim que ele foi revelado como um suposto membro do “A” Team.  Não o vejo mais como antes e, no meu íntimo, o personagem deixou de ser o mesmo após ser descoberto pelas Liars. O ex-professor perdeu a ingenuidade no olhar e nos trejeitos. Ravenswood sinalizou de que há um lado negro nele e Nicole deve ter implodido isso de vez.

 

Sem contar que Ezria parece um pesadelo quando estão separados e possuídos pelo dark side.

 

Sendo bem sincera, não me surpreenderia se fosse revelado que Ezra matou Charlotte. Há muito da história dele na época que CeCe perambulava na trama, informações que nunca foram exploradas e respaldadas. E precisa, né?.

 

Só sei que ter Ezra como suspeito é muito melhor que Sara. Tento entender qual é a necessidade dessa personagem e começo a achar que ela tem um link com o passado de Emily pós-Radley.

 

E, gente, como assim ela não pode mover as mãos? Uma deficiência que volta a berrar nova Jenna.

 

Quem me irritou em nome dos velhos tempos foi Ali. Começo a achá-la extremamente desnecessária e trocaria Charlotte por ela, na boa. Enquanto Hanna quase rachou o quarteto, a antiga Rainha da Maldade expôs as garras e resolveu ir contra todas. De novo, não vejo necessidade nisso.

 

Queria entender essa sede de Ali em consertar os DiLaurentis. A família não tem mais apelo. Literalmente, ela precisa batalhar por uma vida nova, pois CeCe a roubou por 5 anos. É difícil, claro, mas dar aval a picuinha como antigamente é indício de falta de amadurecimento. Foi muito irritante a indiretinha para cima de Hanna no momento da oração. Sem comentários!

 

Agora, viveremos no mais do mesmo (não que esperasse algo diferente): Lorenzo monitorará as Liars (saudade, Tanner!). Depois de tanto tempo, Ali não entendeu que as quatro se protegem com unhas e dentes? Meu Deus, parece que não viveu as temporadas passadas.

 

Espero que o vilão/ã da vez se manifeste logo, pois é muito cômodo culpar as meninas e deixar os demais personagens sentados à espera de algum resultado.

 

Bom mesmo foram as insinuações do inimigo da vez. O projeto universitário de Spencer parece só o começo e nada mais pertinente infernizar a Liar que mais desafiou A. Pegá-la para Cristo logo de cara, justamente a que parece mais assegurada na vida, com direito a uma mãe superexposta, foi uma iniciativa perfeita. As suspeitas começaram a ser plantadas e é até bizarro vê-la tão desligada dos sinais. Toda crente de que as dores de cabeça ao redor de CeCe são coincidências.

 

PLL-6x12---Liars

O final do episódio deixou claro que a nova personificação do mal é tão sofisticada quanto as Liars. Deu até direito de pensar que se trataria de Sara por causa da visita ao cemitério, mas as rosas com uma vermelha e a falta de filmagem na pessoa entregam que o/a inimigo/a está à espreita, empurrando o quarteto para o novo jogo sem que percebam – o que também não deixa de ser estranho.

 

E, sério, CeCe está ao lado da lápide da Jessica. De novo, a trama aponta para os DiLaurentis como a causa de tudo e não sei se quero que isso se repita.

 

Concluindo

 

O roteiro continuou com a pegada da S6A em prolongar a trama do dia em que parou. As Liars tiveram uma noite longa e o resultado as norteou para os velhos hábitos. Hanna relutou, mas apagou a filmagem (e sabemos que isso nunca se faz), Spencer tem um trabalho que a condena, Aria tentou proteger Ezra como sempre e Emily ficou no bloco do eu sozinho. Modos de operação que devem ter alegrado o/a vilão/ã da vez, pois o teste foi bem-sucedido.

 

O quarteto abraçou as antigas ações para abafar um tormento, mas isso não significa trégua. Nada neste episódio foi sobre coincidências. Quem assiste as Liars só queria aquecer a brincadeira e formar uma teia em que de um lado há o quarteto, mestres em protegerem umas as outras, e no outro há Ali querendo saber quem matou a irmã.

 

No meio disso, só falta o real conflito. Quero o barraco logo, meu Deus!

Stefs
Postado por:       

       
Aproveite para ler também
Escreva seu comentário antes de ir <3