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18/fev

O nome deste episódio deveria ser: corrigir a história de Peter Mills. Neste instante, estou pretérita!

 

Praticamente no meio da temporada, ganhamos aquela encheção de linguiça especial. Especial porque a fonte de inspiração veio de acontecimentos que já vimos em anos passados. Senti bastante, demais, as indiretas com relação ao Mills e sua storyline na S3. De quebra, houve um revival digno de Jones (S2) com a introdução de uma novata que tem o benefício de ser amiga de Gabby e não rival. Taí um episódio que berrou copia e cola, e fiquei passada porque nem disfarçaram.

 

@Deus, que não comecem a trollar esta temporada. Não estou preparada porque amei tudo até semana passada e não quero que meu parasita rebelde se apresente a uma altura dessas.

 

A continuação da saga política de Casey foi a única coisa diferente do episódio. O discurso feito nos minutos iniciais assentou as primeiras tretas que o personagem começou a enfrentar, pois boa índole nesse ramo não tem vez e nem palavras cheias dos floreios. Ele enfrentou os primeiros empecilhos, mas manteve a compostura e levou a dedo sua ideia de que nenhum sistema tirará vantagem das minorias. Depois não entendem porque Gabby fica boba diante desse homem. Eu fico, toda vez!

 

CF-4x15---Casey

Só que daí começaram a testar o caráter desse cidadão. No primeiro instante, lá estava o Tenente agradando uma comunidade que precisa de alguém que não seja Becks. No segundo, ele disse que daria um jeito no assédio policial nos becos de Chicago. No terceiro, ele negou dinheiro de uma pessoa que o levaria até a Lua em troca de apoio a um projeto que não condizia em nada com seu discurso. Uma clara perda de tempo se lembrarmos do quanto Casey se empenhou para acabar com a raça de Nesbitt e de Voight (cadê bolsa Voight quando precisamos dela?).

 

Fato é que poderiam lançar na roda as mais pomposas ofertas, mas, se não beneficiassem metade da lista ainda não pronta de promessas a serem cumpridas desse personagem, claro que a resposta seria vários não.

 

Negativas que o personagem honrou ao longo do episódio e que me deixaram com a sensação de que esse comportamento inseriu um alvo em suas costas. Ao vê-lo sozinho no encontro com Booker, pensei seriamente que uma tragédia rolaria. Não dá para confiar nesse povo do Batalhão sozinho por aí depois de provocar algumas pessoas, nem que seja um cutucão de nada.

 

Casey esqueceu que há uma coisa chamada aliados nesse meio e poucos estão realmente interessados em ajudar as minorias. A começar por Booker, o porta-voz das gangues, que viu em um belo falatório a chance de tentar convencê-lo a limpar dois trechos de Chicago para sei lá o que circular. Logo em seguida, foi Rich que acreditou que dinheiro e um jantar tornaria o Tenente fiel aos seus propósitos. Vários não que fortaleceram a convicção do personagem em fazer o melhor nessa nova aventura.

 

Ao contrário da queimação de filme que Becks poderia acarretar – uma ideia que não descarto quando o bicho realmente pegar –, Casey deu de cara com situações atraentes e ao mesmo tempo desagradáveis tendo em vista seu caráter e suas convicções. Ele é um homem que serve Chicago e isso não quer dizer que corrupção seja seu calcanhar de Aquiles. O que vi esta semana foi um homem na nave da Xuxa, achando que algumas assinaturas bastavam para se eleger, que vestir um terno bacana o tornaria especial e que fazer campanha pelo justo o levaria direto ao pódio. Obviamente que não e o mais espantoso foi vê-lo tão obstinado ao ponto de não hesitar um só momento. Gabby estava certa em estimulá-lo, mas, no final dessa jornada, é fácil prever decepção.

 

A situação trouxe tensão e aumentou a curiosidade sobre o que virá em seguida. Casey disse não a quem não deveria e só de pensar que alguém pode persegui-lo, ou até mesmo fazê-lo buscar apoio em uma dessas fatias de eleitores, já sofro em silêncio. Afinal, o que aconteceu neste episódio foi o desenrolar de empecilhos que não tiveram o intuito de fazê-lo retroceder, mas ir adiante. Para provar o contrário ou chegar muito perto, pois há uma crença linda de fazer a diferença. Só que apoio, especialmente financeiro, nesse início é mais do que necessário, my friend. Há duas fontes que quer favorecê-lo, só que não combinam com a agenda, e é fácil supor que negativas gerem alvos.

 

E Casey já foi um alvo do Nesbitt assim que notou que havia algo errado na boate e é alvo de Becks por ter cobrado a grana pós-tornado. Até então, as pessoas com quem cruzou só têm lhe dado propostas nada íntegras e sinto que haverá um momento que o personagem se desiludirá e retrocederá. Até lá, tenho gostado do pulso firme, o desejo de não querer ser apenas um bombeiro, mas um agente que quer mudar o lugar aonde vive.

 

#VaiCasey!

 

Little Jimmy em: finalmente tenho um plot

 

CF-4x15---Jimmy

Com toda licença, tive que rir do triângulo amoroso que flopou na Sapucaí. Ideia ridícula desde o começo e acho que os escritores notaram isso – ou não… Vai que Chili volta, né?

 

Tenho que admitir: fiquei com dó de Jimmy. Tenho sérios problemas com o Steven, mas, quando rola olhares chorosos, eu choro junto – desde TVD, não aguento, sou fraca. O bombeirinho não fez nada de útil desde que ingressou no Batalhão, a não ser se envolver com Chili – e o namorico foi mais rápido que o meteoro da paixão. No fundinho, lamentei um bocado pela quase saída dele, pois, por mais que não vá com a cara de um personagem, não suporto falta de desenvolvimento de storyline. Já estava prontinha para descer a lenha como fiz com a menina Jessica, fatos reais.

 

Apesar de estar contente com a permanência desse jovem, a reciclagem do plot do Mills berrou em letras garrafais. Lá estava o bombeirinho na sombra de outro, prestes a ser demitido porque até a crise chegou no 51º. Daí, Boden acenou a varinha e a proposta de torná-lo um paramédico caiu como uma luva. Quantas coincidências, né? A diferença agora é que um realmente queria ficar no Batalhão, não importasse o job, enquanto o outro só soube resmungar no decorrer da S3 que queria retornar ao Esquadrão – e chegou a ser magicamente curado da tonteira. Se você ama o que faz, uma mudança não é um problema. É encorajamento e amadurecimento.

 

Ok que tinha mais por detrás da saída do Peter, mas isso não anula a reciclagem dada ao Jimmy.

 

A felicidade que anula a reciclagem vem do encaixe de Jimmy na ambulância para aproximá-lo de Brett. Estou empolgadíssima, porque senti a química, vi faíscas, e quero bebês. Já levantei a bandeira e quero muito que desenvolvam esse relacionamento direito. Sylvie confessando que tinha um crush nele foi a cereja da situação que culminou em uma parceria que soa permanente.

 

Severide em: alguém me dá um plot?

 

CF-4x15---Severide

Outra história mais repetitiva que Severide pegando as personagens novas. O que esse cidadão contou esta semana berrou reciclagem das mais descaradas. Mais que o que aconteceu com Jimmy. Treta de Batalhão, duvidar de amigo que atua na mesma área, não ouvir alguém que trabalha na mesma casa… Já vi o mesmo na S3 com Otis vs. Rice (#LittleMissGossip). Ainda bem que isso não durou, porque já abriria o berreiro diante da chegada do momento desta temporada começar a se perder.

 

E me recuso!

 

Para piorar, lá vai Severide ser objeto das novatas de novo. Claro que ele teria um mimimi com a Kidd – ou chegaria perto de ter, óbvio. Meldels, alguém aqui precisa de update de storyline. Está cansativo demais vê-lo nas mesmas situações só que com rostos diferentes.

 

Finalizando…

 

A saída de Chili deixou espaço para reajustes, só não esperava repeteco da S3. Não gostei tanto assim deste episódio, pois, como disse nesta resenha, já o vi antes. Jimmy foi Mills, Kidd (gostei bastante dela e a atriz ajudou no processo) a nova Jones e Severide duvidando dos amigos. Quem salvou a trama foi Casey e mal posso esperar para saber os próximos desdobramentos dessa campanha eleitoral que só conta com o apoio do 51º Batalhão.

 

PS: claro que Casey salvaria o gato, né, gente?

Stefs
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