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05/fev

OMG! O que diabos foi este episódio minha, gente! Não foi tão dramático, não foi carregado de rebuliço, mas o caso Michelle foi de deixar os cabelos em pé. Era ou não era abuso infantil?

 

Bela forma de Natalie retornar ao hospital, marcando um mês de salto no tempo. Não sei como funciona a licença maternidade nesses casos, mas, se os escritores me deram um prazo curto para a médica se recuperar e para curtir o baby, lhes darei meu benefício da dúvida. Só dessa vez, justamente por se tratar de um tópico que martelou na minha cabeça no decorrer da gravidez da personagem.

 

O importante é que não apostaram em um desfalque a essa altura do campeonato, embora comece a achar que médicos a menos funcionem mais no contexto de Chicago Med – algo que pode mudar quando a 2ª temporada chegar porque teremos com o que comparar.

 

Michelle, a paciente polêmica, uniu Will e Charles para exercer um milagre. Quando vi Halstead envolvido, previ burrice tremenda e cogitei aqueles atos impulsivos dos primeiros episódios (e que rolarão no 1×09). Considerando o que Sharon fez na semana passada, penso que os desdobramentos em torno da adolescente e do pai foram suaves. O dilema aqui era mais psicológico que cirúrgico, então, ruivão e sua dama não tinham muito o que fazer.

 

Falando em ruivão e sua dama, deu para captar um pouco, durante o acompanhamento da paciente, quem é Natalie e quem é Will já pensando em um futuro relacionamento. Ela é emoção com razão e ele é só emoção preso a lenda de que médico tem que salvar todo mundo. Tretas e várias tretas aqui, com certeza. Pelo menos, não tem ego, algo que só lamento pelo Rhodes.

 

CM-1x08---Charles

Os erros em torno de Michelle foram unicamente por causa da invasão de privacidade, o detalhe digno de Will Halstead, mas não passou de medidas urgentes do Charles. Foi ele quem brilhou, entre os suspiros e a poker face Manstead, nesse atendimento. Gente, não aguento esse senhor, de verdade. Toda vez que o vejo tenho vontade de apertá-lo. Mal posso esperar pelo momento de conhecê-lo um pouco mais, especialmente sua família. Quero acreditar que ele é um pai gracinha!

 

Meu cérebro bugou muito com esse caso da Michelle, de verdade. Fui até o Google para saber mais detalhes e, às vezes, penso porque não escolhi psicologia antes do jornalismo. Me deixem chorar um pouco sobre uma péssima escolha que levarei para a vida toda, de nada!

 

Então, transtorno conversivo. Transformar um conflito psicológico em algum transtorno físico. Essa foi a adolescente que tentou atrair o pai para ela em vez de deixá-lo mastigar o luto pela esposa. Quando digo que Med precisa trabalhar mais esse quesito, não é brincadeira, e lhes digo o por quê:

 

Bastou a reação do pai diante do atestado do Charles sobre o transtorno. Ele não quis saber e foi arredio, porque doença mental é relacionada somente à loucura. Tabu e tabu. Joffe preferiu acreditar no Google, o local de onde veio o prognóstico da filha. É ou não é cabeça dura?

 

Adendo: é muito ser humano pesquisar sintomas no Google – eu mesma e só me restou chorar várias vezes. Nunca façam isso, peloamordeDeus!

 

Só sei que o conflito entre Joffe e Charles foi a típica reação quando conversamos sobre doença mental. Era mais fácil aceitar o que estava no Google a aceitar a fala de um psicólogo e dos demais membros do hospital – nas palavras do pai, uma turma que não manjava nada. Olhem!

 

Choi, Reese e o chá com Rhodes

 

O episódio também foi muito bom para Choi e para Reese. E fiquei feliz!

 

Curti saber um pouco da vida naval do Choi, só que amei mais o uniforme lindo e maravilhoso (quando é que verei Jay Halstead num desses?). Curti ainda mais o fato dele ter finalmente contado com uma história que não fosse ponte de outro médico – como Natalie, Will e Charles esta semana. Às vezes, individualidade cai bem, e foi o caso desse personagem que me deixou com gosto de quero mais sobre suas experiências na marinha (esperando até hoje esse plot para Jay Halstead).

 

CM-1x08---Reese

E alguém me dá aos mãos, porque eu amo tanto a Reese que meu coração até dói. Burgess e ela estão no meu potinho de eternamente protegidas.

 

Não sei o que pensar do envolvimento dela com Joey, pois a primeira impressão que ele me deixou foi de um completo stalker. Isso suavizou um pouco por causa do mode Tinder (essa April não tem limites, meldels!) e simpatizei um tico com dele. Outro solitário perambulando em Chicago. Não tem jeito, meu coração derrete! É efeito imediato na tia Stefs.

 

Não quero que exista uma nuance negra em Joey, embora o tenha achado meio sufocador para cima de Reese. Ao mesmo tempo, quero que ele tenha um dark side sim para amarrar o que ficou nas entrelinhas sobre o seu interesse amoroso.

 

Vejam bem: Sarah deixou um rastro de dramas amorosos inexplicáveis, pode ter sido traída ou enganada, o que justifica seu inconformismo com o crush no Tinder. Sem contar que a paciente que consumiu o tempo dela “tirou” algumas informações quentinhas de quem essa personagem foi na faculdade e estou curiosa para saber mais. Principalmente porque ela chegou toda tímida e apavorada em Med.

 

E o que disse sobre Zanetti ser a encrenqueira do ego? Muito previsível e muito tosco, principalmente por essa personagem ter uma suposta autoconfiança gigantesca. Ela é chefe do Rhodes, não tinha que sentir inveja, mas sim ficar feliz pela oportunidade que seu pupilo (e booty call) teve em fazer chá para um príncipe. Se mulher tretando com mulher por coisa besta já é muito besta, pensem em mulher contra homem e vice-versa. Que morte terrível! E o Connor é tão de boa, que não sei como aguenta. Já tinha mandado um NOPE na face dessa moça.

 

E no fim do dia…

 

Mais um episódio suave na coleção de Med, sem grandes lições, e já sinto saudade do teto caindo sobre todos. Pergunto-me se Michelle será um caso de retorno, pois quero saber no que deu isso.

 

PS: Reese tomando vácuo de Rhodes. Reese recebendo conselhos de Rhodes. Segurem meus brincos!

Stefs
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