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05/fev

Estou é mortinha da silva com a conclusão deste episódio. O momento mais esperado da S6B finalmente veio à tona e estou passada com a nova versão do inimigo. Se havia qualquer possibilidade de abandonar Pretty Little Liars, a ideia esmoreceu porque a série me fisgou de volta e quero saber quem está por trás da máscara de velhinho. Jamais cogitaria essa repaginada, fato!

 

I hide in plain sight

 

Se na semana passada tudo não passou de coincidências, agora chegou a vez da verdade propriamente dita. O pesadelo voltou e não quer trabalhar nas sombras. El@ quer acompanhar as Liars de pertinho, sentir a respiração delas, saber com quem conversam para poder ouvi-las sem perder grandes detalhes. É um perigo, muito mais em comparação a CeCe de black hoodie, sempre protegida pelos aparelhos eletrônicos enquanto seus estagiários faziam o trabalho sujo.

 

Afinal, o stalk agora é presencial com mensagens simultâneas. Foi assim antes, porém, os ataques dessa vez parece que serão acarretados com base no dado momento em que as meninas se encontram em vez de evidências escondidas embaixo do tapete – como as filmagens que poderiam ser muito bem usadas como início da chantagem, algo que acreditei.

 

Para saber quem matou Charlotte, o apelo desse/a vilão/ã soa mais pessoal. Não com base nos namorados, mas em quem elas são agora. No que elas apreciam. A sombra inseriu uma dose leve de paranoia com apenas uma mensagem geral, o que fez algumas sentirem falta da vida antiga enquanto outras permaneceram um tanto quanto tranquilas. Mexer na zona de conforto é tiro certo, pois quem matou A automaticamente virou os holofotes para o quarteto. Mexer no que o grupo mais preza atualmente – trabalho + namorados + vida fora de Rosewood – é passo efetivo para quebrá-las. E eu gostei muito disso. Simplesmente porque muda a cara do jogo.

 

PLL-6x14---B

Sem contar que a presença aleatória dessa pessoa uniformizada do lado de fora da casa de Aria mostrou que é capaz de causar arrepios. E foi uma ótima sacada, com direito a barriguinha de chope. De novo, pode ser homem ou mulher, mas, convenhamos, a oferta de suspeitos é intragável e muito fraca. A começar por Ali que, por mais que seja muito descarado fazê-la a B do A, não deveria ser uma escolhida para assumir este posto. Sua ausência não ornou com o episódio desta semana, considerando a denúncia feita a Lorenzo sobre as Liars. Se é de interesse dela acompanhar a investigação da morte da irmã, não tinha nada que cortá-la da trama.

 

Isso não gera suspeita, apenas destoou do propósito inicial da personagem. Se ela quer os culpados, não há sentido em fazê-la curtir um momento com o Dr. Rollins fora de Rosewood. Daí, querem meter que ela já é a inimiga e que o boy é o cúmplice – vindo da Marlene, não duvidaria.

 

Pior que Ali, só a continuação da saga Ezra. Ainda pior, o foco em Sara. Todas essas faíscas lançadas não estão engajando interesse. É jogo batido. Nem há credibilidade, pois envolver esses personagens na lista de suspeitos é mais do mesmo.

 

O que me leva a citar Byron, o cara que uma vez se destacou por causa de Ali. Também não me espantaria se ele afirmasse que matou CeCe. O flashback me deixou jogada.

 

PLL-6x14---Byron

Agora, sério: PLL não tem uma cartela de suspeitos que seria convincente colocar como o B de A. Todos se foram e nem deram as caras na S6A. Ainda acho a escolha de CeCe muito a desejar, principalmente o motivo e o resultado final, o que me faz temer o desenvolvimento do segundo round. Interessei-me, claro, pelos motivos de sempre que é a identidade, mas Marlene pecou demais no 6×10. De quebra, não há personagens fortes em cena para bugar o cérebro.

 

Por essas e outras que ainda voto em uma das Liars. Não há mais ninguém impactante a não ser o quarteto. Podia ser qualquer uma delas a essa altura do campeonato.

 

As poucas mensagens trocadas serviram para introduzir essa nova figura na rotina das meninas. O apelo emocional continua, só que dessa vez será mais assertivo, como rolou com Spencer. No caso de Hanna, seria preciso estar no mesmo ambiente para vê-la esconder a mensagem que recebeu, mas soa muito como atitude esperada levando em conta que ela está com um novo boy. Detalhe que remeteu ao nome do episódio, pois Liam e Jordan não são Caleb, Ezra e até Toby.

 

As Liars e os velhos hábitos

 

PLL-6x14---Spaleb

As insinuações do B de A moveram as Liars como antigamente. Destaco Hanna que contou a verdade sobre a filmagem e mergulhou a mãe nessa teia sem fazer a menor ideia – e choquei com Ashley se revelando como responsável pelo furto do HD, pois jurei que fosse o velhinho. Quem também passou por isso foi Aria que ficou o episódio inteiro atrás do taco de golfe com Emily.

 

Além de reintegrá-las ao modo de operação do passado, houve um grande teste de quem quebrava o silêncio. De novo, lá estava Hanna, contando tudo pela metade.

 

Outra tentativa de sucesso foi fazer as meninas acreditarem que a primeira mensagem não era aleatória. Spencer me espantou por ter sido a mais desligada nesse início do drama, sinalizando o quanto fizera questão de esquecer sua vida em Rosewood – e depois acabou cedendo. Ela foi a última a tomar ação e não fez mais nada a não ser esperar Hanna e Aria. Aqui temos uma clara mudança e estou muito bem com isso. Nessa segunda rodada, troco Marin por Hastings fácil, fácil.

 

O jogo recomeçou e é preciso de uma nova liderança, sem dúvidas.

 

O episódio propôs a tentativa das meninas ficarem quietas sobre as mensagens e cobrou um tipo de reação que foi acatada no desenrolar da trama. Como tentar amenizar o dano feito para proteger Aria. Já tem muita gente com as mãos sujas e é disso que o jogo precisava para recomeçar. Nada mudou no comportamento delas diante da paranoia – agora regada de estresse pós-traumático – e o silêncio não será mais o bastante quando se tem a presença fatídica do inimigo.

 

Romances e afins

 

PLL-6x14---Toby-e-Yvonne

A ideia do episódio também foi situar a namorada de Toby, a fofa da Yvonne. Curti essa moça e espero que não renda tretas com Spencer – um otimismo que derrete levando em conta o B de A. A mensagem da aliança de noivado foi digna de aplaudir, porque o carão da Liar foi de doer.

 

E pobre Toby que está remando no mesmo barco da Hanna. Ambos fingem que não sentem nada pelos ex-namorados e resolveram adiantar os planos de casório. Não consigo vê-los tristes. Spaleb está arruinando meu coração por estar magoando outros. Já quero que parem com a zoeira!

 

Até aceitei Spencer e Caleb na semana passada, mas já botá-los como casal que briga por um café é forçar demais a amizade. Estou achando Spaleb uma graça, algo realmente customizado da antiga vida em Rosewood. Porém, senti que querem mesmo fazer o barro acontecer. As cenas de chamego de ambos deveras apressadas para quem só teve um lance. Não acho falta de respeito, muito pelo contrário, mas soa como “acreditem nesse romance porque dará certo”, sendo que claramente há muitos sentimentos envolvidos – e esses dois também gostam dos antigos pares.

 

Só sei que está uma lambança! Bom mesmo é ser a Emily, a esquecida nos plots da vida.

 

Concluindo

 

A trama intencionou inserir o mistério que faltava, o que já era tempo. Atrelado a isso, o elencar dos suspeitos continuou e temos Byron de volta aos holofotes. Agora, as Liars terão que colher de novo o que plantaram, coincidentemente por uma morte que deu o reboot no jogo.

 

Pergunto-me aonde Mona se encaixará.

 

E o que Byron quer contar a sós para Aria.

 

Então, ficamos assim: mensagens + arma do crime + filmagens roubadas + novo figurino do B + carro de luxo. Quero teorias!

Stefs
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