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19/fev

Esta segunda parte de temporada começa a ficar preocupante. A que não A continua a não se esforçar, o que afeta diretamente na dinâmica das meninas. Se não há conflito e nem suspense, não há nada que se possa exigir. Nisso, ganhamos mais um episódio para fazer cara de paisagem.

 

Claramente deixarão tudo para o final – que não está tão longe –, mas, se ainda intentam finalizar Pretty Little Liars na 7ª temporada, cadê o acelerador que Marlene prometeu para a S6B? Só vejo lentidão extrema. Tem muito romance, muita rotina, mas cadê o barraco caindo aos pedaços?

 

O episódio desta semana veio com a proposta de que segredos são tóxicos, mas ninguém fez nada para corrigir o real drama – as mensagens, os ovos, etc.. Hanna se sente insegura, mas voltou para Rosewood por causa de um bilhete infantil de A que não é A. Emily amargurou os óvulos destruídos e Aria retornou para a bolha Ezra sendo forçada a contar a verdade sobre o livro. Daí, veio Spencer com um drama da vida real ao descobrir o problema de Veronica que pode gerar um descrédito na campanha eleitoral. Nada disso foi usado pela/o tal nova/o vilã/o, que não quer casos rotineiros, mas  oportunidades de vida e morte. Mas, como isso acontecerá se quem norteia o tabuleiro não me parece muito a fim de jogar? E a trama não apresenta nenhuma brecha para estremecer as Liars?

 

PLL-6x16---Ali

Além do quarteto, DiLaurentis também foi inclusa no pacote segredos e confesso que me surpreendi com a confissão sobre Rollins cair no colo de Spencer. Emily sempre é a favorita e cheguei a pensar que essa iniciativa tão caridosa não passava de uma jogada. Afinal, Hastings sabe tudo.

 

Embora tenha minhas implicâncias com Ali, seu desejo de viver, de recuperar o tempo perdido, muito me tocou. Normalidade nunca pertenceu ao universo dessa personagem, só que não confio nesse Rollins. Muito antipático e forçador de barra. De todos os boys novos, só ele me incomodou porque não confio em pessoas que oferecem proteção extrema. Elas tendem a ser sufocadoras e DiLaurentis não precisa de um parceiro desses. Espero que esse romance seja bom. Por mais que ela me tire do eixo de vez em quando, essa jovem precisa de um gracejo nem que seja temporário.

 

Mona também botou a boca no trombone e descartou o celular de Yvonne como um método de A que não é A para chamar a atenção de Spencer. Coisa de ensino médio agora justificada como ideia de uma ex-adolescente que viveu o “A” Game, rendendo a primeira de algumas desmistificações que rolaram neste episódio. A personagem contou que tinha boas intenções, no caso, adiantar que Veronica estava prestes a ser desmascarada com relação ao seu status de saúde. Quero acreditar em uma mudança de caráter, mas, resumindo-a 5 anos depois, diria que autocontrole é seu comando.

 

Com autocontrole, Mona consegue mentir melhor. Inclusive, ser mais boçal.

 

Por que nós?

 

PLL-6x16---Hanna-e-Emily

 

Gostei bastante da conversa entre Emily e Hanna que, aos meus olhos, serviu para meio que explicar os objetivos de A que não é A. Quem matou CeCe pode ter pensado que fez um favor, bem como ter imaginado que realizaria um desejo enrustido das Liars – o que é um fato.

 

Um argumento que dá respaldo para Ali não estar inclusa no pacote por ser a única que queria CeCe viva. Queria que isso mudasse agora que a personagem sabe do tormento das Liars, mas…

 

O lado bom, se é que podemos chamar de bom…

 

PLL-6x16---Tanner

A lista de suspeitos foi limpa. Não que isso seja algo bom, pois ainda volto a dizer que não há personagens bacanas na roda para ser A que não é A. E nem com motivos interessantes.

 

Por outro lado, Tanner trouxe novas coisas para se pensar. Alguém ligou para CeCe na noite da morte em um tempo de 3 minutos. Sem Ali ver. Uhum! A arma do crime não soava em nada com o taco de golfe do Byron e se revelou como parte da mala de Melissa. Uhum! Qual é o objetivo de apontar para os Hastings de novo? Há muito segredo não esclarecido, principalmente da noite em que Ali sumiu, mas indicar uma personagem que não rendeu nas temporadas passadas é tontice. Esperando o motivo bombástico – outra coisa que não tenho mais fé em PLL por motivos de 6×10.

 

Radley voltou ao cerne da trama, único ponto que, apesar dos pesares, ainda faz sentido investir. Lá, ainda tem muito do passado mesmo com a fachada luxuosa. Spencer deixou nas entrelinhas que prédios também possuem seus próprios segredos e quero saber se isso é verdade.

 

Seja lá o que há mais entre as paredes do Radley, e dentro daquelas gavetas, espero que seja o bastante para animar quem quer que esteja na liderança desse jogo. Tenso é que as Liars ficarão quicando por lá toda hora. Não tem o menor cabimento e é claramente falta do que inventar.

 

Tentaram, mas não houve pontos altos esta semana…

 

PLL-6x16---Sparia

E, de quebra, Sara desapareceu em um momento crucial. Duvido que ela não teria retornado ao quarto, a não ser que tenha sido capturada em uma das suas fugas discretas ou deixou tudo ao dispor das meninas por ser o que tenho comentado: o meio para chegar a A que não é A. Não me surpreenderia em vê-la tombada no season finale.

 

Com o sumiço de Sara, as Liars se acharam no direito de brincar entre as paredes de um hotel que ainda tem muito do sanatório. Ok, interessante, mas é cômico. As meninas deveras à vontade, indo e voltando, como se fosse muito banal o que faziam além do buraco no closet. Para quem voltou para Rosewood com vidas reformatadas, o quarteto continua muito como as girls do ensino médio.

 

Por essas e outras que A que não é A precisa se manifestar pra valer! O primeiro sinal de que essa versão de jogo não será brincadeira, e que não haverá hesitação em fazer o que for preciso para saber quem matou sua preciosidade, foi a destruição desumana dos óvulos de Emily. Tamanho golpe baixo que ainda não estremeceu a trama o bastante. Porém, ativou um pouco mais a paranoia, especialmente de Hanna. Está em falta investidas como essa e já pressinto um season finale vazio. Essa brincadeira está muito playground. Quero a tal imitação suave de Jogos Mortais.

 

Como Caleb disse (vou generalizar para o quarteto): elas já lidaram com isso antes e deveriam realmente estar um pouco mais fortes. Não só isso, agirem diferente. A que não é A parece que espera o erro, mas não o incita. Não faz sentido! As Liars precisam logo cometer uma burrada drástica, como confessar os acontecimentos para a polícia – um ponto que tem me deixado infeliz.

 

Assim: Tanner retornou, não é mais uma estranha e, de quebra, sabe quem foi A e o que A fez. Só que as meninas agem como se ela fosse mais um Wilden. Não forcem! A detetive sabe o que as Liars passaram e não há dúvidas que a atenção sobre o caso CeCe teria mais rigor com uma denúncia – que tal mostrar as mensagens?. Isso descartaria o aparente desprazer diante da estatística de mortalidade atual de Rosewood.

 

Não sei qual é a dificuldade em fazê-las recorrer ao DP já que são adultas, meu Deus. Ok que há outras pessoas envolvidas nessa teia por osmose, mas está irritante vê-las de braços cruzados. Queria Hanna em ação para iniciar esse jogo como tem que ser.

 

Tá rolando muito corpo mole nessa S6B, verdade seja dita.

 

A que não é A é fã da Branca de Neve

 

E não consigo sentir mais receio do que os passarinhos chamados Liars pagarão no processo, de  verdade. Já entrei no clima me leva Deus porque a S6B vai realmente engatar tudo no final.

 

O foco naquela mesa me fez lembrar da Dollhouse.

 

PS¹: Caleb defendendo Spencer, lindo, mas não mais que o VRA da Mona! Gargalhei!

 

PS²: flashback Haleb me fez desejar um pouquinho que eles não retomem o namoro. Caleb tava numa fase em que usou cosplay de babaca, só pode.

 

PS³: Jason no grupo Carissimi?

Stefs
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