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18/fev

A poucos episódios de desvendar a Besta, nada como os Argent para dar um belo nó na mente – que graças ao bom Deucalion terá um respaldo na semana que vem e mal posso esperar. Ainda presos ao diz que me diz sobre esse ser sobrenatural batizado pelos Dread Doctors, que esconde o corpo de um@ adolescente e a mente do homem ou da mulher de Gevaudan, nada como continuar a dar foco no desenvolvimento de Parrish. Investida ainda extremamente necessária porque o personagem representa meio que o oposto da história desse big lobisomem sem identidade.

 

Principalmente quando discutimos o lado humano da coisa toda, instinto que tende a vingar em Beacon Hills, mas, aparentemente, não dessa vez. Já posso fazer um escândalo?

 

TW-5x17---Parrish

Parrish continuou a prender a atenção dos Argent – e a minha e a da Lydia (que me parecia muito bem para quem passou por tudo aquilo na Eichen House). Envolventes as cenas iniciais do personagem, muito bem vigiadas por mozão Chris que continuou a mostrar que não está em Beacon Hills à toa. Nem muito menos Gerard que continua espantosamente civilizado, algo que me mantém no foco da tensão de confiar desconfiando. Nesse novo encontrão, descobrimos a linha tênue que separa o Hellhound do policial – e vice-versa: um não consegue reconhecer o outro.

 

Para corrigir isso, seria preciso “uni-los”. A meta da storyline de Parrish esta semana foi gerar um conflito com base em um reencontro entre o lado sobrenatural e o humano, só que dentro do mesmo corpo. O oposto da Besta, cuja pessoa que vive naquele fumaceiro quer se libertar da casca e ser unicamente aquela que matou dezenas de inocentes sem pedir desculpas.

 

Meu coração parou no chão quando o Hellhound explicou como “surgiu” dentro de Parrish. A explosão que emendou precisamente com o mergulho de Scott, de Alison e de Stiles que ativou o poder do Nemeton – e que trouxe muito mais que um Nogitsune para a cidade. Agora sim essa história de ser atraído por Beacon Hills ficou ainda mais esclarecida porque o farol foi ativado no 3×12 e chamou tudo e todos para fincar estadia nesse lugar. Esse paralelo esclarecedor foi maravilhoso, deu arrepios, e deu mais força não só aos motivos de um personagem surgir nas redondezas, como na execução do roteiro também. Como disse desde o início, esta season tem tirado muito da S3 e acho ótimo.

 

Parrish foi o único ponto de interesse em um episódio que dependeu exclusivamente do retorno das partidas de lacrosse. Gritei com um Coach largado na reabilitação, que saudade! São nesses momentos que percebo o quanto sinto um pouco de falta de ver os conflitos se desenvolverem na escola, mas o local deixou de ser, com o tempo, a fonte das descobertas. Ali, virou um palco, o beco sem saída para prender qualquer ação de forma que não disperse – como a Besta invadindo tudo.

 

E Kira, que estava virada no jiraya, literalmente! Para um episódio que não contou com absolutamente nada, só Parrish, a mocinha roubou os holofotes. ‘Tá de parabéns!

 

TW-5x17---Kira

Sempre resmunguei do quanto era medíocre ver Kira inclusa nas tretas. Ela não conseguia nem dar dois passos e tomava um tapa na orelha. Com a raposa flamejando, a personagem mostrou a evolução do dark side que a tomou por completo. Salto carpado que eletrizou uma bela luta corpo a corpo que rendeu até um murro em Scott. Se não fosse uma faceta maligna, adoraria que a raposa a dominasse para sempre. Amei-a desse jeito alucinado e destemido. Vê-la disparando no campo de lacrosse me encheu de orgulho e me fez imaginar como seriam cenas com uma feroz Malia. No mínimo, sensacional, e não haveria parte do bando masculino para ajudá-las. At all!

 

Falando em Malia, lá vai a Desert Wolf preencher cota de trama e mostrar que circula ao redor da filha, no aguardo da tal Lua Cheia – que voltou a ser frisada com cheiro de season finale. Gosto do quanto a adolescente se transforma diante da mãe, há muito rancor envolvido, só que adoraria saber mais da relação passada das duas. Confronto verbal é ótimo, ambas são puro ácido, mas a história que as interliga é muito superficial. O que ela fez de tão errado além de ter obtido o que possivelmente nem fazia questão? Há sim uma lacuna não explorada aqui.

 

Além disso…

 

O episódio não contou com a presença de Theo e fiquei tão feliz. Um pequeno grande sinal de que a história dele está muito bem definida – e repetitiva. Tirá-lo de cena destacou o quanto Corey já se tornou a dupla de Mason e deu chance para Hayden finalmente escolher um lado. O pestinha de Beacon Hills nem compareceu para saber que seu bando agora só tem dois integrantes.

 

E me pergunto a necessidade do Deucalion a não ser ficar sentado tomando brisa.

 

Finalizando…

 

O episódio foi sobre a preparação do Parrish para o que está por vir. O conflito interno não o tem ajudado por causa da faceta humana contra a sobrenatural, e uma terá que ser sacrificada – se já não foi. E agora, Lydia? Chama as migas Banshee para dar um apoio, nunca te pedi nada.

 

Além do policial, a trama fez o favor de resgatar que TW gira em torno de adolescentes atrapalhados com senso de dever, lhes dando uma gota de normalidade muito bem disfarçada com o ataque iminente da Besta. Divertir-me bastante com a busca pelo sapato ensanguentado, Stiles voltou a ser aquela preciosidade cômica e Scott o pai preocupado com tudo e com todos – ele se curou quando o bando voltou com força total lá na Eichen, chorei.

 

E o que foi menino Liam superstar? Não aguento com essa criança! A correria para dentro da escola me deixou sem ar e quero ver como encaixarão esse gancho carregado de péssimas notícias com os acontecimentos da próxima semana que trarão mais detalhes dessa Besta.

Stefs
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