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24/mar

Depois de meses fora do ar, eis que tia Stefs retorna para sua casa online!

 

É bem verdade que me sinto como uma daquelas pessoas que precisa sair da própria casa para que a reforma/mudança aconteça sem grandes problemas. Não sei vocês, mas iniciar esse processo pertence à pilha de decisões difíceis porque primeiramente se pensa na bagunça e no barulho, não no resultado.

 

Não sou fã da furadeira, da poeira e dos móveis todos desordenados, mas, por outro lado, é uma chance de pegar essa zona e dar uma repaginada nela. Se você investe na reforma, alguma coisa boa pode ser tirada dela, certo (na vida real, mudei a localização da estante, mínimo, mas ajudou)?

 

Quando decidi pela reforma desta querida casinha, havia muito mais envolvido que apenas o fato de ter que ficar fora até que tudo ficasse pronto. Passei 4 anos alojada no Blogger e estava muito feliz por lá. Nunca tive problema com essa plataforma, como berram em plenos pulmões, e sou agradecida por não ter enfrentado perrengues graves (como o blog sumir). Porém, nada fica perfeito para sempre e a caixinha de comentários iniciou um processo irritante de falhas (ao ponto de não sincronizar mais o Disqus). Detalhe pequeno, mas que me desanimou de publicar textos novos. Foi aí que comecei a pensar seriamente sobre uma transição.

 

Blog em queda bruscaBlog em queda brusca

 

O Random Girl se tornou uma válvula de escape criada nos últimos anos em que cursava jornalismo. Depois, ele tomou parte do meu tempo e investi um pouco mais. O que veio foram anos frutíferos, sem ao menos precisar de parcerias ricas, por exemplo, para divulgação.

 

O grande problema nunca foi sair do Blogger e vir para o WordPress. O grande problema sempre sou eu porque amo autossabotagem. A mudança seguida de reforma mexe em pontos delicados, tais como perceber que não teria motivos para deixar esta casinha escondida e evitar que encontrassem meu endereço. Reformar e continuar com a capa de invisibilidade seria investimento perdido, ideia que me segurou no filho do Google que nunca exigiu custo adicional.

 

Assim, fiquei confortável. Quem me achasse seria uma questão de sorte e quem não me achasse também seria uma questão de sorte. São nesses momentos que contesto meu signo, Gêmeos de comunicadores, de aparecidinhos, porque não sou isso. Sou introvertida e as pessoas tendem a me assustar. Trabalho em picos emocionais, que também valem para encontros com quem tenho afinidade (requer 1 semana de preparo ou mais). E não suporto visibilidade porque me sinto invadida. Uma mudança chama a atenção e tive que me convencer que isso era mais que necessário para o projeto Random Girl e não tanto para mim.

 

Vejam bem: dou muita importância para os meus projetos e depois penso no que sinto sobre eles.

 

Até que houve um instante chamado de tapa na cara.

 

You say people will see me the way they see Superman one day, but… I don’t want to be a hero like him

 

Minha vida sempre se dividiu entre o emprego (e agora com as tarefas de casa porque o desemprego não desprega de mim), os posts do blog, o livro que tento escrever, os livros que tento ler e mais N coisas que faço/controlo com muito prazer (I Am That Girl?). Nesse pacote, me entreguei a Supergirl (que preciso continuar, inclusive), um programa que não tem meu perfil porque não sou fangirl dos heróis da DC (podem dar block agora! Hahaha). Mas, por algum motivo, quis ver essa série porque há protagonismo feminino e representatividade quando conversamos sobre super-heroínas donas do seu próprio show.

 

E esse show é maravilhoso, diga-se de passagem.

 

Os três primeiros episódios foram como vários tapas na minha face porque me vi em todas as inseguranças da Kara. Ela tem superpoderes que acabam meio reprimidos inicialmente não só por causa da irmã (que não é de sangue, mas é irmã de coração), mas por causa do primo que nada mais é o Super-Homem. A personagem cresceu ciente de que não poderia usá-los, principalmente porque já havia um herói na cidade e ninguém precisava de outro. Em outras palavras, não havia espaço para ela, o que a fez se redimir aos seus aposentos por 12 anos.

 

Por 12 anos ela se escondeu até impedir um acidente de avião. Não foi proposital, mas, especialmente, porque a irmã dela estava no voo. Seu ato de heroísmo foi desengonçado, sem o mínimo de planejamento, sem proteção de identidade… Apenas a cara e a coragem.

 

E o gosto de salvar o dia a fez repensar essa regra de não ser “autorizada” a usar seu poder e a ser uma heroína. Kara despertou para o fato de que poderia (e deveria) assumir seu lado de super-heroína. Só que a decisão de vestir a própria capa não foi aceita inicialmente por causa dos obstáculos da vida real, das críticas alheias e do excesso de proteção por ser uma mulher que não poderia simplesmente voar por aí. E, claro, porque já havia o Super-Homem.

 

Kara se viu entre a irmã que queria poupá-la e parte da população que não queria um novo herói, ainda mais uma mulher dita como desastrada. Somado a isso, havia o seu trabalho, cuja chefia obcecou com quem batizou de Supergirl. Até que a personagem decidiu usar a capa, mesmo diante de todos os prós e os contras, tanto em forma de pessoas quanto na forma de cotidiano.

 

Supergirl 1

Eu testando o layout em janeiro.

 

Um recorte que podemos nos relacionar. Eu me relacionei por ser exatamente assim que me sinto. Antes era o tempo todo, mas de uns tempos para cá tenho me vigiado mais. O que a personagem precisou foi acreditar no próprio poder, mas, para isso, ela teve que saltar obstáculos e contornar o rebuliço de disse me disse que tem tudo para nos empurrar para trás.

 

De novo, fazer nos redimir aos nossos aposentos.

 

Kara decidiu não se esconder e abraçou o título de Supergirl. Ela também queria fazer a diferença e criar sua própria história distante da do Super-Homem. E ela tem conseguido.

 

Por que não posso também?

 

A questão aqui é que tende a ser difícil sair das sombras para se mostrar por aí. Não precisa ser necessariamente por meio de um site. Existem pessoas que se escondem, que não mostram seus talentos. Há até quem faça isso, mas só compartilha entre os amigos (tipo eu). Por mais que estejamos cientes que fazemos algo para nós mesmos e muito bem, ainda fica a sensação amarga de frustração por causa do desejo de fazer mais ou de se indagar porque você não sai logo dos seus aposentos para mostrar que é incrível.

 

Daí, temos a dura verdade: enquanto estamos na bolha quentinha não pensamos muito em sair dela. É seguro ali. Eu estava segura lá.

 

O mesmo vale para mudanças e reformas. Às vezes, a vida atual está tão ok que não há motivo para sair quebrando as paredes, mudando os quadros, a pintura, a ordem dos móveis. O dilema é que a vista prevalece enquanto você, dia após dia, se torna outra pessoa. Chega um momento que a casa não remete mais a quem você é e foi assim que comecei a me sentir do ano passado pra cá. Principalmente com relação ao Random Girl. Por mais que soubesse que levava o blog a sério (veja bem, tenho faniquito com resenha atrasada, acho relaxo), ainda não era um levar realmente a sério porque, intimamente, tratava esse projeto como um hobby. Por tratá-lo como hobby, era fácil ver os buracos, a preguiça e o dane-se se ficasse um mês sem atualização.

 

O Random Girl ainda é meu hobby, mas eu precisava agarrá-lo do mesmo jeito que o agarrei em 2013. Foi meu ano favorito com relação a este projeto porque estava realmente inspirada naquela época. Nos anos seguintes, percebi que havia algo errado. No período de reformas, arrumando post por post, vi o quanto tinha saído do propósito. De novo, os picos emocionais.

 

Larguei o Random Girl em fins de outubro de 2015. Só postava as resenhas porque não tinha como evitá-las. Foi o período que a caixinha de comentários começou a falhar também. Daí, me rendi e esperei o ano terminar para estudar o que faria em seguida. Deletaria ou reformaria?

 

Sou uma pessoa que acredita em sinais e a falha na caixinha de comentários foi um deles. Depois, fui conversar com a minha mãe para explicar o quanto voltar para a minha área estava difícil e o quanto não fazia a menor ideia de como sair dessa. Ela me ofereceu ajuda para retornar à faculdade, isso me animou, mas percebi que a oportunidade era linda na fala, não na prática. Se não curti meus 4 anos de jornalismo, o único curso que quis muito, quem dirá mais 4 em outro – e cheguei a fazer uma pesquisa, fiz teste vocacional, e não há nada que me atrai (cadê curso para escritores e que pede um livro a ser publicado como TCC? Esse eu faria!).

 

Sem contar que retornar para a faculdade seria retornar para outra bolha que chutei em 2012. Voltar seria o mesmo que abrir mão deste projeto por conta da rotina universitária. Seria abrir mão das resenhas de mais de 5 páginas. Seria abrir mão do tempo que uso para escrever meu livro querido. Itens que soam bobos aos olhos de alguns, mas lutei para me dar a chance de fazer tudo isso. Não quero sacrificar o RG para criar uma segunda versão de mim com um diploma diferente.

 

E quando o emprego bater a minha porta, o RG continuará como meu maior plano de apoio. Foi assim em 2013 e isso não me afetou em absolutamente nada.

 

Depois de fazer uma lista de prós e contras, resolvi investir aqui. De novo, a Stefs idealizadora e que ainda colhe as consequências de priorizar o que gosta e não o que necessita aos olhos da sociedade. Todo o dinheiro que certamente seria gasto à toa nos primeiros meses universitários, reverti aqui. Não é a mesma quantia, óbvio, mas rolou a segurança de que tendo esse espaço continuaria a dar o meu melhor e que poderia pensar em outras coisas assim que terminasse.

 

Tudo começou em dezembro de 2015 quando finalmente fechei o layout. A casa estava pronta para ser reorganizada na primeira semana de janeiro, mais de 900 posts que migraram com as fotos fora do padrão e muitos textos sem formatação. Arrumei um a um, na unha, exaustivamente. Acordava às 7 da matina e parava pelas 15hrs porque não tinha um notebook para continuar nas horas seguintes (usava da mana) e meu PC era muito lento.

 

Meu relógio biológico sofreu uma mudança brusca e comecei a ficar exausta. Chegou uma hora que queria deletar tudo e começar do zero mesmo, sabem? Bateu um desespero e me indaguei incontáveis vezes se era isso que eu queria. E quanto mais me indago, mais eu quero fazer. Sem contar que estava tudo pago, então, nem tinha como voltar atrás.

 

Só me restou continuar e me esforçar para não perder o foco da situação. Um trabalho de edição que começou em janeiro/2016 terminou no dia 15 de março. Praticamente 3 meses tentando entender o que é o RG e o que diabos estava fazendo com a minha vida de novo.

 

Assim… Kara passou 12 anos da sua vida se escondendo, muito pouco em comparação aos anos em que me escondi. Ou por não ter autoestima. Ou por não confiar nos meus textos. Ou por não querer que as pessoas chegassem até mim. Eu tinha medo de colocar a minha capa, de ser a heroína da minha própria história, por justamente pensar igual a personagem: já tem muita gente exercendo tal papel, porque o mundo precisaria de mais uma?

 

No fim de todos aqueles empecilhos iniciais, Kara decidiu abraçar a si mesma e foi o momento em que ela se tornou imparável. Qual garota não quer se sentir assim? Dona de si mesma e realizar sua própria mudança, no fucks given para o que os outros acham?

 

Sempre me ative ao que os outros pensam de mim até chegar um ponto que notei o quanto isso é tóxico. Você passa a fazer tudo pensando no outro e não em si mesma. Daí, volto nas palavras de Neil Gaiman: a única coisa que tenho e que ninguém tem sou eu – minha voz, minha mente, minha história e minha visão. Contudo, foi uma batalha interna me convencer disso (ainda é, diga-se de passagem), pois as pessoas que mais pesaram na minha vida foram aquelas que me disseram que não sou boa o bastante ou que simplesmente seria um zero à esquerda.

 

Reformar o Random Girl foi basicamente renovar um superpoder: a escrita. Provavelmente, continuarei a me esconder nos cantinhos da casa (me conheço), mas não haverá mais desculpa para me afugentar dentro do meu lar, agora reformado e meio (?) dinâmico.

 

Depois de reescrever a história do Random Girl, percebi o quanto sou apaixonada por isso aqui. Por mais que você saiba que gosta/ama algo, é completamente diferente quando se faz uma declaração aberta. É meio que sair da negação, sabem? Da negação de que o que faço é desimportante sendo que tem sua importância. Emocionei-me escrevendo este texto porque me revi do ponto que comecei até o ponto da decisão crucial sobre continuar ou parar. Não menos importante, notei o quanto tenho orgulho de ter levantado esta casinha por conta e risco.

 

O Random Girl existe há 5 anos, um projeto que nasceu de uma necessidade pessoal e que é uma vitória para uma pessoa que ama deletar/desistir (d)os próprios projetos. Não sei o que espero deste novo ano e nem pensei sobre isso porque a reforma aconteceu no período que sempre faço a retrospectiva e abro margem para desenvolver uma ideia ao longo do ano. Nunca fiz planejamentos sobre metas a ser atingidas e não é agora que farei.

 

Só quero que vocês que chegam até aqui se sintam tão bem quanto eu, se divirtam, encontrem algo especial que possa ser levado para sua rotina. Essas sempre foram minhas intenções, desde encontrar a inspiração até o manifesto aleatório.

 

Supergirl 2

Tudo que quero dizer neste texto de boas-vindas é: não esconda seu superpoder. Podemos trabalhar isso, seja sozinha ou acompanhada. É difícil, estou em constante aprendizado, mas dar um passo em direção ao seu protagonismo é muita coisa. É a confirmação que você está se dando uma chance.

 

Declare reforma, escolha novas tintas e mude os móveis. Por mais que acredite que felicidade é um estado de espírito, que logo passa como quando estamos pra baixo, há lugares permanentes em que é possível se reencontrar e continuar a criar o que você quer ver. Isso é felicidade constante.

 

Como diria Haymitch: certifique-se de que se lembrem de você. Como? Penso que a meta de 2016 é ser uma Supergirl. Vamos?

 

Bem-vind@s novamente ao Hey, Random Girl. Que seja mais um ano inspirador para nós. <3

 

For the last twelve years I hid who I was. I don’t have to anymore. And I don’t want to waste a minute of it

 

PS: Nenhum desses gifs me pertence!

Stefs
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  • Autran

    I’M BACK BITCHESSSSSSSSSSSSSSSS

    Nossa, saudade doeu sabia? Mas não há coisa melhor do que um tempo para se revisitar, consertar o que está fora da casinha, respirar fundo e faxinar geral. Esse texto falou tanto comigo, sabe? Não sei se é a coisa do signos, que são os mesmos, ou a minha Lua em Câncer, enfim, quão louvável foi esse texto seu. Pq ele é íntimo e imagino o quanto deve ter sido difícil escrevê-lo, mas ao mesmo tempo necessário. E o link que vc fez com SG, eu amei, serião msm. Fico feliz por você, e agradeço por nos fazer felizes! Abraços e muitos sucessos!

    PS: Ainda cobro meus contos. Aliás, mandei-os em uma segunda versão, revisada.

    • Hey, Random Girl

      AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! Agora cê pode fazer o escândalo que for, PLEASE! HAHAHAHAHAHAHAHAHA

      Nem me fala em saudade porque pensei que não dava a mínima para este lugar até ver como o Tumblr não aliviou minhas necessidades hahahahahaha

      Awn ♥ Você é ascendente em chorar e eu sou ascendente em duas Julie Plec (Gêmeos em Gêmeos kkkkkkkkkkkkkkkkk). Meus textos pessoais sempre são complicadinhos de escrever e ao mesmo tempo os mais fáceis (geralmente termino chorando, alá) porque é como tirar um peso. Esvair a energia.

      Awn² ♥ Você e todos que comentam e me aguentam são especiais demais! Como disse no texto, cês são a causa de não ter largado isso aqui. Então, eu que agradeço! O meu sucesso é de vocês tbm, com certeza.

      PS: LUANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA DO CONTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO HELPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP!

  • Mônica

    Mas você é uma linda mesmo!!! Nem te conto quantas vezes eu tive vontade de pegar um ônibus pra São Paulo (veja bem, ODEIO viajar de ônibus) só pra te dar um pedala por conta do blog. Literalmente nunca te contei, até porque você só me ignora nas redes sociais! Hahahahaha. Me assustei quando li sobre sua crise existencial, mas fiquei muito feliz por você ter optado pelo RG, não tem nada mais Stefs do que isso. Além de tudo, eu fico mais à vontade e com um gás extra pra escrever por aqui, porque, sim, sua inspiração me inspira também. (Casa logo comigo!) :)
    Tudo lindo, marida! Tô aqui aplaudindo em pé!

    • Hey, Random Girl

      Mas, gente, quando sentir vontade de pegar o busão, pegue o busão pfvr! HAHAHAAHAHAHHA Awn marida, como você é maravilhosa! Uma das melhores pessoas que entrou na minha vida nesses últimos anos loucos e sou grata ao jovem mais conhecido como Jarolda – embora nossas conversas tenham surgido muito antes disso. Jarolda só botou rosto aos nomes hahahahahahaha

      E você é parte dessas melhorias todas, porque, como disse, NÃO TAVA CERTO VC NÃO TER ASSINATURA HAHAAHHAAHAHHA Vamos continuar inspirando uma a outra ♥

      Ai eu caso! Esperando minha aliança linda e maravilhosa! ♥

  • Alysson Luiz

    Fico levemente nervoso por estar escrevendo esse comentário e talvez não corresponder as suas expectativas, porém nesse momento estou vestindo a minha capa.
    Tenho acompanhado o RG faz algum tempo e posso te dizer que este grande projeto me inspirou e muito. Houveram diversos momentos em que pensei em desistir, deixar tudo de lado, principalmente quando as coisas se tornavam cansativas demais (digo isso sobre escrever, ler, ver séries, essas coisas), mas então eu abria o RG e via lá uma dica nova de escrita no Help, Escritor! ou uma resenha tão bem escrita que me fazia pensar: Eu quero ser igual a Stefs.
    Não estou exagerando nem um pouco quando digo que és uma das minhas inspirações a continuar seguindo o meu sonho de escrever, seja o meu livro ou um textinho bobo pra postar no facebook.
    Fico muito feliz ao ver que estas assumindo esse papel para com você mesma, aceitando esse super poder que todos nos sabemos que você tem.
    Que venha Stefs e sua capa. Que venha RG 2016.

    • Hey, Random Girl

      Quando disse que seu comentário me fez feliz e suar pelos olhos foi a mais pura verdade. A primeira coisa que faço (assim como 130 milhões de brasileiros que amam Suzana Vieira) é pegar o celular e checar as notificações. E lá estava seu comentário e me pergunto o que você quis dizer com “superar minhas expectativas” porque o que recebi foi um tapa na cara bem bonito e eu QUERO APERTAR VOCÊ!

      Saber que qualquer coisa deste espaço lhe inspirou é o mesmo que reforçar que bati a minha meta. Porque esse é meu intuito. Sempre foi desde o começo e só fui perceber o quanto isso era importante 1 ano depois, o período que o site mudou de nome e virou Random Girl. E, sério, meu coração doeu de felicidade com suas palavras porque é isso que quero atingir.

      E sim, você superou minhas expectativas porque desse lado não sei o que acontece com as pessoas que chegam até aqui. Feedback é sempre algo tão lindo e maravilhoso que motiva. Principalmente quando vem de um ponto de honestidade. Minha reciprocidade por você é a mesma, nunca pense que não. Pensava em você várias vezes em que lembrava “putz, tem a coluna do escritor, tá com delay hahahahahahahaha”.

      E quero que todo mundo sinta isso que você sente quando chega aqui e sinta coragem de botar a própria capa, ser valente para desbravar as mais variadas sensações porque é o que faço todos os dias. Saber que o que faço lhe toca, me toca igualmente, porque é motivo para não parar o que faço. Obrigada MESMO por essas lindas palavras e que continuemos nesse trajeto de inspiração e força juntos.

      Vamos colocar nossas capas e voar ♥